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Atenção, Benfica! Há quem garanta que Bernardo Silva já escolheu novo clube
22 Mai 2026 | 13:46
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17 Jun 2024 | 11:22 |
O antigo ponta-de-lança do Benfica, Nuno Gomes, esteve presente na derrota de Portugal frente à Grécia, no EURO 2004, e recordou a partida em entrevista ao jornal A Bola. O avançado revela ainda ficar incomodado com o jogo e como lidou com as repercussões.
"O Euro 2004 tem essa particularidade de ter sido realizado em Portugal. Foi especial por tudo. Desde logo por termos sido nós a realizar e pelos momentos que nós vivemos durante esse mais de um mês. Quem estava no país, quem participou no Europeu, dentro ou fora de campo, lembra-se do ambiente de festa que se viveu durante esse período, por todo o país e da onda que se foi criando à medida que a nossa Seleção ia avançando na prova", começou por dizer o antigo número 21.
"Não foi o desfecho que todos nós esperaríamos, foi realmente muito duro aceitar essa derrota. No futebol não há vitórias morais, acho que a nossa seleção merecia ter ganho esse Europeu. Nós nunca pusemos essa hipótese de que no futebol há três resultados possíveis. O que eu senti foi que nós acreditámos, por aquilo que estávamos a viver, que a final não podia ter outro resultado a não ser a vitória. Infelizmente perdemos e, como é óbvio, vou recordar também esse sabor amargo para a vida toda, mas foram memórias que não esquecerei", terminou sobre a final perdida no Estádio da Luz.
"Foi difícil perder a final e depois chegar a casa e ter uma festa surpresa organizada pela família. Foram momentos de tristeza muito grande que tive de gerir, pois era o meu a aniversário e a minha vontade não era festejar. Depois fui de férias para a Grécia como tinha marcado, há muito tempo. Os jogadores da seleção grega foram todos passar férias juntos, com as famílias, depois de se sagrarem Campeões da Europa. Estavam todos contentes, como é óbvio. Azar o meu: foram para o mesmo hotel onde eu estava a passar férias numa das ilhas gregas", revelou sobre como viveu os tempos após a derrota.
Nuno Gomes passou pelo Benfica por duas vezes distintas, a primeira entre 1997 a 2000 e a segunda de 2002 a 2011. O avançado realizou 398 de águia ao peito, onde marcou 166 golos e realizou 51 assistências, vencendo duas Ligas Portuguesas, duas Taças de Portugal, três Taças da Liga e uma Supertaça Cândido de Oliveira.
Ex guarda redes surpreende com revelação pública e alimenta debate sobre o futuro do banco merengue, com nomes inesperados em destaque
22 Mai 2026 | 17:41 |
Iker Casillas voltou a pronunciar-se sobre o futuro do comando técnico do Real Madrid e, desta vez, fê-lo de forma ainda mais direta e comentada, através de uma publicação nas redes sociais que rapidamente gerou debate entre adeptos.
O antigo guarda-redes, figura histórica do clube merengue, já tinha deixado claro recentemente que não via com bons olhos um regresso de José Mourinho ao banco do Real Madrid, apesar de sublinhar que não existe qualquer conflito pessoal com o treinador português. Agora, foi mais longe e decidiu partilhar uma lista com nomes que, na sua opinião, poderiam assumir o comando técnico dos "blancos" no futuro imediato, deixando de fora precisamente o técnico que mais tem sido associado ao cargo.
Na publicação, o ex internacional espanhol escreveu vários nomes de treinadores que considera alternativas viáveis para liderar o projeto do Real Madrid, entre eles Unai Emery, Vincent Kompany, Xabi Alonso, Cesc Fàbregas, Mikel Arteta, Andoni Iraola, Zidane, José Bordalás, Iñigo Pérez e Del Bosque.
A ausência de Mourinho nesta lista não passou despercebida, sobretudo tendo em conta o contexto recente, em que o treinador do Benfica tem sido apontado como um dos principais candidatos a regressar ao Santiago Bernabéu.
Recorde-se que o antigo guardião do Porto e Mourinho trabalharam juntos no Real Madrid, numa fase marcada por conquistas mas também por episódios de tensão interna que acabaram por gerar fricção entre ambos no balneário. Um dos momentos mais recordados desse período aconteceu em 2012, quando Casillas perdeu a titularidade, decisão tomada por Mourinho, o que marcou o início de uma relação mais complexa entre ambos.
Polémica entre Casillas e Mourinho:
Internacional português, formado nas águias, abriu o jogo depois da conquista do título e falou sobre uma decisão que marcou a carreira
22 Mai 2026 | 17:38 |
J. Félix: "O Al Nassr, infelizmente, é pequeno"
"Ganhar com o Al Nassr na Arábia Saudita não é fácil. As pessoas em Portugal se calhar não sabem. Aqui há muita coisa extra futebol. O Al Nassr, infelizmente, é pequeno e é complicado ganhar a liga", afirmou o antigo avançado do Benfica, em declarações à Sport TV.
O avançado revelou também que a mudança para a Arábia Saudita foi cuidadosamente ponderada antes de aceitar o projeto do Al Nassr - onde Jorge Jesus vai sair. "A oportunidade de vir para o Al Nassr não foi pensada num dia. A partir do momento em que aceito, vou com tudo. Umas vezes as coisas correm bem, noutras não. Desta vez acho que correu de forma perfeita", destacou.
J. Félix: "Apanhei um ambiente que me favoreceu bastante"
O jogador de 26 anos assumiu ainda que encontrou no clube saudita um contexto favorável para voltar ao melhor nível competitivo. "Apanhei um ambiente que me favoreceu bastante. O tipo de jogo, a posição, os colegas que tinha à volta. Acabou por ser uma época fantástica, que terminou da melhor forma", referiu.
Já focado no Campeonato do Mundo 2026, o antigo craque do Benfica mostrou confiança nas possibilidades da Seleção Nacional. "Temos um grande grupo e com uma pontinha de sorte acredito que podemos conquistar (o Mundial)", concluiu.
Comentadora e adepta do emblema encarnado critica forma como defesa central do plantel da Luz tem sido tratado nos últimos dias
22 Mai 2026 | 17:36 |
A polémica em torno de António Silva continua a marcar a atualidade do futebol português e motivou uma dura reação de Leonor Pinhão. A comentadora critica a forma como o defesa do Benfica tem sido tratado nos últimos dias, considerando que o internacional português foi transformado no “vilão do ano”, após a polémica relacionada com a Seleção Nacional, apontando culpas aos comentadores televisivos.
L. Pinhão: "Era mais do que escusada a campanha negra ao mais alto nível e, simultaneamente, ao mais baixo nível contra Silva"
A cronista entende que a situação ultrapassou os limites do aceitável, apontando diretamente a responsabilidade de comentadores televisivos e até de Roberto Martínez na exposição pública do jogador: "Era mais do que escusada a campanha negra ao mais alto nível e, simultaneamente, ao mais baixo nível contra Silva".
Leonor Pinhão recorda que António Silva ficou fora da convocatória para o Mundial 2026, algo que considera legítimo do ponto de vista técnico, mas rejeita a forma como o tema evoluiu nos dias seguintes: "Ficou fora dos convocados para o Mundial, o que nem se discute, são opções, mas a necessidade de destruir o carácter do jogador é inqualificável", pode ler-se no jornal 'Record'.
No texto, a comentadora refere ainda que toda a polémica começou antes mesmo do anúncio oficial dos convocados, durante os programas televisivos de comentário desportivo, prolongando-se depois ao longo da semana com novas intervenções públicas.
A cronista destacou também a reação tardia do Clube da Luz, lembrando que o Benfica demorou demasiado a reagir: "Quanto ao Benfica esperou até à hora de almoço de ontem, sexta-feira, para emitir um comunicado a defender António Silva".