Futebol
Craque do Benfica recorda vitória contra o Real Madrid: "Foi um momento inesquecível"
13 Fev 2026 | 14:44
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01 Out 2024 | 16:22 |
António Silva já fez história no Benfica ao alcançar a marca dos 100 jogos. Diante do Gil Vicente, o craque atingiu esse feito e, em conversa com António Bastos Lopes, o defesa encarnado analisou as próprias estatísticas.
António Silva: "Claramente que podiam ser mais"
"É uma boa média [oito golos em 100 jogos]. Claramente que podiam ser mais. Na primeira época, fiz muitos. Se não me engano, cinco. São bons números, e ainda os posso aumentar nos próximos jogos", começou por afirmar António Silva.
"Sim, sem dúvida [melhor aproveitamento das bolas paradas]. Aumentar os meus números de golos. Valoriza também muito aquilo que é um defesa central", referiu António Silva.
António Silva: "Mística do Benfica é um sentimento que percorre dentro de nós"
"A Mística do Benfica é um sentimento que percorre dentro de nós. Que, como toda a gente diz, é difícil de se expressar, mas é algo que me foi incutido desde que era pequenino, pelo meu pai. E era o ir ao estádio, sentir o estádio, ver os jogadores, tirar fotos com os jogadores”, lembrou António Silva.
“É algo que tento sempre levar para dentro de campo. O facto de ser Benfiquista, levá-lo para dentro de campo dá-me sempre uma força extra, dentro de campo. E saber que estou a lutar pelos adeptos, que sou um deles, que a minha família é do Benfica, acho que é muito por aí", atirou António Silva.
"O meu pai foi-me sempre contando histórias porque ele é de Moçambique e, na altura, o Benfica ia sempre jogar a Lourenço Marques. E ele sempre me contou a história de ver o Benfica a jogar lá quando era pequenino. Ele depois veio para Portugal, quando eu nasci, e depois levava-me sempre a mim e ao meu irmão, pelo menos duas a três vezes por ano, ao Estádio da Luz ver o Benfica. Depois eu vim para o Benfica e nós – eu, o meu pai e o meu irmão –, todos os fins de semana, fizemos sempre questão de ir ao estádio. E é isso, acho que agora é passar de geração em geração aquilo que é o sentimento do Benfica e viver o Benfica", finalizou António Silva.
Clique e assista às declarações de António Silva:
"Special One" voltou a recordar uma das partidas mais marcantes da história do Clube encarnado e da sua carreira como treinador
13 Fev 2026 | 15:55 |
José Mourinho falou sobre a vitória, no Estádio da Luz, frente ao Real Madrid (4-2) e que garantiu ao Benfica a presença no playoff da Liga dos Campeões. O técnico sublinhou a emoção que viveu no golo de cabeça de Anatoliy Trubin no último lance da partida.
J. Mourinho: "De perder a cabeça"
"É uma situação única. Já tinha ganhado numa situação parecida ao PSG (Como treinador do Chelsea), marcámos o golo da eliminatória aos 90 e qualquer coisa, mas foi um atacante a marcar, não um guarda-redes. Já tinha passado por ganhar a eliminatória no último lance do jogo, mas ser um guarda-redes a fazer um golo - e que golo - é efetivamente de perder a cabeça", contou, em entrevista à Champions League Magazine.
O timoneiro de 63 anos teve de conter um pouco mais nos seus festejos para respeitar o seu colega de profissão e antigo jogador, Arbeloa. "Tive aqueles três ou quatro segundos de perder a cabeças, mas depois o Arbeloa trouxe-me à terra porque apareceu-me à frente, abraçou-me e fez-me ter aquela coisa de "uau, não posso celebrar assim à frente dos meus amigos", disse.
J. Mourinho: "Foi uma vitória incrível"
José Mourinho sublinha que este resultado não foi frente a uma equipa qualquer. "Foi uma vitória incrível com o '"rei dos reis", com o "mr. Champions League" e foi de um significado muito grande. Independentemente do que aconteça no playoff com o Real, ou nos oitavos, nos quartos..., a maneira como nos qualificámos ficou na história da Champions, na do Benfica e na nossa própria história", afirmou.
O Benfica volta a entrar em campo já esta sexta-feira, dia 13 de fevereiro, frente aos insulares do Santa Clara. O encontro, a contar para a 22.ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da formação orientada por Petit, jogar-se-á às 18h30, no Estádio de São Miguel.
Clube encarnado liderou de forma confortável as receitas provenientes de competições da UEFA, deixando outros clubes bem atrás
13 Fev 2026 | 15:41 |
O Benfica foi o clube português que mais receitas arrecadou nas competições da UEFA na última década(2015-2025) Entre Champions League, Europa League e Conference League, os encarnados somaram números significativamente superiores aos restantes clubes nacionais, consolidando-se como a referência financeira do futebol português no período de análise.
No congresso anual da UEFA, em Bruxelas, na capital da Bélgica, foi revelado que no conjunto dos últimos 10 anos o Benfica arrecadou valores a rondar os 458,3 milhões de euros. Mais do Porto (438,5M), Sporting (223,5M) e Braga (114,2 milhões de euros).
Já na época transata, os clubes portugueses obtiveram um total de 159,7 milhões de euros nas provas europeias. O Benfica liderou o pelotão com 71,4 milhões, seguido por Sporting com 49 milhões e pelo Porto, que alcançou 16,5 milhões. O saldo mostra a diferença de capacidade financeira entre os clubes e a importância de se manterem presentes nas competições internacionais.
Vale a pena recordar que, já na presente edição da Liga dos Campeões, 2025/26, o Benfica voltou a reforçar os cofres europeus. Entre a entrada na fase regular, os coeficientes e a passagem ao 'play-off', disputado frente ao Real Madrid, os encarnados já garantiram cerca de 53 milhões de euros, valor que poderá aumentar em mais 11 milhões com um eventual apuramento para os oitavos de final.
Embora outros clubes tenham registado campanhas financeiras muito fortes, incluindo picos de receita em determinadas temporadas, o Benfica foi sempre a equipa com maior consistência em termos de retorno económico. A vantagem permite o reforço do plantel, investir na formação e manter uma presença competitiva nos torneios continentais.
Falta de minutos em jogos regulares pode afetar o seu desempenho e preparação para a prova internacional que terá lugar nos Estados Unidos, Canadá e México
13 Fev 2026 | 15:37 |
A chegada de Karim Benzema ao Al Hilal teve consequências diretas para Darwin Núñez, que acabou excluído da lista de inscritos para a liga saudita. A situação tem gerado preocupação na seleção uruguaia, principalmente com o Mundial de 2026 à porta.
Com a competição a ser disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, o antigo avançado do Benfica verá a sua utilização ao longo da temporada bastante limitada, participando apenas na Champions asiática e terá poucas oportunidades de manter ritmo competitivo, o que preocupa o selecionador Marcelo Bielsa.
A falta de minutos em jogos regulares pode afetar o seu desempenho e preparação para a prova internacional. O Al Hilal submeteu a lista final de inscritos para o resto do campeonato saudita à Comissão de Profissionalismo e Estatuto dos Jogadores da Federação Saudita de Futebol e não incluiu o nome do atleta.
O atacante, que foi contratado ao Liverpool no último mercado de verão por 53 milhões de euros, verá assim a segunda metade da época marcada por uma utilização reduzida. O jogador ainda esteve perto de abandonar o clube na última janela, mas a transferência que acabou por não se concretizar.
Na presente temporada, ao serviço do Al Hilal, Darwin Núñez - avaliado em 35 milhões de euros - já realizou o total de 23 partidas oficiais: 16 no Campeonato Saudita, cinco na Liga dos Campeões asiática e duas na Taça do Rei da Arábia Saudita. Nos 1.577 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou sete golos e cinco assistências.
Craque do Benfica recorda vitória contra o Real Madrid: "Foi um momento inesquecível"
13 Fev 2026 | 14:44
Mourinho alertou para relvado do Santa Clara - Benfica e Liga concorda
13 Fev 2026 | 12:21
Paulo Moreira elogia reforço do Benfica: "Tem características diferenciadas"
13 Fev 2026 | 12:54