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Futebol
25 Out 2024 | 08:22 |
Valdo considera que o Feyenoord foi muito superior ao Benfica. Na opinião do antigo jogador do Clube da Luz e também do PSG, a turma de Bruno Lage não conseguiu contrariar a muita personalidade da turma neerlandesa.
Valdo: “Benfica não se encontrou”
“O que vi foi o Feyenoord dono em absoluto do jogo. O Benfica não se encontrou, principalmente na primeira parte. O Feyenoord foi quem comandou as ações do início ao fim da primeira parte, então estar 2-0 ao intervalo, na minha ótica, saiu barato ao Benfica”, afirmou Valdo.
“Depois na segunda parte, principalmente depois das mudanças de Bruno Lage, a equipa ganhou mais largura. O setor defensivo do Feyenoord já não tinha somente o Pavlidis para fazer a marcação. Aí baralhou um pouco as cartas e o Benfica ainda consegue chegar ao 2-1. Mas não senti em momento algum que a equipa do Feyenoord se tivesse assustado ou tremido com a reação do Benfica”, referiu o histórico das águias.
Valdo: “Quando alguém do Benfica tinha a bola, havia sempre um jogador do Feyenoord”
“Acho que o Benfica se preparou para o jogo, mas talvez não imaginasse que eles viessem jogar de igual para igual. Porque foi um Feyenoord completamente diferente da Eusébio Cup”, afirmou Valdo.
“Vi o Bruno Lage falar da marcação homem a homem, eu não vi marcação homem a homem. Eu vi uma marcação forte, o Young, o Timber. Era para o setor, mas a marcação era forte. Quando alguém do Benfica tinha a bola, havia sempre um jogador do Feyenoord, mas ninguém fez marcação homem a homem”, considerou o antigo futebolista.
Valdo: “Em momento algum o Feyenoord chutava a bola para a frente”
“Onde o Benfica é surpreendido é que em momento algum o Feyenoord chutava a bola para a frente. O central saía a jogar, os laterais também, o guarda-redes não era mau com os pés, essa foi a grande dificuldade. Às vezes o Pavlidis tentava pressionar e ia para cima do guarda-redes, ele ia no guarda-redes e dava para a esquerda”, referiu Valdo.
“Quando se encontra uma equipa fisicamente muito forte, os dois centrais enormes, os dois laterais também. O Bueno, muito bom jogador de pé esquerdo, e o da direita…, uma força brutal. Aliado a tudo isso, eles têm a técnica, é muito difícil fazer ou tentar fazer uma pressão, a não ser que essa pressão seja quase perfeita”, finalizou o antigo jogador do Benfica e do PSG.
O Benfica – Rio Ave joga-se no próximo domingo, às 18h00, no Estádio da Luz. O jogo é relativo à nona jornada da Liga Portugal Betclic, onde a turma de Bruno Lage ocupa o terceiro lugar, com 16 pontos em sete partidas. O Sporting é primeiro (24 pontos em oito jogos) e o Porto segundo (21 ponto em oito embates).
Saída do central argentino abre portas a novo ciclo e apenas dois atletas encarnados parecem ter lugar seguro no plantel da próxima temporada
14 Mai 2026 | 17:50 |
O Benfica prepara-se para fechar mais um capítulo ligado ao título conquistado em 2022/23. Nicolás Otamendi já informou a SAD de que não pretende renovar contrato e deverá despedir-se das águias no duelo frente ao Estoril, encerrando uma ligação de seis temporadas com o Clube da Luz.
A saída do internacional argentino poderá ser apenas o início de uma nova reconstrução profunda no plantel encarnado. Três anos depois da conquista do campeonato com Roger Schmidt, restam poucos jogadores desse grupo e vários deles continuam com o futuro em aberto para 2026/27.
António Silva é um dos casos que mais atenção desperta. O central termina contrato dentro de um ano e continua sem acordo para renovar, cenário que pode levar o Benfica a ponderar uma venda já no próximo mercado de verão para evitar o risco de perder o defesa a custo zero no futuro.
Também Andreas Schjelderup vive dias decisivos. O extremo norueguês está no melhor momento desde que chegou ao Benfica e começa a atrair interesse de vários clubes europeus. A SAD encarnada já iniciou contactos para prolongar o vínculo, mas o mercado poderá acabar por ter peso importante na decisão final.
Alexander Bah e Samuel Soares também não têm permanência assegurada, enquanto Fredrik Aursnes e Rafa Silva surgem, nesta fase, como os únicos campeões de 2022/23 com presença praticamente garantida no plantel da próxima temporada. O Benfica prepara, assim, uma nova fase de mudanças, com cada vez menos rostos ligados ao histórico ‘38’.
Apesar dos atuais fortes contactos entre Special One e emblema merengue, ex figura blanca mostra-se reticente face à possibilidade em questão
14 Mai 2026 | 17:35 |
Ramón Calderón, antigo presidente do Real Madrid, mostra-se reticente quanto à hipótese de José Mourinho assumir o comando técnico dos merengues. Surgindo esta posição numa altura em que ganha força a ideia de que Álvaro Arbeloa não continuará a orientar o conjunto blanco na temporada 2026/27.
Ramón Calderón: "Mourinho conquistou apenas um título de La Liga em três anos, e não chegou à final da Champions"
"O que eu sei sobre José Mourinho foi aquilo que ele fez, quando esteve cá. Conquistou apenas um título de La Liga em três anos e não chegou à final da Champions. Eu sei quais foram os treinadores que que tiveram sucesso e não têm a personalidade dele. [Zinédine] Zidane, [Vicente] Del Bosque e [Carlo] Ancelotti", atirou, em declarações prestadas na rádio britânica 'talkSPORT'.
De seguida, Ramón Calderón indicou como lidar com o tipo de jogadores em questão que, segundo este, parece não ir de encontro com as características de Mourinho. "Todos eles usaram métodos e sistemas diferentes, convencendo os jogadores, e não impondo a sua autoridade, o que é muito importante, quando estás a lidar com egos de estrelas de topo, no balneário. A minha opinião é essa. Nós já sabemos o que aconteceu, antes, por isso, eu procuraria treinadores que tivessem essas caraterísticas", concluiu.
O Special One, recorde-se, chegou ao comando técnico do Real Madrid no verão de 2010, sucedendo Manuel Pellegrini. Permaneceu no cargo durante três temporadas, até 2013, altura em que deu lugar a Carlo Ancelotti. Ao longo desse ciclo, orientou os merengues em 178 jogos oficiais, registando 128 vitórias, 28 empates e 22 derrotas.
Nesse período, conquistou um campeonato espanhol, uma Taça do Rei e uma Supertaça de Espanha, interrompendo a supremacia de um Barcelona então liderado por Pep Guardiola e recheado de estrelas como Lionel Messi, Andrés Iniesta e Xavi Hernández.
Comentador teceu duras críticas ao futebol apresentado pelo emblema encarnado e aponta vários culpados para momento vivido pelo Clube
14 Mai 2026 | 16:53 |
Rui Calafate considera que a passagem de José Mourinho pelo Benfica terminou em claro fracasso e que o futebol praticado chegou a ser "miserável". O comentador começa por abordar os rumores que ligam Mourinho ao Real Madrid e aponta diretamente para a influência de Jorge Mendes na construção desse cenário.
“Há várias semanas que se pressente que Jorge Mendes é a mão que embala o berço na construção da narrativa de que o Messias que vai meter a casa do Real Madrid em ordem é José Mourinho”, escreveu no jornal 'Record'. O analista sustenta, no entanto, que o regresso do treinador ao Santiago Bernabéu está longe de gerar unanimidade.
“Iker Casillas, que não morre de amores pelo ex-técnico, disse algo que é verdadeiro: há outros treinadores em melhor momento de carreira para assumir o seu clube do coração. Mourinho tem pergaminhos, números e títulos no Santiago Bernabéu, contudo, agora joga apenas com a perceção criada de que é a sua pretensa mão de ferro que vai esmagar o clima de guerra no balneário”.
A crítica estende-se depois ao trabalho realizado no Benfica, que Rui Calafate considera insuficiente em todos os aspetos: “O declive evidente do seu trajeto ganhador, bem como esta passagem pelo Benfica não são um bom cartão de visita. É óbvio que, para os benfiquistas, há uma enorme impaciência pela falta de ação do presidente que foi reeleito por ter contratado José Mourinho e que passou a contestado e insultado pelo insucesso do mesmo José Mourinho”.
R. Calafate: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável"
Na reta final da crónica, Rui Calafate deixa uma conclusão forte: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável, modelo assente em futebol cínico onde os encarnados nunca estiveram confortáveis em posse e domínio, para lá de vários ativos se terem depreciado. Sejamos claros: José Mourinho falhou no Benfica e com isso hipotecou definitivamente o sonho de comandar a Seleção Nacional. Perdeu encanto e unanimidade, banalizou-se. Que siga para Madrid”.
José Mourinho fala do interesse do Real Madrid:
Gonçalo Ramos de saída do PSG? Ex Benfica pode servir moeda de troca e rumar a Madrid
14 Mai 2026 | 13:19