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Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
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02 Dez 2022 | 05:00 |
“Show me the money!”, “Louder!”, “Show me the money!”. Cuba Gooding Jr. fala, grita e dança. Do outro lado da linha está Tom Cruise, a fazer de agente desportivo, desesperado para manter a representação do seu último atleta. Fomos ao filme e voltámos à Liga portuguesa. Pedro Proença pressiona, exaspera e também desespera com a centralização dos direitos televisivos, mas, segundo apurou o Glorioso 1904, o Benfica nem ata nem desata, enquanto não puder dar ponto com nó. A Direção encarnada quer que Proença se deixe de conversas e mostre o dinheiro, onde está o dinheiro, aquele aumento de receita mirífico que a centralização dá e que cabe na projeção do Excel da Liga, mas não se vê sinais dela para lá do quadriculado da folha de cálculo. A questão que se coloca é: Como é que o bolo (que é de 180 milhões de euros, segundo relatório da EY para a época de 2021-2022) se for melhor dividido, garante que todos ‘comem’ ou mais ou pelo menos o mesmo (no caso dos três grandes)? Matematicamente impossível. Exceto, se o tamanho do bolo aumentar, claro. E como é que ele aumenta se os três grandes viram as suas receitas de direitos televisivos crescerem em mais de 100% nos seus últimos contratos? E, pelo que se sabe, as operadoras não querem voltar a investir nada próximo desses valores no futuro próximo. Para se ter uma ideia, para Benfica, Porto e Sporting ficarem parecidos com o que têm hoje, e usando a nova fórmula que está prevista para dividir o jackpot (50% de distribuição equitativa, 25% por performance e 25% pelo impacto social de cada clube), o valor do bolo teria de ser superior a 300 milhões de euros, a cada ano. Como se passa de 180 milhões, já de si difíceis de segurar, para mais de 300 milhões? Pedro Proença explica. Esta semana, depois do sucesso que foi o Thinking Football Summit, no Porto, o Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional respondeu assim à Eleven: "A centralização dos direitos audiovisuais, que acontecerá daqui a um curto espaço de tempo, será um passo muitíssimo importante para cuidar daquilo que é o nosso produto. Muitas vezes fala-se na riqueza que se pode criar trabalhando de maneira centralizada, mas muito mais importante do que isso é a forma como cuidamos do nosso produto e patrocinamos os nossos verdadeiros valores. Os valores estão na qualidade do nosso talento. O jovem jogador português e no treinador que tem capacidade de fazer com tão pouco aquilo que nós fazemos". Esclarecidos? Até hoje não é conhecido qualquer plano que sustente esta ideia vaga explanada nesta declaração. Daí que o Benfica aguarde e diga: “Mostra-me o dinheiro!”. Saímos de Hollywood, mas Hollywood não sai de nós. https://www.youtube.com/watch?v=FFrag8ll85w
Fotografia de Liga Portuguesa de Futebol Profissional
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Em consequência a um passado momento protagonizado por alguma tensidade, figura pertencente ao Clube da Luz é castigada com multa
10 Mai 2026 | 13:24 |
Gonçalo Guimarães, diretor de comunicação do Benfica, foi condenado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao pagamento de uma multa de 2040 euros, em processo disciplinar motivado por participações da Medialivre e do jornalista Gustavo Lourenço, desse mesmo grupo de comunicação.
Em causa estão acontecimentos nos Açores, antes do Santa Clara - Benfica, e no Seixal, antes da receção ao Real Madrid, na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No primeiro local, Gonçalo Guimarães - que já antes tinha sido multado - estava acusado de intrometer-se entre Gustavo Lourenço e Nicolás Otamendi, à chegada ao hotel da equipa encarnada, com recurso a contacto físico. No segundo caso, foram palavras trocadas entre os dois, com o jornalista a participar ameaças do diretor de comunicação das águias.
No acórdão do CD pode ler-se que "as referidas condutas ultrapassam o âmbito das funções de um Diretor de Imprensa, violando os deveres de retidão e lealdade (incluindo de correção, urbanidade e contenção) para com outros agentes desportivos ou terceiros (em especial jornalistas no exercício das suas funções)", dando-se como provado.
"O Arguido adotou, em ambas as ocasiões, uma postura ríspida e desadequada no relacionamento com o Jornalista, que se encontrava no exercício legitimo das suas funções. O Arguido agiu de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era suscetível de perturbar e desrespeitar o exercício da atividade jornalística, bem como de violar os deveres de correção e urbanidade a que se encontrava obrigado, conduta prevista e punida pelo ordenamento jus-disciplinar desportivo, não se abstendo, porém, de a realizar."
As decisões do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são passíveis de recurso, nos termos da lei e dos regulamentos, para o Conselho de Justiça ou para o Tribunal Arbitral do Desporto, refere ainda o acórdão.
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08 Mai 2026 | 09:47