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Clube
11 Jun 2025 | 18:27 |
O Benfica inaugurou um novo método de vendas de produtos oficiais do clube através do site. A loja virtual imersiva foi gerada por Inteligência Artificial, e promove uma experiência única aos benfiquistas, que simula um dos balneários do Estádio da Luz.
Durante a visita ao site, o adepto pode contar com a ajuda de uma assistente gerada também por Inteligência Artificial, que faz uma descrição de alguns dos produtos que estão à venda na loja do Benfica, disponível para várias línguas.
“Estamos sempre à procura de formas inovadoras de nos conectarmos com os nossos adeptos em todo o mundo”, afirmou José Gandarez, o vice-presidente do Benfica, em declarações aos canais oficiosos do clube sobre a nova experiência que vai permitir aos adeptos uma forma diferente de adquirirem produtos do Clube da Luz
A partir de uma parceria do Benfica com a empresa Infinite Reality, para além das funcionalidades da nova loja virtual, destaca-se ainda a divulgação de conteúdos exclusivos da participação dos encarnados no Mundial de Clubes, com direito a acesso a bastidores durante a competição internacional, na qual a turma de Bruno Lage é uma das participantes.
O Benfica, que lançou recentemente os novos equipamentos para a época 25/26, vai estrear-se no Mundial de Clubes com os novos trajes, no próximo dia 16 de junho, frente ao Boca Juniors, ás 23h00. Quatro dias mais tarde, os encarnados medem forças com os neozelandeses do Auckland City, terminando a fase de grupos com uma partida de peso, diante ao Bayern Munique, a 24 de junho.
Confira aqui o vídeo sobre a novidade:
Águias dão início a novas modalidades no programa de associados e bilhetes podem render até mesmo cashbacks para os adeptos
29 Ago 2026 | 13:42 |
O Benfica vai implementar um novo modelo de acesso às Modalidades na época 2026/27, com o objetivo de valorizar a presença dos Sócios nos Pavilhões e premiar aqueles que acompanham regularmente as equipas ao longo da temporada e poderá resultar em até 115 euros de retorno aos sócios.
A principal novidade passa pela introdução de um sistema de cashback nos bilhetes das Modalidades. A partir desta época, os preços poderão variar de acordo com o jogo e a competição, mas o valor pago pelo Sócio será integralmente devolvido em Carteira Virtual sempre que este compareça no encontro e valide corretamente o acesso ao Pavilhão.
Para 2026/27, o Red Pass de uma modalidade terá um custo de 25 euros, enquanto o Red Pass Total Modalidades, que inclui as cinco modalidades, custará 115 euros. A renovação continuará dependente da Quota Modalidades estar regularizada até julho de 2027, inclusive. Um Sócio com Red Pass Total Modalidades receberá cashback correspondente aos 115€, desde que registe presença em pelo menos 60% da totalidade dos jogos incluídos no seu Red Pass.
O saldo será disponibilizado até 72 horas úteis depois do jogo e poderá ser utilizado posteriormente na compra de novos bilhetes, no pagamento de quotas ou na aquisição de produtos de merchandising do Benfica. Desta forma, os Sócios que marquem presença regularmente poderão recuperar sucessivamente o valor investido nos ingressos. Caso adquiram um bilhete mas não compareçam, contudo, não haverá lugar à devolução.
Também o Red Pass Modalidades passa a ser mais flexível. No momento da renovação, os Sócios poderão escolher quais das cinco modalidades de pavilhão pretendem incluir, garantindo acesso aos jogos das equipas masculinas e femininas da respetiva modalidade. Quem acompanhar apenas uma ou duas poderá optar por essas modalidades, enquanto o Red Pass Total continuará disponível para quem quiser apoiar todas as equipas.
Instituição bancária pretende desfazer-se de diversos créditos, imóveis e participações ligados ao empresário que liderou emblema da Luz
27 Ago 2026 | 15:23 |
O Novo Banco está a avançar com uma operação de grande dimensão para tentar recuperar parte da exposição financeira associada ao universo empresarial de Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica (que foi recentemente elogiado por Adel Taarabt). Em causa estão créditos, imóveis e participações em sociedades que representam uma dívida superior a 400 milhões de euros, acumulada pelo grupo desde os tempos do BES. O processo, conhecido como “Project Horizon”, está a ser conduzido pela KPMG.
A operação já entrou numa fase de abordagem ao mercado, com potenciais investidores a serem sondados. As propostas não vinculativas estão a ser analisadas e a expectativa passa por receber as ofertas vinculativas até outubro, com a conclusão do processo apontada ainda para este ano. O pacote colocado à venda reúne vários ativos problemáticos ligados a Vieira, numa tentativa do banco de encontrar uma solução mais abrangente para uma exposição que há vários anos procura recuperar.
Entre os bens abrangidos estão terrenos para construção em Loures, Vila Franca de Xira e Tavira, avaliados em cerca de 56 milhões de euros, embora sem licenciamento válido neste momento. Estes ativos servem de garantia para dívidas na ordem dos 65 milhões de euros. O processo inclui ainda um edifício de escritórios em Maputo, avaliado em aproximadamente 20 milhões de euros, com 17 pisos, uma ocupação de 35% e receitas anuais de cerca de 900 mil euros.
Também fazem parte da operação as participações do Novo Banco na Promovalor e na Inland, sociedades imobiliárias que passaram para o controlo da instituição após uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça. O banco ficou com 66,3% da Promovalor e 63% da Inland, mas atribuiu valor zero a essas participações no balanço. A KPMG procura, ainda assim, apresentar aos investidores uma possível margem de valorização, através da execução de direitos contratuais no valor de 352 milhões de euros que poderão permitir o acesso a património dos beneficiários efetivos do grupo.
O problema é que grande parte desta dívida já foi considerada perdida pelo Novo Banco e acabou coberta pelo Fundo de Resolução através do mecanismo de capital contingente. A instituição já tinha avançado anteriormente para a execução de vários ativos ligados a Vieira, incluindo ações que o empresário detinha na SAD do Benfica, vendidas posteriormente em leilão por mais de cinco milhões de euros. Agora, com o “Project Horizon”, procura encontrar compradores para o conjunto da exposição e recuperar, dentro do possível, parte de uma dívida que chegou a atingir os 466 milhões de euros em 2015.
Presidente do Porto voltou a lançar fortes críticas aos encarnados e recuperou um episódio que está a gerar nova tensão no futebol português
26 Ago 2026 | 10:18 |
André Villas-Boas voltou a colocar o Benfica no centro das atenções. O presidente do Porto decidiu abordar a relação dos encarnados com Pedro Proença, recuperando um episódio ocorrido durante uma recente visita do dirigente ao Estádio da Luz.
A. Villas-Boas: "Segundo clube português com mais títulos no futebol"
"Continuemos este capítulo com o SL Benfica na versão 2026/27, ainda sem "update" de sofrimento para o segundo clube português com mais títulos no futebol. Depois de negarem à Seleção Nacional a utilização do seu estádio, decidiram reservar ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol um lugar na sexta fila da tribuna", começou por escrever na edição de agosto da revista Dragões.
O antigo técnico dos azuis e brancos deixou mais críticas mais fortes ao Clube da Luz. "Que forma tão cruel e desrespeitosa de tratar uma figura institucional da maior relevância", atirou o presidente portista, mostrando-se particularmente crítico relativamente à forma como Pedro Proença foi recebido na Luz.
A. Villas-Boas: "Para uma instituição que distribui lições permanentes sobre respeito, o mapa de lugares da tribuna transformou-se rapidamente num manifesto político"
Villas-Boas não ficou, contudo, por aqui e voltou a questionar a postura pública assumida pelo Benfica. "Para uma instituição que distribui lições permanentes sobre respeito, o mapa de lugares da tribuna transformou-se rapidamente num manifesto político. É pena que a renovada eficiência comunicacional, entre instituição e acólitos, não tenha sido mobilizada para esclarecer, com serenidade e transparência, o contexto de tantos processos e episódios que, com uma persistência notável, regressam continuamente à discussão pública", pode ler-se.
Na parte final do texto, o presidente do Porto voltou a deixar uma provocação aos encarnados e colocou em causa a existência de um critério uniforme no tratamento das figuras institucionais. "O respeito institucional, afinal, parece depender da conveniência do momento. Contra os aliados de ocasião, o silêncio, porém, a indignação é habitualmente mais discreta, talvez por razões de vizinhança ou pela simples preservação desse histórico entendimento e lugar garantido na primeira fila", concluiu.