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Antigo internacional português antevê o Porto - Benfica: "Estes jogos decidem-se..."
12 Jan 2026 | 20:48
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Futebol
13 Dez 2025 | 10:22 |
A vitória diante do Nápoles (2-0) ajudou a acentuar o bom momento de dois jogadores do Benfica. Segundo foi revelado, desde que José Mourinho assumiu o comando técnico dos encarnados, Richard Ríos e Samuel Dahl têm sido os atletas mais acompanhados de perto pelo olhar atento do Special One.
No final do triunfo diante dos napolitanos — que permitiu às águias continuarem a sonhar com o play-off — José Mourinho não escondeu a sua satisfação pelo resultado e pela exibição, fazendo questão de destacar o coletivo e, igualmente, as exibições individuais. Além disso, o Special One aproveitou para responder aos críticos.
“Ouvi que todos os jogadores do Benfica pioraram desde que cheguei. Acho que o Ríos piorou bastante, o Dahl piorou bastante. Há muita gente que piorou bastante”, disse José Mourinho, em tom irónico, na conferência de imprensa, no final da partida da Champions.
Frente ao Nápoles, foi bastante visível a subida de rendimento do lateral sueco e do médio colombiano. Começando por Dahl, o foco do Special One e da sua equipa técnica passou pela correção de vários aspetos defensivos do atleta, nomeadamente no que diz respeito à ocupação de espaços.
No caso de Richard Ríos, o foco passou mais pelo trabalho mental do jogador, com José Mourinho a reforçar a confiança do atleta face à sua qualidade de jogo, algo que tem sido bastante notório nas últimas partidas. “Ríos precisa de ter um raio de ação muito grande. Limitá-lo é retirar-lhe uma das suas forças”, frisou José Mourinho na última quarta-feira, 10 de dezembro.
Responsáveis do Clube da Luz e dos italianos discutiram moldes em que o ponta-de-lança poderia envergar o Manto Sagrado neste mercado
13 Jan 2026 | 06:24 |
O Benfica desistiu da contratação de Lorenzo Lucca, dissipando as dúvidas sobre o futuro imediato do jogador. A informação, avançada em uníssono pela imprensa desportiva nacional, confirma que a reunião decisiva com o Napoli não resultou no acordo desejado. A estrutura encarnada optou por retirar-se definitivamente das negociações, encerrando o interesse no italiano.
Os responsáveis do Napoli exigiam 37 milhões de euros pela operação global: 2 milhões imediatos pela taxa de empréstimo e 35 pela cláusula de compra obrigatória no final da época. A Direção do Benfica considerou estas exigências financeiras demasiado elevadas e desajustadas face ao valor de mercado, rejeitando avançar nestes moldes.
Embora o perfil físico e técnico de Lorenzo Lucca agradasse bastante a José Mourinho, a racionalidade económica imperou na decisão final. O treinador das águias via no atleta as características ideais para reforçar a frente de ataque, mas os encarnados terão agora de virar rapidamente as atenções para outros alvos constantes na lista de prospeção.
Clayton, ponta de lança do Rio Ave, era um dos nomes também referenciados pelo Benfica, mas o cenário complicou-se bastante. As negociações por André Luiz não estão fáceis e o impasse com o clube de Vila do Conde pode afastar o avançado brasileiro do Clube da Luz, obrigando a novas prospeções urgentes.
Na presente temporada, ao serviço do Nápoles, Lorenzo Lucca — avaliado em 25 milhões de euros — realizou 21 jogos oficiais: 15 na Serie A, quatro na Liga dos Campeões, um na Supertaça e um na Taça de Itália. Nos 584 minutos disputados, o avançado, que tem contrato válido até junho de 2028, apontou dois golos.
Antigo candidato à presidência do Clube da Luz comentou ainda o atual momento que equipa atravessa e estratégias preparadas para atacar mercado
13 Jan 2026 | 03:00 |
Bruno Costa Carvalho espera um Benfica forte e determinado no Clássico contra o Porto. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o antigo candidato à presidência das águias esteve à conversa com o nosso jornal, onde lançou o encontro da Taça de Portugal e ainda abordou o trabalho de José Mourinho e o mercado.
Bruno Costa Carvalho: "Eu quero ver o Mourinho agressivo e de ataque, como foi no Porto, não quero ver o Mourinho medroso e sempre com medo dos adversários"
"Espero ver um jogo em que o Benfica joga à Benfica e que se assuma como a grande equipa que é e sempre foi", começou por dizer, em conversa com o Glorioso 1904. No entanto, Bruno Costa Carvalho reconheceu o atual momento do adversário, mas deixou uma certeza: "Aquilo que qualquer Benfiquista espera é que o Benfica entre sem medo, que jogue para ganhar e que ganhe".
Com o Benfica a atravessar uma fase menos positiva, Bruno Costa Carvalho assumiu que José Mourinho tem de ser responsabilizado e até fez uma comparação com o anterior técnico: "Em cada jogo parece que estamos sempre com medo do adversário, o que é uma sensação de que eu não gosto. Quando o Bruno Lage era treinador do Benfica, eu tinha quase a certeza absoluta de que íamos ganhar todos os jogos. Quero ver o Mourinho agressivo e de ataque, como foi no Porto, não quero ver o Mourinho medroso e sempre com medo dos adversários", reforçou o ex-candidato, ao Glorioso 1904.
Bruno Costa Carvalho: "Por mim evitaria o regresso de Rafa Silva ao Benfica"
"O André Luiz é de certeza um excelente jogador, portanto acho que é muito bem-vindo ao Benfica", começou por dizer Bruno Costa Carvalho, em exclusivo ao nosso jornal, sobre o extremo, cujo negócio está em risco. Em relação ao interesse em Lorenzo Lucca, o ex-candidato depositou a sua confiança no discernimento do scouting das águias.
Por fim, ainda a respeito do mercado, o Glorioso 1904 questionou Bruno Costa Carvalho sobre um possível retorno de Rafa Silva, e o antigo candidato foi sucinto: "Historicamente, e se olharmos bem para o passado, normalmente os regressos não correm muito bem, nem para os jogadores nem para os treinadores. As coisas têm uma fase. Por mim, evitaria o regresso de Rafa Silva ao Benfica".
À conversa com comunicação social, antigo treinador-adjunto das águias deixou um alerta muito importante à equipa de José Mourinho
12 Jan 2026 | 21:22 |
Álvaro Magalhães não esconde que se trata de mais um jogo grande que pode decidir tudo. À conversa com a imprensa nacional, o antigo futebolista do Benfica assumiu que este tipo de duelos cria um enorme ambiente de pressão, independentemente de onde se jogue: seja na Luz ou no Dragão.
Álvaro Magalhães: “O futebol joga-se muito na cabeça. A parte psicológica é fundamental”
“O futebol joga-se muito na cabeça. A parte psicológica é fundamental. Há muitos jogadores com grande qualidade técnica e física que não conseguem triunfar em equipas grandes por não serem fortes mentalmente”, começou por dizer o ex treinador-adjunto do Benfica.
“Era trabalhar bem, descansar bem, estudar o adversário e seguir em frente. O nervosismo não pode existir quando se veste uma camisola como a do Benfica ou do Porto. É preciso personalidade”, recordou Álvaro Magalhães, do seu tempo de jogador, em declarações à Agência Lusa, que também entrevistou Quim.
Álvaro Magalhães: “Muitas vezes, a equipa que está menos bem acaba por ganhar”
“O que vem de fora para dentro é muito importante. Jogar na Luz ou no Dragão tem sempre uma pressão enorme, mas é uma pressão saudável. Dá gozo jogar assim”, constatou o antigo defesa do Benfica, sobre as dificuldades acrescidas de um Clássico.
Por fim, Álvaro Magalhães deixou um último alerta aos dois rivais, que vão disputar uma vaga nas meias-finais da Taça de Portugal: “Muitas vezes, a equipa que está menos bem acaba por ganhar. O fator sorte tem muita importância nos clássicos”.