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Psicólogo defende que Benfica tem um papel fundamental para o bem-estar de Lisboa
09 Out 2026 | 12:57
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08 Jun 2025 | 18:07 | Por Redação
A Assembleia Geral que se realizou na manhã de sábado, 7 de junho, ficou marcada por vários momentos de tensão e críticas dirigidas à Direção do Benfica, liderada por Rui Costa. No rescaldo do chumbo do orçamento, Bruno Costa Carvalho deixou vários comentários negativos às posturas de Mauro xavier e João Noronha Lopes.
Através das redes sociais, o antigo candidato à Presidência dos vermelhos e brancos visou as declarações que os dois adeptos do Clube da Luz proferiram. Sobre o gestor, criticou as suas declarações sobre o orçamento: “Mauro Xavier, putativo candidato à Presidência, disse isto no seu discurso à AG: 'E deixo claro desde já: voto contra. Voto contra por responsabilidade. Porque isto é um orçamento de gestão. Não é um orçamento de futuro. Não é um orçamento de ambição. Não é um orçamento que ponha o Benfica Primeiro'. Isto até poderia soar muito responsável, não fosse o orçamento do Clube e não da SAD”.
De seguida, Bruno Costa Carvalho comparou-o a Donald Trump: “Do que é que Mauro Xavier discorda do orçamento? Queria mais 100 mil euros para o Hóquei ou Basket e menos para o Andebol? Repito, trata-se do orçamento do Clube e não da SAD e por isso nada tem a ver com o futebol. E o que é isso de pôr o 'Benfica Primeiro'? Trata-se apenas de uma frase copiada de Donald Trump... (America First). Haja paciência”.
Bruno Costa Carvalho sobre Mauro Xavier: “E o que é isso de pôr o 'Benfica Primeiro'? Trata-se apenas de uma frase copiada de Donald Trump”
Quanto a Noronha Lopes, o mesmo também não fugiu às palavras do antigo candidato. “E o que dizer do discurso vazio, populista, de um candidato a esteroides, que foi o do lançamento da candidatura de Noronha Lopes? 15 minutos davam para explicar uma estratégia para o país, quanto mais dar uma visão para o Benfica. Mas, Noronha Lopes, nesse tempo, apenas fez ataques populistas, disse frases feitas, gritou muito “Benfica”, mas não saiu dali nem uma só ideia para o futuro do nosso clube”, realçou.
Bruno Costa Carvalho sobre Noronha Lopes: “Mas, Noronha Lopes, nesse tempo, apenas fez ataques populistas, disse frases feitas”
Por fim, lamentou a falta de capacidade visionária dos dois Benfiquistas: “Alguns podem estar muito contentes neste momento, mas eu acho triste o vazio de ideias destas pessoas que tiveram 4 anos para se preparar (no mínimo) e não são capazes de ter uma ideia integrada, uma estratégia e uma visão para o futuro do Benfica”.
Confira aqui a publicação de Bruno Costa Carvalho:
Claque das águias parece estar envolvida em muitas confusões nos estádios e nos bastidores, mas alguns membros podem estar à trabalhar para o Clube
17 Out 2026 | 12:42 | Por Redação
A presença de elementos dos No Name Boys na empresa responsável por serviços de segurança ao Benfica está a levantar questões sobre a separação entre o papel de adepto e o exercício de funções profissionais no Estádio da Luz. Vários membros da claque integram os quadros da PM - Segurança, situação que terá estado na origem de episódios de tensão dentro e fora do recinto.
A empresa terá sido criada durante os mandatos de Luís Filipe Vieira e começou por assegurar a segurança do centro de treinos do Seixal, alargando posteriormente a atividade a outras áreas do universo encarnado. É gerida por Paulo Magalhães, antigo pugilista do Benfica, que, de acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, terá recrutado vários elementos ligados à claque.
A polémica prende-se com a alegada acumulação de funções: alguns dos trabalhadores estarão envolvidos em tarefas de vigilância e revistas a adeptos nos dias de jogo, regressando noutras ocasiões às bancadas enquanto apoiantes do Benfica. Segundo as notícias divulgadas, esta sobreposição terá contribuído para momentos de tensão, incluindo situações envolvendo adeptos de clubes rivais. Não foram, contudo, divulgados publicamente todos os detalhes dos episódios referidos.
Fundados a 4 de março de 1992, os No Name Boys nasceram de uma cisão no seio dos Diabos Vermelhos e tornaram-se um dos principais grupos organizados de apoio ao Benfica. A claque ocupa habitualmente setores da bancada Sul do Estádio da Luz e acompanha a equipa em jogos nacionais e internacionais.
O grupo não está registado oficialmente nos termos aplicáveis aos grupos organizados de adeptos. A questão da legalização tem sido motivo de debate, nomeadamente devido às exigências legais relativas à identificação dos membros e às condições de apoio às claques.
Antigo dirigente encarnado defende uma profunda mudança na organização do Clube e considera que a ambição europeia exige muito mais
15 Out 2026 | 10:55 | Por Redação
O Benfica continua a viver demasiado preso às urgências do futebol, na perspetiva de Fernando Tavares, que defende uma reflexão profunda sobre o futuro da instituição. Para o antigo dirigente, a ambição de competir regularmente com a elite europeia exige mudanças que vão muito além dos resultados da equipa principal.
F. Tavares: " O Benfica não pode continuar a ser gerido ao sabor do futebol"
"O Benfica não pode continuar a ser gerido domingo a domingo ao sabor dos resultados da sua equipa de futebol", escreveu, no jornal Record, considerando que o desafio é também "estrutural, organizacional e empresarial".
Uma das propostas centrais passa pela reorganização da Benfica SAD e pela eventual recompra de parte das participações dispersas em mercado. "O Benfica deve estudar a possibilidade de recomprar parte das participações e ações dispersas em mercado, reforçando a sua capacidade de influência e reorganizando a estrutura de capital em função de uma visão estratégica de longo prazo", defendeu.
F. Tavares: "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos"
O antigo vice-presidente considera igualmente importante simplificar o universo empresarial do Grupo Benfica, eliminando estruturas redundantes e aumentando a transparência, defendendo ainda uma revisão dos fluxos financeiros internos, a regularização da dívida entre o Clube e a SAD e uma avaliação independente do Estádio da Luz - que tem novo espaço de luxo - , para que os ativos reflitam adequadamente o seu valor. "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos, assegurando que receitas, custos, ativos e responsabilidades estão alinhados com a realidade operacional de cada entidade", sustenta.
Na sua conclusão, Fernando Tavares deixa uma das mensagens mais fortes do texto sobre o caminho que considera necessário para as águias. "O Benfica passou as últimas duas décadas a profissionalizar a sua atividade desportiva. É tempo de profissionalizar a arquitetura que suporta essa atividade... A elite europeia não se alcança apenas através do talento desportivo. Conquista-se, sobretudo, através da qualidade das estruturas que sustentam esse talento", rematou.
Presidente dos azuis e brancos falou sobre as relações institucionais entre os dragões e águias, em evento realizado no norte do país
09 Out 2026 | 16:44 | Por Redação
André Villas-Boas analisou, esta sexta-feira, as diferentes relações que existem, atualmente, com Benfica e Sporting. O líder máximo do Porto destacou o alinhamento que existe com os leões em algumas questões do futebol português e a discordância com o Clube da Luz.
Villas-Boas: "Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes"
"Temos um enquadramento muito específico em relação a determinados clubes, nomeadamente clubes sediados em Lisboa, a nossa capital, onde basicamente estão sediadas todas as grandes instituições do país", começou por dizer, no Cardiology Gaia Meeting 2026.
O presidente dos dragões realçou as divergências de visões com os encarnados, sendo algo antagónico em relação ao Sporting. "Nesta, no que navega dentro dos objetivos comuns que temos, há um alinhamento mais preciso do ponto de vista estratégico entre o Porto e o Sporting, que não existe no caso do Porto e do Benfica, porque têm diferentes visões para determinadas coisas, e desde logo a questão dos direitos audiovisuais, que neste caso partilhamos com o Sporting e não partilhamos com o Benfica", falou.
Recorde-se que André Villas-Boas tinha acusado o Benfica de ter uma "santa aliança" com os leões. "Se há algo que é verdadeiro e bem presente é uma santa aliança entre o Benfica e o Sporting. Somos o Porto, queremos o bem do futebol português", afirmou, em meados de setembro de 2026.
Nas mesmas declarações, o antigo técnico portista, na época de 2010/11, reforçou esse pensamento. "Clubes de Lisboa a tentar prejudicar o Porto? Naturalmente. Dois contra um é sempre mais fácil que um contra um", defendeu.