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Futebol

Vivos, Schjelderup e estratégia: o que disse José Mourinho após o Sporting - Benfica

No final da partida, treinador de 63 anos marcou presença na conferência de imprensa, onde partilhou o seu ponto de vista em relação ao dérbi

No rescaldo da partida entre o Benfica e o Sporting, José Mourinho analisou o desfecho do dérbi lisboeta. Fotografia: SL Benfica
No rescaldo da partida entre o Benfica e o Sporting, José Mourinho analisou o desfecho do dérbi lisboeta. Fotografia: SL Benfica

20 Abr 2026 | 08:20 |

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José Mourinho não escondeu a satisfação pelo triunfo diante do eterno rival, em Alvalade (2-1). No entanto, no decorrer da conferência de imprensa, o técnico de 63 anos recordou que o Benfica ainda está dependente dos resultados do Sporting, nas próximas jornadas, para conseguir fechar o objetivo principal da época. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.


Como descreve a forma como os jogadores colocaram em prática o plano de jogo e o sentimento com que fica?


"O sentimento é que estamos vivos na corrida pelo segundo lugar, mas que dependemos de outros resultados. Daí a minha frustração depois do jogo com o Casa Pia porque o objetivo era vir aqui jogar pelo segundo lugar de maneira absoluta e não de maneira relativa. Acabámos por ganhar e continuamos a não ter o controlo do nosso destino. Obviamente temos que ganhar os 4 jogos que faltam, de dificuldade alta, mas dependemos dos resultados do Sporting. Era a última bala que tínhamos e não a desperdiçamos. Os jogadores fizeram um ótimo jogo num grande jogo. Eu acho que é um grande jogo. Eventualmente depois do 1-1, se o Sporting está contente com o empate ou o Benfica está contente, seria um jogo de controlo. Eu o Rui sabíamos que íamos à procura de mais. Isso trouxe beleza ao jogo, um jogo aberto. Tinha 3 atacantes frescos muito bons em campo aberto. Inverti as coisas. Quando jogava Ivanovic era para Ivanovic esticar. Com Pavlidis era para Pavlidis baixar num espaço que estava a ficar grande e depois atacar espaços com Rafa e Lukebakio frescos. Fomos nós os felizes. Acho que o Rui também mexe bem no jogo. O empate surge na sequência das mdoificações. Atacou mutio pelos flancos. É um grande jogo. Não vi ao detalhe, mas também estamos a falar de uma arbitragem boa. Inclusivamente, no nosso segundo golo, acho que é penálti claro, mas o árbitro teve a classe e leitura para deixar afzer golo sem necessidade de marcar penálti. Estádio fantástico, lindo. Antes do jogo, tive um pouqinho de tempo para comentar com a minha gente".


O Benfica foi mais feliz ou melhor estratega?

"As grandes oprtunidades são nossas depois do golo. A do Barreiro, é uma grande jogada do Lukebakio. Ele aparece sozinho ao segundo poste. Até posso estar a ser injusto, mas em vez de atacar a bola com a parte de fora do pé direito, ataca com a parte de dentro do pé esquerdo acho que é fácil... antes disso, o Schjelderup tem uma ou duas que normalmente faz. O jogo é rico. O facto de o empate não servir nenhum para nenhum dá uma riqueza extra para os últimos 15-20 minutos. Em condições normais, imagine você, que o empate chega para Benfica ou Sporting... entrava num jogo de controle em vez de fazermos substituições de risco, fazíamos de controle. A ganhar 1-0, pouco antes de sofrermos o golo, estava quase a meter o Bah para fechar dentro com o António e o Dedic por fora a defender como quinto home. O Sporting faz golo e eu já não faço. É um jogo que obrigou os treinadores a irem à procura de ganhar. Podíamos ter empatado, que seria mau para as duas equipas, mas acho que o Benfica faz um grande jogo e merece ganhar".


Schjelderup tem vindo a crescer e hoje voltou a assumir protagonismo... era suposto ser ele a bater o penálti?

"O marcador de penáltis seria sempre o Palvidis, sem dúvida absolutamente nenhuma. Um penálti com Palvidis no banco, tínhamos dois jogadores... um deles era o Andreas. De acordo com o feeling. Ele está num bom momento, num momento de autoestima grande. Obviamente que conto com ele para a próxima época. Os treinadores querem sempre contar com os melhores jogadores, com aqueles que tiveram mais evolução. Nestes 7 meses, os jogadores que tiveram maior evolução são os que entram nas minhas prioridades. Sabíamos que este era um jogo que se podia decidir na loucura dos últimos minutos, para os dois lados. Eles podiam ganhar. Quandor normalmente o Benfica vem a Alvalade, sair com um empate é aceitável. Hoje não era assim. Sabíamos que o jogo podia ser resolvido na loucura. Ter no banco estes 3 atacantes... mesmo quando o Sporting estava a dominar, sentia-se que o Benfica podia marcar. E isso inibe o adversário de ser verdadeiramente ofensivo".

Já disse que o Benfica tem que vencer todos os jogos. Pensando no calendário do Sporting, do que tem visto o seu feeling diz-lhe que o Sporting ainda vai deslizar?

"Não tenho feeling. O Sporting joga muito , tem uma excelente equipa. Mesmo estando aqui e não querendo faltar ao respeito aos donos da casa, acho que tiveram vários jogos esta época que podiam perfeitamente ter perdido pontos. Não os perderam e não foi por mérito deles".

Qual o impacto desta vitória? No final do jogo aponta para as suas iniciais e para a cabeça... o que quer dizer com isso?

"Interprete como quiser. Deixo ao seu critério e interprete como quiser. [Jornalista pergunta se não pode dar a interpretação do que fez...] Não. Porque é que hei-de dar a minha interpretação? Podem mudar a narrativa... o Benfica não perdeu nenhum dos 5 jogos grandes de campeonato. Ainda jogamos com o Sp. Braga, mas vamos ver se conseguimos ganahr esse também. O impacto... se há uma coisa que é difícil é manter um nível de ambição, profissionalismo quando se está fora dos objetivos. A coisa mais natural nesta temporada seria o Benfica colapsar. Porque o Benfica desde o primeiro dia deste campeonato nunca esteve onde quer estar. Quando empata o primeiro jogo, já não está em primeiro lugar. Estamos na 30.ª jornada... isto é uma coisa que faz mal, que pode desmotivar, baixar a guarda. E se há mérito nestes jogadores é que, estando sempre fora, mantivemos sempre o respeito pelo clube, adeptos, por nós próprios. E vamos, resiliência... e o FC Porto e o Sporting também ganhava. E nós ganhávamos e o fiscal de linha enganava-se e marcava canto e o Sporting ganhava. E nós ganhávamos. Depois o FC Porto no último minuto, o Fofana tropeçou e o FC Porto ganhou. Este tipo de resiliência é mérito dos jogadores, que tiveram alguns momentos como com o Casa Pia, que é um jogo que me mata. Mata-me porque é antinatura do que somos e deixa-nos sem controlar nada. É o Sporting que estava em controle".

Fiquei com a sensação que Schjelderup saiu com cansaço ou algum problema. Pedia que esclarecesse... depois sabemos que tem por regra não falar com os jogadores depois dos jogos. Mudou alguma coisa hoje? Falou com eles?

"Não... Um abraço, uma palmada. Não fui fazer discurso nenhum. Sei que é um dérbi, que era a última bala que tínhamos, não sei como se chama a peça da pistola... como dizia ontem, mesmo que fosse num torneio no Algarve é sempre um dérbi, é diferente de todos os jogos, mas não ganhámos nada. Ganhámos um jogo ao Sporting e nada mais. Amanhã é livre, terça trabalho e jogo com o Moreirense no sábado".

O que pretendia com este meio-campo?

"Há duas coisas distintas. Uma é a pressão alta e outra baixar o bloco. Com o bloco baixo, aquilo que queriamos fazer com o Ríos e o Aursnes era controlar o jogo entrelinhas, quando aparece o Pote ou o Trincão, mas também acompanhar os movimentos em profundidade que o Sporting faz melhor do que ninguém. O Sporting tem quatro, cinco, seis jogadores que atacam profundidade e queria que os médios contrlassem esses movimentos. Para o fazer precisava de outro médio quando o bloco baixava e esses jogadores saíam na profundidade, precisava de outro médio que me fechasse a zona central, de maneira a que quando o bloco tivesse baixo nós tivessemos compactos. Rafa e Sudakov são dois 'dezes' que não o fazem. Fazem pressão na frente, mas não controlam o que está por trás. O Barreiro faz. Foi assim que foi crescendo no início da minha chegada e sabia que ia fazê-lo muito bem. Mesmo empatado, não quis mexer naquela organização, mas sim nos 3 da frente. E acho que é aí que viramos do mínio do Sporting, que é inverter o papel do atancate. Em vez de ser um para a profundidade, era um para baixar. E pronto... correu bem".


Futebol

Benfica responde à ausência de António Silva nos convocados para o Mundial

Em reação à decisão de Roberto Martínez relativamente à lista anunciada, Clube da Luz recorreu às redes socias para prestar apoio ao central encarnado

Depois de Roberto Martínez divulgar os eleitos da Seleção Nacional para o Mundial, o Benfica publicou uma mensagem de apoio a António Silva nas redes sociais
Depois de Roberto Martínez divulgar os eleitos da Seleção Nacional para o Mundial, o Benfica publicou uma mensagem de apoio a António Silva nas redes sociais

20 Mai 2026 | 17:58 |

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O Benfica reagiu na última terça-feira à ausência de António Silva da lista de convocados de Portugal para o Mundial'2026. Horas depois de Roberto Martínez divulgar os eleitos da Seleção Nacional, o Clube da Luz publicou uma mensagem de apoio ao defesa-central nas redes sociais.


Um de nós”, escreveram as águias, acompanhando a frase com uma fotografia do internacional português vestido com as cores encarnadas. Antes dessa publicação, o Benfica já tinha destacado as chamadas de vários jogadores às respetivas seleções. Dodi Lukebakio, Sidny Cabral, Amar Dedic e Tomás Araújo mereceram destaque, após serem convocados para Bélgica, Cabo Verde, Bósnia e Herzegovina e Portugal, respetivamente.


Recorde-se que Roberto Martínez explicou a ausência de António Silva da convocatória final, garantindo, ainda assim, que o central do Benfica será o primeiro nome a ser chamado caso exista algum problema físico entre os defesas atualmente selecionados para representar Portugal no Mundial'2026.


"António Silva? Temos cinco centrais, trabalhámos com eles e, em março, precisámos de escolher. Esperávamos adversários diferentes, e a escolha recaiu sobre o Tomás Araújo", explicou Martínez, quando questionado sobre algumas das decisões em relação ao lote de convocados.

Na temporada 2025/26, ao serviço do Benfica, António Silva – avaliado em 28 milhões de euros – realizou 41 partidas oficiais: 25 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 3.118 minutos que esteve em campo, o defesa marcou um golo e registou uma assistência.


Confira a publicação feita pelo Benfica: 


Futebol

Ruben Amorim ou Marco Silva? Rui Malheiro 'escolhe' futuro do Benfica: "Vantagem inicial é de..."

Numa altura em que a saída de José Mourinho do Clube da Luz ganha cada vez mais força, analista português 'decide' melhor cenário

 Rui Malheiro decidiu analisar alguns pontos importantes entre Marco Silva e Ruben Amorim, treinadores estes apontados ao Benfica
Rui Malheiro decidiu analisar alguns pontos importantes entre Marco Silva e Ruben Amorim, treinadores estes apontados ao Benfica

20 Mai 2026 | 17:12 |

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Numa altura em que Marco Silva ou Ruben Amorim são os treinadores apontados a colmatar a possível saída de José Mourinho em direção ao Real Madrid, Rui Malheiro decidiu analisar alguns pontos importantes entre os dois técnicos portugueses.


Rui Malheiro: "Amorim é quem mais garante continuidade ao ADN benfiquista. Mas Marco Silva terá contacto com um clube que produz tanto talento"


"O contraste é nítido. Amorim trabalha uma estrutura única — 3x4x2x1 com desdobramentos para 3x2x5/3x1x5x1, alas como faixa larga absoluta e pressão alta iniciada pelo trio atacante. Marco Silva, adepto declarado do jogo posicional, opera num 4x2x3x1 em cerca de 65% dos jogos, com mutações para 4x3x3 e, contra adversários de topo, se sentir necessidade, de recorrer a três centrais (3x4x3 ou 5x3x2 defensivo)", começou por analisar ambas estruturas táticas, escrevendo ao jornal Record.


De seguida, Rui Malheiro visou o tema em torno da aposta na formação: "Aqui o desnível é grande. Amorim é formativo por convicção, Marco Silva é-o por circunstância. Pelo passado, Amorim é quem mais garante continuidade ao ADN benfiquista. Mas Marco Silva terá, pela primeira vez se exceptuarmos o Sporting, contacto com um clube que produz tanto talento."

Rui Malheiro: "Amorim precisa de reconstruir o plantel à sua imagem; Marco Silva pode aproveitar grande parte do que existe"


Ao abordar a adaptação ao atual plantel do Benfica, o também comentador entendeu: "Amorim precisa de reconstruir o plantel à sua imagem; Marco Silva pode aproveitar grande parte do que existe. O 'trade-off' é claro: Amorim oferece identidade nova ao custo de uma janela refundadora; Marco Silva oferece transição suave ao risco da banalidade. A pergunta para Rui Costa é o que prefere: investimento estrutural ou continuidade pacífica."

Passando para a influência com a direção, staff de futebol e acerto no mercado, o especialista português declarou: "As personalidades de gestão são quase opostas. Amorim exige centralidade decisória. Marco Silva trabalha colegialmente. Para Rui Costa, Amorim implica conceder poder e ter um treinador pára-raios; Marco Silva instala-se sem fricção institucional, mas fará exigências."

Rui Malheiro: "Amorim é o melhor comunicador da sua geração no futebol português. Marco Silva é sereno, profissional, sóbrio"

Analisando o último ponto, Rui Malheiro tratou do poder de comunicação dos dois treinadores: "Aqui o desnível aparenta ser gigantesco, mas é bastante ambíguo. Amorim é o melhor comunicador da sua geração no futebol português. Articulado, acutilante, carisma genuíno, a frase que crava sem cair no barroco. Marco Silva é sereno, profissional, sóbrio: não vive de 'soundbites', prefere a substância à imagem", referiu.

"A vantagem inicial é toda de Amorim, mas é uma vantagem que se paga caro: a franqueza que o eleva quando ganha, pois pode expô-lo quando perde, e na Luz, com apenas 1 título nacional em 7 anos, a pressão multiplica-se mesmo para quem será recebido como o filho pródigo que realmente é. Marco Silva oferece tranquilidade, onde Amorim oferece eletricidade. Prefere a substância e a sobriedade à imagem e à guerrilha", concluiu.


Futebol

Antes do Al Nassr - Damac, Jorge Jesus lança mote e lembra tempos difíceis: "Tudo abanou..."

A algumas horas do encontro que pode dar o título de campeão da Arábia Saudita aos amarelos de Riade, antigo treinador encarnado recorda altos e baixos

Antes do Al Nassr - Damac, Jorge Jesus recordou o caminho percorrido desde o início da temporada numa crónica marcada por altos e baixos
Antes do Al Nassr - Damac, Jorge Jesus recordou o caminho percorrido desde o início da temporada numa crónica marcada por altos e baixos

20 Mai 2026 | 16:50 |

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Antes do derradeiro encontro que pode dar o tão desejado título de campeão, Jorge Jesus, antigo treinador do Benfica em duas passagens, recordou o caminho percorrido desde o início da temporada numa crónica marcada por altos e baixos. Contudo, o técnico português reconhece a dominância de apenas uma equipa durante toda a época na liga: o Al Nassr.


Jorge Jesus: "A primeira tarefa que tinha pela frente passava por fazer o Al Nassr subir vários patamares competitivos"


"Quando José Semedo (CEO) e Cristiano Ronaldo me convidaram há um ano para liderar o Al Nassr pediram-me ‘apenas’ uma coisa: queriam a equipa a lutar pelo título de campeão da Arábia Saudita. Decidi juntar-me a eles para tentar dar essa alegria a dirigentes, jogadores, funcionários e adeptos, todos a querer algo que parecia inalcançável", começou por escrever ao Jornal Record.


"A primeira tarefa que tinha pela frente passava por fazer o Al Nassr subir vários patamares competitivos. Tínhamos de garantir solidez para não deixar fugir os principais adversários na fase inicial. E a forma como entrámos no campeonato, com 10 vitórias consecutivas, levou-nos a ter êxito na primeira meta traçada. No final da primeira volta, quatro equipas podiam chegar ao título, só o Al Ittihad ficara para trás", frisou.

Jorge Jesus: "Dar à equipa a competitividade necessária para poder discutir o título até ao final foi uma vitória, foi o cumprir da missão que me tinha sido pedida"


"Em finais de dezembro, uma convulsão interna fez abanar a estrutura que me dava todo o suporte. A direção retirou capacidade de ação a José Semedo e Simão Coutinho no preciso momento da reabertura do mercado, e nessa ocasião a intervenção de Ronaldo foi decisiva para que tudo voltasse à normalidade", lembrou Jorge Jesus - que reagiu à recente derrota.

"Dar à equipa a competitividade necessária para poder discutir o título até ao final foi, desde logo, uma vitória, foi o cumprir da missão que me tinha sido pedida. Claro que isso significou um desgaste muito grande para os jogadores e como resultado desse esforço tivemos lesões nesta fase final que nos obrigaram a criar soluções de recurso. Isso faz parte do futebol, principalmente quando se tem plantéis curtos", destacou.

Jorge Jesus: "Se vencermos o Damac, seremos campeões sauditas e tornaremos real o sonho de vários milhões de adeptos"

"Como resultado de uma época muito desgastante, mas também de enorme entrega de todos, chegámos ao momento-chave: quinta-feira, se vencermos o Damac, no nosso estádio, seremos campeões sauditas e tornaremos real o sonho de vários milhões de adeptos. Iremos além daquilo que foi pedido. Para nós será o jogo mais importante do ano", concluiu.


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