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Futebol
17 Nov 2024 | 11:46 |
Benfica não está para brincadeiras no que toca ao assédio europeu a Tomás Araújo. Com Rui Costa à cabeça, os responsáveis do Clube pretendem 'segurar' o central, tal como o Glorioso 1904 avançou, em exclusivo.
O jornal Record confirma a informação do nosso Jornal, adiantando que o Benfica considera Tomás Araújo inegociável. Aliás, a mesma fonte vai mais além e assegura que o central da formação do Glorioso só poderá estar mais perto da saída, caso algum dos pretendentes atinja o valor da cláusula de rescisão, ou seja, no cenário de surgir alguma proposta por, no mínimo, 100 milhões de euros.
Na atual temporada, Tomás Araújo destaca-se pelo positivo arranque de época. Após ter sido suplente no ano anterior, e ter sido emprestado em 2022/23, o craque conseguiu agarrar um lugar no onze inicial, sob comando técnico de Bruno Lage, e tem sido uma das peças essenciais do sistema de jogo dos encarnados. Num único ano, o craque ganhou uma nova vida, deixando de estar na porta de saída para passar a ser inegociável. Face às boas exibições, o camisola 44 conquistou as atenções de vários clubes.
É o caso do Newcastle, Crystal Palace, Chelsea, Bayern Munique e o PSG. Refira-se que, no última verão, o Crystal Palace chegou a avançar com propostas pelo defesa formado no Benfica Campus, no entanto, Rui Costa colocou um travão, segurando o central português na Luz.
Na presente época, pelo Benfica, Tomás Araújo - atualmente avaliado em 15 milhões de euros - já alinhou em 12 partidas (Famalicão, Casa Pia, Estrela da Amadora e Boavista, Gil Vicente, Atlético de Madrid, Pevidém, Feyenoord, Rio Ave, Farense, Bayern Munique e Porto), somando 1072 minutos e dando excelente conta de si.
Emprestado ao Gil Vicente em 2022/23, antes de regressar ao Benfica, Tomás Araújo alinhou em 26 partidas pelos gilistas, somando um golo e duas assistências. Antes de subir à equipa principal, na turma secundária das águias, regista um total de 48 jogos, onde fez gosto ao pé por três vezes e assistiu por uma ocasião.
Camarada de sempre do técnico português, estranha a postura silenciosa do mesmo na meia-final com o Braga e levanta dúvidas sobre diálogo e risco
09 Jan 2026 | 15:06 |
A exibição do Benfica frente ao Braga, na meia-final, continua a dar que falar, agora pela voz de Eládio Paramés, amigo próximo de José Mourinho. Em artigo de opinião na Record, Paramés considera que o treinador foi certeiro ao classificar a atuação da equipa como “horrível a todos os níveis, mental e técnico”, sublinhando erros “inacreditáveis” que não passaram despercebidos a ninguém.
“Esta é uma fase preocupante”
“Mourinho não disse algo que todos nós não tivéssemos visto: erros incríveis, impróprios até de equipas e jogadores amadores. E disse algo muito mais importante, considerando que a conversa que manteve com os jogadores no balneário foi um monólogo e não um diálogo. Esta é uma frase preocupante, pois pode indiciar a inexistência de diálogo/compromisso entre técnico e jogadores. Veremos se foi um momento esporádico ou se este mutismo se mantém”, caracterizou assim a atitude do treinador das águias.
“Mas há um ponto que para mim foi ainda mais importante do que tudo isto, até porque conheço bem Mourinho: foi constatar a impassibilidade do treinador no banco durante estes minutos miseráveis da sua equipa. Foi estranho constatar que, até ao intervalo, o treinador do Benfica não mexeu uma palha para alterar o rumo dos acontecimentos, mais parecendo que aquilo de que dispunha no banco muito pouca ou nenhuma confiança lhe garantia”, escreveu.
“Mourinho não é um treinador que se acomode perante as dificuldades”
Paramés questiona se esta postura resulta da falta de confiança nas opções disponíveis: “Tirando os seus responsáveis diretos, ninguém os vê, porque o Seixal é um bunker. Mourinho terá as suas razões, mas não haverá miúdos com um mínimo de qualidade para irem lá para dentro e pelo menos suarem a camisola? Mourinho não é um treinador que se acomode perante as dificuldades. Pelo contrário, é capaz de arriscar e surpreender com decisões arrojadas e é este 'imobilismo' que não compreendo.”
Conhecedor do perfil do técnico, o autor admite estranheza perante o que classifica como “imobilismo”: Ontem, porventura bastar-lhe-ia mudar apenas um par deles. Mas não o fez. E Mourinho nunca foi assim! Porquê? É a pergunta que se impõe e à qual só ele pode responder.
Imprensa italiana adianta que os encarnados estão a lidar com vários problemas para concretizar um negócio desejado por José Mourinho
09 Jan 2026 | 14:51 |
O Benfica está a lidar com três obstáculos na tentativa de contratar Lorenzo Lucca. Pelo que foi apurado, o Clube da Luz está decidido a assegurar a chegada de mais um reforço para o plantel de José Mourinho, contudo, o processo revela-se bastante complexo para os encarnados.
Segundo revela a imprensa italiana, a primeira dificuldade prende-se com a relutância do avançado em deixar Itália. A mesma fonte explica que o Benfica terá a difícil missão de convencer o camisola 27 de que uma mudança para a Luz não representará um retrocesso na carreira.
O segundo obstáculo passa pelo facto de os encarnados não estarem sozinhos na corrida pela contratação de Lorenzo Lucca. Além do Benfica, o atacante consta na lista de vários clubes, nomeadamente Juventus, Roma, Milan e Lazio, todos da Serie A. De Inglaterra, o Nottingham Forest surge como o candidato mais sério.
O terceiro e último entrave está relacionado com as exigências financeiras associadas ao negócio. Pelo que já é do conhecimento do Benfica, o Nápoles estará a exigir cerca de 30 milhões de euros, depois de ter contratado o jogador à Udinese por um total de 35 milhões de euros (9 milhões relativos ao empréstimo e 26 milhões correspondentes à opção de compra obrigatória).
Na presente temporada, ao serviço do Nápoles, Lorenzo Lucca — avaliado em 25 milhões de euros — realizou 20 jogos: 14 na Serie A, quatro na Liga dos Campeões, um na Supertaça e um na Taça de Itália. Nos 570 minutos em que esteve em campo, o avançado, que tem contrato até junho de 2028, apontou dois golos.
Bola de Ouro e antigo jogador dos red devils considera que nem tudo foi mau no desempenho do antigo atleta do Clube da Luz
09 Jan 2026 | 14:27 |
A saída de Ruben Amorim do Manchester United não apanhou Michael Owen de surpresa. O antigo avançado inglês explicou que as declarações do treinador português após o empate frente ao Leeds (1-1) foram determinantes para um desfecho rápido. Em suma, o antigo futebolista não faz um balanço negativo do desempenho do antigo jogador do Benfica.
“Não se pode dizer coisas dessas sobre a sua equipa”
“Assim que ele disse isso, não fiquei surpreendido por tudo ter acabado rapidamente. Não se pode simplesmente dizer coisas dessas sobre a sua equipa, sobre os seus empregadores, sobre nada, e esperar durar muito tempo”, concordando com a opinião de outros comentadores como Neville e Carragher.
“Quando olhamos para o seu reinado, há tantos pontos em que podemos dizer que correu mal para ele. Acho que o único ponto positivo que ele tinha era que as pessoas gostavam dele, da forma como falava, como articulava as coisas e da sua honestidade. Isso era um contraste absoluto com o seu antecessor, Ten Hag”, referiu.
“Sei que vão apontar os 32% de vitórias mas há os dados e depois os vossos olhos”
Apesar dos números pouco animadores, Owen defende que o contexto deve ser analisado de forma mais ampla: “Sei que vão apontar a percentagem de vitórias [32%] e tudo o resto, mas há os dados e depois há os vossos olhos e há todas as coisas que têm de ser consideradas. Sob o comando de Erik ten Hag, achei que era simplesmente horrível. O futebol era horrível.”
"Acho que provavelmente foi pior há um ou dois anos, para ser honesto. Provavelmente estamos a discutir pormenores, mas estava realmente a ter dificuldade em ver qualquer aspeto positivo. Acho que há sinais de recuperação neste momento: um novo campo de treino, um grande investimento, a proposta de um potencial novo estádio, alguns bons jogadores agora em campo. O clube está um pouco — ou estava um pouco — mais estabilizado do que há algum tempo. Fora do campo, não sei, mas parece que está um pouco melhor do que há um ou dois anos", finalizou..