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Villas-Boas arrasa Benfica por tratamento a Proença: “Cruel e desrespeitosa”
26 Ago 2026 | 10:02
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02 Set 2026 | 17:21 |
O ambiente político que envolve o futebol nacional promete ter fortes repercussões no seio da massa associativa do Benfica. Um conhecido dirigente associativo deslocou-se esta quarta-feira ao Estádio da Luz para entregar um documento decisivo destinado aos órgãos sociais do Clube.
Nuno Lobo apresentou um requerimento oficial nos serviços do Benfica para que os sócios encarnados possam votar a retirada de confiança a Pedro Proença. O ex candidato à liderança da Federação Portuguesa de Futebol pretende que a proposta seja discutida e votada na próxima Assembleia Geral.
A iniciativa surge na sequência dos episódios mais recentes entre o organismo federativo e os clubes, com particular destaque para os polémicos áudios divulgados. A proposta defende que a perda de apoio do Clube a Pedro Proença seja extensível a todas as empresas do universo encarnado.
O documento prevê ainda que a deliberação dos associados seja comunicada formalmente à UEFA e à FIFA após a reunião magna das águias. A Assembleia Geral para aprovação de contas deverá realizar-se entre os meses de setembro e outubro no pavilhão do complexo desportivo.
A iniciativa divulgada pela agência Sportstailors pretende dar voz aos adeptos para tomarem uma posição firme sobre o estado atual do futebol português. O antigo dirigente pretende esclarecer todos os contornos deste requerimento na sua próxima intervenção pública agendada para segunda-feira.
Veja a publicação:
Presidente das águias foi prestigiar efeméride do emblema Viola, que completou 100 anos, e foi convidado a regressar ao clube italianos
31 Ago 2026 | 13:33 |
Rui Costa marcou presença em Florença nas celebrações do centenário da Fiorentina. O Presidente do Benfica (que falou aos adeptos recentemente) foi convidado para as comemorações dos 100 anos do emblema italiano, assistiu ao encontro frente ao Frosinone e aproveitou a ocasião para reencontrar antigos companheiros e amigos do clube que representou entre 1994 e 2001.
Rui Costa: "Sou presidente do clube mais importante de Portugal..."
A ligação entre Rui Costa e a Fiorentina mantém-se forte, mesmo décadas depois da saída do antigo médio. Em declarações à comunicação social italiana, o presidente encarnado não escondeu a emoção por regressar a uma cidade que continua a ocupar um lugar especial na sua vida.
"Infelizmente não posso vir a Florença tantas vezes como gostaria. Estes encontros entre antigos companheiros são sempre muito bonitos. É uma honra estar aqui. Esta equipa, este clube e esta cidade significarão sempre muito para mim", afirmou.
Durante a passagem por Florença, Rui Costa foi também questionado sobre a possibilidade de um dia regressar à Fiorentina numa função diretiva: "Nunca escondi o que o Benfica significa para mim. Entrei no Benfica aos oito anos e hoje sou presidente do clube; é uma bela história de vida. Sou um privilegiado pelos clubes onde joguei e pelas cidades onde vivi", começou por dizer.
"Tenho um compromisso enorme, uma responsabilidade enorme. Sou presidente do clube mais importante de Portugal, o maior de Portugal e um dos maiores do mundo. Só posso pensar nisso e naquilo que tenho de fazer lá. E mais nada", rematou. Rui Costa mantém, assim, intacta a ligação emocional à Fiorentina, mas deixa claro que o presente e o futuro passam exclusivamente pelo Benfica, clube onde começou a formação aos oito anos e que hoje lidera enquanto presidente.
Águias dão início a novas modalidades no programa de associados e bilhetes podem render até mesmo cashbacks para os adeptos
29 Ago 2026 | 13:42 |
O Benfica vai implementar um novo modelo de acesso às Modalidades na época 2026/27, com o objetivo de valorizar a presença dos Sócios nos Pavilhões e premiar aqueles que acompanham regularmente as equipas ao longo da temporada e poderá resultar em até 115 euros de retorno aos sócios.
A principal novidade passa pela introdução de um sistema de cashback nos bilhetes das Modalidades. A partir desta época, os preços poderão variar de acordo com o jogo e a competição, mas o valor pago pelo Sócio será integralmente devolvido em Carteira Virtual sempre que este compareça no encontro e valide corretamente o acesso ao Pavilhão.
Para 2026/27, o Red Pass de uma modalidade terá um custo de 25 euros, enquanto o Red Pass Total Modalidades, que inclui as cinco modalidades, custará 115 euros. A renovação continuará dependente da Quota Modalidades estar regularizada até julho de 2027, inclusive. Um Sócio com Red Pass Total Modalidades receberá cashback correspondente aos 115€, desde que registe presença em pelo menos 60% da totalidade dos jogos incluídos no seu Red Pass.
O saldo será disponibilizado até 72 horas úteis depois do jogo e poderá ser utilizado posteriormente na compra de novos bilhetes, no pagamento de quotas ou na aquisição de produtos de merchandising do Benfica. Desta forma, os Sócios que marquem presença regularmente poderão recuperar sucessivamente o valor investido nos ingressos. Caso adquiram um bilhete mas não compareçam, contudo, não haverá lugar à devolução.
Também o Red Pass Modalidades passa a ser mais flexível. No momento da renovação, os Sócios poderão escolher quais das cinco modalidades de pavilhão pretendem incluir, garantindo acesso aos jogos das equipas masculinas e femininas da respetiva modalidade. Quem acompanhar apenas uma ou duas poderá optar por essas modalidades, enquanto o Red Pass Total continuará disponível para quem quiser apoiar todas as equipas.
Instituição bancária pretende desfazer-se de diversos créditos, imóveis e participações ligados ao empresário que liderou emblema da Luz
27 Ago 2026 | 15:23 |
O Novo Banco está a avançar com uma operação de grande dimensão para tentar recuperar parte da exposição financeira associada ao universo empresarial de Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica (que foi recentemente elogiado por Adel Taarabt). Em causa estão créditos, imóveis e participações em sociedades que representam uma dívida superior a 400 milhões de euros, acumulada pelo grupo desde os tempos do BES. O processo, conhecido como “Project Horizon”, está a ser conduzido pela KPMG.
A operação já entrou numa fase de abordagem ao mercado, com potenciais investidores a serem sondados. As propostas não vinculativas estão a ser analisadas e a expectativa passa por receber as ofertas vinculativas até outubro, com a conclusão do processo apontada ainda para este ano. O pacote colocado à venda reúne vários ativos problemáticos ligados a Vieira, numa tentativa do banco de encontrar uma solução mais abrangente para uma exposição que há vários anos procura recuperar.
Entre os bens abrangidos estão terrenos para construção em Loures, Vila Franca de Xira e Tavira, avaliados em cerca de 56 milhões de euros, embora sem licenciamento válido neste momento. Estes ativos servem de garantia para dívidas na ordem dos 65 milhões de euros. O processo inclui ainda um edifício de escritórios em Maputo, avaliado em aproximadamente 20 milhões de euros, com 17 pisos, uma ocupação de 35% e receitas anuais de cerca de 900 mil euros.
Também fazem parte da operação as participações do Novo Banco na Promovalor e na Inland, sociedades imobiliárias que passaram para o controlo da instituição após uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça. O banco ficou com 66,3% da Promovalor e 63% da Inland, mas atribuiu valor zero a essas participações no balanço. A KPMG procura, ainda assim, apresentar aos investidores uma possível margem de valorização, através da execução de direitos contratuais no valor de 352 milhões de euros que poderão permitir o acesso a património dos beneficiários efetivos do grupo.
O problema é que grande parte desta dívida já foi considerada perdida pelo Novo Banco e acabou coberta pelo Fundo de Resolução através do mecanismo de capital contingente. A instituição já tinha avançado anteriormente para a execução de vários ativos ligados a Vieira, incluindo ações que o empresário detinha na SAD do Benfica, vendidas posteriormente em leilão por mais de cinco milhões de euros. Agora, com o “Project Horizon”, procura encontrar compradores para o conjunto da exposição e recuperar, dentro do possível, parte de uma dívida que chegou a atingir os 466 milhões de euros em 2015.