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CESP acusa Benfica de despedimento ilegal

Sindicato responsável por tofos os trabalhadores relacionados com comércio e escritórios, recebeu uma denúncia da parte de uma antiga funcionária do Glorioso

Glorioso 1904
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01 Fev 2025 | 15:25 |

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Em vésperas de visitar o Estrela Amadora, o Benfica, mais concretamente a estrutura encarnada, está a ser alvo de acusações, feitas da parte do sindicato dos Trabalhadores de Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal. Segundo o que o CESP emitiu, as águias estão acusadas de terem, alegadamente, despedido uma trabalhadora efetiva.


Numa publicação feita na rede social do Instagram, o sindicato em questão, partilhou um vídeo, onde se pode ver um dos elementos a denunciar o despedimento ilegal feito pelos encarnados, tomando conhecimento da situação através de alguns dos associados. “O Sport Lisboa e Benfica está reestruturar todas as áreas do clube”, o que, na ótica do CESP, pode originar em certos despedimentos indevidos.


Deixando críticas à estrutura do Clube da Luz, por não ter em conta que são os trabalhadores que fazem do Benfica, o clube que é agora, afirmando não haver motivos para despedimentos. “Mais uma vez, serão os trabalhadores, que todos os dias fazem a casa, a pagar a fatura”, culpando as águias. Afirmando que passaram a linha no caso da dispensa ilegal. “Decidiu despedir ilegalmente uma trabalhadora efetiva”, acrescentou o sindicato.


Além da acusação inicial da parte do sindicato, o CESP revelou que não e a primeira vez que lida com denúncias desta natureza, feitas por antigos trabalhadores ligados ao Benfica, afirmando que existe um ambiente tóxico. “Sofrer pressão para aceitarem ser despedidos”, porém, a mesma identidade deixou o aviso que, os trabalhadores dispensados, irão lutar pelos seus postos de trabalho. “Pelo regresso ao local de trabalho”, informou.

Na mesma denúncia, o sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, apresenta outras acusações sobre certas irregularidades cometidas pelo Glorioso. “O Benfica tem contratado recorrentemente trabalhadores a empresas de trabalho temporário, como a EGOR, para ocupar postos de trabalhos permanentes. O Benfica também recorre a bancos de horas ilegais, sobrecarregando os seus poucos trabalhadores. O Benfica ainda utiliza os estágios do IEFP para ocupar postos de trabalho permanentes, contribuindo para a precariedade dos trabalhadores”, frisou o CESP.



Clube

CMVM detalha nega do Benfica a venda de ações da SAD

Comissão divulgou novas informações relativas a tentativa de aquisição de 16,38% da SAD benfiquista por grupo norte-americano

CMVM detalha processo da tentativa de compra de 16,38% da SAD do Benfica por parte de grupo norte-americano
CMVM detalha processo da tentativa de compra de 16,38% da SAD do Benfica por parte de grupo norte-americano

18 Jun 2026 | 11:28 |

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A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou esta quarta-feira nova informação relativa ao processo de tentativa de alienação de 16,38% do capital da Benfica SAD, detido pelo acionista José António dos Santos.


Segundo a informação tornada pública, a sociedade desportiva encarnada foi notificada da não concretização da venda das ações, numa operação que acabou por não avançar após a recusa do clube em aceitar o negócio, alegadamente devido a interesses do comprador noutro emblema desportivo.


No comunicado enviado, a Benfica SAD esclarece ter recebido a participação qualificada de José António dos Santos e do Grupo Valouro, na qual é confirmada a não concretização da transmissão de 3.767.400 ações da categoria B, correspondentes a 16,38% do capital social e dos direitos de voto da sociedade. De acordo com o documento, a operação previa a venda das ações detidas por José António dos Santos e pelo Grupo Valouro, mas acabou por não se realizar.


O comunicado explica que a entidade compradora, ENTREPRENEUR EQUITY PARTNERS SPV V, LLC, informou que não se verificou a condição precedente relativa à aprovação prévia da operação pela assembleia geral da Benfica SAD.

Dessa forma, e nos termos do contrato estabelecido, a aquisição das ações não se concretiza, não havendo lugar à transferência das participações anteriormente anunciadas. Com o incumprimento da condição exigida, a tentativa de aquisição fica sem efeito, mantendo-se inalterada a estrutura acionista da Benfica SAD neste processo.



Clube

Benfica diz "não" a fundo norte-americano e revela motivo

Encarnados lançaram comunicado onde confirmam que a venda de 16,38% da SAD por parte de João António dos Santos para fundo Americano foi bloqueada

Benfica confirma em comunicado que chumbou a venda de 16,38% das ações pertencentes ao Rei dos Frangos a fundo americano
Benfica confirma em comunicado que chumbou a venda de 16,38% das ações pertencentes ao Rei dos Frangos a fundo americano

17 Jun 2026 | 11:37 |

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O Benfica confirmou que não avançará com a entrada do fundo norte-americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) no capital da SAD encarnada. A decisão foi anunciada através de um comunicado oficial, no qual o Clube da Luz esclarece os motivos que levaram ao fim das negociações relativas à aquisição da participação de 16,38% detida por José António dos Santos, empresário conhecido como o "Rei dos Frangos".


Segundo a nota divulgada pelos encarnados, durante o período previsto no pré-acordo celebrado entre o EEP, o Grupo Valouro e José António dos Santos, decorreram várias reuniões e trocas de informação entre as partes. No entanto, a análise ao projeto de crescimento do fundo norte-americano levou à conclusão de que poderiam existir incompatibilidades com os princípios estatutários da Benfica SAD.


De acordo com o Benfica, o facto de o EEP pretender investir em participações minoritárias noutros clubes europeus poderia colidir com normas de não concorrência previstas nos Estatutos da sociedade encarnada. Face a esse enquadramento, Benfica e EEP chegaram a um entendimento comum para não prosseguir com a operação. “Para proteção da Benfica SAD e também do EEP, foi consensual a decisão de não entrar no capital da Benfica SAD”, pode ler-se no comunicado divulgado pelos encarnados.


Apesar deste desfecho, José António dos Santos mantém a intenção de alienar a sua participação na SAD benfiquista. Em declarações ao Negócios, o empresário mostrou-se tranquilo relativamente ao futuro da operação e acredita que continuarão a surgir interessados na aquisição das ações.

Não tenho dúvidas nenhumas de que há mais pessoas interessadas”, afirmou o empresário, pouco depois de ter sido conhecida a decisão que inviabilizou a entrada do fundo norte-americano. Assim, a participação de 16,38% detida por José António dos Santos permanece disponível no mercado, mantendo-se em aberto a possibilidade de surgirem novos investidores interessados numa posição relevante no capital da Benfica SAD.




Clube

Benfica impede entrada de fundo norte-americano na SAD; Saiba porquê

Operação tinha sido acordada entre todas as partes, mas acabou por ser esbarrada na oposição da estrutura do emblema encarnado

Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner
Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner

16 Jun 2026 | 15:43 |

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O Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% da SAD detida por José António dos Santos, empresário conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner. A operação tinha sido acordada entre as partes, mas acabou por esbarrar na oposição da estrutura encarnada.


Segundo informações avançadas pela Bloomberg, o Clube da Luz justificou a decisão com uma cláusula dos estatutos relacionada com situações de concorrência e potenciais conflitos de interesse. Em causa está o facto de o fundo liderado por Tim Leiweke ter investimentos noutras sociedades desportivas europeias.


A principal preocupação do Benfica prende-se com a ligação do grupo ao Venezia, clube italiano do qual o fundo é o principal acionista. Na ótica dos responsáveis encarnados, essa relação inviabiliza a entrada do investidor no capital da SAD benfiquista.


O acordo para a aquisição da posição de José António dos Santos tinha sido tornado público em abril e, segundo informações conhecidas, o valor da transação rondava os 12 euros por ação. A decisão de bloquear o negócio já terá sido comunicada tanto aos representantes do fundo norte-americano como ao empresário português. Também Fernando Tavares se havia pronunciado sobre o tema.

Esta não é a primeira vez que o Benfica recorre aos seus estatutos para impedir a entrada de investidores estrangeiros na SAD. Em 2021, os encarnados já tinham utilizado um mecanismo semelhante para travar a entrada de John Textor no capital da sociedade. Ainda assim, a Bloomberg refere que as partes poderão continuar a dialogar, uma vez que o fundo norte-americano não pretende assumir qualquer papel na gestão da SAD, o que deixa margem para novas negociações.



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