Futebol
Depois de António Silva, Tiago Pinto quer levar mais um craque do Benfica para o Bournemouth
29 Ago 2026 | 12:28
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29 Ago 2026 | 16:20 |
A frase proferida por Marco Silva a 12 de junho, no dia da sua apresentação como novo treinador das águias, ganha cada vez mais força à medida que a temporada avança: “Queremos ser uma equipa dominadora. Na minha opinião, é isso que representa o Benfica.” Pouco mais de dois meses depois do início dos trabalhos no Benfica Campus, a influência do técnico já é evidente, sobretudo na capacidade ofensiva da equipa.
Com os três golos apontados na Dinamarca frente ao Aarhus, o Benfica chegou aos 28 golos em apenas oito jogos oficiais, registando uma impressionante média de 3,5 golos por partida. Um arranque goleador que coloca a equipa de Marco Silva muito perto de um registo histórico e obriga a recuar cinco décadas para encontrar um início de temporada ainda mais produtivo.
É preciso voltar a 1975/76 para encontrar um Benfica com mais golos nos primeiros oito encontros oficiais. Na altura, a equipa orientada por Mário Wilson tinha marcado 29 vezes, beneficiando de duas goleadas expressivas frente ao Fenerbahçe, por 7-0, e ao Leixões, por 9-1. Ou seja, meio século depois, o conjunto de Marco Silva está apenas a um golo de igualar essa marca histórica.
No entanto, neste capítulo, o atual treinador leva vantagem sobre Mário Wilson. Há 50 anos, o Benfica perdeu dois jogos e empatou outro nos primeiros oito encontros da temporada. Marco Silva soma, pelo contrário, cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Os tropeços diante do St. Gallen (2-1), Hearts (1-1) e Académico de Viseu (2-2) não impediram as águias de atingir o objetivo europeu, embora o empate caseiro no campeonato continue a ser um resultado lamentado pelo técnico.
Apesar de os adversários encontrados até ao momento não serem, na sua maioria, de primeira linha, o Benfica tem demonstrado capacidade para encontrar soluções ofensivas mesmo perante equipas mais fechadas. O verdadeiro teste, contudo, aproxima-se: a 20 de setembro, as águias visitam o Porto, num clássico que poderá medir até que ponto este Benfica dominador e goleador está preparado para os grandes desafios da temporada.
Treinador analisa atual cenário onde não há um claro favorito para vencer o prémio e define que há um claro nome claro para levar galardão
29 Ago 2026 | 16:18 |
José Mourinho não tem dúvidas sobre quem merece conquistar a Bola de Ouro de 2026. Embora não tenha pronunciado diretamente o nome do jogador, o treinador do Real Madrid deixou uma forte indicação de que o prémio deveria ser entregue a Kylian Mbappé, uma das grandes figuras da equipa merengue.
O técnico português defende que a distinção deve reconhecer jogadores capazes de deixar um legado duradouro no futebol, em vez de premiar exclusivamente quem conquista os principais títulos coletivos da temporada. A referência de Mourinho a "quem fez história a nível individual este verão" aponta para Mbappé, numa posição que o treinador já tinha manifestado anteriormente no Santiago Bernabéu.
Os números ajudam a sustentar o argumento. Desde o último Mundial, Mbappé é o melhor marcador da competição, com 22 golos em 22 jogos, distribuídos por três edições. O avançado francês tem, assim, apresentado uma regularidade goleadora que Mourinho considera merecedora de reconhecimento individual.
"Para mim, a Bola de Ouro tem de ser para aqueles jogadores de quem, quando se retiram, sentimos saudades para a eternidade. Sinto falta de Maradona, Ronaldo, Ronaldinho, Cristiano, Messi, Zidane, Matthaus... Não se pode dar a Bola de Ouro porque se ganhou a Champions ou o Mundial", afirmou Mourinho.
Na mesma conferência de imprensa, de antevisão ao encontro frente ao Málaga, Mourinho abordou ainda a preocupação com as pausas para as seleções. "Os jogos das seleções preocupam-me. É muito tempo. Os jogadores que vão e jogam preocupam-me menos do que os que são convocados e não jogam. Esses preocupam-me muitíssimo", confessou.
Jogador é um dos grandes destaque das águias no início da temporada e comentador faz elogios ao momento vivido nos encarnados
29 Ago 2026 | 16:12 |
O grande momento de Gianluca Prestianni no arranque da temporada do Benfica continua a despertar elogios. Além dos golos e das assistências, o jovem extremo argentino tem-se destacado pela capacidade de desequilibrar no um para um, recorrendo à criatividade e a dribles que deixam os adversários em dificuldades. Um estilo de jogo que chamou particularmente a atenção de Luís Aguilar.
Luís Aguilar: "é ainda tão saboroso ver alguém como Prestianni..."
“Aprender que a vergonha de perder a bola durava menos do que a alegria de voltar a pedi-la. Ninguém dizia ao miúdo para ser criativo. A criatividade era a única saída. Esse tipo de jogador está em vias de extinção. Por isso, é ainda tão saboroso ver alguém como Prestianni”, escreveu no jornal 'A Bola'.
Para Luís Aguilar, a forma como o argentino encara cada lance remete para uma época em que o futebol era vivido de maneira mais espontânea e romântica. Prestianni parece recuperar essa essência ao procurar constantemente o adversário, assumindo o risco como parte natural do seu jogo e tendo sempre a baliza como objetivo.
A análise, contudo, não pretende transformar as dificuldades do passado numa fórmula ideal de formação. Aguilar reconhece que o futebol de rua também estava associado à falta de condições e ao abandono, não devendo ser confundido com um modelo de desenvolvimento obrigatório.
“A fazer um grande arranque de época, com apenas 20 anos, o miúdo argentino joga como se ainda trouxesse a rua agarrada às botas. Recebe a bola e procura o adversário. Não para fugir dele. Para o desafiar. Ainda acredita que uma finta pode servir para chegar à baliza. Não se trata de pedir o regresso romântico a uma infância pobre. A rua também era abandono. Também era falta de condições. Ninguém deve confundir carência com método. Um buraco no asfalto não é um plano de formação”, finalizou.
Clube de Domingos Soares de Oliveira estava atento a titular do emblema vermelho e branco, mas avanços não serão feitos no imediato
29 Ago 2026 | 15:24 |
O Al Ittihad, cujo CEO é Domingos Soares Oliveira, está atento à situação de Leandro Barreiro. O jogador é desejado pelo clube saudita, atualmente orientado por Jens Wissing, antigo adjunto de Roger Schmidt durante a passagem do treinador alemão pela Luz. Porém, o interesse não é formal.
De acordo com informações do jornal 'O Jogo', um dos maiores emblemas da Arábia Saudita não planeia avançar com uma proposta pelo médio, de 26 anos, nesta janela de transferências, salvo alguma mudança inesperada nos próximos dias.
Segundo o mesmo órgão, o internacional luxemburguês também não está interessado em sair do Benfica, e tem sido titular neste arranque de temporada. As águias também não querem deixar sair o camisola ´18´, muito menos nos últimos dias de mercado.
Leandro Barreiro tem sido uma das apostas regulares de Marco Silva neste arranque de temporada e conquistou um lugar importante no meio-campo benfiquista. Nesta fase, a prioridade da SAD passa por encontrar uma solução para Richard Ríos, que perdeu espaço nas opções do treinador, embora ainda não tenham chegado propostas concretas pelo colombiano.
Barreiro ganhou espaço nas opções do treinador e tornou-se uma presença habitual no onze encarnado. Por esse motivo, o Benfica entende que uma eventual saída nesta altura representaria um enfraquecimento do plantel e não está disponível para facilitar uma transferência para a Arábia Saudita.