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Futebol
01 Mar 2026 | 09:24 |
Têm sido várias as reações ao caso de Gianluca Prestianni, que despoletou durante o encontro da primeira mão da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid. Recentemente, foi a vez de João Gabriel, antigo homem de confiança de Luís Filipe Vieira, comentar o caso e, segundo o mesmo, a reação do Benfica ao tema ficou aquém das expectativas.
João Gabriel: "A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca"
"Acaba sem aviso prévio, de forma brusca, e obriga-nos a reagir. Perante uma crise reputacional sem precedentes, que o episódio entre Prestianni e Vinícius trouxe, o tempo deixou de ser apenas um detalhe. Tornou-se o fator crítico", começou por escrever, no artigo de opinião publicado no jornal Record.
"Quem hesita, corre atrás dela. O Benfica hesitou. A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca. Perante esse vazio, a narrativa foi assumida por outros, dispersou-se e radicalizou-se (Luisão incluído) sem que o clube tivesse assumido a sua liderança", apontou João Gabriel, que, tal como Luisão, criticou a postura das águias.
João Gabriel: "O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz"
"O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz. Em crises desta natureza, o público procura um porta-voz com autoridade. Procura alguém que represente a instituição, credível e que transmita segurança. Ninguém reunia essas condições melhor do que o Presidente do clube", acrescentou.
"Nada disto resolveria a crise. Mas teria minorado os estragos, defendido a instituição, o treinador, o jogador e, acima de tudo, colocado o Benfica no comando da narrativa. As crises não são apenas momentos de risco. São momentos de prova. Testam estruturas, expõem falhas e revelam se existe preparação estratégica ou improviso", concluiu João Gabriel.
Treinador português está perto de fazer 40 encontros oficiais pelas águias e, pelo meio, tem um registo que está muito perto de quebrar
01 Mar 2026 | 08:52 |
José Mourinho está perto de bater um recorde ao serviço do Benfica. Pelo que foi apurado, nunca numa época dos encarnados um treinador tinha utilizado tantos jogadores da formação. Se o Special One continuar neste ritmo, esses números vão ser ultrapassados em breve.
Segundo deu conta o jornal A Bola, na edição de hoje, 1 de março, o Clube da Luz, em 44 jogos oficiais, 10 com Bruno Lage e os restantes 34 com José Mourinho, já viu 15 jogadores formados no Seixal a somarem minutos no plantel principal do Benfica no decorrer de 2025/26.
O número corresponde ao total de jogadores que, nos últimos anos, cumpriram formação no Benfica e que, até ao momento, já contam com minutos no plantel principal. Assim, em 2025/26, juntando-se aos nomes de António Silva, Tomás Araújo, Samuel Soares, entre outros, os dois treinadores setubalenses ainda apostaram em Rodrigo Rêgo, José Neto, Tomás Freitas, Daniel Banjaqui, Anísio Cabral - que renovou até 2031 - e Ivan Lima.
O recorde atual - que é de 16 jogadores formados - foi estabelecido na temporada de 2024/25, quando Bruno Lage lançou oito estreantes: Diogo Prioste, André Gomes, Hugo Félix, Gerson Sousa, Joshua Wynder, Nuno Félix, João Veloso e Leandro Santos, que se juntaram aos oito atletas que já estavam estabelecidos no plantel A do Benfica.
Com 11 jogos por disputar, número importante para tentar salvar da melhor forma possível a época do Benfica, José Mourinho está apenas a dois atletas de conseguir estabelecer um novo registo com a formação dos encarnados. Vale a pena recordar que o recorde pode vir a ser quebrado já esta segunda-feira, 2 de março, na visita ao Gil Vicente.
Dirigente máximo dos azuis e brancos não poupou nas palavras contra alegado tratamento contra portistas e frisa que rivais são beneficiados
01 Mar 2026 | 08:29 |
André Villas-Boas não deixou ficar a polémica em suspenso. No último dia, o presidente do Porto assinou um artigo na revista 'Dragões' onde deixou uma dura crítica aos comentadores desportivos, acusando-os de serem parciais contra os azuis e brancos. Além disso, o portista também deixou farpas aos rivais Benfica e Sporting.
André Villas-Boas: "O Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas"
"Fora do campo, o Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas que tantas vezes se afastam da isenção, do rigor e da deontologia que devem orientar quem informa, interpreta e comenta o fenómeno desportivo. Frases como: 'Aquela reação do Francisco Moura quando viu que era penálti vale...'; 'Se calhar Francisco Moura também quer ser apanha-bolas'", começou por escrever Villas-Boas.
"É parte de um padrão: um padrão que procura criar um ambiente disruptivo, condicionar perceções, fabricar suspeitas e reduzir o Porto à caricatura que lhes parece conveniente", atira Villas-Boas, apontando para casos recentes ligados aos rivais Sporting e Benfica, numa altura em que as águias reagiram à polémica no Dragão.
André Villas-Boas: "Um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa"
"E o contraste com a realidade é, no mínimo, revelador. Nos dias seguintes a estas patéticas intervenções, vieram a público episódios que deveriam mobilizar a consciência coletiva da sociedade e do futebol português e que, ainda assim, receberam um tratamento muitas vezes tímido, seletivo ou convenientemente ignorado", constatou o dirigente dos dragões.
"Ora vejamos: um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa e acesso à informação; um capitão de um clube pontapeou um adversário na cabeça, num ato de selvajaria, com as imagens desse lance a desaparecerem de forma enigmática", enumerou André Villas-Boas.
Treinador italiano conseguiu respirar de alívio, depois de ver equipa regressar aos triunfos numa partida que contou com muitos golos
28 Fev 2026 | 12:54 |
O Al Hilal voltou a respirar de alívio depois do duelo frente ao Al Shabab. Na noite da última sexta-feira, a equipa de Simone Inzaghi, onde atua o ex-Benfica Marcos Leonardo, regressou aos triunfos (5-3), mantendo vivo o sonho de conquistar o título.
O resultado frente ao Al Shabab permitiu a Simone Inzaghi segurar o seu posto por mais algum tempo, depois da imprensa saudita ter apontado que o transalpino estava em vias de ser despedido. Marcos Leonardo, por sua vez, fez o gosto ao pé, ajudando o seu técnico a continuar no comando da equipa.
A jogar fora de portas, o Al Hilal entrou mal na partida, ao ver a equipa da casa adiantar-se no marcador, por intermédio de Brownhill, à passagem do minuto 13. Porém, Kanno, aos 10 minutos, e um autogolo aos 31 minutos deram a reviravolta. Mais tarde, Carrasco fez a assistência para o Al Shabab, mas ainda antes do intervalo, Koulibaly fez o 3-2 para os forasteiros.
Já no segundo tempo, os golos não pararam de surgir e, logo no recomeço da partida, Mandash fez o 4-2, já Marcos Leonardo fez o quinto golo do Al Hilal, deixando a equipa de Inzaghi a vencer por 5-2. Apesar da desvantagem, o Al Shabab ainda conseguiu reduzir, através de uma finalização de Adli, aos 75 minutos.
Com este triunfo, o Al Hilal manteve vivo o sonho de conquistar o campeonato saudita, fazendo pressão ao Al Nassr de Jorge Jesus – que falou sobre João Félix. Ao cabo de 24 jornadas, o clube do ex-Benfica segue no terceiro lugar, com 58 pontos, ficando a um ponto do Al Ahli, que segue na liderança, com 59 pontos.