Futebol
Rui Costa e Andr~e Villas-Boas tomam decisão importante para o Porto - Benfica
13 Jan 2026 | 10:00
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13 Jan 2026 | 11:00 |
Vangelis Pavlidis - que recentemente alcançou número redondo com os encarnados - volta a concentrar atenções antes do clássico desta quarta-feira frente ao Porto, a contar para os quartos de final da Taça de Portugal. O avançado grego assume-se como a principal referência ofensiva do Benfica e chega ao Estádio do Dragão com estatuto reforçado, não só pelos números da época, mas também pelo impacto recente diante do rival azul e branco.
Contratado ao AZ Alkmaar no início da temporada 2024/25, Pavlidis adaptou-se de forma imediata ao futebol português. É atualmente o melhor marcador da Liga Portugal, com 17 golos, liderando a tabela de artilheiros com vantagem sobre Luis Suárez, do Sporting. No universo encarnado, a diferença é ainda mais expressiva: soma 24 golos em 2025/26, contra apenas cinco do segundo melhor marcador do plantel.
O histórico frente ao Porto reforça a confiança do camisola 14 do Benfica. Em três jogos disputados contra os dragões para o campeonato, Pavlidis nunca conheceu a derrota. Duas vitórias por 4-1, em novembro de 2024 e abril de 2025, e um empate sem golos, em outubro do mesmo ano, compõem um registo que pesa psicologicamente antes de novo duelo decisivo.
Foi precisamente no encontro de abril, no Estádio do Dragão, que Pavlidis assinou uma das exibições mais marcantes da sua carreira em Portugal. O avançado grego marcou três golos, selando um hat-trick que desmontou a defesa portista e abriu caminho à goleada encarnada. O quarto golo desse jogo foi apontado por Nicolás Otamendi, símbolo de liderança no eixo defensivo do Benfica.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, Vangelis Pavlidis — avaliado em 35 milhões de euros — realizou 32 jogos: 17 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal, dois na Taça da Liga e um na Supertaça. Nos 2.546 minutos disputados, o avançado soma 24 golos e três assistências.
No rescaldo de mais uma derrota no campeonato saudita, treinador português deixou algumas críticas à equipa de arbitragem do encontro
13 Jan 2026 | 10:53 |
Jorge Jesus não escondeu a frustração depois de mais um encontro sem sentir o sabor da vitória. No final da partida entre o Al Hilal e o Al Nassr, o antigo treinador do Benfica comentou o que aconteceu no relvado e deixou algumas críticas à expulsão de um dos seus jogadores.
Jorge Jesus: “Depois de rever o lance, acredito que não havia necessidade de mostrar o vermelho. A expulsão foi injusta.”
“Foi um excelente clássico. Quando estávamos 11 para 11, o Al Nassr foi melhor e estava a vencer, mas, depois do vermelho, as coisas mudaram. A expulsão tornou tudo mais difícil”, começou por dizer o treinador do Al Nassr, que contou com a titularidade de João Félix.
Porém, Jesus não ficou por aqui e teceu alguns comentários a respeito de uma decisão do árbitro que teve impacto no resultado final: “Depois de rever o lance, acredito que não havia necessidade de mostrar o vermelho. A expulsão foi injusta”.
Jorge Jesus: “O Al Nassr é um grande clube que almeja títulos. Estes jogos exigem um alto nível de preparação mental.”
“O Al Nassr é um grande clube que almeja títulos. Estes jogos exigem um alto nível de preparação mental. Alguns jogadores apresentaram lapsos mentais, mas temos muita confiança neles para continuarmos a nossa caminhada”, acrescentou Jorge Jesus.
“A equipa venceu 10 jogos e começámos a ter problemas depois da saída de Mané [para a CAN] e da lesão de Simakan. Quando um jogador comete um erro técnico, entendo, mas quando comete um erro disciplinar, não, e tem de assumir a responsabilidade por isso”, concluiu o treinador português.
Formação encarnada procura dar uma resposta bem diferente da exibida em Leiria, mas terá pela frente um rival altamente motivado
13 Jan 2026 | 10:32 |
O Benfica pretende dar uma resposta diferente no Clássico. Depois de uma eliminação complicada frente ao Braga, que ditou o afastamento da Taça da Liga, o Clube da Luz procura dar a volta à situação, mas tem um obstáculo pela frente: o registo no Estádio do Dragão diante do Porto.
A preparação para o eterno Clássico arrancou logo na manhã de quinta-feira, 8 de janeiro, poucas horas após o encontro disputado em Leiria. Sem qualquer dia de folga, os encarnados iniciaram de imediato os trabalhos com vista ao duelo frente aos dragões, depois de terem sido alvo de uma verdadeira terapia de choque por parte de José Mourinho.
Não é novidade que o Special One procurou voltar a abanar o plantel, após ter criticado duramente a fraca exibição apresentada pelos seus jogadores em Leiria. A verdade é que o universo encarnado enfrenta um clima de enorme pressão à entrada para o Clássico, correndo o risco de hipotecar mais uma oportunidade de conquista na temporada 2025/26.
Por outro lado, José Mourinho tenta afastar os fantasmas do passado, tendo em conta o seu registo pouco favorável em jogos frente aos azuis e brancos. Enquanto treinador visitante, o técnico português nunca conseguiu alcançar um resultado positivo nas deslocações ao reduto portista.
Recorde-se que o encontro está agendado para esta quarta-feira, 14 de janeiro, às 20h45, no Estádio do Dragão. Relativamente ao duelo da Taça de Portugal, que contará com a presença de Rui Costa e André Villas-Boas, os dois dirigentes máximos do Benfica e Porto já tomaram uma decisão importante sobre a partida.
Avançado internacional português dispara face ao desaire sofrido diante da equipa rival parisiense, dizendo adeus à Taça de França
13 Jan 2026 | 10:03 |
“O árbitro deixou as coisas acontecerem”
“A nossa equipa jogou o seu futebol e mérito para eles, porque jogaram bem. O árbitro deixou as coisas acontecerem. Eles fizeram antijogo e o árbitro não fez nada ou não disse nada. Foi antijogo do início ao fim”, queixou-se o avançado português.
“E isso não devia acontecer assim, porque os árbitros estão lá para fazer cumprir as regras e para impedir que este tipo de coisas aconteça. Estamos aqui para jogar e não é nada agradável ver isto”, desabafou, frustrado.
“Não foi o nosso dia”
Depois, à France 3, insistiu: "É um dia difícil, parabéns ao Paris FC. Tentámos jogar o nosso futebol, eles tentaram ganhar tempo, essa foi a razão. Eles marcaram e defenderam muito bem. Tivemos oportunidades de marcar, remates, mas hoje não foi o nosso dia."
Gonçalo Ramos abordou ainda o calendário do PSG e a eliminação precoce da prova que o clube conquistou nas últimas duas épocas: “Sim, tivemos muitos jogos, mas isso não é uma desculpa. Estamos preparados e somos uma equipa de alto nível. Preparamo-nos todos os dias. Agora acabou e não podemos fazer nada. Há outras competições que queremos ganhar.”