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Clube
26 Ago 2024 | 17:46 |
Sven-Göran Eriksson, antigo treinador do Benfica, perdeu a vida esta segunda-feira, e Fernando Seara, presidente da Assembleia Geral do Glorioso, reagiu à morte do técnico sueco. O dirigente destacou a figura do treinador e o seu contributo ao desporto luso.
"Esta era uma notícia esperada. Em abril, quando estive com ele, nós que nos conhecemos da sua primeira presença no nosso querido Benfica, em 1982, respondeu-me naquele seu português que foi aprendendo: ‘Como está? Gosto de o ver. A iniciativa do presidente Rui Costa, acompanhado do querido Humberto e do Toni, foi muito boa!’. Abraçámo-nos. Tive a sensação que não aguentaria muito tempo, tendo consciência da vida vivida e de duas coisas: foi um revolucionário no futebol português e no futebol do Benfica. Recordo sempre uma frase de um também revolucionário, José Martí, que escreveu: a morte é uma vitória e, quando se viveu bem, o caixão é um arco de triunfo. É isso que devemos sentir", começou por referir.
"Estive com ele em duas finais europeias, as duas derrotas com o Anderlecht e o AC Milan, nós que percebemos com os senhores jogadores que ele treinou que revolucionou o treino, a metodologia, o elemento tático e técnico, mas acima de tudo a forma de relação com o jogador. Ouvi-o de tantos e tantos que o foram surpreender no hotel em abril, e de muitos outros, nas pequenas histórias que me foram contando. Com ele, tivemos momentos empolgantes nos dois momentos em que treinou o nosso Benfica", disse Fernando Seara.
"Nós, adeptos, queríamos ir ao estádio, ver a equipa e partilhar aquela ambição nova. Permita-me lembrar a relação que o sr. Eriksson tinha com os outros: recebi há pouco uma mensagem de um grande sportinguista, a dar-me os pêsames pela morte de Eriksson. Foi alguém que nos projetou e nos ajudou a perceber um futebol diferente. Ele também revolucionou a figura social do treinador. Ajudou-nos também e muito num tempo complexo da vida do futebol português", referiu o presidente da Assembleia Geral do Benfica
"O sentimento dele na sua casa na Malveira da Serra, a olhar o Atlântico, era algo de reconfortante. Olhava o mar e sentia-se bem em Portugal, na década de 80 e depois no segundo momento, já na década de 90. No meio daquela frieza sueca, no segundo momento já havia o sentimento português. Os almoços da Tia Matilde que ele adorava, mas sobretudo o sentimento de partilha, em especial com o nosso querido Toni, que não era só treinador-adjunto, mas um amigo e confidente", concluiu.
Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações
13 Mar 2026 | 18:40 |
Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente.
A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave".
Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp.
Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".
Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro.
Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se
13 Mar 2026 | 17:01 |
O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.
"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".
Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.
"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.
"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.
Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se
13 Mar 2026 | 15:34 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.
José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"
"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.
Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."
José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"
"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.
"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."