Futebol
Gonçalo Ramos de saída do PSG? Ex Benfica pode servir moeda de troca e rumar a Madrid
14 Mai 2026 | 13:19
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25 Out 2024 | 11:54 |
A titularidade de Nicolás Otamendi pode estar em risco no Benfica. Depois de ter participado em seis dos sete encontros – apenas falhou a partida com o Pevidém para a Taça de Portugal - sobre as ordens de Bruno Lage, o capitão do Glorioso pode estar em risco de não fazer parte do onze diante do Rio Ave.
Segundo avança esta sexta-feira, 25 de outubro, o jornal Record, face à exibição menos conseguida frente ao Feyenoord, tendo ficado mal na fotografia nos dois primeiros golos da turma neerlandesa, o estatuto de titular indiscutível começa a ser colocado em causa, numa altura em que nos seis golos sofridos na era de Bruno Lage, o camisola 30 do Glorioso ficou ligado a quatro deles.
Recorde-se que depois do encontro referente à terceira jornada da Liga dos Campeões, o capitão do Glorioso foi alvo de algumas críticas devido à sua exibição, sendo que o mesmo deu a cara após o desaire: "Vamos procurar na próxima partida somar mais 3 pontos. Está claro que vamos descansar e no fim de semana tentar dar uma melhor versão. As coisas não saíram como queríamos, mas preparamo-nos para que no fim-de-semana seja melhor e possamos conseguir a vitória".
Valer também referir que Nicolás Otamendi acaba contrato com o Benfica no próximo verão. Desta forma, o experiente central tem recebido abordagens vindas da Argentina, como tem sido o caso do River Plate que, recentemente, voltou a definir uma estratégia para assegurar a sua contratação já em janeiro.
Nicolás Otamendi - atualmente avaliado em 1 milhão de euros - está ao serviço do Glorioso pela quinta época consecutiva. Em 2024/25, o atleta foi a jogo em oito ocasiões (Casa Pia, Estrela da Amadora, Moreirense, Santa Clara, Estrela Vermelha, Boavista, Gil Vicente, Atlético de Madrid e Feyenoord), somando um total de 725 minutos, um golo e duas assistências. Já na temporada 23/24, o central marcou presença em 51 embates, somando quatro golos e ainda duas assistências.
Comentador teceu duras críticas ao futebol apresentado pelo emblema encarnado e aponta vários culpados para momento vivido pelo Clube
14 Mai 2026 | 16:53 |
Rui Calafate considera que a passagem de José Mourinho pelo Benfica terminou em claro fracasso e que o futebol praticado chegou a ser "miserável". O comentador começa por abordar os rumores que ligam Mourinho ao Real Madrid e aponta diretamente para a influência de Jorge Mendes na construção desse cenário.
“Há várias semanas que se pressente que Jorge Mendes é a mão que embala o berço na construção da narrativa de que o Messias que vai meter a casa do Real Madrid em ordem é José Mourinho”, escreveu no jornal 'Record'. O analista sustenta, no entanto, que o regresso do treinador ao Santiago Bernabéu está longe de gerar unanimidade.
“Iker Casillas, que não morre de amores pelo ex-técnico, disse algo que é verdadeiro: há outros treinadores em melhor momento de carreira para assumir o seu clube do coração. Mourinho tem pergaminhos, números e títulos no Santiago Bernabéu, contudo, agora joga apenas com a perceção criada de que é a sua pretensa mão de ferro que vai esmagar o clima de guerra no balneário”.
A crítica estende-se depois ao trabalho realizado no Benfica, que Rui Calafate considera insuficiente em todos os aspetos: “O declive evidente do seu trajeto ganhador, bem como esta passagem pelo Benfica não são um bom cartão de visita. É óbvio que, para os benfiquistas, há uma enorme impaciência pela falta de ação do presidente que foi reeleito por ter contratado José Mourinho e que passou a contestado e insultado pelo insucesso do mesmo José Mourinho”.
R. Calafate: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável"
Na reta final da crónica, Rui Calafate deixa uma conclusão forte: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável, modelo assente em futebol cínico onde os encarnados nunca estiveram confortáveis em posse e domínio, para lá de vários ativos se terem depreciado. Sejamos claros: José Mourinho falhou no Benfica e com isso hipotecou definitivamente o sonho de comandar a Seleção Nacional. Perdeu encanto e unanimidade, banalizou-se. Que siga para Madrid”
Relembrando a posição que tomou na altura face ao polémico caso com Gianluca Prestianni, ex jogador das águias recorda críticas de que foi alvo
14 Mai 2026 | 16:32 |
Luisão, antiga glória do Benfica, recordou os insultos de que foi alvo por parte de alguns adeptos encarnados a propósito do caso entre Vinícius Jr. e Gianluca Prestianni. O ex defesa defendeu-se das críticas e recordou o estado em que o Clube da Luz se encontrava quando foi contratado, em 2003.
Luisão: "Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Fiquei contra o ato em si"
"Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Não foi fácil porque foi um jogo contra o meu ex-clube, mas em nenhum momento estive contra a instituição. Fiquei contra o ato em si. Foi duro porque levei porrada de tudo quanto é lado nas minhas redes sociais e inclusive gente de dentro do Benfica colocou o meu caráter em dúvida indevidamente", disse, em declarações ao 'Flashscore'.
O antigo internacional brasileiro salientou que tomar esse tipo de posição era uma questão de "orgulhar" os pais: "Mas eu tenho que orgulhar o meu pai e a minha mãe eu não tenho que orgulhar o adepto, ou ficar em cima do muro só porque estive 15 anos como jogador [no Benfica] e 26 contando com o tempo como diretor", salientou o antigo internacional brasileiro."
Luisão: "Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz"
Sobre o castigo aplicado a Gianluca Prestianni, Luisão considerou que a UEFA foi um "pouco mentirosa" e que, neste caso, não ajudou a combater o racismo no desporto. "Antes de ser insuficiente, eu acho que foi um pouco mentirosa. A UEFA não puniu o Prestianni por racismo e sim por homofobia com seis jogos. Então foi uma maneira de camuflar e tudo continua igual", apontou.
Nesse mesmo sentido, o ex Benfica considerou a decisão como "infeliz": "Vai acontecer de novo. Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz. A causa tinha que ficar clara e não ficou, não ficou porque quis subestimar a nossa inteligência, a dos adeptos e a dos jogadores, e eu não concordo com isso."
Luisão: "Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me"
Luisão contou ainda que foi muito insultado por adeptos benfiquistas por ter tomado esta posição: "[Recebi] um ou outro apoio e o resto foram insultos. Chamaram-me 'macaco', Judas, 'não voltes mais ao clube, sai do mural'. Só que os números dizem tudo, não é? Não querendo ser orgulhoso, mas sou o segundo jogador com mais jogos e o primeiro com mais títulos", destacou, de seguida relembrando os primeiros tempos na Luz.
"Quando cheguei lá, o Benfica estava entregue aos bichos. Mas depois em Lisboa tudo foi diferente. Quando fui lá, andava pelas ruas e toda a gente dizia: 'Eu sou benfiquista, parabéns pelo teu comportamento. Foste corajoso'. Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me", concluiu.
Após o Rosario Central - Racing Club, em resposta ao que foi dito por Diego Milito, presidente da equipa visitante, antigo extremo encarnado não ficou calado
14 Mai 2026 | 16:24 |
O Rosario Central recebeu e venceu o Racing Club, por 2-1, nos quartos de final do Torneio Apertura da Argentina, na madrugada desta quinta-feira. Após a partida, Diego Milito, antigo avançado e agora presidente do emblema de Avellaneda, considerou que a sua equipa foi "roubada". Ángel Di María - que foi protagonista em reviravolta épica - não gostou do que ouviu e respondeu.
Diego Milito: "Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa"
"Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa. (...) Temos de fazer alguma coisa. Estou disposto a começar a reconstruir de uma vez por todas o futebol argentino", atirou Milito, em declarações aos jornalistas.
Nesse mesmo sentido, o agora presidente considerou que o futebol argentino está "podre" e que "não dá para mais". O Racing, que foi eliminado no prolongamento, terminou a partida com apenas nove elementos e sugeriu que o campo estava inclinado.
Ángel Di María: "Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube"
Foi então que surgiu, através das redes sociais, a resposta de Di María. "Como incomoda que o Central lute por tudo; como incomoda que ganhem as equipas do interior. Ninguém assume a responsabilidade pelas derrotas. Hoje é mais fácil atacar o Central do que fazer o 'mea culpa' (minha culpa) e corrigir os próprios erros", escreveu, de seguida destacando a "hipocrisia" sentida.
"Da quantidade de vezes que o Central foi prejudicado por decisões de arbitragem ninguém disse nada, mas hoje as decisões são todas erradas... que loucura, não é? Antes debatiam-se tanto os penáltis e os cartões amarelos? Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube", referiu, continuando a criticar a realidade do futebol argentino.
Ángel Di María: "Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina"
"Não nos calamos mais; o interior cresce e isso dói, incomoda e chateia (...) Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina. Para quê? Para que digam apenas que somos ajudados? Que o futebol está manchado? O futebol não está manchado. Agora somos todos iguais e é isso que incomoda", concluiu o antigo extremo do Benfica.
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