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Deportivo continua interessado em comprar esquerdino do Benfica, mas já pensa em plano B
15 Jul 2026 | 15:33
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18 Jan 2026 | 10:42 |
José Mourinho não ficou por meias palavras na conferência de imprensa. No rescaldo da vitória do Benfica, que derrotou o Rio Ave por 2-0, o treinador português, que já tinha analisado a exibição das águias, respondeu às perguntas colocadas pelos jornalistas. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Concorda com a ideia de que esta é a melhor 1.ª parte do Benfica esta época no campeonato? "Acredito que sim, mas não esqueço de tantos jogos bons que o Benfica tem feito no campeonato fora de casa. Se na Luz temos feito alguns bons jogos e outros que, apesar de não termos perdido, não fomos convincentes, acho que a nossa carreira fora de casa tem sido muito convincente. A maneira como se ganhou em Guimarães, em Moreira de Cónegos, hoje. Obviamente não quero falar de um empate em Braga ou no Dragão porque empates não são vitórias, mas o que a equipa tem feito fora de casa tem sido muito convincente. Hoje foi uma 1.ª parte muito, muito, muito boa e forte, onde o 2-0 era curto para o que tínhamos feito. Contra uma equipa boa. Super satisfeito com o que os jogadores fizeram".
Muito se tem falado que o Benfica joga sem extremos, que o Leandro Barreiro não tem qualidade para jogar a 10 e que tem de ser o Sudakov. Hoje isso tudo aconteceu. O que tem sido dito teve efeito hoje? "Tem de perguntar a quem fala. Eu, de táticas e dinâmicas, não percebo nada. Quem fala dessas coisas é gente que sabe muito. É melhor falar com eles. Eu percebo pouco disso".
O que guarda deste jogo? A forma como a equipa entrou muito motivada depois de duas derrotas, ou estas pequenas alterações táticas? "A coisa mais importante é que depois da tristeza de uma derrota conseguimos ter a energia mental, crença, autoestima para chegar aqui e fazer o que se fez. Jogando 90 e tal minutos na quarta-feira passada no norte, viagem triste, longa. Decidimos internamente viajar só hoje e viajar de avião no dia do jogo, que é um bocadinho contranatura. Tentar transformar a tristeza e a frustração de uma derrota em positividade, em vez de se agarrarem à derrota. Agarrarem-se ao que fizeram, que foi tudo menos merecedor de uma derrota. Em função de tantas lesões que temos, a presença do Enzo no banco é duvidosa. O próprio Manu também não está ainda bem. O Bruma está longe de estar bem. Fizemos dois jogos fora de casa contra duas equipas difíceis depois de viagens para cima, para baixo, para cima. Praticamente com os mesmos jogadores, mudando um ou dois mas com pouca coisa para mudar. Acho que os jogadores às vezes também merecem palavras positivas. E, da minha parte, um respeito tremendo por aquilo que fizeram nestes últimos jogos. E principalmente hoje, com gente obviamente fatigada, conseguir chegar aqui e ganhar de maneira expressiva. O resultado não o é, mas o modo como eles jogaram, dominaram e controlaram é expressivo".
O Benfica encontrou muitos espaços nos três corredores hoje. Quão importante foi tudo isto, bem como o papel do Sudakov? E as triangulações no corredor direito, o quão importantes foram? "O Rio Ave é uma equipa que defende com os dois alas a fechar por dentro. Mas quando a bola entra no corredor lateral, são eles que saltam. Às vezes com um bocadinho de atraso. E tendo dois jogadores abertos em cada corredor, Dahl e Schjelderup de um lado, Dedic e Prestianni do outro, ter o Sudakov ou o Pavlidis a baixar torna difícil para o adversário se as coisas saírem bem. Corremos esse risco, porque da maneira como lemos a coisa o Rio Ave cria maior perigo na bola recuperada e transição. Foi assim que na Luz marcaram, em Barcelo também, ao Casa Pia... Tem risco. Quando se tem tanta bola e se perde, existe sempre esse risco. Mas a equipa foi muito sólida. O Barreiro e o Aursnes, por detrás dessa estrutura ofensiva, deram sempre um equilíbrio muito bom à equipa no girar de bola. É um jogo muito bem conseguido pelos rapazes, principalmente com a dificuldade que é ter jogado quarta-feira e voltar a jogar, sempre os mesmos. Foi só o Schjelderup e o Otamendi que se podem dizer frescos. O Sudakov jogou 50 minutos na quarta-feira. Foram muito fortes mentalmente, todo o crédito para eles".
Que forma encontrou para motivar o grupo nesta altura? "A forma de motivar e de preparar a equipa para este jogo é seguindo um princípio muito básico, que há pessoas que não percebem ou não querem perceber. Há pessoas a falar de mim, a criticar. Mas o princípio é muito básico: o da justiça. E quem joga como o Benfica jogou no Dragão, com o jogo que os jogadores fizeram, com a entrega, coragem... Tratei-os com justiça. Justiça é carinho, empatia, conversar, dialogar. Não ir para o lado de 'resultado, derrota, eliminação'. Ir na direção de 'grande jogo, personalidade, grande domínio'. Simplesmente foi ir pelo lado da justiça. Depois, analisámos o Rio Ave como analisamos qualquer equipa. Encontrámos um modo, com os jogadores que tínhamos à disposição, de dominar o jogo e criar perigo. Com os jogadores que tínhamos e com o que estava no banco... Estavam três jogadores não incapacitados, mas limitados. Manu, Bruma e Enzo. Depois, o Rego e o Neto. O senhor António Silva com o senhor Tomás e o senhor Otamendi, estamos perfeitamente tranquilos. Jogue quem jogar é uma grande dupla de centrais. E com estas limitações, tentar partir para um jogo onde era muito importante dominar e equilibrar. Ter atenção à organização. Não perdemos muito a bola, mas quando perdemos a equipa estava organizadinha. Muito bem o Dahl e o Dedic no controlo dos alas. Os jogadores foram muito bravos. O que é que foi feito? Nada de especial. E não só da minha parte. O próprio presidente, quando falou com os jogadores hoje antes do jogo, o Mário Branco ontem, o Simão Sabrosa há dois dias, toda a gente foi justa. E eles responderam a essa justiça com, acho, uma grande performance individual e coletiva".
O que achou da exibição do André Luiz? Aumenta ou diminui o interesse? "Não vou comentar jogadores do Rio Ave individualmente. Primeiro porque são do Rio Ave, e segundo porque quando se está no banco e se olha para a globalidade do jogo, não se está a seguir especificamente um jogador. Sabíamos que o Rio Ave era boa equipa, conseguimos definir bem o que são, sabemos como conseguiram empatar na Luz, e tentamos levá-lo numa direção. O resultado ao intervalo era curto e era importante continuar a controlar na 2.ª parte. Tendo uma boa coesão no sentido de 'bola perdida, equipa organizada e equilibrada'".
Clube encarnado somou mais um jogo sem triunfar em jogo de preparação diante de adversário da terceira divisão nacional, no Seixal
15 Jul 2026 | 17:39 |
Depois do empate (0-0) contra o Sintrense, o Benfica B voltou a não conseguir vencer, esta quarta-feira (1-1) frente ao Lusitano de Évora, da Liga 3, no segundo jogo de preparação para a época 2026/27, disputado no Benfica Campus, no Seixal.
O avançado Gustavo Ferreira inaugurou o marcador para as águias, aos 24 minutos, mas na segunda parte os comandados de Nélson Veríssimo não conseguiram evitar o empate dos alentejanos à passagem dos 61', por Ousmane Diagne.
Os benfiquistas atuaram de início com Arnas Voitinovicius, Duarte Soares, Martim Ferreira, Guilherme Gaspar, João Capucho, Rafael Quintas, Stevan Manuel, Tiago Freitas, Peter Edokpolor, Tiago Rodrigues e Gustavo Ferreira.
No encontro, o treinador da equipa secundária do Benfica utilizou ainda Luiz Xavier, Diogo Coelho, João Fonseca, Ricardo Neto, Tiago Parente, Nuno Félix - que está de saída - , Isaac Ferreira, Francisco Neto, Ruben Correia, Diego Castel Branco, João Afonso e Tomás Soares.
Os próximos jogos de preparação do Benfica B, cuja estreia na 2.ª Liga será diante do Leixões, no fim de semana de 8 e 9 de agosto, realizam-se no sábado, dia 18, pelas 10:30, no Seixal, com o Torreense, e às 19:00, em São Brás de Alportel, com o Farense, clubes que também competem na segunda divisão.
Jogador garante não ter nenhum motivo para querer voltar atrás de suas decisões, mesmo que não aconteça da forma como imaginava
15 Jul 2026 | 17:37 |
Cher Ndour recordou a passagem pelo Benfica quando fez uma retrospetiva da carreira e explicou as razões que o levaram a trocar a Atalanta pelo Clube da Luz ainda em idade de formação. Aos 21 anos, o médio italiano prepara-se para iniciar a segunda temporada completa ao serviço da Fiorentina, depois de uma época de afirmação em que somou 47 jogos, sete golos e três assistências pelo conjunto viola.
O futebolista aproveitou ainda a conversa para revisitar os momentos mais marcantes da sua ainda curta carreira, que já passou por Benfica, saindo a custo zero para o PSG. Formado durante sete anos na Atalanta, revelou que chegou a recusar uma proposta da Juventus antes de optar pelo projeto do Benfica, decisão que, garante, nunca colocou em causa. A entrevista foi dada para o Gazzetta dello Sport.
"Pelo meu caráter, tenho tendência a estagnar, preciso de estímulos. O Benfica trabalha bem com os jovens, e aceitei também graças aos meus pais, que me apoiaram. Os primeiros meses foram difíceis, havia a pandemia de Covid-19 e fazíamos tudo por videochamada...", afirmou.
O médio explicou ainda que nunca se arrependeu da mudança para Lisboa, apesar de reconhecer que a opção mais confortável teria sido permanecer em Bérgamo: "Nunca me arrependo das escolhas que faço. Naquela altura, era certo ficar na Atalanta, onde tinha entrado na formação aos 10 anos. Era demasiado novo para me mudar para um internato", confessou.
Durante a entrevista, Ndour recordou também um dos momentos mais marcantes da passagem pelo Benfica: a qualificação para a final da UEFA Youth League, depois de eliminar a Juventus nas grandes penalidades: "Depois, venci a Juventus nos penáltis na meia-final da Youth League com o Benfica e, este ano, marquei em Turim: a maior alegria, a par do golo contra o Inter, talvez um pouco mais por causa da rivalidade histórica entre as claques".
Italianos já iniciaram conversas para tentar contratar o guardião ucraniano, mas os encarnados não facilitar uma saída do futebolista
15 Jul 2026 | 17:07 |
Anatoliy Trubin continua a despertar o interesse de vários emblemas europeus e volta a surgir associado a uma possível transferência neste mercado de verão. Desta vez, é a Juventus quem surge na linha da frente pelo guarda-redes do Benfica, tendo já iniciado contactos exploratórios com os representantes do internacional ucraniano.
Segundo adianta o Calciomercato, o clube de Turim vê em Trubin uma solução capaz de garantir qualidade imediata e, ao mesmo tempo, assegurar o futuro da baliza bianconera. A mesma publicação acrescenta ainda que o Real Madrid continua atento ao guardião encarnado.
Apesar da referência ao interesse dos merengues, o cenário parece estar longe de se confirmar. O Real Madrid não pretende contratar um guarda-redes neste mercado de transferências, afastando, para já, qualquer possibilidade de avançar por Trubin.
A associação ao clube espanhol surgiu devido ao facto de José Mourinho conhecer bem o internacional ucraniano dos tempos em que orientou o Benfica. Ainda assim, os responsáveis madrilenos não têm previsto qualquer alteração para a baliza durante a janela de verão.
Já a Juventus continua a acompanhar atentamente a situação do guarda-redes de 24 anos e terá mesmo estabelecido os primeiros contactos. Do lado do Benfica, a posição está bem definida. A SAD apenas admite negociar por uma verba próxima dos 40 milhões de euros.