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Futebol
01 Mar 2026 | 08:52 |
José Mourinho está perto de bater um recorde ao serviço do Benfica. Pelo que foi apurado, nunca numa época dos encarnados um treinador tinha utilizado tantos jogadores da formação. Se o Special One continuar neste ritmo, esses números vão ser ultrapassados em breve.
Segundo deu conta o jornal A Bola, na edição de hoje, 1 de março, o Clube da Luz, em 44 jogos oficiais, 10 com Bruno Lage e os restantes 34 com José Mourinho, já viu 15 jogadores formados no Seixal a somarem minutos no plantel principal do Benfica no decorrer de 2025/26.
O número corresponde ao total de jogadores que, nos últimos anos, cumpriram formação no Benfica e que, até ao momento, já contam com minutos no plantel principal. Assim, em 2025/26, juntando-se aos nomes de António Silva, Tomás Araújo, Samuel Soares, entre outros, os dois treinadores setubalenses ainda apostaram em Rodrigo Rêgo, José Neto, Tomás Freitas, Daniel Banjaqui, Anísio Cabral - que renovou até 2031 - e Ivan Lima.
O recorde atual - que é de 16 jogadores formados - foi estabelecido na temporada de 2024/25, quando Bruno Lage lançou oito estreantes: Diogo Prioste, André Gomes, Hugo Félix, Gerson Sousa, Joshua Wynder, Nuno Félix, João Veloso e Leandro Santos, que se juntaram aos oito atletas que já estavam estabelecidos no plantel A do Benfica.
Com 11 jogos por disputar, número importante para tentar salvar da melhor forma possível a época do Benfica, José Mourinho está apenas a dois atletas de conseguir estabelecer um novo registo com a formação dos encarnados. Vale a pena recordar que o recorde pode vir a ser quebrado já esta segunda-feira, 2 de março, na visita ao Gil Vicente.
Antigo dirigente do emblema vermelho e branco não ficou indiferente ao que está a acontecer e apontou principais erros cometidos pelos encarnados
01 Mar 2026 | 09:24 |
Têm sido várias as reações ao caso de Gianluca Prestianni, que despoletou durante o encontro da primeira mão da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid. Recentemente, foi a vez de João Gabriel, antigo homem de confiança de Luís Filipe Vieira, comentar o caso e, segundo o mesmo, a reação do Benfica ao tema ficou aquém das expectativas.
João Gabriel: "A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca"
"Acaba sem aviso prévio, de forma brusca, e obriga-nos a reagir. Perante uma crise reputacional sem precedentes, que o episódio entre Prestianni e Vinícius trouxe, o tempo deixou de ser apenas um detalhe. Tornou-se o fator crítico", começou por escrever, no artigo de opinião publicado no jornal Record.
"Quem hesita, corre atrás dela. O Benfica hesitou. A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca. Perante esse vazio, a narrativa foi assumida por outros, dispersou-se e radicalizou-se (Luisão incluído) sem que o clube tivesse assumido a sua liderança", apontou João Gabriel, que, tal como Luisão, criticou a postura das águias.
João Gabriel: "O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz"
"O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz. Em crises desta natureza, o público procura um porta-voz com autoridade. Procura alguém que represente a instituição, credível e que transmita segurança. Ninguém reunia essas condições melhor do que o Presidente do clube", acrescentou.
"Nada disto resolveria a crise. Mas teria minorado os estragos, defendido a instituição, o treinador, o jogador e, acima de tudo, colocado o Benfica no comando da narrativa. As crises não são apenas momentos de risco. São momentos de prova. Testam estruturas, expõem falhas e revelam se existe preparação estratégica ou improviso", concluiu João Gabriel.
Dirigente máximo dos azuis e brancos não poupou nas palavras contra alegado tratamento contra portistas e frisa que rivais são beneficiados
01 Mar 2026 | 08:29 |
André Villas-Boas não deixou ficar a polémica em suspenso. No último dia, o presidente do Porto assinou um artigo na revista 'Dragões' onde deixou uma dura crítica aos comentadores desportivos, acusando-os de serem parciais contra os azuis e brancos. Além disso, o portista também deixou farpas aos rivais Benfica e Sporting.
André Villas-Boas: "O Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas"
"Fora do campo, o Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas que tantas vezes se afastam da isenção, do rigor e da deontologia que devem orientar quem informa, interpreta e comenta o fenómeno desportivo. Frases como: 'Aquela reação do Francisco Moura quando viu que era penálti vale...'; 'Se calhar Francisco Moura também quer ser apanha-bolas'", começou por escrever Villas-Boas.
"É parte de um padrão: um padrão que procura criar um ambiente disruptivo, condicionar perceções, fabricar suspeitas e reduzir o Porto à caricatura que lhes parece conveniente", atira Villas-Boas, apontando para casos recentes ligados aos rivais Sporting e Benfica, numa altura em que as águias reagiram à polémica no Dragão.
André Villas-Boas: "Um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa"
"E o contraste com a realidade é, no mínimo, revelador. Nos dias seguintes a estas patéticas intervenções, vieram a público episódios que deveriam mobilizar a consciência coletiva da sociedade e do futebol português e que, ainda assim, receberam um tratamento muitas vezes tímido, seletivo ou convenientemente ignorado", constatou o dirigente dos dragões.
"Ora vejamos: um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa e acesso à informação; um capitão de um clube pontapeou um adversário na cabeça, num ato de selvajaria, com as imagens desse lance a desaparecerem de forma enigmática", enumerou André Villas-Boas.
Treinador italiano conseguiu respirar de alívio, depois de ver equipa regressar aos triunfos numa partida que contou com muitos golos
28 Fev 2026 | 12:54 |
O Al Hilal voltou a respirar de alívio depois do duelo frente ao Al Shabab. Na noite da última sexta-feira, a equipa de Simone Inzaghi, onde atua o ex-Benfica Marcos Leonardo, regressou aos triunfos (5-3), mantendo vivo o sonho de conquistar o título.
O resultado frente ao Al Shabab permitiu a Simone Inzaghi segurar o seu posto por mais algum tempo, depois da imprensa saudita ter apontado que o transalpino estava em vias de ser despedido. Marcos Leonardo, por sua vez, fez o gosto ao pé, ajudando o seu técnico a continuar no comando da equipa.
A jogar fora de portas, o Al Hilal entrou mal na partida, ao ver a equipa da casa adiantar-se no marcador, por intermédio de Brownhill, à passagem do minuto 13. Porém, Kanno, aos 10 minutos, e um autogolo aos 31 minutos deram a reviravolta. Mais tarde, Carrasco fez a assistência para o Al Shabab, mas ainda antes do intervalo, Koulibaly fez o 3-2 para os forasteiros.
Já no segundo tempo, os golos não pararam de surgir e, logo no recomeço da partida, Mandash fez o 4-2, já Marcos Leonardo fez o quinto golo do Al Hilal, deixando a equipa de Inzaghi a vencer por 5-2. Apesar da desvantagem, o Al Shabab ainda conseguiu reduzir, através de uma finalização de Adli, aos 75 minutos.
Com este triunfo, o Al Hilal manteve vivo o sonho de conquistar o campeonato saudita, fazendo pressão ao Al Nassr de Jorge Jesus – que falou sobre João Félix. Ao cabo de 24 jornadas, o clube do ex-Benfica segue no terceiro lugar, com 58 pontos, ficando a um ponto do Al Ahli, que segue na liderança, com 59 pontos.