Futebol
A dias do dérbi frente ao Sporting, craque do Benfica faz furor no Seixal
15 Abr 2026 | 15:02
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22 Jun 2024 | 18:09 |
Numa extensa entrevista concedida à rádio Itatiaia, Helton Leite, antigo guardião do Benfica, que foi 'descartado' por Schmidt, abordou alguns assuntos de destaque, tendo sido 'confrontado' com os diferentes métodos de trabalho entre o Benfica e clubes do Brasil.
"Aqui no Brasil, a primeira coisa de um treino é correr até cair para o lado. No Benfica, os treinos eram compostos por 30 minutos de ginásio, campo, um pouco de corrida e treino com bola. Desde o primeiro dia. Penso que lá trabalha-se mais", começou por mencionar.
"É por isso que uma equipa mais modesta, como por exemplo o Boavista que quase esteve para descer de divisão, vai jogar com o Porto e é um jogo super apertado. Porquê? Porque o Boavista joga com as linhas corretas, bem posicionadas, os jogadores sabem o que fazer no campo", destacou o ex-guardião do Benfica.
"Quando eu cheguei no Boavista, o futebol que comecei a ver não era o mesmo que se praticava no Brasil. Tive de aprender tudo de novo. Eu recebia uma avalanche de informação nova que acabava os treinos e precisava ficar a estudar tudo que recebia nos treinos. É por isso que o jogador português, ou quem passa por lá, como o brasileiro, tem uma facilidade muito maior de jogar em qualquer campeonato do mundo a seguir", referiu, ainda.
Helton Leite continuou a 'abrir o livro', recordando os seus tempos no Glorioso: "No Benfica, por exemplo, os jogadores tinham que chegar às 7 da manhã, 7h30 café da manhã, 8h00 palestra, 8h30 ginásio, e às 9h00 relvado. E depois, se nos atrasávamos um minuto, 20 euros de multa, dois minutos, 40 euros".
"Ou seja, chegando um tempo você aprende disciplina, aprende futebol, fica pronto para qualquer equipa do mundo. E aí percebemos que o jogador brasileiro, já feito, quando vai para outro país ele não está pronto. Por isso começam a vir ao Brasil contratar cada vez mais novos para poderem crescer num contexto diferente na Europa", completou Helton Leite.
Em 2023/24, ao serviço do Antalyaspor, Helton Leite - avaliado em 1 milhão de euros - realizou 35 partidas: 34 no Campeonato Nacional e um na Taça da Turquia. Nos 3.150 minutos que disputou, o guardião sofreu 45 golos e manteve a baliza inviolada por sete vezes.
Com a camisola do Glorioso, Helton Leite realizou 34 encontros, tendo tido como técnicos Roger Schmidt, Jorge Jesus e Nélson Veríssimo. Em janeiro de 2023, numa mudança a custo zero, o brasileiro rumou ao Antalyaspor. Relativamente ao futuro, ainda não é conhecido qual o próximo emblema do guarda-redes.
Recentemente enfrentado com determinadas perguntas relativamente a alguns ícones do futebol, antigo internacional brasileiro respondeu 'em encarnado'
15 Abr 2026 | 17:39 |
Romário, antigo futebolista, confessou recentemente que duas determinadas lendas do Benfica foram dos jogadores mais difíceis que alguma vez já enfrentou. Ora, o campeão do Mundo pelo Brasil em 1994 referiu o "melhor guarda-redes" com que já deparou, e o "defesa mais duro".
Nesse mesmo sentido, presente no videocast apresentado por Iker Casillas, 'Bajo los Palos', Romário destacou respetivamente "Michel Preud'homme" e "Mozer". Adicionalmente, o atual senador brasileiro, apontou Johan Cruyff como melhor treinador que teve na carreira.
Questionado sobre o jogador atual mais parecido com o seu estilo de jogo, Romário pensou e acabou por responder Mbappé, embora tendo apontado "alguma diferenças". Dentro da área, o antigo avançado não teve dúvidas ao dizer ter sido melhor que Messi e Maradona. O seu maior arrependimento foi não ter marcado presença no Mundial 2002.
De referir que, Michel Preud'homme foi um dos guarda-redes mais marcantes da história do Benfica - vê Pavlidis a ser deixado para trás - , tendo representado o Clube entre 1994 e 1999. Tornou-se o primeiro guarda-redes a vencer o prémio de Melhor Jogador do Mundial (1994), após exibições de alto nível nos Estados Unidos. Ao serviço dos encarnados conquistou uma Taça de Portugal (1995/96) e ficou ligado a uma geração em que foi sempre uma das figuras mais respeitadas do plantel.
Relativamente a Carlos Mozer, mais conhecido por Mozer, foi um dos grandes centrais da história do Benfica, com duas passagens pela águias (1987-1992 e 1995-1996). Ao serviço dos encarnados venceu três campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, além de ter participado na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989/90. O glorioso central deixou uma marca duradoura na história vermelha e branca.
Avançado internacional grego antes que se destacava nas estatísticas do futebol internacional, vê-se excluído de determinadas conversas
15 Abr 2026 | 17:01 |
Vangelis Pavlidis já não integra o top-10 da corrida à Bota de Ouro, tendo caído para a 15.ª posição numa altura decisiva da temporada. O avançado do Benfica soma atualmente 21 golos, pontuação que já não é suficiente para acompanhar os principais candidatos.
Na frente da lista segue Harry Kane, com 31 golos marcados na Bundesliga, liderando destacado a classificação. Logo atrás surgem Kylian Mbappé e Erling Haaland, ainda que ambos tenham perdido algum ritmo nas últimas semanas.
Entre os jogadores que ultrapassaram Pavlidis está Luis Suárez, avançado do Sporting, que ocupa o sétimo lugar com 24 tentos. Apesar da desvantagem no coeficiente — já que a liga portuguesa atribui 1,5 pontos por golo — o colombiano conseguiu ganhar vantagem direta sobre o ponta de lança encarnado.
Este fator tem pesado nas contas, uma vez que os golos marcados nas principais ligas europeias valem dois pontos, dificultando a recuperação de jogadores que atuam em campeonatos com menor coeficiente. E nesse mesmo sentido, infelizmente para o internacional grego, este acabou por sair do grupo dos dez primeiros.
Depois de ter figurado no top-10 ao longo da época, o camisola 14 do Benfica vê agora a concorrência afastar-se, numa fase em que cada jornada pode ser determinante. A recuperação ainda é possível, mas exige uma reta final com maior eficácia para voltar a entrar na discussão.
Dois atletas que antes representavam Clube da Luz, agora em busca por glória nacional, deparam-se com panorama bastante difícil
15 Abr 2026 | 15:54 |
O Celtic entra na fase de apuramento de campeão da Scottish Premiership ainda na luta pelo título, numa corrida a três que inclui também Hearts e Rangers. A equipa onde alinham os antigos encarnados Paulo Bernardo e Jota Filipe ocupa atualmente o terceiro lugar, com 67 pontos, quando faltam seis jornadas para o final.
Apesar da atual posição na tabela, o cenário permanece em aberto, já que todos os clubes do top-6 ainda se vão defrontar nesta fase decisiva. O Celtic soma 21 vitórias, quatro empates e oito derrotas, com um saldo de 59 golos marcados e 35 sofridos, mantendo-se próximo dos lugares cimeiros.
À entrada para esta fase, o Hearts lidera com 70 pontos, seguido de perto pelo Rangers, com 69. Ainda assim, a margem curta entre os três candidatos mantém o Celtic na discussão, sobretudo tendo em conta os confrontos diretos que podem alterar rapidamente a classificação.
Um dos fatores que poderá ser determinante é a diferença de golos. Em caso de igualdade pontual no final, este critério pode decidir o campeão. Neste momento, o Rangers apresenta vantagem nesse capítulo, enquanto o Celtic surge em desvantagem face aos rivais diretos.
Assim, a equipa de Paulo Bernardo - que falou sobre futuro no Benfica - e Jota Filipe entra na reta final com margem reduzida, mas ainda dependente do seu desempenho e de eventuais deslizes dos adversários. O título escocês permanece em aberto e poderá ser decidido nos detalhes.
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