Futebol
A dias do dérbi frente ao Sporting, craque do Benfica faz furor no Seixal
15 Abr 2026 | 15:02
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01 Ago 2024 | 08:09 |
Guilherme Cabral publicou, na passada terça-feira, um longo texto nas redes sociais onde aborda a saída de João Neves do Benfica. Para o conhecido adepto das águias, foi o Clube da Luz quem quis vender o internacional português, e não o contrário, como tem vindo a público nos últimos dias. Na resposta a esta publicação, um dos comentários foi de Fabrizio Romano, que aplaudiu as palavras de Guilherme Cabral, apesar de, recentemente, ter dado uma versão bem diferente dos factos.
“E num repente, a culpa de tudo isto passou a ser de um menino que deu sempre o que tinha e o que não tinha com a camisola do Benfica. Um menino que chegou, viu e venceu. Que mal a sua mãe partiu subitamente, vestiu o Manto Sagrado e foi um dos melhores em campo numa noite difícil de relembrar”, começa por referir Guilherme Cabral.
“De repente a culpa é de um jovem que, após perder por 5-0, 15 dias após o fatídico dia, não negou o pedido dos responsáveis do Clube e deu a cara aos milhões de Sócios espalhados pelo Mundo. Porque quis ir embora, porque não quis ficar, porque exigiu sair abaixo da cláusula para sair do Clube que nunca amou. Parece impossível, mas é isto que corre por aí”, escreve o adepto do Benfica.
“Como se tivesse sido ele, João Neves, a fazer os negócios incríveis do ano passado acima dos vinte milhões que nada deram ao nosso Clube. Como se tivesse sido ele, João Neves, a dizer que jogadores fundamentais só iriam sair pelo valor da cláusula. O João nunca quis sair. Digo-o com todas as letras. Mas foi o único a quem o clube conseguiu ver chegar uma proposta para tapar um pouco dos buracos feitos no passado recente”, atira Guilherme Cabral.
“Hoje é um dia triste para o Benfica. O dia em que o nosso Clube perdeu um dos últimos homens que honra a camisola como poucos o fazem. Que a coloca dentro dos calções por respeito aos nossos ideais. Que deu o que tinha e o que não tinha após perder a pessoa mais importante da sua vida. Mas é isso. A culpa é do João. Porque nos fez acreditar que meninos como ele jogariam no Benfica para sempre. Como se isso fosse possível. Boa sorte, João. Que a vida te sorria sempre!", finaliza Guilherme Cabral.
João Neves já está a caminho de Paris. Veja o vídeo em detalhe:
Confira a publicação de Guilherme Cabral:
Recentemente enfrentado com determinadas perguntas relativamente a alguns ícones do futebol, antigo internacional brasileiro respondeu 'em encarnado'
15 Abr 2026 | 17:39 |
Romário, antigo futebolista, confessou recentemente que duas determinadas lendas do Benfica foram dos jogadores mais difíceis que alguma vez já enfrentou. Ora, o campeão do Mundo pelo Brasil em 1994 referiu o "melhor guarda-redes" com que já deparou, e o "defesa mais duro".
Nesse mesmo sentido, presente no videocast apresentado por Iker Casillas, 'Bajo los Palos', Romário destacou respetivamente "Michel Preud'homme" e "Mozer". Adicionalmente, o atual senador brasileiro, apontou Johan Cruyff como melhor treinador que teve na carreira.
Questionado sobre o jogador atual mais parecido com o seu estilo de jogo, Romário pensou e acabou por responder Mbappé, embora tendo apontado "alguma diferenças". Dentro da área, o antigo avançado não teve dúvidas ao dizer ter sido melhor que Messi e Maradona. O seu maior arrependimento foi não ter marcado presença no Mundial 2002.
De referir que, Michel Preud'homme foi um dos guarda-redes mais marcantes da história do Benfica - vê Pavlidis a ser deixado para trás - , tendo representado o Clube entre 1994 e 1999. Tornou-se o primeiro guarda-redes a vencer o prémio de Melhor Jogador do Mundial (1994), após exibições de alto nível nos Estados Unidos. Ao serviço dos encarnados conquistou uma Taça de Portugal (1995/96) e ficou ligado a uma geração em que foi sempre uma das figuras mais respeitadas do plantel.
Relativamente a Carlos Mozer, mais conhecido por Mozer, foi um dos grandes centrais da história do Benfica, com duas passagens pela águias (1987-1992 e 1995-1996). Ao serviço dos encarnados venceu três campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, além de ter participado na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989/90. O glorioso central deixou uma marca duradoura na história vermelha e branca.
Avançado internacional grego antes que se destacava nas estatísticas do futebol internacional, vê-se excluído de determinadas conversas
15 Abr 2026 | 17:01 |
Vangelis Pavlidis já não integra o top-10 da corrida à Bota de Ouro, tendo caído para a 15.ª posição numa altura decisiva da temporada. O avançado do Benfica soma atualmente 21 golos, pontuação que já não é suficiente para acompanhar os principais candidatos.
Na frente da lista segue Harry Kane, com 31 golos marcados na Bundesliga, liderando destacado a classificação. Logo atrás surgem Kylian Mbappé e Erling Haaland, ainda que ambos tenham perdido algum ritmo nas últimas semanas.
Entre os jogadores que ultrapassaram Pavlidis está Luis Suárez, avançado do Sporting, que ocupa o sétimo lugar com 24 tentos. Apesar da desvantagem no coeficiente — já que a liga portuguesa atribui 1,5 pontos por golo — o colombiano conseguiu ganhar vantagem direta sobre o ponta de lança encarnado.
Este fator tem pesado nas contas, uma vez que os golos marcados nas principais ligas europeias valem dois pontos, dificultando a recuperação de jogadores que atuam em campeonatos com menor coeficiente. E nesse mesmo sentido, infelizmente para o internacional grego, este acabou por sair do grupo dos dez primeiros.
Depois de ter figurado no top-10 ao longo da época, o camisola 14 do Benfica vê agora a concorrência afastar-se, numa fase em que cada jornada pode ser determinante. A recuperação ainda é possível, mas exige uma reta final com maior eficácia para voltar a entrar na discussão.
Dois atletas que antes representavam Clube da Luz, agora em busca por glória nacional, deparam-se com panorama bastante difícil
15 Abr 2026 | 15:54 |
O Celtic entra na fase de apuramento de campeão da Scottish Premiership ainda na luta pelo título, numa corrida a três que inclui também Hearts e Rangers. A equipa onde alinham os antigos encarnados Paulo Bernardo e Jota Filipe ocupa atualmente o terceiro lugar, com 67 pontos, quando faltam seis jornadas para o final.
Apesar da atual posição na tabela, o cenário permanece em aberto, já que todos os clubes do top-6 ainda se vão defrontar nesta fase decisiva. O Celtic soma 21 vitórias, quatro empates e oito derrotas, com um saldo de 59 golos marcados e 35 sofridos, mantendo-se próximo dos lugares cimeiros.
À entrada para esta fase, o Hearts lidera com 70 pontos, seguido de perto pelo Rangers, com 69. Ainda assim, a margem curta entre os três candidatos mantém o Celtic na discussão, sobretudo tendo em conta os confrontos diretos que podem alterar rapidamente a classificação.
Um dos fatores que poderá ser determinante é a diferença de golos. Em caso de igualdade pontual no final, este critério pode decidir o campeão. Neste momento, o Rangers apresenta vantagem nesse capítulo, enquanto o Celtic surge em desvantagem face aos rivais diretos.
Assim, a equipa de Paulo Bernardo - que falou sobre futuro no Benfica - e Jota Filipe entra na reta final com margem reduzida, mas ainda dependente do seu desempenho e de eventuais deslizes dos adversários. O título escocês permanece em aberto e poderá ser decidido nos detalhes.
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15 Abr 2026 | 15:02
Vitória do Benfica? Tiago Silva antevê dérbi frente ao Sporting: "Confesso que..."
15 Abr 2026 | 14:34
Jorge Jesus impressionado com compatriota do ex Benfica: "É mais apaixonado pelo futebol do que eu"
15 Abr 2026 | 14:57