Futebol
Vieira diz que chegada de Palhinha ao Benfica "deixa Sporting a arder"
27 Ago 2026 | 15:20
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13 Abr 2024 | 11:18 |
A treinadora da equipa de futebol feminino do Sporting, Mariana Cabral, esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao dérbi frente ao Benfica, na passada sexta-feira, dia 12 de abril, onde rasgou vários elogios ao Clube da Luz, analisando o embate entre os dois rivais.
"Nós neste momento temos de olhar para nós, temos de olhar para aquilo que queremos fazer, para aquilo que queremos melhorar, não só em relação ao próximo jogo, mas na totalidade, na globalidade da equipa. Porque a verdade é que, se falarmos de campeonato, nós ganhámos ao Benfica, mas não é isso que nos fez estar na segunda posição. Foram outros jogos em que nós estivemos por cima, devíamos ter conquistado esses pontos, deixámos esses pontos voar. E portanto acho que aprendemos depois disso e melhorámos contra equipas com blocos mais baixos. Agora o nosso objetivo é melhorar em todos os jogos, crescer e neste jogo obviamente é ganhar. O resto é o que der", começou por dizer a técnica verde e branca.
A técnica continua sobre a grande quantidade de partidas já feitas com as águias: "Nós já nos conhecemos muito bem, o Benfica conhece muito bem a Sporting, o Sporting conhece muito bem o Benfica, mas a cada jogo há sempre pormenores que vão mudando, tanto de um lado como do outro lado, defensivamente e ofensivamente. Isso é interessante porque obriga-nos a tentar a perceber o que é que mudou do lado de lá e o que é que nós temos a ajustar. E do outro lado também ajustam uma coisa ou outra em relação àquilo que nós pretendemos fazer. Nesse sentido acho que é um jogo muito interessante em termos coletivos, além obviamente da qualidade individual das jogadoras, que é excecional, são das melhores jogadoras de Portugal".
"Não vou agora dar trunfos ao adversário, mas toda a gente sabe que o Benfica tem uma equipa muito boa. Aliás, toda a gente viu isso perfeitamente na Liga dos Campeões contra o Lyon e não só. Individualmente é muito forte, mas coletivamente também é uma equipa que, na forma como marca praticamente individual, quer defender muito para a frente com risco máximo lá atrás. Isso traz vantagens, mas às vezes também traz alguns prejuízos. Queremos que traga mais prejuízos do que vantagens. Sabemos que têm muita qualidade, mas nós também temos muita qualidade. Têm sido jogos muito competitivos, muito bem disputados e creio que são jogos que, independentemente das competições, podem cair sempre para qualquer um dos lados", continua sobre os pontos fracos e fortes da equipa de Filipa Patão.
"O nosso analista praticamente está de férias esta semana, está sempre a analisar a mesma coisa. Faz parte, obviamente é uma sequência diferente, estranha, porque são três jogos seguidos e depois há uma semana em que intercalamos e depois voltamos a jogar, mas a verdade é que por mim jogava todas as semanas com o Benfica, sem desprimor para as outras equipas, mas é um dérbi, um jogo super intenso, em que toda a gente gosta de jogar, toda a gente está focada, toda a gente quer fazer tudo e porque é um jogo muito competitivo e é isso que nos faz crescer. São jogos difíceis, em que nós nunca sabemos bem o que é que vai acontecer e acho que isso tem acontecido, não só com o Benfica, mas com muitas das equipas da Liga BPI. É um sinal de crescimento da Liga e isso é importante que aconteça, porque quanto mais competitividade houver, melhores seremos", termina sobre a sequência de partidas frente ao Benfica, que está a aproximar-se.
O Benfica e o Sporting entram em campo no próximo domingo, dia 14 de fevereiro, para discutirem a 19.ª jornada do Campeonato Nacional Feminino. O encontro terá como palco o estádio Aurélio Pereira e tem apito inicial marcado para as 17h15.
Após 139 jogos e muitos títulos conquistados, atleta deixa as águias com um acordo de rescisão amigável e agora seguirá novos rumos
27 Ago 2026 | 17:32 |
É oficial. O Benfica anunciou, esta quinta-feira, a saída de Beatriz Cameirão. A centrocampista rescindiu o contrato profissional com o Clube da Luz por mútuo acordo, ficando agora livre para abraçar um novo desafio na carreira.
Natural de Reguengos de Monsaraz, a internacional portuguesa fez grande parte da sua formação de águia ao peito, antes de representar o Damaiense entre 2022 e 2024. Posteriormente, regressou ao Benfica para integrar novamente o plantel da equipa feminina, onde se afirmou como uma das peças importantes do grupo.
Ao longo da passagem pela equipa sénior, Beatriz Cameirão realizou 139 partidas e conquistou 11 troféus. O palmarés da médio inclui quatro Ligas BPI, três Taças da Liga, duas Taças de Portugal, uma Supertaça e ainda um Campeonato da 2.ª Divisão, conquistado na temporada em que realizou a estreia oficial.
A saída da futebolista representa, por isso, o adeus de uma jogadora que deixou uma marca significativa no percurso recente da equipa feminina encarnada. Foram anos recheados de títulos, mas também de dedicação e compromisso com a camisola do Benfica.
O Clube da Luz fez questão de destacar precisamente essas características, elogiando o espírito competitivo, o profissionalismo e "a alegria contagiante que Beatriz Cameirão sempre demonstrou no seio do grupo de trabalho". Por outro lado, Demehin Blessing é reforço.
Responsável por comandar a partida válida pela 4ª jornada da Liga Portugal apitou duelo que levou aos nervos os adeptos encarnados
27 Ago 2026 | 16:39 |
O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol divulgou, esta terça-feira, as nomeações para a 4.ª jornada da Liga Betclic. Hélder Carvalho foi o escolhido para dirigir o Benfica-Estoril, encontro que encerra a ronda e está marcado para segunda-feira, às 20h15, no Estádio da Luz, duelo que deve marcar a estreia de João Palhinha pelo Glorioso.
O árbitro volta, assim, a encontrar o Benfica depois de ter dirigido o último encontro das águias frente ao Casa Pia, em Rio Maior. A partida terminou empatada a uma bola e ficou marcada por um momento de tensão junto aos bancos de suplentes, envolvendo elementos das duas equipas técnicas.
O episódio colocou frente a frente Marco Aurélio Santos, diretor para o futebol do Casa Pia, e Pedro Machado, então adjunto de José Mourinho no Benfica. A situação acabou por ser registada no relatório, com o documento disciplinar a descrever uma troca de palavras mais acesa entre os intervenientes.
Segundo o relatório, o incidente teve início depois de um dos elementos ter abandonado a respetiva área técnica. Pedro Machado terá tentado retirar a bola das mãos do dirigente casapiano, momento em que foram proferidas expressões mais fortes: “Dá-me a bola, car...!”
Dentro das quatro linhas, o Benfica chegou a colocar-se em vantagem aos 68 minutos. Andreas Schjelderup encontrou Richard Ríos, com o internacional colombiano a não desperdiçar a oportunidade para inaugurar o marcador. Contudo, a vantagem encarnada durou apenas 11 minutos.
Aos 79', uma má decisão de António Silva acabou por ser aproveitada pelo Casa Pia, que restabeleceu a igualdade. O Benfica ainda procurou o golo da vitória nos minutos finais e lançou-se ao ataque, mas o resultado não voltou a sofrer alterações, ficando o encontro marcado pela igualdade
Médio não poderá utilizar número que mais vezes envergou na carreira pois já está ocupado nas águias, mas deu um jeito de seguir antigo costume
27 Ago 2026 | 16:18 |
João Palhinha chegou ao Benfica com a missão de assumir o lugar ‘6’ no meio-campo de Marco Silva, mas não poderá utilizar o número que tanto aprecia na camisola. O motivo tem nome e apelido: Alexander Bah, dono do 6 desde a chegada ao Clube da Luz, em 2022.
Perante a indisponibilidade do número, o internacional português teve de escolher uma alternativa, algo a que, de resto, está bastante habituado ao longo da carreira. Palhinha já passou por vários clubes e raramente conseguiu manter o mesmo dorsal, mas há um detalhe que se repete praticamente sempre: o número 6 continua presente na camisola.
No Benfica, o médio vai vestir o número 36, um dorsal que nunca tinha utilizado enquanto jogador sénior. A escolha permite-lhe, ainda assim, manter o algarismo que o acompanha há vários anos, numa espécie de tradição pessoal que ganhou força ao longo da carreira.
Quando começou a afirmar-se no Sporting, Palhinha utilizava o 66, antes de vestir o 60 durante os empréstimos ao Moreirense e ao Braga. Foi apenas no regresso a Alvalade que conseguiu finalmente assumir o número 6. A passagem pelo futebol inglês trouxe novamente uma mudança: no Fulham, o português utilizou o 26, enquanto no Bayern Munique envergou o 16. Já no Tottenham, na temporada passada, voltou a recuperar o histórico 6.
Agora, no regresso a Portugal e numa nova aventura com a camisola do Benfica, Palhinha terá de se contentar com o 36. O número 6 fica para Bah, mas o reforço encarnado leva consigo a tradição de manter o algarismo que tanto o identifica.