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Oficial! Benfica lança camisola para 2026/27 e deixa adeptos em suspenso com grande mistério
01 Jun 2026 | 15:11
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15 Set 2024 | 13:58 |
Em entrevista exclusiva ao Glorioso 1904, João Diogo Manteigas defende que o Benfica não deveria ter vendido João Neves. Já enquanto candidato à Presidência do Clube da Luz, o advogado falou também da saída de Enzo Fernández, bem como da relação com os empresários, com destaque para Jorge Mendes.
“Seria fácil manter João Neves”.
Glorioso (G). No lugar de Rui Costa, teria vendido João Neves?
João Diogo Manteigas (JDM). Não teria vendido João Neves. Faria tudo para o manter porque é único, fruto do seu perfil, da sua juventude e daquilo que representava para o Benfica. É uma questão de identidade.
Hoje em dia, o futebol não é como antigamente, aliás nem é como quando comecei a trabalhar. Até aí, já era denominado como um pouco antiquado em termos de comércio. Vejam que, por exemplo, no fecho deste mercado, registou-se o segundo maior volume de vendas de sempre. O futebol é um setor comercial como outro qualquer.
Há jogadores que são diferentes. O João Neves era daqueles jogadores em que, em termos contratuais, seria muito fácil manter. Há uma entrevista em que o João Neves diz que não queria sair do Benfica e que ninguém da Direção do Benfica queria que ele saísse. Só pergunto porque é que ele saiu.
Há uma necessidade financeira que tem que ser correspondida no imediato e o Benfica depende das vendas que deixaram de ser receitas extraordinárias e passaram a ser ordinárias. O Benfica tem um problema de finanças. Tem que vender para ter dinheiro para pagar as suas dívidas.
“Problema da dívida do Benfica não é de agora”
G. Sendo preciso vender, e tendo em conta que disse que segurava João Neves, como resolvia a situação?
JDM. A necessidade de vender é assumida. Temos é de reduzir a dependência da venda de jogadores para fazer face às nossas dívidas e à nossa sustentabilidade financeira. O problema da dívida do Benfica não é de agora. O passivo do Benfica tem vindo a escalar ao longo dos anos, o que significa que nunca houve verdadeiramente uma estratégia a cinco ou 10 anos.
Quando me perguntam diretamente se tinha de vender, sei que naquela altura tinha de vender porque anos antes nunca me preparei estrategicamente, nunca me sentei com os meus fornecedores, nunca me sentei com os meus credores para tentar refinanciar tudo. Há outras sociedades desportivas em Portugal que o fizeram. Porque é que o Benfica nunca o fez? Se o Benfica não consegue sentar-se à mesa com todos os seus credores para reestruturar tudo aquilo que deve, então tem de vender os seus jogadores e tem de os vender depressa. Não pensaram, nunca se sentaram, nem prepararam a reestruturação da dívida total até hoje. Sujeitam-se à venda dos jogadores, que é a única coisa que dá receitas extraordinárias"
Enzo Fernández? “Seria possível mantê-lo até ao final da época no Benfica”
G. Objetivo do Benfica passa por reter talento, mas temos casos como o do Enzo Fernández, que pediu para sair. Como é que convencia o jogador a querer ficar no Benfica?
JDM. Não tinha que convencer, tem contrato, tem que ficar no Benfica. Essa é outra questão que tem passado um bocadinho ao lado. O Rui Costa foi um exemplo disso nos anos 90. Deu uma entrevista a dizer que esperava que o Benfica não lhe cortasse as pernas, para ele conseguir sair. Percebo a perspetiva do jogador, também sou advogado de jogadores, sei bem os problemas que passo com eles. E também sou advogado de clubes, também sei os problemas que passo com os clubes.
O Enzo Fernández tinha acabado de chegar ao Benfica. É um caso completamente anormal e excecional. O Enzo Fernández é novo, é um miúdo. Tem de ser de alguma forma ‘tratado’, tem de ser consciencializado, tem de perceber o enquadramento de toda a situação. Era o jogador mais importante do Benfica, foi a maior contratação do Benfica naquela altura e a equipa dependia completamente dele.
Seria possível mantê-lo até ao final da época, até porque iria valorizar. Se tivesse saído no final da época, com o campeonato conquistado, tinha sido vendido por um valor maior, se fosse essa a intenção. Durante o mês de janeiro, houve um tratamento péssimo daquilo que foi a gestão da potencial saída ou não do Enzo Fernández.
Recordo-me que, no ano novo, ele teve um problema a seguir ao jogo de Braga, que foi de férias e não disse nada a ninguém. Isso foi público. O Benfica não soube lidar com essa situação e meteu-se nas mãos, não do Enzo Fernández, mas meteu-se nas mãos de quem fomentou essa saída, nomeadamente dos empresários, nem tanto do Chelsea.
Vi uma entrevista do Rui Costa em que dizia que, quando os clubes contratam jogadores, têm de passar imediatamente mandatos aos empresários para a sua posterior venda e que isso fazia parte do setor. Não faz parte do setor, faz parte de determinados agentes desportivos que entendem que, para se viabilizar uma determinada transferência, tem de se assinar estes mandatos imediatamente. Nem digo que não o possam fazer. Não o podem fazer é passado seis meses do jogador chegar ao Benfica e condenar o que era um projeto desportivo assente naquela figura. Foi tudo mal gerido, meteram-se nas mãos dos empresários, meteram-se a jeito e o Enzo Fernández depois acaba por ter alguma força para poder sair porque estava de costas voltadas internamente. Aconteceu um mal menor, que foi a saída, com o Benfica a ser ressarcido financeiramente, mas colocando em causa o projeto desportivo.
“João Neves e António Silva não foram promovidos por mérito”
G. Aposta na formação é um consenso entre os Benfiquistas, mas como pretende operacionalizar a entrada de jogadores da formação na equipa principal? Quotas? Mínimo de X jogadores por ano a subir à equipa principal?
JDM. A formação é essencial ao Benfica e é uma questão histórica, mas tem de ser completamente reestruturada. O Benfica campus não está, hoje em dia, organizado como há uns anos. Havia claramente uma intenção de formar os jogadores para chegarem à equipa A. Depois, havia também a intenção de os vender imediatamente. Não concordo. Sou a favor da formação e um dos meus grandes objetivos passa por reter talento. Isso implica que o Benfica tenha contas mais consolidadas e mais estáveis para aguentar o talento, desenvolvê-lo, pagar mais por ele, nomeadamente em salários, através da renovação de contratos.
Vamos ter de rever completamente o paradigma daquilo que é a organização interna do Benfica Campus para fazer depois a ligação à equipa A. É um modelo que não está obsoleto, mas, com tantas saídas no departamento de scouting e na formação, há claramente algo que está a funcionar mal.
O João Neves e o António Silva – ou se quisermos irmos até ao Renato Sanches – surgiram sempre numa altura em que houve lesões dos jogadores e não havia substitutos para esse efeito. Não foi intencional, não foi promovido por mérito. Não há esse objetivo de passar a formação para a equipa principal. O objetivo é formar para chegar à equipa A e tentar reter ao máximo.
Empresários? “Não tolero que façam chantagem com o Benfica”
G. Relativamente à relação com os empresários, qual será a sua política relativamente a comissões?
JDM. Quanto mais tarde, melhor [risos]. Temos de aceitar que os agentes de futebol existem e não se consegue dar a volta a isso. Estão implementados, têm muita força junto dos clubes. Na SAD do Benfica, nota-se que há uma dependência muito grande e vê-se pelos pagamentos que se azem a empresários e está nas contas.
Tenho muita experiência em lidar com empresários, represento empresários e é algo que, quando chegar ao Benfica vai cessar, mas tem uma vantagem, eles conhecem-me e sabem como funciono. Assumo-os como parte do setor, parte do ecossistema, mas não tolero que façam chantagem, que façam pressão, que utilizem o jogador como objeto para tentar ganhar alguma coisa,
Lidar com empresários é muito fácil quando se quer. São os representantes dos jogadores, quando não são familiares, e têm de perceber que o Benfica tem de reter os jogadores, a não ser que haja uma movimentação tão excecional que sejamos obrigados a vender jogadores.
Nos últimos anos, o Benfica não tem vendido propriamente os jogadores, à exceção do Enzo Fernández, pelo valor da cláusula que impõe. Cláusulas essas que, para mim, são todas ilegais. Enquanto advogado, não só são ilegais, como nunca foram questionadas. A única vez em que foram questionadas nos tribunais internacionais, foram anuladas e rebaixadas.
A questão é que as cláusulas funcionam para valorização de ativo, mas depois na realidade têm de sair abaixo desse preço. Só poderão sair se algo de extraordinário acontecer em que seja forçado a vender. Se não for forçado a vender, não tenho de o fazer. Já há muitos anos que lido com eles [empresários]. Sabem perfeitamente o que é que vão apanhar.
“Não vejo a Gestifute de Jorge Mendes a promover grandes contratações para dentro do Benfica”
G. A proximidade do Benfica a Jorge Mendes tem sido alvo de críticas. Qual a relação que pretende manter com este empresário em questão?
JDM. Primeiro tenho de entrar no Benfica para perceber a amplitude da relação que existe com a Gestifute. Também existem boas relações e alargadas com outros empresários. Tenho conhecimento disso, até porque já estive e acompanho processos de outros empresários com o Benfica.
Há claramente uma ligação maior à Gestifute num cenário: vendas. Não vejo a Gestifute a promover grandes contratações para dentro do Benfica por preços muito interessantes. Gostaria que isso acontecesse. Não tenho nada contra o Jorge Mendes.
As relações são profícuas se todos ganharem. O que tenho vindo a assistir é o Benfica a pagar muitos valores por vendas de jogadores, que são talento importante para o Benfica reter. Não quero dizer já que não concordo, mas vai haver uma inversão nessa política porque tenho interesse em reter jogadores e não em vendê-los. O enquadramento que vou implementar é diferente daquele enquadramento que se vive hoje lá dentro. Se há uma abertura para eles quererem vender, é uma política que foi assumida pela atual Direção. Tenho uma visão contrária, mas não significa que tenha que cortar com o Jorge Mendes. Significa que o Jorge Mendes, a Gestifute ou qualquer outro empresário, vai ter que andar ao toque do Benfica e não ao contrário.
“Se o Benfica estiver na Liga Europa, tem obrigação de a ganhar”
G: Quais as reais ambições europeias do Benfica?
JDM. Atualmente, não consigo responder a essa pergunta porque não estou dentro do Benfica e não sei qual é o projeto, se bem que o Presidente do Benfica disse que o Benfica tinha sempre de ambicionar esse desidrato [conquista de uma prova europeia]. Concordo com ele. Participando nas competições europeias, o Benfica até pode conseguir fazê-lo, com um bocadinho de sorte.
Com um projeto diferente daquele que existe hoje, tenho a certeza que é perfeitamente possível, dependendo obviamente da competição onde estiver integrado. Se o Benfica estiver numa competição como a Liga Europa, tem obrigação de a ganhar porque tem capacidade financeira, mesmo vendendo como vende, por serem clubes mais acessíveis.
Na Liga dos Campeões, vamos testar este novo formato, que me parece difícil, mas isso não implica que o Benfica não possa ambicionar misturando duas coisas: sorte e um projeto minimente credível e estável. Tudo isso implica ter contas acertadas, retenção de valor, formação a funcionar. Gente nova no Benfica a tratar de tudo isto.
Veja as declarações, em exclusivo, ao Glorioso 1904 de João Diogo Manteigas:
Projeto estratégico das águias terá sido determinante para a entrada de novos acionistas no capital da Sociedade Anónima Desportiva encarnada
12 Jun 2026 | 17:07 |
A entrada de investidores norte-americanos na Benfica SAD continua a dar que falar e o Benfica District surge como um dos principais motivos para o crescente interesse em torno do universo encarnado. O megaprojeto imobiliário e desportivo idealizado pelo Clube da Luz terá desempenhado um papel importante na recente aquisição de uma participação relevante no capital da SAD.
Segundo o Jornal Económico, a venda dos 16,38% detidos por José António dos Santos, conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partners, por cerca de 45,2 milhões de euros, poderá representar apenas o início de um novo capítulo na estrutura acionista do Benfica.
A mesma fonte revela que Tim Leiweke, empresário norte-americano ligado ao setor do entretenimento e das infraestruturas desportivas, foi um dos investidores convidados a participar na operação. Durante as conversações, o Benfica District foi apresentado como um dos ativos mais atrativos associados ao investimento no Clube da Luz.
De acordo com o respetivo portal, o interesse de Leiweke pelo projeto foi tão significativo que o empresário terá avançado individualmente para a aquisição das ações anteriormente detidas por José António dos Santos, sem integrar o grupo de investidores inicialmente reunido para o negócio.
O Benfica District, avaliado em cerca de 220 milhões de euros, é apontado como uma das grandes apostas estratégicas do Clube para os próximos anos. O projeto contempla uma profunda modernização das infraestruturas ligadas ao Estádio da Luz e áreas envolventes, procurando potenciar novas fontes de receita e reforçar a valorização do património encarnado.
A experiência de Tim Leiweke na gestão e rentabilização de arenas desportivas é um dos aspetos destacados pela publicação. O empresário liderou durante vários anos a AEG e fundou posteriormente a Oak View Group, empresas reconhecidas internacionalmente pelo desenvolvimento e exploração de grandes espaços de entretenimento.
Segundo o Jornal Económico, a visão empresarial do investidor encaixa precisamente na filosofia subjacente ao Benfica District, que pretende transformar a zona envolvente ao Estádio da Luz num polo multifuncional capaz de gerar receitas para além da componente desportiva.
A entrada destes investidores levanta, contudo, algumas questões relativamente ao futuro da estrutura acionista da Benfica SAD. Entre elas está a eventual aplicação do artigo 13.º dos estatutos, que permite ao Clube bloquear determinadas aquisições de participações qualificadas quando estejam em causa interesses considerados concorrentes.
Para já, o foco mantém-se no potencial impacto do Benfica District e na forma como este projeto continua a despertar atenção internacional. O interesse demonstrado por investidores ligados ao setor das infraestruturas e do entretenimento reforça a perceção de que o plano estratégico encarnado poderá assumir um papel central no futuro económico da Benfica SAD.
Presidente das águias irá finalmente dar a conferência de imprensa que havia sido prometido após o fim da época da época desportiva
11 Jun 2026 | 09:35 |
Rui Costa vai finalmente quebrar o silêncio esta quinta-feira. O Presidente do Benfica agendou uma conferência de imprensa para as 18h00, no Estádio da Luz, onde fará o balanço da temporada 2025/26 e abordará os principais temas da atualidade encarnada, respondendo às questões dos jornalistas.
A intervenção do líder benfiquista surge numa altura de profundas mudanças na estrutura técnica das águias. Rui Costa deverá encerrar definitivamente o capítulo relacionado com José Mourinho e falar, pela primeira vez, sobre a escolha de Marco Silva para assumir o comando técnico da equipa principal. A conferência acontece, de resto, na véspera da apresentação oficial do novo treinador.
Recorde-se que o presidente do Benfica tinha prometido dirigir-se aos Sócios logo após o final do Campeonato, a 16 de maio. Contudo, os acontecimentos relacionados com a sucessão no banco encarnado acabaram por alterar os planos da direção. A decisão de José Mourinho de rejeitar a proposta de renovação e regressar ao Real Madrid obrigou a SAD a concentrar atenções na contratação do sucessor, adiando assim a comunicação inicialmente prevista.
Entretanto, Marco Silva já foi confirmado como novo treinador do Benfica. O técnico português, de 48 anos, assinou um contrato válido até junho de 2028, ficando ainda prevista uma opção para prolongar o vínculo por mais uma temporada, até 2029.
A oficialização do antigo treinador do Fulham aconteceu pouco depois de o Benfica confirmar a saída de José Mourinho para o Real Madrid, numa operação que encerra um dos dossiês mais mediáticos das últimas semanas e abre um novo ciclo desportivo na Luz.
Antigo candidato a vice-presidente na lista do ex líder do Clube encarnado mostrou-se analítico sobre o grande projeto das águias
01 Jun 2026 | 16:12 |
Bruno Batista, ex candidato a vice-presidente na lista de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições do Benfica, abordou o projeto do Benfica District, criticando que existe falhas estratégicas, como por exemplo não pensar-se na cobertura do Estádio da Luz.
B. Batista: "Há alguns erros estratégicos"
"O Benfica District trata-se de um projeto que eu não acho que se deva deitar fora, embora considere que há alguns erros estratégicos. O Benfica deveria cobrir o estádio por completo para que se torne na maior sala de espetáculos do país. Estamos a assistir a espetáculos esta semana que são uma gigantesca fonte de receita, que só acontecem nesta janela temporal de final de época e quando o Benfica muda o relvado", analisou, em entrevista ao jornal 'O Jogo'.
Na mesma linha, o empresário deu o exemplo do Real Madrid. "Se nós prepararmos o estádio, como o Real Madrid, que em três horas muda o piso de concertos para o relvado, e o cobrirmos, o Benfica fica com a maior sala de espetáculos do país. E devemos fazer isso antes que outros o façam. Esta é uma fonte de receita que pode valer 20, 30 ou 40 milhões de euros. No ano passado, foram 600 mil euros por dia de aluguer do estádio. Porém, não nos podemos esquecer de que o Benfica é um clube desportivo e tem de gerar títulos", completou.
B. Batista: "Em cada década o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos"
Acerca do acordo com a NOS, Bruno Batista acredita que a antecipação de receitas pode ajudar o Clube a ser hegemónico em Portugal. "Podemos antecipar receita da NOS para compensar problemas de tesouraria neste ano, desde que se compense com o aumento de receitas. O futebol não é uma ciência perfeita, mas a qualidade de uma estrutura sustenta, no tempo, os resultados. Pode-se falhar um ano, mas, em cada década, o método tem de dar resultados e o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos", falou.
O conhecido adepto também abordou o interesse do fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner nas ações de José António dos Santos. Bruno Batista considera uma boa oportunidade de negócio. "O meu desejo é que os dividendos sejam expressos em resultados desportivos e não em dinheiro. Por isso, defendo que o Clube deve adquirir o máximo de ações da SAD para depois procurar parceiros estratégicos que invistam e acrescentem valor no âmbito desportivo e das infraestruturas", pode ler-se.