Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
29 Jun 2026 | 13:52 |
A preparação do Benfica para a nova temporada continua a avançar no Seixal sob o comando de Marco Silva, com o plantel a sofrer ajustes importantes neste início de ciclo. Depois das promessas deixadas por Rui Costa na última assembleia geral, os encarnados começam a dar forma ao grupo de trabalho, ainda que nem todas as posições estejam fechadas.
Clément Lenglet é apontado como o reforço escolhido para o eixo defensivo do Benfica, num desejo antigo de Marco Silva que já o tinha seguido quando estava no Fulham. O internacional francês de 31 anos recusou propostas financeiramente mais vantajosas, incluindo do futebol saudita, para rumar à Luz, onde deverá assinar um contrato de três temporadas e assumir um papel de destaque na defesa encarnada.
O central chega proveniente do Atlético de Madrid, depois de duas épocas em Espanha, trazendo consigo uma carreira marcada por passagens em clubes de topo como Barcelona, Tottenham e Aston Villa. No emblema catalão foi onde atingiu maior regularidade, somando mais de 160 jogos, antes de entrar numa fase de maior rotação e menor preponderância nos últimos anos.
Na última temporada, Lenglet perdeu espaço no Atlético Madrid, onde foi o quarto central mais utilizado, ficando também marcado por um erro decisivo na Liga dos Campeões frente ao jovem Lamine Yamal, episódio que acabou por influenciar a sua situação internacional e afastamento das grandes competições. Ainda assim, o defesa mantém estatuto internacional, contando com 16 internacionalizações pela seleção francesa e experiência em grandes palcos europeus.
Apesar da chegada iminente do central francês, o mercado do Benfica ainda não está fechado. Marco Silva continua à espera de um extremo, posição considerada prioritária pela estrutura encarnada, depois de Rui Costa ter garantido que o plantel será reforçado com mais um jogador para as alas. A direção pretende equilibrar o plantel antes do arranque oficial da temporada, com várias frentes de trabalho ainda em aberto no Seixal.
Central viu o seu nome ligado a Ruben Amorim como possível reforço do Milan, mas treinador do Clube encarnado ainda tem palavra a dizer
29 Jun 2026 | 13:21 |
Marco Silva pretende segurar António Silva no plantel do Benfica para a próxima temporada e conta com o defesa-central para atacar a nova época. Apesar das notícias vindas de Itália a apontarem para um alegado princípio de acordo com o Milan de Ruben Amorim até 2031, essa informação não corresponde, para já, à realidade, segundo o que é referido em Portugal.
De acordo com o jornal Record, o Milan não tem o internacional português como prioridade no mercado e não estará disposto a avançar para os valores que chegaram a ser noticiados, até porque o treinador Ruben Amorim terá outras posições identificadas como mais urgentes para reforçar o plantel.
No Benfica, o objetivo passa por prolongar o vínculo com um dos jogadores mais importantes do plantel. O clube da Luz já apresentou uma proposta de renovação ao central, que continua a ser um dos ativos mais valorizados do plantel. O próprio jogador reconheceu recentemente que o processo está em aberto, embora sem decisão tomada.
António Silva admitiu que existem contactos em curso, deixando claro que ainda está a avaliar o seu futuro: “Não sei, ainda não sei. Há uma proposta que me foi apresentada na última semana da temporada, antes do jogo do Estoril. Neste momento há contactos constantes. O futuro nunca é garantido”, afirmou o defesa-central.
Do lado da estrutura encarnada, Rui Costa e Mário Branco têm demonstrado otimismo quanto à continuidade do jogador, reforçando publicamente que o processo de renovação está em andamento e que a decisão final está agora nas mãos do atleta.
Mercado das águias continua ativo e o nome do internacional francês surge como solução de peso para o eixo defensivo encarnado
29 Jun 2026 | 12:57 |
O Benfica continua a preparar a nova temporada com Marco Silva já no comando técnico no Seixal, mas o plantel ainda está longe de estar fechado. Depois das movimentações iniciais do mercado, os encarnados continuam a trabalhar na chegada de reforços e o nome de Clément Lenglet surge agora como forte candidato a assumir o eixo defensivo.
Rui Costa já tinha deixado claro na última assembleia geral que o Benfica iria contratar um defesa central experiente, capaz de trazer estabilidade imediata ao setor mais recuado. Nesse contexto, o internacional francês de 31 anos encaixa no perfil identificado pela estrutura encarnada, sendo apontado como o provável novo patrão da defesa de Marco Silva.
Lenglet apresenta um percurso recheado de experiências ao mais alto nível europeu. Formado no Nancy, destacou-se no Sevilha antes de ser transferido para o Barcelona por cerca de 40 milhões de euros em 2018 , onde atingiu o ponto mais alto da sua carreira, ainda que sem nunca se ter afirmado como titular indiscutível ao longo de várias temporadas.
Depois do Barcelona, o defesa francês passou por Tottenham, Aston Villa e Atlético de Madrid, acumulando experiências na Premier League e na La Liga, embora sem regressar ao nível exibicional que o levou ao gigante catalão. Na última época, ao serviço dos colchoneros, participou em 24 encontros oficiais e registou uma assistência.
Do ponto de vista técnico, Lenglet é um central esquerdino com boa capacidade de construção e leitura de jogo, podendo ser uma peça importante na saída de bola do Benfica de Marco Silva. No entanto, o francês apresenta fragilidades no jogo aéreo, na agressividade dos duelos e na velocidade, características que levantam dúvidas sobre o impacto imediato que poderá ter na Luz.
Pré-temporada está a ser preparada por Marco Silva e a restante estrutura encarnada, mas ex atleta afirma que o Clube tem de agilizar o processo
29 Jun 2026 | 11:59 |
O Benfica saiu reforçado da Assembleia Geral realizada, no último sábado, com a aprovação do orçamento para 26/27, mas José Manuel Delgado acredita que os desafios estão longe de terminar. O guarda-redes que passou pelo Benfica na década de 80 considera que Rui Costa garantiu estabilidade para iniciar a nova temporada, embora alerte para a necessidade de acelerar a construção do plantel orientado por Marco Silva.
J. M. Delgado: "Rui Costa e Mário Branco deverão acelerar o passo"
"Com vários jogadores espalhados pelas seleções que disputam o Mundial, e ainda com as dúvidas que envolvem, por razões diversas, a continuidade de alguns desses e de outros, Rui Costa e Mário Branco deverão acelerar o passo para, de acordo com o que é pretendido por Marco Silva — evitando que seja "cada cor seu paladar", como diziam antigamente os pregões dos vendedores de gelados — criar um grupo coeso e coerente", escreveu no seu texto de opinião no jornal A BOLA.
O principal foco da análise recai, contudo, sobre a centralização dos direitos televisivos. O jornalista recorda que da Assembleia Geral resultou uma posição muito clara dos encarnados, transmitida por Nuno Catarino. "Para lá de algumas ameaças ocas de "tolerância zero" à FPF e à arbitragem, resultou uma tomada de posição, veiculada por Nuno Catarino, relativa à venda centralizada dos direitos televisivos, que mostrou, por um lado, como esse processo está longe de ser dado por terminado, e por outro a determinação do Benfica de se manter fiel ao que sempre disse sobre esta matéria: "desde que não recebamos um euro a menos, que seja, relativamente ao que conseguimos, não nos opomos a que um aumento de receitas seja distribuído pelos restantes clubes", pode ler-se.
J. M. Delgado: "Ficou a saber-se que seguirá a via dos tribunais"
Na opinião de José Manuel Delgado, o conflito está longe de terminar. "Se a divergência se mantiver, se na altura de se saber quanto é que as operadoras estão dispostas a pagar pelo nosso futebol profissional — e será esse o valor do produto e não qualquer dos números que há anos vêm sendo adiantados — e se o Benfica entender que assim não vai a jogo, ficou a saber-se que seguirá a via dos tribunais", afirmou.
Recorde-se que o Benfica continua a ser visto como um elemento fundamental neste dossiê, algo que foi assumido publicamente por André Mosqueira do Amaral, diretor executivo da LPFP. "A contribuição do Benfica é, obviamente, incontornável", falou à Agência Lusa.