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Futebol
08 Mar 2026 | 12:15 |
Atualmente, Diogo Costa é o jogador mais bem pago da Liga Portugal Betclic, com um salário estimado em 4,81 milhões de euros brutos por ano. Apesar disso, é o Benfica que se destaca em termos globais de investimento em salários na liga.
Segundo o portal Capology. Rafa Silva é o segundo jogador melhor remunerado do futebol português, com cerca de 4,23 milhões de euros brutos anuais. O extremo representou um reforço de peso em janeiro, não só dentro de campo, mas também na valorização da folha salarial do Clube, que lidera claramente o ranking nacional.
Os encarnados gastam cerca de 46,8 milhões de euros anuais com o plantel, superando os 42,9 milhões do Porto e os 33,7 milhões do Sporting. O regresso do ex internacional português de 32 anos contribuiu diretamente para reforçar a liderança.
A diferença de investimento é ainda mais visível fora do trio tradicional. O Braga ocupa a quarta posição nesta tabela, com 16,7 milhões de euros brutos por ano, enquanto o Rio Ave surge num surpreendente quinto lugar, com 8,9 milhões de euros.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Rafa Silva - avaliado em 5 milhões de euros - já realizou um total de oito encontros desde que regressou à Luz: seis na Liga Portugal Betclic e dois na Liga dos Campeões. Nos 551 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, marcou dois golos, o último dos quais diante do Real Madrid.
Nos últimos meses, têm surgido algumas farpas públicas entre os dirigentes máximos de ambos os emblemas que se defrontam na jornada 25 da Liga
08 Mar 2026 | 11:47 |
No Clássico entre o Benfica e o Porto, Rui Costa e André Villas Boas vão voltar a assistir ao jogo separados, seguindo a tradição que se mantém desde que o presidente portista assumiu funções, em abril de 2024. A separação não reflete uma grande tensão pessoal, mas sim uma prática que foi determinada pelo rival.
“Fui eleito presidente e o meu primeiro jogo foi um Benfica - Porto e foi-me destinado um lugar diferente daquele que pensava. A partir daí, retribuí da mesma maneira”, explicou Villas Boas recentemente, reforçando que não existe antipatia pessoal: “Não se trata de nenhuma antipatia para com Rui Costa, mas pós minha eleição foi-me destinada a 6.ª ou 7.ª fila no Estádio da Luz, e o Porto retribuiu com a 3.ª fila.”
O dirigente acrescentou ainda que “ainda não há respeito total” para que ambos se sentem lado a lado, sublinhando que a separação é sobretudo simbólica e ligada à tradição e não a um conflito direto entre os líderes de ambos os emblemas.
Nos últimos meses, porém, têm surgido algumas farpas públicas entre os dois presidentes. Em outubro, depois de Villas Boas comentar os salários dos jogadores do Benfica, Rui Costa respondeu acusando-o de mentir. Pouco depois, o líder do Porto afirmou que o líder dos encarnados “está no bolso do Sporting há muito tempo”, declarações que Rui Costa considerou “anormais”.
Desta forma, a separação na tribuna mantém-se fiel aos últimos duelos, mas não elimina as tensões institucionais entre Benfica e Porto. O protocolo de lugares distintos simboliza a rivalidade histórica, enquanto as declarações públicas continuam a alimentar as polémicas no futebol português.
Cronista lembrou que eliminações contra o Braga na Taça da Liga e Porto na Taça de Portugal contrastam com histórico do treinador
08 Mar 2026 | 11:20 |
Luís Mateus considera que uma das imagens de marca de José Mourinho era a de ser letal em jogos decisivos. O jornalista recorda que, ao longo da carreira, o técnico do Benfica construiu a sua reputação em torno de "finais", mas que essa imagem não se tem visto desde que chegou à Luz.
L. Mateus: "A aura de treinador letal em finais ainda não apareceu no Benfica"
"A aura de treinador letal em finais ainda não apareceu no Benfica. Num campeonato em que nem Porto nem Sporting perderam muitos pontos, desperdiçar oportunidades para recuperar em duelos diretos tem sido pecado-maior”, escreveu no jornal 'A Bola', referindo-se aos jogos em que a equipa deixou fugir a vitória.
"Os empates com Rio Ave, Casa Pia e Tondela fizeram mossa e trouxeram à superfície habituais problemas no ataque posicional. Não só não encurtou distâncias como não provocou dúvidas aos rivais”. O cronista lembra ainda as eliminações contra o Braga na Taça da Liga e contra o Porto na Taça de Portugal.
“Não resta mais nada ao Benfica senão vencer, o que não só devolveria peso à matemática como colocaria sob pressão um primeiro classificado a quatro pontos e o segundo a apenas um”, lembrando que a visita a Alvalade em abril será decisiva.
Por fim, Luís Mateus concluiu que é a hora de José Mourinho provar a sua fama em momentos decisivos: "Tem perdido muitas finais desde que regressou à Luz. Os portistas, vencendo, terão o título à mercê, por isso, para os encarnados, é a hora de Mourinho fazer o que sabe”.
Discussão em torno das chamadas “paragens estratégicas” voltou ao centro do debate na conferência de antevisão ao duelo entre águias e dragões
08 Mar 2026 | 10:48 |
A discussão em torno das chamadas “paragens estratégicas” voltou ao centro do debate antes do Clássico entre o Benfica e o Porto. Vítor Pinto recordou um episódio ocorrido a 29 de novembro, num jogo entre o Manchester City e o Leeds United, em que a partida foi momentaneamente interrompida.
“O guardião Donnarumma, de repente, alega uma lesão e isso permite a Pep Guardiola criar um ‘timeout técnico’”, escreve no jornal 'Record'. O momento gerou grande revolta na equipa adversária, que considerou a situação um subterfúgio utilizado para reorganizar a equipa.
O tema ganhou ainda mais força depois das palavras de José Mourinho na antevisão ao duelo entre águias e dragões. O treinador criticou este tipo de comportamentos e chamou-lhes “parolices”, numa referência direta a paragens de jogo semelhantes vistas recentemente no futebol europeu.
V. Pinto: "Foi um remoque direto ao desconto de tempo que Francesco Farioli criou frente ao Sporting, através de uma lesão de Diogo Costa"
Vítor Pinto liga essas críticas a um episódio envolvendo o técnico italiano, quando, em Alvalade, terá recorrido a uma pausa semelhante após um alegado problema físico do guarda-redes azul e branco: "Foi um remoque direto ao desconto de tempo que Francesco Farioli criou frente ao Sporting, através de uma lesão de Diogo Costa".
Perante a polémica crescente, o International Football Association Board já admite estudar mudanças nas regras. O cronista refere que a entidade pondera até uma “Lei Anti-Parolice”, com medidas para proteger o fair play, embora qualquer alteração não deva entrar em vigor antes de 2026/27: "A decência está entregue ao nível individual de chico-espertice de cada treinador”.