Futebol
"Benfica e José Mourinho continuam a ter tudo para ser um bom casamento"
08 Abr 2026 | 11:08
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Futebol
08 Abr 2026 | 11:38 |
Pedro Brinca analisou o empate entre Casa Pia e Benfica (1-1) e destacou que os problemas da equipa vão muito além da falta de eficácia no último terço. Segundo o cronista, a equipa sofre em remates de meia distância, no jogo aéreo ofensivo e depende demasiado do futebol apoiado ou de inspirações individuais, como é o caso de Andreas Schjelderup.
Pedro Brinca: "Salva-se Schjelderup, jogo após jogo o expoente máximo desta equipa”
“Rafa é um homem de transição que se apaga quando lhe fecham o espaço... Ríos não tem a fantasia que o lugar pede e tem dado o seu maior contributo... a cabecear na área adversária. Sudakov devia e podia ser esse jogador, e ainda não o foi. Salva-se Schjelderup, jogo após jogo o expoente máximo desta equipa”, escreveu no jornal 'Record'.
O professor de Economia, que é adepto das águias, também destaca a limitação das opções do plantel e as consequências financeiras: “A provável ausência da prova milionária para o ano não é um detalhe contabilístico: é um buraco de receitas que vai obrigar a fazer omeletes com jogadores da cantera e a acertar num mercado em que o Benfica, há demasiado tempo, gasta mal e vende o que lhe fica a fazer falta”.
Pedro Brinca aborda ainda a questão sobre José Mourinho ser o treinador ideal para enfrentar este desafio: “A minha resposta não será popular, mas é sim. Mourinho desdenha hoje um plantel que elogiou quando estava no Fenerbahçe, mas a verdade é que não foi ele que o montou”.
Por fim, defende que é necessário paciência e confiança no trabalho do treinador: “Por uma vez, e contra os instintos da casa, vale a pena dar tempo ao tempo”, conclui, reforçando que a equipa e a Sireção devem focar-se em preparar o futuro com planeamento e sem decisões precipitadas.
Apesar dessa imagem mais reservada, internacional cabo-verdiano mantém uma relação tranquila com todo o grupo de trabalho na Luz
08 Abr 2026 | 11:22 |
Sidny Lopes Cabral deu que falar antes do jogo entre o Benfica e o Casa Pia, ao aparecer frequentemente sozinho durante o aquecimento e nos momentos que antecederam a partida. No entanto, a postura não resulta de qualquer afastamento por parte dos colegas, sendo uma opção pessoal do jogador em dias de jogo.
Apesar dessa imagem mais reservada, o ala mantém uma relação tranquila com todo o grupo. Ainda assim, existem alguns companheiros com quem tem maior proximidade, nomeadamente Leandro Barreiro, Dodi Lukebakio e Franjo Ivanovic, com quem partilha maior afinidade no balneário.
O hábito de estar isolado prende-se sobretudo com a forma como encara os jogos. O reforço prefere manter-se concentrado e longe de distrações, procurando atingir o melhor estado mental possível antes de entrar em campo. Ainda assim, o comportamento não reflete o seu dia a dia, onde está integrado normalmente no grupo.
Quanto ao momento atual, o jogador ambiciona ter mais tempo de jogo, já que pretende afirmar-se e chegar em boas condições ao Mundial de 2026 ao serviço de Cabo Verde. Recentemente, mostrou bom nível, destacando-se com um golo e duas assistências nos jogos frente a Chile e Finlândia.
Na presente temporada, tanto ao serviço do Estrela da Amadora como do Benfica, Sidny Cabral — avaliado em 5 milhões de euros — já realizou 28 jogos oficiais: 23 na Liga Portugal Betclic, dois na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal e um na Taça da Liga. Nos 1.835 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o atleta registou seis golos e seis assistências.
Clube encarnado enfrenta um dossiê delicado envolvendo central internacional português e o tempo começa a ficar cada vez mais escasso
08 Abr 2026 | 11:12 |
O Benfica enfrenta um dos dossiês mais sensíveis do plantel e António Silva está no centro das atenções, numa altura em que o defesa de apenas 22 anos já soma 176 jogos com a camisola encarnada, um número impressionante que sublinha a importância que conquistou desde a estreia e que poderia tornar-se ainda mais raro no futebol moderno caso o vínculo fosse prolongado por vários anos.
Apesar da utilização regular, a situação contratual continua longe de um entendimento, uma vez que António Silva entra no último ano de ligação e pretende não só melhorias salariais como também garantias desportivas claras, num processo que se arrasta há meses e que acabou por ganhar contornos mais delicados devido a episódios recentes que deixaram o jogador com algumas reservas em relação ao projeto, como o golo sofrido diante do Casa Pia.
Do lado financeiro, o Benfica terá de apresentar números elevados para convencer o internacional português, com um novo contrato que poderá rondar os 4 milhões de euros brutos por temporada, cerca de 2 milhões líquidos, valores que colocariam o central entre os mais bem pagos do plantel, embora exista a perceção de que esse esforço pode não ser suficiente para assegurar a permanência.
O contexto desportivo também pesa na decisão, já que António Silva, depois de uma época de estreia (2022/2023) em grande nível, viu a concorrência aumentar e sentiu perda de protagonismo, algo que alimentou a ideia de que o jogador pretende garantias de estatuto e continuidade para voltar a afirmar-se como peça central no futuro do Benfica.
Com mercado ativo e propostas anteriores acima dos 30 milhões de euros, o cenário permanece em aberto, deixando o Benfica perante três caminhos possíveis: renovar, negociar no verão ou arriscar perder um dos seus ativos mais valiosos, enquanto António Silva avalia o momento da carreira e pondera se chegou a altura de dar o salto para uma liga mais competitiva, algo que a Gestifute aprova.
Técnico português criticou determinados jogadores sobre a falta de ambição que mostraram na partida diante do Casa Pia, na última segunda - feira
08 Abr 2026 | 11:10 |
António Figueiredo, antigo dirigente do Benfica, não concordou com as declarações de José Mourinho após o empate contra o Casa Pia (1-1), na qual o técnico criticou alguns jogadores por não "comem o futebol" e que tinha vontade de utilizar esses atletas, mas que "valores mais altos se levantam".
A. Figueiredo: "Discurso muito negativo"
"É um discurso muito negativo. Sinceramente, não esperava ouvi-lo da boca de José Mourinho, pois a imagem que tenho dele é de alguém que protege as suas tropas, que aglutina as forças. Este é um discurso que não aglutina nem dá forças aos jogadores para continuarem a acreditar e a lutar pelas vitórias", defendeu, em entrevista ao jornal Record.
O comentador televisivo afirma que o "Special One" devia assumir as responsabilidades pelo mau resultado e não "atirar" para os jogadores. "Quando corre mal, o general é sempre o principal responsável. Por as culpas nos soldados, nos cabos e nos sargentos é fácil" , comentou.
A. Figueiredo: "Mourinho devia fazer uma introspeção"
António Figueiredo defende que José Mourinho devia de fazer uma análise refletida do que anda a falhar . "Mourinho devia fazer uma introspeção e explicar por que é que, ao fim destes meses todos, a equipa ainda não percebe a importância de um jogo como aquele" , disse.
Para concluir, o antigo dirigente repudia que o técnico faça os benfiquistas de "parvos". "Como português tenho muito orgulho de tudo aquilo que Mourinho já conquistou. Bato-lhe palmas. Mas isso não lhe dá o direito de fazer de mim e de todos os benfiquistas parvos" .
"Benfica e José Mourinho continuam a ter tudo para ser um bom casamento"
08 Abr 2026 | 11:08
Futebolista que saiu a custo zero do Benfica pode rumar ao Borussia Dortmund por 40M
08 Abr 2026 | 10:44
José Manuel Capristano muito claro sobre se José Mourinho deve ou não continuar no Benfica
08 Abr 2026 | 10:24