Futebol
Surpresa para o Arouca - Benfica: saiba quem é Miguel Figueiredo, a novidade de Mourinho
14 Mar 2026 | 11:44
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
21 Out 2024 | 07:31 |
Diogo Luís defende que Rui Costa deveria tomar medidas internas para apurar responsabilidades no que diz respeito às acusações feitas ao Benfica no caso dos emails. Num artigo de opinião no jornal ‘A Bola’, o comentador diz, ainda, que o mais recente processo deixa por terra quaisquer eventuais ambições de Luís Filipe Vieira.
Diogo Luís: Defesa dos interesses do clube deve seguir dois caminhos distintos
“Analisando o caso em questão (acusação do Ministério Publico), parece-me que a defesa dos interesses do clube deve seguir dois caminhos distintos. O primeiro, e mais óbvio, é a defesa às acusações que lhe são imputadas na via judicial. Já o segundo caminho deverá passar por defender de uma forma intransigente os interesses do clube”, começou por afirmar Diogo Luís.
“Na base deste processo estão várias questões, entre as quais fraude fiscal (acusação feita a LFV). De uma forma simples, o Ministério Público alega que houve saída de dinheiro da SAD do Benfica sem justificação ou sem um propósito lícito aparente. Este não é um facto novo, uma vez que, há uns tempos, foi noticiado um caso de alegadas faturas falsas, numa situação muito similar”, atirou o comentador.
Diogo Luís: Rui Costa não foi considerado arguido, como tal não deve ter nada a temer
“A questão que devemos colocar é: sabendo que houve saída de recursos sem justificação aparente, qual deve ser a atitude da administração perante tais suspeitas? A primeira, deveria ser analisar toda a situação, chegar a uma conclusão e apresentar os factos aos seus acionistas/associados. A segunda, se se confirmar que houve saída simulada de recursos, será averiguar quem foi o responsável por esses movimentos e apresentar uma queixa às autoridades competentes de forma a punir os responsáveis e defender a marca Benfica”, defendeu Diogo Luís.
“Apesar de, aparentemente, ter a sua assinatura em alguns dos documentos que estão a ser alvo de analise e incluídos no processo em curso, a realidade é que Rui Costa não foi considerado arguido, como tal, aparentemente, não deve ter nada a temer relativamente ao apuramento dos factos e à defesa dos interesses do clube/SAD que lidera. Por fim, não posso deixar de mencionar que a resposta do Benfica a todo este caso podia ser muito mais ágil, rápida e credível, se a auditoria forense, que demorou três anos a realizar, tivesse sido concretizada de uma forma mais abrangente e não apenas a alguns processos, alegadamente, escolhidos a dedo!”, argumentou o antigo jogador.
Diogo Luís: Rui Costa teve a hipótese de cortar com o passado e de evitar uma herança pesada
“Este é apenas mais um caso entre tantos outros que têm surgido. A ideia que todos temos da organização Benfica não é positiva, pelo contrário. Se dúvidas houvesse, nos últimos tempos, todos percebemos a forma como o Benfica tem vindo a ser gerido. As decisões eram centralizadas no presidente (LFV) que, aparentemente, fazia o que queria. As vitórias ou os resultados positivos suportavam toda esta forma de atuar. Complementarmente, foi criada uma máquina comunicacional para distrair os mais desatentos ou para criar a retórica de que todos estes casos são uma perseguição generalizada ao clube”, afirmou Diogo Luís.
“Rui Costa teve a hipótese de cortar com o passado e de evitar uma herança pesada. Se o tivesse feito, se tivesse cortado com o passado e dado outro rumo e dinâmica ao clube, hoje, estes processos não teriam o impacto que estão a ter, simplesmente porque a imagem do Benfica no mercado seria diferente. Ao contrário de André Villas-Boas, que cortou com o passado, alterando por completo os quadros dirigentes do Porto, Rui Costa preferiu não o fazer, continuando agarrado ao passado e a uma equipa de pessoas com quem partilhou as direções anteriores, estando agora a assumir o risco e as consequências de tal decisão”, considerou o comentador.
“Com esta nova acusação cai por terra a esperança de Luís Filipe Vieira se poder voltar a candidatar à presidência do Benfica”, finalizou Diogo Luís.
Recorde este momento de Bruno Lage onde defende o Presidente Rui Costa:
Águias apresentaram um recurso nas últimas horas, que foi tido em conta e apreciado pela entidade ligada à Federação Portuguesa de Futebol
14 Mar 2026 | 14:19 |
É oficial! José Mourinho não vai marcar presença no banco de suplentes. Pelo que foi revelado há minutos, o Benfica já sabe que o castigo aplicado ao Special One vai manter-se, o que indica que João Tralhão, treinador-adjunto, vai avançar para o comando técnico das águias, frente ao Arouca.
Segundo foi noticiado pelo jornal Record, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol não deu razão ao recurso apresentado pelo Benfica e mantém o jogo de suspensão a José Mourinho, que irá falhar assim o duelo deste sábado, 14 de março, frente ao Arouca.
No despacho emitido pela entidade que regula este tipo de casos, o CD considera que todas as consequências disciplinares, sejam elas anotadas pela equipa de arbitragem ou pelo delegado da Liga, devem ser aplicadas de forma imediata, ou seja, no encontro seguinte, tal como é o caso da expulsão do treinador do Benfica.
Na mesma nota, o Conselho de Disciplina adianta que, caso todas estas consequências disciplinares fossem sujeitas a recursos, os castigos em questão seriam sempre suspensos e não teriam o impacto imediato que devem ter. Esta foi a justificação dada pelo CD para rejeitar o recurso apresentado pelas águias.
Assim, fica confirmado que José Mourinho vai falhar a partida em Arouca, não tendo autorização para marcar presença no banco de suplentes das águias. Em seu nome vai estar João Tralhão, que vai comandar o Benfica frente ao Arouca, este sábado, 14 de março, às 20h30, em partida da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Numa altura em que se entra na reta final do campeonato, imprensa aponta que treinador português pode ter mais surpresas preparadas
14 Mar 2026 | 12:56 |
Gonçalo Moreira pode ser, muito em breve, mais um nome a ser lançado por José Mourinho. Numa altura em que o médio tem dado nas vistas na equipa secundária do Benfica, tudo indica que é apenas uma questão de tempo até que o português de 20 anos some os primeiros minutos no plantel principal.
Segundo deu conta o jornal Record, apesar de ter uma vaga praticamente assegurada na pré-época, Gonçalo Moreira pode ainda fazer a sua estreia em 2025/26, juntando-se a nomes como Ivan Lima, Rodrigo Rêgo, Tiago Freitas, José Neto, Daniel Banjaqui e Anísio Cabral, todos eles lançados com o batismo do Special One.
Os mais preponderantes, porém, são os três atletas que conquistaram em 2025 o Campeonato do Mundo de sub-17. Tanto Neto, Banjaqui e Anísio já tiveram diversas oportunidades no plantel principal, com o camisola 72 a ter mais impacto, com dois golos registados em 28 minutos. Gonçalo Moreira pode seguir o caminho desses atletas.
Porém, não é apenas esse trio que esteve em destaque. Ivan Lima foi o primeiro projeto de Mourinho, mas entretanto o jogador rumou à Polónia. Pelo meio, Rodrigo Rêgo chegou a ser uma peça tida em conta pelo Special One, ao registar dois jogos a titular, contra o Atlético CP (Taça de Portugal) e Nacional (Liga Portugal Betclic). Tiago Freitas, apesar de uma presença mais modesta, pode ter o orgulho de se ter estreado na Liga dos Campeões, no triunfo frente ao Nápoles (2-0).
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Gonçalo Moreira - avaliado em 1,2 milhões de euros - já realizou o total de 31 jogos oficiais: 20 na Liga Portugal Meu Super, sete na UEFA Youth League, três na Premier League International Cup e um na Liga Revelação. Nos 1.950 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o médio registou 17 golos e 10 assistências.
Números revelam que atleta, apesar da aus pouca utilização, tem demonstrado que pode ser uma mais-valia nas opções de José Mourinho
14 Mar 2026 | 12:26 |
Anísio Cabral tem sido uma lufada de ar fresco no ataque do Benfica. Pelo que foi apurado, o jovem de 18 anos - que recentemente renovou com as águias - tem tido um impacto impressionante no plantel principal, que tem deixado todos rendidos ao seu talento.
Apesar do seu impacto nos jogos do Benfica, a utilização do camisola 72 tem sido cirúrgica no plantel principal das águias, porém, os seus números não deixam de impressionar. Até ao momento, o campeão do Mundo de sub-17 regista dois golos em 28 minutos.
Assim, fazendo as contas, Anísio Cabral marca em média um golo em cada 14 minutos, correspondendo aos 28 minutos em que esteve em campo no plantel principal. No entanto, depois do tento da vitória contra o Alverca, o atleta não foi opção frente ao Real Madrid, Gil Vicente e Porto, com o jornal A Bola a apontar para uma questão de tática.
Tal como a mesma fonte dá conta, o estilo de jogo de Anísio Cabral é mais posicional, dentro da área e com uma capacidade notável de jogar de costas para a baliza. Contudo, estas características não seriam as ideaiss para os encontros mais recentes, o que explica a sua ausência, mas isso não invalida o seu impacto imediato quando é lançado no terreno de jogo.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Anísio Cabral - avaliado em 5 milhões de euros - já realizou quatro partidas oficiais no plantel principal, todas a contar para a Liga Portugal Betclic. Nos 28 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português apontou dois golos.