Futebol
Rui Calafate arrasador na avaliação ao trabalho de figura nuclear do Benfica: "Miserável"
14 Mai 2026 | 16:53
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11 Abr 2024 | 12:54 |
O antigo técnico do Benfica, Jorge Jesus, agora treinador do Al Hilal, pode vencer o primeiro troféu da temporada esta quinta-feira, dia 11 de abril, caso consiga derrotar o Al-Ittihad Jeddah na final da Supertaça da Arábia Saudita, após eliminar o Al Nassr de Cristiano Ronaldo nas meias-finais.
"O nosso objetivo é conquistar o primeiro título da temporada. O Al Nassr jogou contra nós sempre o com mesmo sistema, enquanto o treinador do Al Ittihad variou o seu nas vezes em que nos enfrentou ao longo da temporada. Portanto, qualquer coisa que possam fazer amanhã não nos surpreenderá, pois já jogaram com 3-5-2 e 4-4-2. Não vamos ser surpreendidos. Eles têm uma excelente linha de ataque e nós também temos a melhor linha defensiva", começou por dizer o timoneiro luso durante a antevisão ao duelo.
O extremo brasileiro Malcom foi ainda alvo de muita atenção por parte de Jorge Jesus: "Malcom tem muito potencial, para além da sua inteligência em aspetos táticos, e ele é um dos jogadores que eu gostava de o ter em qualquer equipa".
"Os nossos jogadores não foram influenciados pelo Ramadão. Nós estamos todos familiarizados com a situação", terminou Jorge Jesus, garantindo que os atletas do Al Hilal não foram prejudicados pelo hábito religioso, especialmente tendo em conta a cultura presente na Arábia Saudita.
Posto isto, a Supertaça saudita é uma competição com apenas quatro equipas, que consiste de uma meia-final e uma final. A equipa de Jorge Jesus irá então disputar essa final na quinta-feira contra o Al Ittihad de Jota, outra cara familiar ao Benfica, pelas 18h00.
Ao serviço do Benfica, onde Jorge Jesus esteve desde 2009 até 2015 e novamente entre 2020 e 2021, o técnico conquistou três Campeonatos Nacionais, uma Taça de Portugal, cinco Taças da Liga e uma Supertaça Cândido de Oliveira.
Confira o momento engraçado entre Jorge Jesus e Neymar:
Guarda-redes. de 32 anos. do Fenerbaçe guarda com carinho memórias do emblema encarnado e pensa em voltar a jogar pelo Clube da Luz
15 Mai 2026 | 03:00 |
Ederson Moraes quer regressar ao Benfica, sabe o Glorioso 1904. O internacional canarinho atravessa uma fase de insatisfação no Fenerbahçe, onde a pressão dos adeptos e a contestação crescente em torno das suas exibições têm criado um ambiente pesado, bem distante da estabilidade que procurava quando rumou à Turquia.
Segundo apurou o Glorioso 1904, o ex guardião das águias sente que em Lisboa viveu alguns dos melhores momentos da sua carreira, tendo sido na capital portuguesa que se afirmou ao mais alto nível e ganhou projeção internacional.
No entanto, apesar do desejo claro, a operação está longe de ser simples. Ederson encontra-se contratualmente ligado ao Fenerbahçe até 2028, o que coloca o clube turco numa posição de força total em qualquer eventual negociação, dificultando seriamente a abertura de um processo de saída a curto prazo.
A isto junta-se ainda o fator financeiro, que pode ser decisivo para travar o regresso. O guarda-redes aufere atualmente um salário muito acima da realidade do Benfica, o que obrigaria a uma redução significativa dos seus rendimentos para que a transferência pudesse sequer ganhar forma. Ainda assim, o nome do atleta permanece bem vivo, num dossiê que, para já, depende mais de vontade emocional do que de condições concretas para avançar.
Nesta temporada, Ederson Moraes - avaliado em 13 milhões de euros - já marcou presença em 36 jogos: 24 na Liga Turca, nove na Liga Europa e dois na Supertaça da Turquia e um na Taça. Nos 3.242 minutos em campo, o guardião brasileiro sofreu 37 golos.
Saída do central argentino abre portas a novo ciclo e apenas dois atletas encarnados parecem ter lugar seguro no plantel da próxima temporada
14 Mai 2026 | 17:50 |
O Benfica prepara-se para fechar mais um capítulo ligado ao título conquistado em 2022/23. Nicolás Otamendi já informou a SAD de que não pretende renovar contrato e deverá despedir-se das águias no duelo frente ao Estoril, encerrando uma ligação de seis temporadas com o Clube da Luz.
A saída do internacional argentino poderá ser apenas o início de uma nova reconstrução profunda no plantel encarnado. Três anos depois da conquista do campeonato com Roger Schmidt, restam poucos jogadores desse grupo e vários deles continuam com o futuro em aberto para 2026/27.
António Silva é um dos casos que mais atenção desperta. O central termina contrato dentro de um ano e continua sem acordo para renovar, cenário que pode levar o Benfica a ponderar uma venda já no próximo mercado de verão para evitar o risco de perder o defesa a custo zero no futuro.
Também Andreas Schjelderup vive dias decisivos. O extremo norueguês está no melhor momento desde que chegou ao Benfica e começa a atrair interesse de vários clubes europeus. A SAD encarnada já iniciou contactos para prolongar o vínculo, mas o mercado poderá acabar por ter peso importante na decisão final.
Alexander Bah e Samuel Soares também não têm permanência assegurada, enquanto Fredrik Aursnes e Rafa Silva surgem, nesta fase, como os únicos campeões de 2022/23 com presença praticamente garantida no plantel da próxima temporada. O Benfica prepara, assim, uma nova fase de mudanças, com cada vez menos rostos ligados ao histórico ‘38’.
Apesar dos atuais fortes contactos entre Special One e emblema merengue, ex figura blanca mostra-se reticente face à possibilidade em questão
14 Mai 2026 | 17:35 |
Ramón Calderón, antigo presidente do Real Madrid, mostra-se reticente quanto à hipótese de José Mourinho assumir o comando técnico dos merengues. Surgindo esta posição numa altura em que ganha força a ideia de que Álvaro Arbeloa não continuará a orientar o conjunto blanco na temporada 2026/27.
Ramón Calderón: "Mourinho conquistou apenas um título de La Liga em três anos, e não chegou à final da Champions"
"O que eu sei sobre José Mourinho foi aquilo que ele fez, quando esteve cá. Conquistou apenas um título de La Liga em três anos e não chegou à final da Champions. Eu sei quais foram os treinadores que que tiveram sucesso e não têm a personalidade dele. [Zinédine] Zidane, [Vicente] Del Bosque e [Carlo] Ancelotti", atirou, em declarações prestadas na rádio britânica 'talkSPORT'.
De seguida, Ramón Calderón indicou como lidar com o tipo de jogadores em questão que, segundo este, parece não ir de encontro com as características de Mourinho. "Todos eles usaram métodos e sistemas diferentes, convencendo os jogadores, e não impondo a sua autoridade, o que é muito importante, quando estás a lidar com egos de estrelas de topo, no balneário. A minha opinião é essa. Nós já sabemos o que aconteceu, antes, por isso, eu procuraria treinadores que tivessem essas caraterísticas", concluiu.
O Special One, recorde-se, chegou ao comando técnico do Real Madrid no verão de 2010, sucedendo Manuel Pellegrini. Permaneceu no cargo durante três temporadas, até 2013, altura em que deu lugar a Carlo Ancelotti. Ao longo desse ciclo, orientou os merengues em 178 jogos oficiais, registando 128 vitórias, 28 empates e 22 derrotas.
Nesse período, conquistou um campeonato espanhol, uma Taça do Rei e uma Supertaça de Espanha, interrompendo a supremacia de um Barcelona então liderado por Pep Guardiola e recheado de estrelas como Lionel Messi, Andrés Iniesta e Xavi Hernández.
Rui Calafate arrasador na avaliação ao trabalho de figura nuclear do Benfica: "Miserável"
14 Mai 2026 | 16:53