Futebol
Após época irregular, Benfica decide rescindir contrato com futebolista
20 Mai 2026 | 13:51
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Futebol
29 Jun 2024 | 10:27 |
A pré-época do Benfica está muito próxima de se iniciar e Roger Schmidt já começa a definir os seus planos para cada setor do plantel das águias, como o caso da frente de ataque, onde, até ao momento, vai poder contar com cinco avançados.
Segundo informações apontadas pelo jornal português, A Bola, este sábado, dia 29 de junho, o técnico alemão só pretende contar com três pontas de lança, sendo que dois já têm lugar assegurado: Marcos Leonardo e Vangelis Pavlidis.
Neste sentido, em conjunto com Rui Costa, Roger Schmidt terá em mãos a decisão de definir o futuro dos outros três pontas de lança: Henrique Araújo, Casper Tengstedt e Arthur Cabral. Face a este cenário, a pré-temporada poderá ser crucial para que um deles consiga agarrar o lugar de terceiro avançado no plantel do Benfica.
Recorde-se que Henrique Araújo - avaliado em 2,5 milhões de euros - esteve emprestado ao Famalicão em 2023/24, onde acabou por não se afirmar como esperado. O avançado formado nas águias realizou 21 encontros: 20 no Campeonato Nacional e um na Taça de Portugal. Nos 730 minutos que disputou, o avançado do Benfica não conseguiu marcar qualquer golo, nem fez nenhuma assistência. Na época transata, o craque representou o Watford, da segunda divisão inglesa, onde registou oito jogos e uma assistência
Na temporada 2023/24, ao serviço do Benfica, Arthur Cabral - avaliado em 14 milhões de euros - realizou 43 encontros: 28 na Liga Portugal Betclic, quatro na Liga dos Campeões, quatro na Liga Europa, quatro na Taça de Portugal e três na Taça da Liga. Ao todo, nos 1.962 minutos que disputou, o brasileiro apontou 11 golos e fez três assistências.
Relativamente a Casper Tengstedt - avaliado em 5 milhões de euros -, o craque nórdico contabiliza um total de 31 jogos ao serviço do Benfica na temporada 2023/2024) tendo somado quatro golos e seis assistências, nos 1.348 minutos totalizados. Na época de estreia, o dinamarquês só havia feito quatro jogos pelo Clube da Luz, totalizando apenas 20 minutos em campo.
Numa altura em que a saída de José Mourinho do Clube da Luz ganha cada vez mais força, analista português 'decide' melhor cenário
20 Mai 2026 | 17:12 |
Numa altura em que Marco Silva ou Ruben Amorim são os treinadores apontados a colmatar a possível saída de José Mourinho em direção ao Real Madrid, Rui Malheiro decidiu analisar alguns pontos importantes entre os dois técnicos portugueses.
Rui Malheiro: "Amorim é quem mais garante continuidade ao ADN benfiquista. Mas Marco Silva terá contacto com um clube que produz tanto talento"
"O contraste é nítido. Amorim trabalha uma estrutura única — 3x4x2x1 com desdobramentos para 3x2x5/3x1x5x1, alas como faixa larga absoluta e pressão alta iniciada pelo trio atacante. Marco Silva, adepto declarado do jogo posicional, opera num 4x2x3x1 em cerca de 65% dos jogos, com mutações para 4x3x3 e, contra adversários de topo, se sentir necessidade, de recorrer a três centrais (3x4x3 ou 5x3x2 defensivo)", começou por analisar ambas estruturas táticas, escrevendo ao jornal Record.
De seguida, Rui Malheiro visou o tema em torno da aposta na formação: "Aqui o desnível é grande. Amorim é formativo por convicção, Marco Silva é-o por circunstância. Pelo passado, Amorim é quem mais garante continuidade ao ADN benfiquista. Mas Marco Silva terá, pela primeira vez se exceptuarmos o Sporting, contacto com um clube que produz tanto talento."
Rui Malheiro: "Amorim precisa de reconstruir o plantel à sua imagem; Marco Silva pode aproveitar grande parte do que existe"
Ao abordar a adaptação ao atual plantel do Benfica, o também comentador entendeu: "Amorim precisa de reconstruir o plantel à sua imagem; Marco Silva pode aproveitar grande parte do que existe. O 'trade-off' é claro: Amorim oferece identidade nova ao custo de uma janela refundadora; Marco Silva oferece transição suave ao risco da banalidade. A pergunta para Rui Costa é o que prefere: investimento estrutural ou continuidade pacífica."
Passando para a influência com a direção, staff de futebol e acerto no mercado, o especialista português declarou: "As personalidades de gestão são quase opostas. Amorim exige centralidade decisória. Marco Silva trabalha colegialmente. Para Rui Costa, Amorim implica conceder poder e ter um treinador pára-raios; Marco Silva instala-se sem fricção institucional, mas fará exigências."
Rui Malheiro: "Amorim é o melhor comunicador da sua geração no futebol português. Marco Silva é sereno, profissional, sóbrio"
Analisando o último ponto, Rui Malheiro tratou do poder de comunicação dos dois treinadores: "Aqui o desnível aparenta ser gigantesco, mas é bastante ambíguo. Amorim é o melhor comunicador da sua geração no futebol português. Articulado, acutilante, carisma genuíno, a frase que crava sem cair no barroco. Marco Silva é sereno, profissional, sóbrio: não vive de 'soundbites', prefere a substância à imagem", referiu.
"A vantagem inicial é toda de Amorim, mas é uma vantagem que se paga caro: a franqueza que o eleva quando ganha, pois pode expô-lo quando perde, e na Luz, com apenas 1 título nacional em 7 anos, a pressão multiplica-se mesmo para quem será recebido como o filho pródigo que realmente é. Marco Silva oferece tranquilidade, onde Amorim oferece eletricidade. Prefere a substância e a sobriedade à imagem e à guerrilha", concluiu.
A algumas horas do encontro que pode dar o título de campeão da Arábia Saudita aos amarelos de Riade, antigo treinador encarnado recorda altos e baixos
20 Mai 2026 | 16:50 |
Antes do derradeiro encontro que pode dar o tão desejado título de campeão, Jorge Jesus, antigo treinador do Benfica em duas passagens, recordou o caminho percorrido desde o início da temporada numa crónica marcada por altos e baixos. Contudo, o técnico português reconhece a dominância de apenas uma equipa durante toda a época na liga: o Al Nassr.
Jorge Jesus: "A primeira tarefa que tinha pela frente passava por fazer o Al Nassr subir vários patamares competitivos"
"Quando José Semedo (CEO) e Cristiano Ronaldo me convidaram há um ano para liderar o Al Nassr pediram-me ‘apenas’ uma coisa: queriam a equipa a lutar pelo título de campeão da Arábia Saudita. Decidi juntar-me a eles para tentar dar essa alegria a dirigentes, jogadores, funcionários e adeptos, todos a querer algo que parecia inalcançável", começou por escrever ao Jornal Record.
"A primeira tarefa que tinha pela frente passava por fazer o Al Nassr subir vários patamares competitivos. Tínhamos de garantir solidez para não deixar fugir os principais adversários na fase inicial. E a forma como entrámos no campeonato, com 10 vitórias consecutivas, levou-nos a ter êxito na primeira meta traçada. No final da primeira volta, quatro equipas podiam chegar ao título, só o Al Ittihad ficara para trás", frisou.
Jorge Jesus: "Dar à equipa a competitividade necessária para poder discutir o título até ao final foi uma vitória, foi o cumprir da missão que me tinha sido pedida"
"Em finais de dezembro, uma convulsão interna fez abanar a estrutura que me dava todo o suporte. A direção retirou capacidade de ação a José Semedo e Simão Coutinho no preciso momento da reabertura do mercado, e nessa ocasião a intervenção de Ronaldo foi decisiva para que tudo voltasse à normalidade", lembrou Jorge Jesus - que reagiu à recente derrota.
"Dar à equipa a competitividade necessária para poder discutir o título até ao final foi, desde logo, uma vitória, foi o cumprir da missão que me tinha sido pedida. Claro que isso significou um desgaste muito grande para os jogadores e como resultado desse esforço tivemos lesões nesta fase final que nos obrigaram a criar soluções de recurso. Isso faz parte do futebol, principalmente quando se tem plantéis curtos", destacou.
Jorge Jesus: "Se vencermos o Damac, seremos campeões sauditas e tornaremos real o sonho de vários milhões de adeptos"
"Como resultado de uma época muito desgastante, mas também de enorme entrega de todos, chegámos ao momento-chave: quinta-feira, se vencermos o Damac, no nosso estádio, seremos campeões sauditas e tornaremos real o sonho de vários milhões de adeptos. Iremos além daquilo que foi pedido. Para nós será o jogo mais importante do ano", concluiu.
Atualmente incluído num complexo processo de reconstrução dentro do Clube da Luz, jovem extremo encarnado recebe notícia positiva
20 Mai 2026 | 15:48 |
João Rego foi um dos jogadores convocados por Oceano Cruz para representar Portugal no Torneio de Toulon, competição internacional de sub-20 que arranca no próximo dia 31 de maio. O jovem extremo do Benfica volta assim a merecer a confiança da Seleção Nacional, numa fase particularmente importante da carreira.
O camisola 84 encarnado surge entre os 23 eleitos do selecionador nacional, juntamente com outros jogadores do Clube, como Martim Ferreira, Tiago Freitas e Tiago Parente. Na convocatória destaque ainda para Mateus Mané, extremo que recentemente ganhou espaço no Wolverhampton.
Portugal vai iniciar os trabalhos no próximo dia 26 de maio, entre a Cidade do Futebol e Toulon. A equipa das quinas terá pela frente Japão, Costa do Marfim, Venezuela e Canadá na fase de grupos, antes de conhecer os possíveis adversários das fases seguintes da competição.
De referir que João Rego atravessa atualmente um momento decisivo no Benfica. Apesar de ter somado já 28 jogos pela equipa principal ao longo das últimas três temporadas e de ter renovado contrato até 2030, o jovem extremo está de saída da Luz, embora ainda não esteja definido o modelo do negócio.
A forte concorrência nas alas acabou por dificultar a afirmação regular do internacional jovem português no plantel principal das águias. Ainda assim, João Rego continua a ser visto como um jogador de grande potencial, motivo pelo qual o Benfica blindou recentemente o atleta com uma cláusula elevada, numa altura em que esteve perto de rumar ao PAOK no último mercado de inverno.
Após época irregular, Benfica decide rescindir contrato com futebolista
20 Mai 2026 | 13:51
Ruben Amorim? Histórico do Benfica comenta interesse no técnico: "Não sei se..."
20 Mai 2026 | 13:26
Bournemouth - Manchester City deixa Guardiola sem título: Exs Benfica falham objetivo nacional
20 Mai 2026 | 12:39