Futebol
Fàbregas encantado com extremo que Rui Costa queria ver no Benfica: "Ele faz a diferença"
15 Out 2026 | 13:55
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22 Jan 2026 | 08:44 |
José Mourinho não escondeu a desilusão no rescaldo da partida da Liga dos Campeões. Depois de somar uma derrota na prova milionária, frente à Juventus (2-0), o treinador do Benfica realizou uma conferência de imprensa, onde respondeu às questões dos jornalistas e esquivou-se ao tema Rafa Silva. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Olhando para o futuro, Rafa Silva pode ajudá-lo a marcar mais golos? "É jogador do Benfica? Não lhe posso responder porque não é jogador do Benfica".
Sentiu, a determinada altura, que faltavam armas no banco? "Sem dúvida que sim. O nosso banco tinha o Enzo com um braço, o Manu ainda com alguns problemas, o Bruma que ainda não está em verdadeiras condições para jogar, depois a linha defensiva, tudo bem com um António Silva preparadíssimo para ser titular, mas depois Neto, Banjaqui, Gonçalo Oliveira, Rodrigo Rêgo, João Rego... O João pode-se perfeitamente ver que está num habitat que domina e está numa fase diferente. Num plantel como o nosso é muita coisa, Bah o ano inteiro, Lukebakio, Ríos... São coisas que nos limitam bastante. Obviamente que prefiro ganhar, mas prefiro perder e ver que os rapazes deram tudo do que perder como perdemos com o Sp. Braga".
Resposta à imprensa italiana: "Eu não acho que tenha de falar da Juventus, só posso falar do jogo Juventus-Benfica, não posso falar do plantel. Mas sei que economicamente é um clube muito forte, que a cada temporada dá grandes recursos aos seus treinadores, com um banco cheio de opções e os maiores clubes do mundo são assim".
Correu tudo mal hoje ao Benfica? Esta noite pode ser contornada com uma boa notícia como, por exemplo, a vinda de Rafa Silva? "Rafa Silva já perguntei aqui ao Gonçalo e, a partir do momento em que ele diz que não é jogador do Benfica, tenho de continuar a dizer que é jogador do Besiktas e que não vou comentar nada sobre o Rafa. Sobre o jogo de hoje, eu tento ser honesto na minha análise e acho que o Benfica fez um grande jogo, mas no futebol tens de fazer golos. Há quem faça golos ao fazer muito pouco para os fazer. Já me aconteceu a mim. Tentámos encontrar soluções para combater as lesões importantes, formámos uma equipa de cariz diferente, uma equipa que chega ao Porto e domina, que chega a Vila do Conde e domina, que chega a Turim e domina. Mas temos de partir a baliza do adversário. Mesmo em Vila do Conde marcámos muito pouco para tudo aquilo que produzimos. Temos de chegar lá e fazer".
É praticamente impossível continuar na Champions? "Mesmo que seja praticamente impossível, o praticamente não é impossível. Mas mesmo que seja praticamente impossível, neste grupo é que, independentemente dos objetivos, tu tens de dar o que tens e tens de jogar com a responsabilidade de ser Benfica e dares o teu máximo. Não muda muita coisa o facto de ser praticamente ou não ser mesmo possível. Sabemos que é o Real Madrid, sabemos que nós somos um Benfica com limitações, mas vamos com tudo, tal como fomos hoje. A palavra que utilizou, 'azar'... tínhamos de fazer golo. A jogar como nós jogámos, a criar como criámos, a controlar como controlámos... Quando não fazes golo, abres a porta a poder sofrer, principalmente contra equipas com jogadores deste nível. Eu estava no banco com o meu olfalto de quem tem 1250 jogos no banco e estava a dizer aos meus colegas que da maneira que o jogo estava que se não marcássemos que estávamos a por-nos a jeito para sofrer. A equipa estava a jogar bem desde o Trubin. Vi coisas a sair mesmo com beleza. Chegámos à segunda fase com grande qualidade e depois chegámos aos últimos 20 metros e é difícil fazer golos. Contra o Rio Ave, aquilo que jogámos, se 'matas', sais dali com o saco cheio, mas ganhámos 2-0 e com um autogolo. Os nossos alas têm dificuldades para fazer golos, jogam bem, cada vez jogam melhor, mas não fazem golos. As nossas segundas linhas não são jogadores de fazer golos. E hoje nem de penálti conseguimos fazer golo. Foi um bom jogo do Benfica, mas para ganhar temos de marcar. Os jogadores deram o que têm e deram muito. Há aqui gente que acumula minutos, Aursnes, Barreiro, Dedic, Dahl, Otamendi... Dão tudo o que têm, mas já está. Agora é Estrela da Amadora".
Taticamente que dificuldades encontrou no último terço ao longo do jogo? "Nenhuma. No par de vezes que foi preciso um bom guarda-redes, eles tiveram-no. Depois, há uma série de remates bloqueados, mérito de jogadores que sabem defender, que culturalmente se trabalha muito situações de um contra um, se apertar o jogador com posse de bola, de cobertura e dupla cobertura, mas naquela zona do campo temos de ser diferentes. Temos de ter outro perfil de jogador, pode também ser um jogador que não tem esse perfil de jogador e ir crescendo. Basta ver os números de golos dos nossos alas e não chegam aos dois digitos. Não temos jogadores que chegam aos dois digitos e creio que é isso que falta. O Trubin não era propriamente um grande jogador em construção, mas a equipa sabe agora encontrar soluções e sair a jogar, mas tem de fazer mais golos. Apesar de ter perdido o jogo, saio daqui com orgulho do que os rapazes fizeram".
Apesar de Marco Silva ter promovido várias alterações no onze inicial, águias responderam com uma exibição convincente diante dos escoceses
15 Out 2026 | 21:52 |
O Benfica derrotou o Celtic por 4-1, esta quinta-feira, no Estádio da Luz. Apesar de Marco Silva ter promovido várias alterações no onze inicial, as águias responderam com uma exibição convincente, tendo Jhon Durán sido uma das grandes figuras da noite.
O treinador encarnado apostou numa equipa bastante diferente daquela que tinha vencido o Vitória de Guimarães, deixando no banco nomes como Pavlidis, Rafa Silva e Schjelderup. A mudança não impediu, porém, uma entrada fulminante do Benfica, que chegou à vantagem logo aos quatro minutos. Jhon Durán sofreu uma grande penalidade e assumiu a cobrança, batendo Sinisalo com uma execução à Panenka.
Aos 23 minutos, Alexander Bah aumentou a vantagem, concluindo ao segundo poste uma jogada construída por Prestianni. O Benfica continuou a criar perigo e, aos 36 minutos, Jhon Durán voltou a marcar, aproveitando uma excelente abertura de Prestianni para aparecer nas costas da defesa escocesa e fazer o terceiro golo das águias.
No segundo tempo, o Celtic tentou reagir e conseguiu reduzir aos 67 minutos, por Camilo Durán. O golo trouxe novo ânimo aos visitantes, que ainda acertaram no ferro, mas o Benfica também esteve perto de ampliar a vantagem, com Schjelderup e Prestianni a ameaçarem a baliza de Sinisalo. Já nos instantes finais, Pavlidis entrou na partida e fechou o resultado (89') com uma finalização de classe, após assistência de Tomás Araújo.
Com este triunfo, o Benfica soma seis pontos e continua na corrida pelo top-8, estando neste momento no terceiro lugar. O próximo jogo da equipa de Marco Silva está marcado para quinta-feira, dia 22 de outubro, diante do Omonia, às 20h00, no Chipre.
Consultor de comunicação elogia uma das maiores lendas do Clube encarnado e recorda o momento em que o encontrou presencialmente
15 Out 2026 | 17:28 |
Toni, um dos maiores símbolos da história do Benfica e que dedicou-se durante mais de três décadas ao Clube como jogador de elite, capitão e treinador de sucesso, fez 80 anos esta quarta-feira. Em homenagem, Rui Calafate destaca a sua importância.
R. Calafate: "Toni é uma referência do futebol português"
"Primeiro celebrar o que importa. Os 80 anos de um homem bom, amigo do seu amigo e que inspira o melhor de nós. Toni é uma referência do futebol português, do Benfica, mas respeitado por toda a gente não importa a clubite. Porquê? Porque apesar de defender sempre as suas cores como jogador e treinador, também soube respeitar os outros", escreveu, ao jornal Record.
O consultor de comunicação lamenta nunca ter falado profundamente com o antigo técnico encarnado. "Dele nunca vi vaidade, apenas serviço aos seus emblemas. Só o cumprimentei uma vez, mas é daquelas pessoas que tenho pena de não conhecer pessoalmente e falar com ele, pois sei que aprenderia alguma coisa", pode ler-se.
R. Calafate: "Pena que Pedro Proença não se tenha lembrado"
Para concluir, Rui Calafate mandou uma "boca" a Pedro Proença por não ter a mesma boa disposição de Toni. "A sua simpatia e carisma se calhar dariam muito jeito para a FPF - tal como fez entre o seu presidente e Rui Costa que conseguiu juntar - mediar o conturbado momento entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus, pena que Pedro Proença não se tenha lembrado, pois a sua bonomia faria decerto acalmar as águas. Ainda vai a tempo", rematou.
No meio-campo das águias, entre 1968 e 1981, Toni conquistou oito Campeonatos Nacionais e quatro Taças de Portugal. Mais tarde, no banco de suplentes, liderou o Clube na conquista de mais dois Campeonatos Nacionais (1988/89 e 1993/94) e de uma Taça de Portugal, além de ter alcançado a final da Taça dos Campeões Europeus em 1988.
Equipa norte-americana garantiu um lugar nos playoffs após uma reviravolta emocionante, com o defesa cedido pelas águias a assumir protagonismo
15 Out 2026 | 16:30 |
O Benfica viu um dos seus jogadores emprestados assumir o protagonismo nos Estados Unidos. Joshua Wynder foi decisivo na vitória do New England Revolution frente ao FC Cincinnati, por 3-2, na madrugada desta quinta-feira, num encontro que garantiu à formação visitante a presença nos playoffs da MLS Cup de 2026.
O defesa central norte-americano, que cumpriu a terceira titularidade consecutiva, esteve em destaque numa partida marcada pela capacidade de reação do Revolution. Depois de sofrer o primeiro golo aos 13 minutos, a equipa conseguiu dar a volta ao marcador ainda na primeira parte, com o futebolista cedido pelo Benfica a contribuir diretamente para a reviravolta.
Aos 21 minutos, Wynder iniciou a jogada do empate ao descobrir Peyton Miller com um passe longo pela direita. O jovem extremo assistiu Dor Turgeman para o 1-1. Já perto do intervalo, aos 43´, o defesa voltou a fazer a diferença, desta vez ao corresponder de cabeça a um canto cobrado por Carles Gil, apontando o seu primeiro golo na Major League Soccer.
Na segunda parte, Turgeman bisou aos 51 minutos e ampliou a vantagem do New England Revolution, que acabou por vencer por 3-2, apesar do golo de Kévin Denkey aos 67´. Matt Turner também foi determinante para segurar os três pontos, com oito defesas ao longo do encontro, incluindo uma intervenção decisiva já perto do final, quando o Cincinnati ameaçou chegar ao empate.
Com este resultado, o New England Revolution chegou aos 49 pontos, fruto de 15 vitórias, 10 empates e quatro derrotas, e confirmou a qualificação para os playoffs. A equipa fica agora a três pontos do Inter Miami, de Lionel Messi, enquanto Joshua Wynder ganha destaque ao assinar um golo.
Confira o golo de Wynder:
Fàbregas encantado com extremo que Rui Costa queria ver no Benfica: "Ele faz a diferença"
15 Out 2026 | 13:55
Trubin ou Samuel Soares? Pedro Sousa aponta quem deveria ser sempre titular do Benfica
15 Out 2026 | 13:26
Alerta! Paulo Bento nomeia craque do Benfica que pode sair em janeiro: "Não me surpreenderia"
15 Out 2026 | 13:01