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Gonçalo Ramos de saída do PSG? Ex Benfica pode servir moeda de troca e rumar a Madrid
14 Mai 2026 | 13:19
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Futebol
29 Dez 2025 | 10:34 |
Marco Ferreira e Jorge Faustino deram o seu parecer sobre o encontro entre o Braga e o Benfica. Na opinião dos dois especialistas, a equipa de arbitragem, liderada por João Gonçalves, não esteve bem, num jogo onde houve vários casos que suscitaram várias dúvidas.
Marco Ferreira: "O pisão é involuntário e sem impacto"
No lance que envolve Leandro Barreiro e o atacante dos minhotos, Marco Ferreira, citado pelo jornal Record, assume que não há infração da parte do luxemburguês: "O espanhol e Barreiro, focados na bola e em movimento, acabam por se desequilibrar. O pisão é involuntário e sem impacto".
Passando ao golo de Otamendi, os especialistas estão de acordo. "Queda com aproveitamento do contato. Sem falta no golo", adiantou Jorge Faustino. "Vários contatos na área são normais, sem impacto na disputa da bola. Boa decisão", acrescentou Marco Ferreira, validando o tento do capitão das águias, que deixou uma reação nas redes sociais.
Marco Ferreira: "Aursnes faz golo após recuperação de bola correta"
O mesmo acontece no lance do camisola 8 das águias, onde os analistas dizem que não há infração. "Mais à frente, Gómez perdeu a bola sem falta e daí se iniciou a jogada do golo", alvitrou Jorge Faustino. "Aursnes faz golo após recuperação de bola correta e sem qualquer infração na fase de ataque. Boa decisão", acrescentou Marco Ferreira.
Por fim, os dois concordam que o golo do Benfica, aos 74 minutos, foi bem anulado. "Esperou bem pelo final da jogada para sancionar a falta. Bem", constatou Jorge Faustino. "Na sequência da jogada, Dahl faz golo prontamente anulado pelo árbitro. Livre bem assinalado", concluiu Marco Ferreira, assinalando infração da parte de Richard Ríos.
Comentador teceu duras críticas ao futebol apresentado pelo emblema encarnado e aponta vários culpados para momento vivido pelo Clube
14 Mai 2026 | 16:53 |
Rui Calafate considera que a passagem de José Mourinho pelo Benfica terminou em claro fracasso e que o futebol praticado chegou a ser "miserável". O comentador começa por abordar os rumores que ligam Mourinho ao Real Madrid e aponta diretamente para a influência de Jorge Mendes na construção desse cenário.
“Há várias semanas que se pressente que Jorge Mendes é a mão que embala o berço na construção da narrativa de que o Messias que vai meter a casa do Real Madrid em ordem é José Mourinho”, escreveu no jornal 'Record'. O analista sustenta, no entanto, que o regresso do treinador ao Santiago Bernabéu está longe de gerar unanimidade.
“Iker Casillas, que não morre de amores pelo ex-técnico, disse algo que é verdadeiro: há outros treinadores em melhor momento de carreira para assumir o seu clube do coração. Mourinho tem pergaminhos, números e títulos no Santiago Bernabéu, contudo, agora joga apenas com a perceção criada de que é a sua pretensa mão de ferro que vai esmagar o clima de guerra no balneário”.
A crítica estende-se depois ao trabalho realizado no Benfica, que Rui Calafate considera insuficiente em todos os aspetos: “O declive evidente do seu trajeto ganhador, bem como esta passagem pelo Benfica não são um bom cartão de visita. É óbvio que, para os benfiquistas, há uma enorme impaciência pela falta de ação do presidente que foi reeleito por ter contratado José Mourinho e que passou a contestado e insultado pelo insucesso do mesmo José Mourinho”.
R. Calafate: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável"
Na reta final da crónica, Rui Calafate deixa uma conclusão forte: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável, modelo assente em futebol cínico onde os encarnados nunca estiveram confortáveis em posse e domínio, para lá de vários ativos se terem depreciado. Sejamos claros: José Mourinho falhou no Benfica e com isso hipotecou definitivamente o sonho de comandar a Seleção Nacional. Perdeu encanto e unanimidade, banalizou-se. Que siga para Madrid”.
José Mourinho fala do interesse do Real Madrid:
Relembrando a posição que tomou na altura face ao polémico caso com Gianluca Prestianni, ex jogador das águias recorda críticas de que foi alvo
14 Mai 2026 | 16:32 |
Luisão, antiga glória do Benfica, recordou os insultos de que foi alvo por parte de alguns adeptos encarnados a propósito do caso entre Vinícius Jr. e Gianluca Prestianni. O ex defesa defendeu-se das críticas e recordou o estado em que o Clube da Luz se encontrava quando foi contratado, em 2003.
Luisão: "Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Fiquei contra o ato em si"
"Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Não foi fácil porque foi um jogo contra o meu ex-clube, mas em nenhum momento estive contra a instituição. Fiquei contra o ato em si. Foi duro porque levei porrada de tudo quanto é lado nas minhas redes sociais e inclusive gente de dentro do Benfica colocou o meu caráter em dúvida indevidamente", disse, em declarações ao 'Flashscore'.
O antigo internacional brasileiro salientou que tomar esse tipo de posição era uma questão de "orgulhar" os pais: "Mas eu tenho que orgulhar o meu pai e a minha mãe eu não tenho que orgulhar o adepto, ou ficar em cima do muro só porque estive 15 anos como jogador [no Benfica] e 26 contando com o tempo como diretor", salientou o antigo internacional brasileiro."
Luisão: "Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz"
Sobre o castigo aplicado a Gianluca Prestianni, Luisão considerou que a UEFA foi um "pouco mentirosa" e que, neste caso, não ajudou a combater o racismo no desporto. "Antes de ser insuficiente, eu acho que foi um pouco mentirosa. A UEFA não puniu o Prestianni por racismo e sim por homofobia com seis jogos. Então foi uma maneira de camuflar e tudo continua igual", apontou.
Nesse mesmo sentido, o ex Benfica considerou a decisão como "infeliz": "Vai acontecer de novo. Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz. A causa tinha que ficar clara e não ficou, não ficou porque quis subestimar a nossa inteligência, a dos adeptos e a dos jogadores, e eu não concordo com isso."
Luisão: "Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me"
Luisão contou ainda que foi muito insultado por adeptos benfiquistas por ter tomado esta posição: "[Recebi] um ou outro apoio e o resto foram insultos. Chamaram-me 'macaco', Judas, 'não voltes mais ao clube, sai do mural'. Só que os números dizem tudo, não é? Não querendo ser orgulhoso, mas sou o segundo jogador com mais jogos e o primeiro com mais títulos", destacou, de seguida relembrando os primeiros tempos na Luz.
"Quando cheguei lá, o Benfica estava entregue aos bichos. Mas depois em Lisboa tudo foi diferente. Quando fui lá, andava pelas ruas e toda a gente dizia: 'Eu sou benfiquista, parabéns pelo teu comportamento. Foste corajoso'. Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me", concluiu.
Após o Rosario Central - Racing Club, em resposta ao que foi dito por Diego Milito, presidente da equipa visitante, antigo extremo encarnado não ficou calado
14 Mai 2026 | 16:24 |
O Rosario Central recebeu e venceu o Racing Club, por 2-1, nos quartos de final do Torneio Apertura da Argentina, na madrugada desta quinta-feira. Após a partida, Diego Milito, antigo avançado e agora presidente do emblema de Avellaneda, considerou que a sua equipa foi "roubada". Ángel Di María - que foi protagonista em reviravolta épica - não gostou do que ouviu e respondeu.
Diego Milito: "Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa"
"Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa. (...) Temos de fazer alguma coisa. Estou disposto a começar a reconstruir de uma vez por todas o futebol argentino", atirou Milito, em declarações aos jornalistas.
Nesse mesmo sentido, o agora presidente considerou que o futebol argentino está "podre" e que "não dá para mais". O Racing, que foi eliminado no prolongamento, terminou a partida com apenas nove elementos e sugeriu que o campo estava inclinado.
Ángel Di María: "Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube"
Foi então que surgiu, através das redes sociais, a resposta de Di María. "Como incomoda que o Central lute por tudo; como incomoda que ganhem as equipas do interior. Ninguém assume a responsabilidade pelas derrotas. Hoje é mais fácil atacar o Central do que fazer o 'mea culpa' (minha culpa) e corrigir os próprios erros", escreveu, de seguida destacando a "hipocrisia" sentida.
"Da quantidade de vezes que o Central foi prejudicado por decisões de arbitragem ninguém disse nada, mas hoje as decisões são todas erradas... que loucura, não é? Antes debatiam-se tanto os penáltis e os cartões amarelos? Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube", referiu, continuando a criticar a realidade do futebol argentino.
Ángel Di María: "Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina"
"Não nos calamos mais; o interior cresce e isso dói, incomoda e chateia (...) Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina. Para quê? Para que digam apenas que somos ajudados? Que o futebol está manchado? O futebol não está manchado. Agora somos todos iguais e é isso que incomoda", concluiu o antigo extremo do Benfica.
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14 Mai 2026 | 13:19
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14 Mai 2026 | 15:46