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Clube
29 Mar 2026 | 11:55 |
João Diogo Manteigas não ficou em silêncio e deixou uma resposta a André Villas-Boas. Através de uma publicação, o antigo candidato à Presidência do Benfica devolveu o ataque ao presidente do Porto, depois do mesmo ter atacado o Clube da Luz num artigo divulgado na revista Dragões.
João Diogo Manteigas: "'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica"
"Já o disse no dia 14 de julho de 2025. Record: o 'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica", começou por dizer o antigo candidato à liderança das águias, visando o atual dirigente máximo dos azuis e brancos, numa publicação feita no Instagram.
"No processo dos emails, só para relembrar às gentes do Porto, o Benfica não foi condenado judicialmente nem desportivamente, e quem foi condenado foi o Porto, o diretor de comunicação [Francisco J. Marques] e o diretor de conteúdos do Porto Canal [Diogo Faria]", acrescentou João Diogo Manteigas.
"O valor em cima da mesa, neste momento, são 770 mil euros, o que, sinceramente, para advogado e pessoa com alguma experiência na área, acho até pouco para aquilo que foi feito com os emails do Benfica", considerou o ex-candidato, a 14 de julho de 2025, ao reagir à sentença confirmada pelo Supremo Tribunal.
"E se eu for presidente do Benfica em outubro, espero que paguem de uma só vez, porque, se não, os advogados do Benfica irão executá-la imediatamente. É bom que André Villas-Boas faça já uma cativação no orçamento para esse efeito", constatou João Diogo Manteigas na altura.
Através da sua conta oficial, na rede social LinkedIn, antigo dirigente das águias não ficou indiferente à atualidade do projeto radiofónico
27 Mar 2026 | 14:57 |
Fernando Tavares voltou a deixar a sua opinião sobre um tema que tem marcado a atualidade do Benfica. Numa publicação feita na sua conta de LinkedIn, o antigo dirigente das águias deixou um conselho à Direção, liderada por Rui Costa, a respeito da Benfica FM, que teve um parecer negativo da parte da ERC.
"Implica audiência mais reduzida", considerou Fernando Tavares, na sua publicação, ao falar da real dimensão da Benfica FM se permanecer no panorama digital, como tem acontecido. "Sobrevalorização da probabilidade de licenciamento ao subestimar o peso regulatório em Portugal", acrescentou o antigo dirigente das águias.
"Um investimento antecipado sem garantia de distribuição", constatou Fernando Tavares, a respeito da forma como os encarnados, liderados por Rui Costa, avançaram com o projeto. No entanto, o mesmo aproveitou a mesma publicação para deixar alguns conselhos.
"Subscrições premium", "Publicidade segmentada digital" e "Branded content com patrocinadores" são algumas das opções que Fernando Tavares apresentou na sua publicação, como formas de o Benfica tirar maior proveito do projeto radiofónico que as águias lançaram recentemente.
"Pode evitar um erro maior", apontou Fernando Tavares, ao falar da decisão imposta pela ERC, ao considerar que a Benfica FM não tinha condições para entrar no mediatismo nacional. "Reorganizar equipas e otimizar custos para criar valor real no ecossistema do clube", concluiu o antigo dirigente do Glorioso.
No rescaldo da resposta feita pela entidade responsável pelo processo, dirigente dos encarnados revelou que águias vão recorrer em prol do projeto
27 Mar 2026 | 11:29 |
José Gandarez não escondeu a indignação pela decisão da parte da ERC, a respeito da Benfica FM. Numa entrevista concedida à BTV, o vice-presidente dos encarnados acusou a entidade de bloquear a expansão do projeto das águias e apontou o dedo aos juristas.
José Gandarez: "Estamos a ponderar e vamos recorrer desta decisão"
"Estamos a ponderar e vamos recorrer desta decisão. Ponderar uma eventual participação criminal pode estar aqui em causa ilícitos criminais e, se assim for, iremos atuar em conformidade", começou por contar José Gandarez, vice-presidente do Benfica.
"Este processo tem de ser escrutinado. Convido todos, quer sejam jornalistas, quer a Assembleia da República, que tem o poder de fiscalização sobre a ERC, a consultar o processo", acrescentou o dirigente, que faz parte da estrutura liderada por Rui Costa, antes de apontar o dedo aos responsáveis pela decisão.
José Gandarez: "Surpreendidos, indignados, por esta decisão inédita que revela ignorância jurídica de quem a tomou"
"Surpreendidos, indignados, por esta decisão inédita que revela ignorância jurídica de quem a tomou, a deve envergonhar o próprio conselho regulador", afirmou José Gandarez, em entrevista à BTV, criticando a decisão tomada pela ERC.
"Cada vez há mais benfiquistas a ouvir a Benfica FM. Claro que, se tivéssemos o FM, seria um crescimento muito mais rápido e sustentável. Era um projeto que se iria pagar em 3/5 anos. Isto dificulta-nos, se calhar por razões clubísticas, mas o Benfica sabe defender os seus direitos. É um projeto para continuar e vingar", concluiu o vice-presidente encarnado.
Após veto decidido pela respetiva entidade relativamente à rádio do Clube, e consequente objeção, resolução é finalmente dada a conhecer
26 Mar 2026 | 17:05 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) indeferiu o projeto da BMHAUDIO PORTUGAL HOLDINGS para a modificação dos serviços de programas Batida FM (Amadora, Moita, Maia e Cantanhede), com intenção de alterar a tipologia de temática musical para temática desportiva informativa. Ou seja, a Benfica FM não avançará para lá da emissão digital.
O Conselho Regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários, baseando-se em três pilares essenciais: escassez de pluralismo e diversidade; dúvidas sobre a independência editorial e interesse público.
Para a ERC, a alteração não reforçaria a oferta radiofónica local nas áreas de cobertura, limitando-se a substituir um tema por outro. O regulador considerou ainda que a programação desportiva, pelo seu caráter segmentado, poderia reduzir o espetro de audiência e não acrescentaria pluralidade real aos ouvintes.
Por outro lado, o organismo identificou riscos de condicionamento da autonomia editorial e interferência do poder económico, considerando a participação relevante do Benfica - que já tinha contestado recente veto - na estruturação de conteúdos, incompatível com o regime jurídico dos operadores de rádio e o princípio da especialidade. Consequentemente defendendo que o projeto está excessivamente associado a um "universo desportivo específico".
Nesse mesmo sentido, a ERC sublinha que a informação local componente do projeto é insuficiente para mitigar os riscos de falta de independência e diversidade e aponta que o espectro hertziano é um bem público escasso e deve ser utilizado para garantir o pluralismo e o interesse público. O Benfica admite pedir a intervenção de uma comissão parlamentar sobre o assunto, depois de a contestação ao projeto de deliberação da ERC não ter sido considerada para a decisão final.