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Futebol

Da lesão de Aursnes a Lukebakio: O que disse José Mourinho no final do Gil Vicente - Benfica

À semelhança das partidas anteriores, treinador português marcou presença na conferência de imprensa, onde analisou encontro que decorreu em Barcelos

José Mourinho abordou a lesão de Aursnes e a utilização de Lukebakio na conferência de imprensa no pós-jogo entre Benfica e Gil Vicente. Fotografia: SL Benfica
José Mourinho abordou a lesão de Aursnes e a utilização de Lukebakio na conferência de imprensa no pós-jogo entre Benfica e Gil Vicente. Fotografia: SL Benfica

03 Mar 2026 | 08:26 |

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José Mourinho marcou presença na conferência de imprensa, onde respondeu aos jornalistas presentes em Barcelos. No final do triunfo frente ao Gil Vicente (2-1), o treinador do Benfica teceu comentários sobre a arbitragem de João Gonçalves, mas também deixou uma atualização a respeito da lesão de Fredrik Aursnes. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.


A lesão de Aursnes


"Essas coisas, 48 horas e já se sabe melhor. É sabido que ele já arrasta este problema há umas semanas largas. Tem-se encontrado quase sempre condições para ele ir a jogo, mas para ele ser substituído logo no início da segunda parte quando na primeira parte não tinha sentido nada, deixa-me a pensar que poderá ser algo maior do que o que tem sido até agora. O jogo foi bom e para ser bom precisa de três equipas boas e acho que tiveram em campo três equipas boas. Aquilo que acontece no primeiro minuto de jogo deve ser analisado de igual modo que se fosse ao minuto 20, 30, 40 ou 60. No primeiro minuto há um cartão amarelo claríssimo. O cartão amarelo ao Otamendi não me cheirou muito bem, mas acho que o árbitro fez um bom jogo porque deixou jogar. As duas equipas jogam bem, são competitivas, têm transições rápidas e acho que o árbitro colaborou bem com o tipo de jogo das duas equipas. Tem a sensação clara, vendo à pressa, a situação que antecedeu o canto que deu o nosso golo. Vendo à pressa, parece-me um penálti claríssimo, muito mais claro que aquele que foi apitado ao António Silva contra o Casa Pia, por exemplo. Mas isso já é coisa de VAR, não é coisa de árbitro. Dentro de campo, o jogo é a 200 à hora e deixou andar e jogar. Vitória muito importante para nós, contra uma equipa que neste momento está em 5.º, que esteve em 4.º e luta pelo 4.º e que valoriza a nossa vitória num jogo duro".


Substituição de Prestianni

"Uma questão de análise do jogo, nem 'feeling' nem persentimento, não foi varinha mágica. O Gianluca não esteve mal, mas não foi o Gianluca na verdadeira aceção da palavra. O Andreas estava a criar bastante dificuldades ao lateral daquele lado e eu quis meter o Lukebakio, que se sente muito mais confortável à direita do que à esquerda e optámos por tirar o Prestianni. Depois, o Schjelderup apanha um cartão amarelo e nós estávamos em vantagem nesse momento. O Gil a fazer substituições para andar para a frente, nós, como equipa naquele momento bastante ofensiva e muita gente cansada, então meti o Bah a fechar o flanco direito onde eles são muito fortes, seja com o lateral, seja com o ala, e nesse momento o Lukebakio passa para a esquerda, uma posição onde não se sente muito confortável. Mas o jogo pedia-nos esse equilíbrio".


Criação de maior perigo do Benfica poderia surgir pelas alas?

"Há aí uma vaga, em alguns países europeus, de defesa à homem, que há duas décadas começou a ser completamente démodé, o Benfica e o Gil são das melhores equipas que defendem à zona. O Gil defende muito bem e nós tentámos abrir muito com o Dedic, com o Gianluca a ir para dentro e a levar com ele o Konan e depois a criar dificuldades ao ala, que é um ala ofensivo, que tinha de vir com o Dedic mas muitas vezes atrasado. Na primeira parte começámos a criar por aí do ponto de vista estratégico, mas depois começámos a desequilibrar pelo lado esquerdo, onde o Dahl tem duas posições para marcar ou para assistir porque por aquele lado começámos a ir com dois-três jogadores. O Pavlidis também fez um trabalho extraordinário, e é por isso que eu digo que são bons atacantes quando marcam golos, mas depois também há bons atacantes que não marcam golos. Acho que o Pavlidis fez um trabalho fantástico a procurar as costas dos defesas. Equipas como o Gil, que jogam bem zonalmente, também temos de obrigá-las a correr para trás. O que eu não gostei no jogo foi a forma como não gerimos o início da segunda parte. O Gil reage, nós temos a substituição, depois há uma acumulação de lançamentos e cantos que temos de saber gerir com outra maturidade, inclusive a tentativa de reposição rápida do Trubin. Numa situação como aquela não se deve fazer, porque a equipa estava num momento difícil, o primeiro que tivemos no jogo, e temos de saber gerir de outra forma. Não quero dizer com mais inteligência, mas com menos inocência".

Lukebakio

"É uma semana de trabalho que não temos tido, mas é uma semana boa de trabalho. Amanhã não treinamos, mas temos quarta, quinta, sexta e sábado. Sábado é sábado, véspera de jogo, mas temos três bons dias para trabalhar e que certamente o ajudarão a melhorar a sua condição".

O que distingue o Schjelderup da primeira metade da época para esta?

"Eu acho que ele é melhor hoje do que há uns meses. Uma coisa que é importante para o jogador é o jogador sentir que o treinador gosta dele. É algo importante ao nível da autoestima e da autoconfiança. Ele sabe que eu gosto muito deste Schjelderup e que não gostava nada do Schjelderup que eu vim a encontrar. O que mudou? Mudou muita coisa. Do ponto de vista defensivo, tem agora uma noção importante de como defender à zona. Acho que defende bem. Não sendo um jogador agressivo, que não é, não sendo um jogador defensivo, que não é, mas tornou-se um jogador com bons conceitos táticos e a saber interpretá-los bem. Depois, no lado oposto, temos alas e laterais que profundizam muito. Agora, do lado esquerdo, outro jogador que tem estado bem, quando ele começou a jogar, o Dahl ainda era um jogador de reduzida participação ofensiva. E tendo ele, o único jogador que tínhamos a jogar aberto do lado esquerdo, a fluência do jogo, acho que se sente importante. E o facto de ele sentir que o treinador gosta dele, acho que é importante para ele e que melhorou a sua autoestima".


Futebol

Penálti, acusações de traição e renovação; Tudo o que disse Mourinho após Benfica - Porto

Clássico entre águias e dragões, da 25.ª jornada da Liga Betclic, terminou com um empate (2-2) e com a expulsão do Special One do banco de suplentes

Clássico entre Benfica e Porto, da 25.ª jornada da Liga Betclic, terminou com um empate (2-2). Na conferência, José Mourinho abordou vários aspetos do jogo
Clássico entre Benfica e Porto, da 25.ª jornada da Liga Betclic, terminou com um empate (2-2). Na conferência, José Mourinho abordou vários aspetos do jogo

09 Mar 2026 | 09:28 |

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O Clássico entre Benfica e Porto, da 25.ª jornada da Liga Betclic, terminou com um empate (2-2). Na conferência de imprensa, José Mourinho começou por explicar o que levou à sua expulsão do banco de suplentes após o golo da igualdade, disse que foi insultado por Lucho González e nega ter conversado sobre Rui Costa sobre a renovação. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.


Análise ao jogo e aos protestos de penálti na última jogada


"Não vi. Já não estava no banco, não tive ocasião de ver na televisão e não quero cometer o erro que cometi na semana passada, pedir penálti e depois não era. Mas gostava de falar da minha expulsão. O árbitro diz que me expulsou porque eu rematei uma bola para o banco do Porto, o que é completamente falso. Não sei se foram três, quatro ou cinco, mas já fiz muitas vezes no Estádio da Luz: golo nosso, bola para a bancada. Uma maneira de celebrar e dar uma bola ao sortudo adepto. Eu sei que tecnicamente não sou muito bom, mas não... era para a bancada".


Insultos

"Um elemento do banco do Porto (Lucho González), que também foi expulso, no túnel chamou-me 50 vezes traidor. Eu gostava que ele me explicasse: traidor de quê? Estive no Porto, dei a minha alma. Fui para o Chelsea, dei a minha alma ao Chelsea. Dei a volta ao mundo e dei a minha alma, a minha vida, 24 horas todos os dias. A isto se chama profissionalismo. Uma coisa são os insultos dos adeptos, é futebol. São os mesmos que há anos se ajoelhavam aos meus pés, agora insultam-me, não há problema nenhum. Mas um colega de profissão chamar-me traidor? Não gostei".


Expulsão e jogo

"Fui mal expulso. O 4.º árbitro fez um trabalho péssimo durante todo o jogo e quando diz ao árbitro que eu tinha rematado uma bola na direção do banco do Porto. Quanto ao jogo, estiveram mais perto de ganhar do que nós. Pode gostar-se muito, menos ou detestar, mas construíram equipa com uma ideia: o perfil de jogador é para aquele modelo de jogo, é equipa de uma fisicalidade tremenda. Tem quatro alas, qual deles o mais rápido. E são muito superiores a nós na intensidade do jogo. O melhor jogo que fizemos contra o Porto foi o da Taça de Portugal, porque jogámos com Aursnes e Barreiro, tivemos muita bola e perdemos muito pouca bola. Quando perdes muita bola, vais correr atrás deles, só que eles vão de mota e tu vais de bicicleta. O perigo esteve sempre ali. No 2-0 podia ter aparecido o 3-0, no 2-1 podia ter aparecido o 3-1. Eles fizeram o jogo que queriam fazer e levam um resultado bom para eles, mas eu acho que eles vieram para ganhar. Apanharam-se em vantagem e são peritos na gestão do jogo, dos tempos, faltas, cartões, no protesto. E depois levam o João Pinheiro atrás. Fizemos péssima primeira parte. Senti-me muito limitado: uma coisa é jogar com Aursnes e Barreiro e outra com Enzo e Ríos. Perfil é diferente. Estando limitado com as minhas substituições, porque o Barreiro não podia jogar mais do que 10/15 minutos — e foi ele próprio que definiu timings: 'Mister, 10/15 numa situação limite, não mais do que isto'. Sudakov igual ao Barreiro. E o Lukebakio ainda sem condições para eu o meter ao intervalo. Não quis que a equipa pensasse 'agora vamos chegar ali e vamos partir o jogo e vamos rebentar com eles'. Não vamos rebentar nada com eles. Eles é que rebentavam connosco se nós não fôssemos equilibrados. E eles trocam os dois alas e tiram dois Ferraris para meterem dois McLarens. Se fizéssemos o 2-1 o jogo poderia mudar, como mudou. Foi coração, foi orgulho, desejo de ganhar. Mas eles foram mais fortes do que nós".

Luta pelo título e renovação?

"Não tive nenhuma conversa nesse sentido. A classificação não se altera, mas já não jogamos com o Porto, já não podemos recuperar diretamente pontos. Considero difícil a recuperação de sete pontos. É muito fácil identificar como o Porto joga, é muito difícil jogar contra eles. E perderem pontos não me parece que seja fácil. Enquanto matemática é matemática, tudo pode acontecer".

Lucho González

"Chamou-me 20 ou 30. Traidor de quê? Ele quando foi para o Marselha traiu o Porto? Podia ter-me insultado de outra maneira, talvez aceitasse melhor, mas é ataque ao meu profissionalismo que prezo tanto. Fiquei um bocadinho desiludido, é profissional como eu".

Primeira parte?

"Conseguiram marcar uma superioridade, muita bola perdida. Se não tens grande controlo do jogo e se entras na parada e resposta não tens hipótese, fizemos isso na primeira parte. O segundo golo que nós sofremos é absolutamente ridículo. É o ala esquerdo do Porto num um contra um com o central esquerdo do Benfica. Onde é que estava o lateral direito, o central do lado direito e o médio do duplo pivot? O médio do lado direito? Tem que vir o central do lado oposto fazer uma diagonal para fazer um contra um dentro da área com um jogador criativo, rápido. Cometemos erros. Eu estava a ver a flash do Farioli e ele disse 'tivemos quatro ou cinco situações em campo aberto'. É verdade. Não foram situações de golo porque não conseguiram ser eficazes como o miúdo Pietuszewski. Não gosto nada de o fazer, mas a coisa é tão óbvia que tenho de o fazer: sem Aursnes a nossa música é diferente".


Futebol

Benfica empata em jogo louco com o Porto e ainda acredita no título

Emblema da Luz recuperou de desvantagem de 2-0 ao intervalo e chegou ao golo da igualdade já perto dos 90 minutos do Clássico

Benfica empatou contra o Porto (2-2) este domingo, dia 8 de março, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga
Benfica empatou contra o Porto (2-2) este domingo, dia 8 de março, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga

08 Mar 2026 | 20:11 |

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O Benfica empatou com o Porto (2-2), este domingo, dia 8 de março, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga Portugal Betclic. Depois do triunfo diante do Gil Vicente o emblema da Luz esteve perto de sofrer um desaire, mas evitou a derrota perto dos 90'.


Num duelo disputado no Estádio da Luz, os encarnados começaram pressionantes, mas rapidamente se viram em desvantagem. Aos 10 minutos, Alan Varela desmarcou Victor Froholdt e o dinamarquês, na cara de Anatoliy Trubin, rematou para uma primeira defesa do guardião ucraniano, contudo, na recarga, o médio dos dragões fez o 1-0. Em desvantagem, as águias voltaram a colocar o pé no acelerador, mas voltaram também a ver o Porto chegar ao segundo aos 40 minutos. Transição conduzida por Oskar Pietuszewski que apareceu isolado frente a Nicolás Otamendi, deixou o capitão no chão e fez o 2-0.


Na segunda parte, o Benfica, a correr atrás do resultado, chegou ao golo aos 69 minutos. Contra-ataque com Dodi Lukebakio, a partir da direita, a rematar ao poste da baliza de Diogo Costa, mas, na recarga, Andreas Schjelderup não perdoou. A perder por um, as águias carregaram em busca da igualdade que chegou aos 88 minutos. Franjo Ivanovic cruzou para o coração da grande área, onde apareceu Leandro Barreiro a finalizar para o 2-2.


Com este empate – o nono em 46 encontros na presente temporada –, os comandados de José Mourinho somam 59 pontos e continuam no terceiro lugar da tabela classificativa da Liga Portugal Betclic. O Porto (68) está no primeiro posto. Já o Sporting é segundo com 62.

O emblema encarnado volta a entrar em campo no próximo sábado, dia 14 de março, frente ao Arouca. O encontro, a contar para a 26.ª jornada da Liga Portugal, diante da turma liderada por Vasco Sebara, jogar-se-á às 20h30, no reduto do adversário.


Golo de Andreas Schjelderup (2-1):


Golo de Leandro Barreiro (2-2):



Futebol

Diogo Luís critica figura chave do Benfica: "Tenta justificar insucessos com lances de arbitragem"

Antigo jogador do emblema encarnado critica principais figuras do futebol português, bem como discursos inflamados que se ouvem semanalmente

Diogo Luís critica Rui Costa, líder do Benfica, e diz que, à semelhança dos homólogos, tenta justificar os insucessos desportivos com críticas às arbitragens
Diogo Luís critica Rui Costa, líder do Benfica, e diz que, à semelhança dos homólogos, tenta justificar os insucessos desportivos com críticas às arbitragens

08 Mar 2026 | 17:25 |

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A chegada de Frederico Varandas, André Villas-Boas e Rui Costa ao futebol português trouxe a promessa de uma nova cultura no futebol português, mas, segundo Diogo Luís, os resultados ficaram aquém das expetativas. O antigo jogador das águias critica os três presidentes e diz que o líder máximo do Benfica, à semelhança dos homólogos, tenta justificar os insucessos desportivos com críticas às arbitragens.


D. Luís: "No final dos jogos surgem para pressionar árbitros e para, de forma indireta, justificar os seus insucessos com decisões de arbitragem"


“Sempre que um título está em causa, os presidentes surgem no espaço público para atacar os rivais (...) Os três demonstram frequentemente uma enorme sede de poder e recorrem a discursos populistas que alimentam a paixão através do ódio ao adversário. No final dos jogos surgem para pressionar árbitros e para, de forma indireta, justificar os seus insucessos com decisões de arbitragem", escreveu no jornal 'A Bola'.


O autor sublinha que, no plano desportivo, tanto o Benfica como o Sporting e o Porto continuam a adotar discursos inflamados: “Um presidente de um grande clube não pode comportar-se como um adepto com um microfone. Tem de ser alguém racional, com controlo emocional e consciência do impacto das suas palavras no futebol e na sociedade”.

Diogo Luís reconhece ainda avanços na gestão financeira de Sporting e Porto: “Frederico Varandas e André Villas-Boas têm demonstrado uma abordagem mais racional na gestão dos recursos. Procuram reduzir despesas supérfluas, recuperar credibilidade junto dos mercados financeiros e implementar modelos de gestão mais profissionais".


Por fim, a crónica defende a necessidade de mudanças estruturais: “Para mudar isto, o primeiro passo seria retirar aos clubes o poder de decisão direta na Liga… O foco deixaria de ser a arbitragem e passaria para o que realmente importa: o jogo dentro das quatro linhas”. Rui Costa e André Villas Boas vão assistir ao Clássico separados.


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