Futebol
Oficial! César Peixoto foi apontado ao Benfica, mas vai rumar a clube amigo de Jorge Mendes
15 Jun 2026 | 16:48
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15 Out 2025 | 11:30 |
João Carvalho admitiu não ter atingido todos os patamares que gostava no Benfica. O médio, que hoje está em bom plano ao serviço do Estoril - onde também alinha Ferro -, fez mea culpa pelas oportunidades que não aproveitou no Clube da Luz, numa entrevista que concedeu ao jornal A Bola.
"Claro que sabe a pouco! Acho que tive duas épocas e meia, se não me engano, na equipa B a um bom nível, com uma boa performance e depois fui emprestado ao Vitória de Setúbal. Quando voltei, não soube aproveitar as oportunidades que tive, não soube estar naquele balneário com muita exigência e naquela altura também não fazia parte da minha personalidade ser um pouco mais aberto no balneário e nos treinos, jogos, etc", atirou, inicialmente, sobre o percurso no Benfica.
João Carvalho prosseguiu: "Arrependo-me mais pela minha parte do que qualquer outra coisa, mas a seguir ainda consegui dar 15 milhões de euros a ganhar ao clube. No final de tudo, apesar de não ter dado aquilo que os adeptos queriam com as minhas performances, ajudei o clube de outra forma, apesar de não ser o que queria. Mas é passado e ajudou-me a estar aqui".
Depois, falou de outro ex Benfica com quem se cruzou na linha de Cascais: "Acho que o Pizzi — falando sem puxar o saco… — foi, se calhar, um dos melhores médios em termos de números que passou na nossa Liga, essa é a realidade. Já na altura era uma referência no Benfica, no clube de onde eu vinha desde a formação, e claro que olhava para eles, para as referências, de outra forma. Vê-lo aqui outra vez é sempre um prazer, jogar e treinar ao lado dele também. Ajuda-nos muito e é uma pessoa extraordinária. Acho que é das pessoas mais fáceis de se estar no balneário".
Terminou, com uma reflexão sobre o impacto que as figuras do Benfica tiveram na sua posição dentro da equipa: "É claro que se bebeu um pouco do passado, foram grandes referências; o Luisão é um grande capitão e o Pizzi também o foi e, claro, um capitão do Benfica, num clube grande vai ser sempre uma pessoa com liderança. Tento beber um pouco de cada e até mesmo se calhar dos jovens que passam por aqui eu bebo da confiança que eles têm em si próprios, porque acho que não tive essa confiança em mim quando era jovem e parece-me bem eles terem essa confiança".
Futebolista de 30 anos mantém uma excelente relação com Marco Silva, treinador com quem trabalhou nos ingleses do Fulham
16 Jun 2026 | 03:00 |
O futuro de João Palhinha continua a dar que falar no mercado, mas o internacional português não tem intenção de rumar ao Benfica, sabe o Glorioso 1904. Apesar de o nome de o médio do Bayern Munique ter sido associado recentemente às águias, a verdade é que essa possibilidade está completamente fora dos planos do jogador.
O futebolista de 30 anos mantém uma excelente relação com Marco Silva, treinador com quem trabalhou no Fulham e que foi determinante na sua evolução recente na Premier League. Ainda assim, ao que o nosso Jornal apurou, esse fator não abre qualquer porta ao Clube da Luz.
O cenário de um regresso a Portugal só poderia passar por um destino muito específico, neste caso o Sporting. O clube onde se afirmou ao mais alto nível continua a ser o único projeto nacional que o jogador admitiria ponderar para a próxima época.
Ainda assim, nem sequer essa possibilidade é certa nesta fase. Apesar da ligação ao emblema de Alvalade, o foco do atleta passa sobretudo por manter-se em contextos competitivos de topo na Europa, deixando um regresso dependente de circunstâncias muito específicas no futuro.
Esta temporada, ao serviço do Tottenham, João Palhinha — avaliado em 15 milhões de euros — realizou 45 partidas oficiais: 33 na Premier League, oito na Liga dos Campeões, duas na Taça da Liga inglesa, uma na Taça de Inglaterra e uma na Supertaça Europeia. Nos 2.917 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o trinco apontou sete golos e fez duas assistências.
Guarda-redes internacional ucraniano divulgou futebolistas que gostaria de ver no Clube encarnado e resposta pode agradar os adeptos
15 Jun 2026 | 17:29 |
Anatoliy Trubin foi desafiado a revelar qual o adversário que gostaria de ter na equipa dele e não precisou de pensar muito. O internacional ucraniano não demorou muito a responder depois de questionado sobre quem adoraria ter na equipa.
"Diria Mbappé ou Lamine Yamal", disparou o guarda-redes, em declarações exclusivas à DAZN, respostas que agradam à massa associativa benfiquista. Sobre os melhores adversários que enfrentou, excluindo os avançados de Real Madrid e Barcelona, Trubin escolheu Pedri, médio do Barcelona, Michael Olise e Jamal Musiala, respetivamente extremo direito e médio ofensivo do Bayern.
Trubin contou que "o golo contra o Real Madrid", na última jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, na época que terminou, é o momento da carreira que o faz sorrir. Vale lembrar que o guardião revelou que estava confuso nos últimos minutos desse jogo.
Já Andriy Pyatov, antigo guarda-redes do Shakhtar, com quem coincidiu no clube ucraniano, foi o jogador com quem mais aprendeu. "Trabalhámos juntos (no Shakhtar), cheguei (à equipa) com 17 anos, muito jovem, da academia, e ele era um guarda-redes experiente que tinha imensos jogos e tinha passado por muitas situações. Ajudou-me de diversas formas", justificou.
Em relação à melhor defesa, contou, aconteceu no jogo com a Islândia, em novembro, em jogo de qualificação para o Mundial 2026. "É a primeira que me vem à cabeça, no último jogo de qualificação para o Mundial, por ter sido importante, pois o resultado estava 0-0, e ao mesmo tempo difícil", explicou.
Médio das águias continua a somar elogios além-fronteiras e há quem o coloque num patamar muito especial do futebol mundial
15 Jun 2026 | 17:01 |
Fredrik Aursnes continua a colecionar admiradores dentro e fora de Portugal. Desta vez, o internacional norueguês do Benfica foi alvo de rasgados elogios na imprensa do seu país, onde voltou a ser destacado não só pela qualidade dentro das quatro linhas, mas também pela relação próxima com Erling Haaland.
A amizade entre os dois internacionais remonta a 2017, nos tempos do Molde. Aursnes já integrava a equipa principal quando Haaland deu os primeiros passos no futebol sénior, acabando por desenvolver uma relação próxima com o atual avançado do Manchester City. Os caminhos separaram-se em 2018, quando Haaland rumou ao RB Salzburgo, mas a ligação entre ambos manteve-se ao longo dos anos.
Ruben Gabrielsen, antigo colega dos dois jogadores, deixou palavras que estão a ecoar no futebol europeu. O defesa foi perentório. "Não esperava que se tornassem no melhor avançado do mundo e no futebolista mais subestimado do mundo, respetivamente", falou, em declarações ao jornal norueguês VG.
O central recordou ainda os tempos de balneário partilhados com os dois internacionais noruegueses. "Dava para ver que tinham talento e eram mesmo bons", afirmou, antes de destacar as diferenças entre ambos. "São muito diferentes, mas têm um grande sentido de humor. Ambos ocupam muito espaço no campo. Ficavam entusiasmados e até podiam ficar chateados. O Haaland só estava interessado em marcar. Se não marcasse, ficava furioso", confessou.
A influência de Haaland na carreira de Aursnes continua bem presente. Nos últimos meses, o médio do Benfica revelou que consultou o avançado do Manchester City antes de decidir regressar à seleção da Noruega. Agora, enquanto Haaland continua a colecionar golos, Aursnes vai somando elogios e consolidando o estatuto de uma das figuras mais respeitadas e, para muitos, uma das mais subestimadas do futebol europeu.
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15 Jun 2026 | 16:48
Jornalista dá conselho a Rui Costa e ao Benfica: "Não se pode adquirir cromos repetidos"
15 Jun 2026 | 10:55
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15 Jun 2026 | 16:20