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Casa Pia - Benfica pode ter 'escondido' conversa de Rui Costa por Circati
18 Ago 2026 | 17:22
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21 Out 2024 | 08:31 |
Diogo Luís defende que Rui Costa deveria tomar medidas internas para apurar responsabilidades no que diz respeito às acusações feitas ao Benfica no caso dos emails. Num artigo de opinião no jornal ‘A Bola’, o comentador diz, ainda, que o mais recente processo deixa por terra quaisquer eventuais ambições de Luís Filipe Vieira.
Diogo Luís: Defesa dos interesses do clube deve seguir dois caminhos distintos
“Analisando o caso em questão (acusação do Ministério Publico), parece-me que a defesa dos interesses do clube deve seguir dois caminhos distintos. O primeiro, e mais óbvio, é a defesa às acusações que lhe são imputadas na via judicial. Já o segundo caminho deverá passar por defender de uma forma intransigente os interesses do clube”, começou por afirmar Diogo Luís.
“Na base deste processo estão várias questões, entre as quais fraude fiscal (acusação feita a LFV). De uma forma simples, o Ministério Público alega que houve saída de dinheiro da SAD do Benfica sem justificação ou sem um propósito lícito aparente. Este não é um facto novo, uma vez que, há uns tempos, foi noticiado um caso de alegadas faturas falsas, numa situação muito similar”, atirou o comentador.
Diogo Luís: Rui Costa não foi considerado arguido, como tal não deve ter nada a temer
“A questão que devemos colocar é: sabendo que houve saída de recursos sem justificação aparente, qual deve ser a atitude da administração perante tais suspeitas? A primeira, deveria ser analisar toda a situação, chegar a uma conclusão e apresentar os factos aos seus acionistas/associados. A segunda, se se confirmar que houve saída simulada de recursos, será averiguar quem foi o responsável por esses movimentos e apresentar uma queixa às autoridades competentes de forma a punir os responsáveis e defender a marca Benfica”, defendeu Diogo Luís.
“Apesar de, aparentemente, ter a sua assinatura em alguns dos documentos que estão a ser alvo de analise e incluídos no processo em curso, a realidade é que Rui Costa não foi considerado arguido, como tal, aparentemente, não deve ter nada a temer relativamente ao apuramento dos factos e à defesa dos interesses do clube/SAD que lidera. Por fim, não posso deixar de mencionar que a resposta do Benfica a todo este caso podia ser muito mais ágil, rápida e credível, se a auditoria forense, que demorou três anos a realizar, tivesse sido concretizada de uma forma mais abrangente e não apenas a alguns processos, alegadamente, escolhidos a dedo!”, argumentou o antigo jogador.
Diogo Luís: Rui Costa teve a hipótese de cortar com o passado e de evitar uma herança pesada
“Este é apenas mais um caso entre tantos outros que têm surgido. A ideia que todos temos da organização Benfica não é positiva, pelo contrário. Se dúvidas houvesse, nos últimos tempos, todos percebemos a forma como o Benfica tem vindo a ser gerido. As decisões eram centralizadas no presidente (LFV) que, aparentemente, fazia o que queria. As vitórias ou os resultados positivos suportavam toda esta forma de atuar. Complementarmente, foi criada uma máquina comunicacional para distrair os mais desatentos ou para criar a retórica de que todos estes casos são uma perseguição generalizada ao clube”, afirmou Diogo Luís.
“Rui Costa teve a hipótese de cortar com o passado e de evitar uma herança pesada. Se o tivesse feito, se tivesse cortado com o passado e dado outro rumo e dinâmica ao clube, hoje, estes processos não teriam o impacto que estão a ter, simplesmente porque a imagem do Benfica no mercado seria diferente. Ao contrário de André Villas-Boas, que cortou com o passado, alterando por completo os quadros dirigentes do Porto, Rui Costa preferiu não o fazer, continuando agarrado ao passado e a uma equipa de pessoas com quem partilhou as direções anteriores, estando agora a assumir o risco e as consequências de tal decisão”, considerou o comentador.
“Com esta nova acusação cai por terra a esperança de Luís Filipe Vieira se poder voltar a candidatar à presidência do Benfica”, finalizou Diogo Luís.
Recorde este momento de Bruno Lage onde defende o Presidente Rui Costa:
Jogador segue como a prioridade total das águias para reforçar o plantel de Marco Silva e está agora fora dos jogos de sua atual equipa
19 Ago 2026 | 09:38 |
João Palhinha voltou a ficar de fora de mais um encontro particular do Bayern Munique, desta vez diante do Heidenheim. O médio internacional português, principal alvo do Benfica no mercado, já tinha assistido das bancadas ao duelo frente ao RB Leipzig, numa ausência que continua a alimentar os rumores em torno do futuro do jogador.
Na altura, Max Eberl, diretor-desportivo do conjunto bávaro, justificou a ausência do internacional português com as negociações em curso. “Estão em curso negociações que poderão resultar numa transferência, seja qual for a forma que esta venha a assumir. Por isso, simplesmente não quisemos correr riscos”, explicou o dirigente.
Palhinha, de 31 anos, continua a ser seguido por vários clubes, com Newcastle e Aston Villa entre os interessados. O Benfica também está na corrida e prepara-se para fazer um esforço significativo para garantir o regresso do médio à Luz. As águias já colocaram em cima da mesa uma proposta que contempla 2,5 milhões de euros líquidos por época, além de um prémio de assinatura considerado significativo.
O clube da Luz mantém, há algum tempo, um entendimento com o jogador relativamente às condições de uma eventual mudança e tem já definida a proposta salarial. O Benfica não pretende deixar escapar Palhinha por uma questão financeira e procura agora encontrar uma fórmula que permita ultrapassar a concorrência, sobretudo do Newcastle.
Apesar de continuar vinculado ao Bayern, o desejo do internacional português de rumar à Luz poderá assumir um papel determinante nas negociações. As próximas conversas com o emblema alemão serão, por isso, decisivas. As águias tentam convencer o Bayern e, ao mesmo tempo, garantir que a vontade de Palhinha pesa mais do que o poderio financeiro dos clubes da Premier League. O regresso do médio ao Benfica continua em cima da mesa.
Defesa central australiano foi um dos destaques da seleção dos socceroos no último Campeonato do Mundo e, ao que tudo indica, irá representar o Glorioso
19 Ago 2026 | 09:24 |
Alessandro Circati, de 22 anos, natural de Fidenza, noroeste de Itália, mas internacional australiano e 1,91 metros, está muito perto de se tornar o substituto de António Silva. Com o avançar do tempo, já se sabe os valores do negócio com os "Giallo Blu".
Segundo a imprensa nacional, os dois clubes , que se defrontaram na Taça das Taças em 1993/94, chegaram a acordo para transferência do defesa central por 18 milhões de euros, mais 2 milhões de bónus por objetivos. Circati é esperado em Lisboa a qualquer momento.
O ítalo-australiano surge como alternativa a Taylor Harwood-Bellis, 24 anos, internacional inglês do Southampton, pelo qual o Benfica apresentou uma proposta de 20 milhões de euros. O clube inglês aceitou negociar, mas nunca por menos de 23,5 milhões, verba que pagou ao Manchester City em 2024.
Harwood-Bellis estava seduzido com a possibilidade de se mudar para a Luz, mas o Benfica decidiu retirar-se de cena e explorar outras alternativas. O Southampton também foi informado dos avanços dos encarnados por Alessandro Circarti.
Na temporada transata, com a camisola do Parma, Alessandro Circati - avaliado em 18 milhões de euros - fez 33 jogos: 31 no Campeonato Italiano e dois na Taça de Itália. Em 2.831 minutos disputados, o futebolista australiano fez um golo.
Jogador estava referenciado ao Clube por já ter trabalhado com o técnico, mas valores afastam possibilidade de negociação nesta fase
19 Ago 2026 | 03:00 |
O Benfica desistiu de Tosin Adarabioyo. O Glorioso 1904 sabe, em exclusivo, que as exigências financeiras associadas ao central do Chelsea acabaram por afastar as águias do negócio, numa altura em que o jogador era apreciado por Marco Silva para reforçar o eixo defensivo.
Ao que o nosso Jornal apurou, o valor necessário para garantir a contratação de Adarabioyo, aliado ao elevado salário auferido pelo internacional inglês, tornou a operação demasiado pesada para os cofres encarnados. Perante estas condições, a estrutura liderada por Rui Costa decidiu não avançar pelo defesa.
O nome de Adarabioyo já vinha sendo associado ao Benfica, sobretudo por indicação de Marco Silva, que conhece bem o jogador dos tempos em que ambos trabalharam no Fulham. O treinador encarnado via com bons olhos a possibilidade de voltar a contar com o central, desta vez na Luz.
Contudo, a questão financeira acabou por falar mais alto. Além das exigências do Chelsea para libertar o jogador, o vencimento de Adarabioyo representaria um esforço significativo para o Benfica, que não está disposto a ultrapassar determinados limites no planeamento do plantel. A situação ganha ainda maior relevância perante a concorrência pelo defesa. O Marselha também demonstrou interesse no jogador e chegou a intrometer-se no dossiê, dificultando ainda mais uma eventual operação das águias.
Desta forma, Tosin Adarabioyo deixa de ser uma opção para o Benfica neste mercado. Apesar de agradar a Marco Silva e de o perfil do central reunir características apreciadas pela equipa técnica, o preço da transferência e as exigências salariais levaram o Clube da Luz a riscar o jogador da lista de possibilidades.