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Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
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26 Ago 2024 | 18:46 |
Sven-Göran Eriksson, antigo treinador do Benfica, perdeu a vida esta segunda-feira, e Fernando Seara, presidente da Assembleia Geral do Glorioso, reagiu à morte do técnico sueco. O dirigente destacou a figura do treinador e o seu contributo ao desporto luso.
"Esta era uma notícia esperada. Em abril, quando estive com ele, nós que nos conhecemos da sua primeira presença no nosso querido Benfica, em 1982, respondeu-me naquele seu português que foi aprendendo: ‘Como está? Gosto de o ver. A iniciativa do presidente Rui Costa, acompanhado do querido Humberto e do Toni, foi muito boa!’. Abraçámo-nos. Tive a sensação que não aguentaria muito tempo, tendo consciência da vida vivida e de duas coisas: foi um revolucionário no futebol português e no futebol do Benfica. Recordo sempre uma frase de um também revolucionário, José Martí, que escreveu: a morte é uma vitória e, quando se viveu bem, o caixão é um arco de triunfo. É isso que devemos sentir", começou por referir.
"Estive com ele em duas finais europeias, as duas derrotas com o Anderlecht e o AC Milan, nós que percebemos com os senhores jogadores que ele treinou que revolucionou o treino, a metodologia, o elemento tático e técnico, mas acima de tudo a forma de relação com o jogador. Ouvi-o de tantos e tantos que o foram surpreender no hotel em abril, e de muitos outros, nas pequenas histórias que me foram contando. Com ele, tivemos momentos empolgantes nos dois momentos em que treinou o nosso Benfica", disse Fernando Seara.
"Nós, adeptos, queríamos ir ao estádio, ver a equipa e partilhar aquela ambição nova. Permita-me lembrar a relação que o sr. Eriksson tinha com os outros: recebi há pouco uma mensagem de um grande sportinguista, a dar-me os pêsames pela morte de Eriksson. Foi alguém que nos projetou e nos ajudou a perceber um futebol diferente. Ele também revolucionou a figura social do treinador. Ajudou-nos também e muito num tempo complexo da vida do futebol português", referiu o presidente da Assembleia Geral do Benfica
"O sentimento dele na sua casa na Malveira da Serra, a olhar o Atlântico, era algo de reconfortante. Olhava o mar e sentia-se bem em Portugal, na década de 80 e depois no segundo momento, já na década de 90. No meio daquela frieza sueca, no segundo momento já havia o sentimento português. Os almoços da Tia Matilde que ele adorava, mas sobretudo o sentimento de partilha, em especial com o nosso querido Toni, que não era só treinador-adjunto, mas um amigo e confidente", concluiu.
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Em consequência a um passado momento protagonizado por alguma tensidade, figura pertencente ao Clube da Luz é castigada com multa
10 Mai 2026 | 13:24 |
Gonçalo Guimarães, diretor de comunicação do Benfica, foi condenado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao pagamento de uma multa de 2040 euros, em processo disciplinar motivado por participações da Medialivre e do jornalista Gustavo Lourenço, desse mesmo grupo de comunicação.
Em causa estão acontecimentos nos Açores, antes do Santa Clara - Benfica, e no Seixal, antes da receção ao Real Madrid, na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No primeiro local, Gonçalo Guimarães - que já antes tinha sido multado - estava acusado de intrometer-se entre Gustavo Lourenço e Nicolás Otamendi, à chegada ao hotel da equipa encarnada, com recurso a contacto físico. No segundo caso, foram palavras trocadas entre os dois, com o jornalista a participar ameaças do diretor de comunicação das águias.
No acórdão do CD pode ler-se que "as referidas condutas ultrapassam o âmbito das funções de um Diretor de Imprensa, violando os deveres de retidão e lealdade (incluindo de correção, urbanidade e contenção) para com outros agentes desportivos ou terceiros (em especial jornalistas no exercício das suas funções)", dando-se como provado.
"O Arguido adotou, em ambas as ocasiões, uma postura ríspida e desadequada no relacionamento com o Jornalista, que se encontrava no exercício legitimo das suas funções. O Arguido agiu de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era suscetível de perturbar e desrespeitar o exercício da atividade jornalística, bem como de violar os deveres de correção e urbanidade a que se encontrava obrigado, conduta prevista e punida pelo ordenamento jus-disciplinar desportivo, não se abstendo, porém, de a realizar."
As decisões do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são passíveis de recurso, nos termos da lei e dos regulamentos, para o Conselho de Justiça ou para o Tribunal Arbitral do Desporto, refere ainda o acórdão.
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