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Oficial! Rui Costa arregaça mangas e contrata muralha para a defesa do Benfica
21 Ago 2026 | 17:09
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26 Dez 2024 | 17:20 |
Chegou ao fim uma carreira com mais de duas décadas no judo profissional e sempre ligada ao Benfica. Telma Monteiro anunciou o ‘adeus’ ao dojo no início do mês, depois de um ano de 2024, marcado por momentos complicados e por uma ausência infeliz dos Jogos Olímpicos de Paris’2024. Em entrevista ao jornal Record, a judoca fez uma retrospectiva da sua carreira e falou sobre o seu futuro na modalidade.
Durante a conversa com o diário desportivo, a nova Coordenadora do Benfica relembrou o combate que lhe garantiu a medalha de bronze em 2016, no Rio de Janeiro, num confronto onde a atleta estava lesionada do ombro. “Diria que sim. Tenho muitas medalhas que foram importantes para mim, mas inevitavelmente a medalha dos Jogos Olímpicos é a mais importante não é só por ser olímpica, é exatamente pelo contexto como ela aconteceu. Porque surgiu 12 anos depois dos meus primeiros Jogos Olímpicos, o que significa que tive de ser extremamente realista, perseverante e reinventar-me muitas vezes para chegar a essa medalha”, explicou.
No tópico das leões, é do conhecimento do público que a atleta das águias teve uma carreira muito fustigada por problemas físicos e a ex judoca lamentou o desfecho antes de Paris’2024. “Se não pensarmos na carreira toda, eu até tive alguma sorte, também tive muitos cuidados. Fiz uma operação no início da carreira e depois outra em 2015/16. Depois a partir daí tive mais algumas, nomeadamente nos joelhos, mas já foi numa fase completamente diferente. Mas, no entanto, a última foi a mais grave de todas. Fiz, como todos sabem, uma ruptura do ligamento cruzado lateral do menisco, enfim, tudo o que podia acontecer, aconteceu… E foi extremamente difícil”, desabafou a Benfiquista.
Telma Monteiro – Nunca pensei em desistir
Face às inúmeras lesões contraídas ao longo da carreira, a judoca foi questionada se, em algum ponto, tencionou desistir, uma ideia que nunca passou pela cabeça de Telma Monteiro: “Do ponto de vista emocional e físico, foi muito duro fazer esta recuperação. Não aconselho a ninguém, temos de ter uma disponibilidade mental diferente”, começou por dizer. “Não pensei em desistir, mas questionei porque é que estava a fazer aquilo, porque já tinha cinco Jogos Olímpicos, já tinha conquistado tudo, mas tinha uma motivação muito grande de conseguir estar nos meus sextos Jogos Olímpicos, que teria sido algo único no mundo do judo”.
Águias seguem fortes no mercado de transferências e conseguem contratação de mais um craque em busca de títulos na atual época
22 Ago 2026 | 17:36 |
O Benfica oficializou a contratação de Pelegrín Vargas, internacional porto-riquenho que chega à Luz para reforçar a equipa sénior masculina de voleibol. O zona 4, conhecido no mundo da modalidade como “Pele”, assinou um contrato válido por uma temporada com as águias.
Aos 28 anos e com 1,93 metros, o novo jogador encarnado chega proveniente do Centurions Narbonne, de França, depois de uma passagem pelo voleibol francês. Pelegrín Vargas apresenta-se na Luz após ter ajudado recentemente a seleção de Porto Rico a conquistar a medalha de prata na Taça Pan-Americana. Na final, diante dos Estados Unidos, foi o melhor pontuador da sua equipa, com 15 pontos.
O percurso é marcado por experiências em diferentes campeonatos. A carreira começou no desporto universitário norte-americano, ao serviço do Purdue Fort Wayne, onde jogou durante cinco temporadas, entre 2016/17 e 2020/21. A primeira aventura europeia surgiu em 2021/22, na Grécia, com a camisola do OFI Creta. Foi precisamente nessa época que Vargas defrontou Sakis Psarras, atual treinador do Benfica.
Em 2023/24, regressou a Porto Rico e representou os Caribes de San Sebastián. Nesse período, sagrou-se campeão nacional e arrecadou vários prémios individuais, incluindo MVP, melhor marcador, melhor servidor, melhor zona 4 e melhor atacante. Na segunda metade da época, teve ainda uma curta passagem pelo Al-Nasser, do Bahrain.
O sucesso continuou na temporada seguinte, com a conquista do bicampeonato porto-riquenho e nova distinção como melhor zona 4. Em 2025, voltou a ser eleito melhor zona 4 e melhor servidor, integrando ainda o sete ideal do campeonato durante os três anos em que competiu no país. Agora, o internacional porto-riquenho prepara-se para uma nova aventura na carreira, com o objetivo de ajudar o Benfica a lutar por títulos.
Jogador recebeu propostas para seguir carreira desportiva em solo transalpino, mas optou por continuar a sua ligação histórica com os encarnados
22 Ago 2026 | 13:22 |
Diogo Rafael decidiu colocar um ponto final na carreira aos 36 anos, depois de 22 anos ligado ao Benfica. O defesa-médio, formado no Turquel, deixa os rinques, mas não abandona o Clube da Luz, estando previsto que passe a desempenhar novas funções dentro da estrutura encarnada.
Segundo o avançou o Record, o internacional português vai continuar ligado ao Benfica, embora ainda não esteja definido qual será o cargo que irá assumir. A decisão surge depois de o jogador ter recebido propostas para continuar a carreira, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Entre os clubes interessados esteve o Barcelos, além do Novara e do Trissino, de Itália. Diogo Rafael optou, contudo, por não dar continuidade à carreira competitiva e decidiu retirar-se nesta fase, encerrando um percurso marcado por uma ligação muito forte ao Benfica.
A relação entre o jogador e o emblema encarnado atravessou momentos particularmente importantes da história recente do hóquei em patins do clube. Diogo Rafael chegou à Luz em 2004, numa altura em que a secção atravessava dificuldades financeiras e vivia um período bastante mais conturbado. O internacional português cresceu juntamente com a equipa e esteve presente em algumas das maiores conquistas da história do Benfica.
Em 2011, celebrou a conquista da Taça CERS, antes de viver um dos momentos mais marcantes da carreira dois anos depois. Em 2013, o Benfica conquistou a primeira Liga dos Campeões de hóquei em patins da sua história, diante do Porto, no Dragão Arena, numa final decidida através de um golo de ouro.
Atleta tem grave lesão e regresso a vestir a camisola encarnada vai depender de longo período de reabilitação física após problema sério
22 Ago 2026 | 10:42 |
O Benfica sofreu uma baixa de peso na equipa de Basquetebol feminino durante os trabalhos da Seleção Nacional feminina. Maria João Bettencourt sofreu uma rotura do tendão de Aquiles enquanto representava a Equipa das Quinas e já foi submetida a uma intervenção cirúrgica.
A informação foi divulgada esta sexta-feira pelo clube encarnado, que confirmou que a operação decorreu com sucesso. A basquetebolista inicia agora um período de recuperação, embora as águias não tenham avançado com qualquer previsão relativamente ao tempo de paragem.
“O Sport Lisboa e Benfica informa que a basquetebolista Maria João Bettencourt sofreu uma rotura do tendão de Aquiles ao serviço da Seleção Nacional, tendo sido operada com sucesso”, informou o Benfica em comunicado. O clube da Luz limitou-se a desejar “rápidas melhoras” à internacional portuguesa, que ficará agora afastada dos trabalhos durante uma fase importante da preparação para a nova temporada.
A lesão surge também numa altura em que a Seleção Nacional se prepara para a ronda de qualificação para o Women’s EuroBasket 2027, competição que Maria João Bettencourt poderá acompanhar de fora devido ao longo processo de recuperação associado a este tipo de lesão.
A internacional portuguesa enfrenta, assim, um período de recuperação antes de poder voltar aos pavilhões e reintegrar os trabalhos da equipa feminina do Benfica. As águias ficam privadas, por agora, de uma das suas opções para a nova temporada, que vai contar com uma internacional alemã.
Oficial! Rui Costa arregaça mangas e contrata muralha para a defesa do Benfica
21 Ago 2026 | 17:09