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Alvo do Benfica marca no Flamengo - Remo e ajuda Leonardo Jardim a vencer
20 Mar 2026 | 10:00
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15 Nov 2023 | 09:27 |
Diego Simeone concedeu uma entrevista, na passada terça-feira, dia 14 de novembro, onde abordou a complicada adaptação de João Félix ao Atlético de Madrid e analisou a posição que o avançado formado no Benfica adotou.
"O que é claro é que as gentes do Atlético não gostam [de João Félix], porque temos uma idiossincrasia diferente. Quando não se compreende a idiossincrasia do sítio onde se está, é muito difícil viver em conjunto", começou por dizer. "É como se eu quisesse viver como as pessoas vivem na Argentina, mas tenho de viver como as pessoas vivem em Espanha", completou, realçando que "não podia ter" problemas com a atitude do craque, uma vez que ele deu "o que podia ter dado" ao clube.
Porém, surpreendendo, o técnico argentino deixou elogios ao ponta-de-lança português. "Agora vemo-lo com uma intenção mais reativa à perda de bola. Se tiver de jogar perto da área, está bem, na defesa é difícil para ele", afirmou.
Simeone, que renovou contrato recentemente com os colchoneros, vê a mudança definitiva do internacional luso para o Barcelona de forma positiva. "Tudo o que de bom lhe acontece é extraordinário para nós, porque se ficar no Barcelona temos um rendimento importante e se voltar temos mais três anos aqui à sua espera", garantiu, no final.
Importa recordar que o antigo jogador do Glorioso reforçou os blaugranas, neste verão, tendo sido anunciado no último dia da janela de transferências. Até ao momento, o craque é uma opção titular, tendo-se afirmado na equipa de Xavi Hernández, desde muito cedo.
João Félix - avaliado em 50 milhões de euros - regista 14 encontros, onde soma três golos e três assistências, ao serviço do Barcelona. Na passada época, enquanto jogador do Atlético de Madrid, alinhou em 20 partidas, tendo marcado cinco golos e concretizado três assistências.
Diretor Geral do Futebol do Clube encarnado envolveu-se numa polémica em encontro do campeonato e já recebeu período da sua punição
20 Mar 2026 | 10:59 |
Após António Silva (quinto cartão amarelo) e Amar Dedic (cartão vermelho), surge mais um castigo no Benfica, em relação ao encontro com o Arouca. Mário Branco apanhou um castigo de vários dias, neste caso 30, e ainda terá de pagar uma multa no valor de 10.200 euros, por "lesão da honra e da reputação e de denúncia caluniosa".
De acordo com o que é descrito no relatório do árbitro, José Bessa, e do delegado da Liga, o diretor geral do futebol do Clube encarnado, ameaçou "expor o passado" quando esteve no balneário da equipa de arbitragem, com Simão Sabrosa - que foi mencionado por Lúcia Alves.
"Vim aqui por uma questão de respeito, mas o que se passou aqui hoje é uma vergonha! Se vocês querem que nós empatemos digam logo. Eu vou começar a expor o passado", terá apontado ao juiz de 30 anos. Porém, a situação não é inédita.
O dirigente já tinha criticado a atuação de José Bessa, quando o árbitro esteve no desafio entre o Alverca e o Benfica, na primeira volta, em que os encarnados ganharam por 2-1. "Vamos estar atentos a estes critérios de arbitragem. Tivemos o cuidado de estar na Cidade do Futebol no início da temporada e não tivemos conhecimento do critério rigoroso utilizado nesta partida", disse, na altura, tendo sido alvo de um processo disciplinar.
Noutro âmbito, o Benfica pagará uma multa de 7.650 euros pelo facto de não ter apresentado um treinador na zona de entrevistas rápidas. As águias, recorde-se, estão em blackout devido ao castigo aplicado a José Mourinho, que foi expulso diante do Porto, da 25ª jornada.
Avançado assumindo que convivência com figuras de topo tem sido fundamental para o seu crescimento dentro da equipa principal
20 Mar 2026 | 10:54 |
Anísio Cabral destacou a importância de partilhar balneário com jogadores experientes, assumindo que a convivência com figuras de topo tem sido fundamental para o seu crescimento dentro da equipa principal. Entre esses nomes, o avançado explicou que Nicolás Otamendi lhe dá muito trabalho nos treinos.
Anísio sobre N. Otamendi: "Ele cria-me dificuldades nos treinos”
“Quem eu mais queria conhecer era o Otamendi, pela sua história. Queria ver as capacidades dele. É um bom capitão, dá o exemplo, tanto dentro como fora de campo. É um grande jogador. Ele cria-me dificuldades nos treinos”, referiu, em entrevista ao Canal 11.
Também Vangelis Pavlidis tem sido uma referência importante para Anísio, sobretudo pelos conselhos no dia a dia. “O Pavlidis é uma grande pessoa. Tenho de olhar para Pavlidis e tentar chegar ao nível dele. Ele dá-me dicas, no que toca a remates e posicionamentos”, revelou.
Por fim, deixou elogios a José Mourinho, sublinhando a relação próxima que tem vindo a construir, além da satisfação pela renovação: “Estou a conhecê-lo melhor. É uma grande pessoa. Ele disse que tinha de ser eu próprio. Ele é bem disposto. Claro que tem de impor respeito. Só me dá as duras básicas, tudo tranquilo. Foi a melhor prenda possível. É aqui onde vou crescer nos próximos tempos. Espero dar alegrias a muita gente, ajudar a minha mãe e os meus irmãos”. Também Bino Maçães elogiou o atacante das águias.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Anísio Cabral - avaliado em 5 milhões de euros - já realizou quatro partidas oficiais no plantel principal, todas a contar para a Liga Portugal Betclic. Nos 28 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português apontou dois golos.
Numa publicação na sua conta de LinkedIn, ex-dirigente foi perentório, deixando também algumas recomendações à estrutura liderada por Rui Costa
20 Mar 2026 | 10:39 |
O antigo vice-presidente do Benfica, Fernando Tavares, veio a público defender a continuidade de José Mourinho no comando técnico das águias. Numa publicação na sua conta de LinkedIn, o ex-dirigente foi perentório, deixando também algumas recomendações à estrutura liderada por Rui Costa - que criticou algumas injustiças que marcaram a temporada.
F. Tavares: "Renovar com José Mourinho é imperativo"
Fernando Tavares considerou que o Benfica deve adotar uma visão mais estratégica e menos reativa no que diz respeito à gestão desportiva: "Renovar com José Mourinho é imperativo. Mais do que indignação pontual, o futebol português, e o Benfica em particular, precisa de refletir sobre estabilidade e visão a longo prazo”, começou por afirmar.
O antigo responsável encarnado levantou ainda dúvidas sobre o impacto da instabilidade no banco técnico: “Quantos treinadores teve o Benfica nos últimos anos? E que impacto teve essa rotatividade na consistência desportiva, identidade de jogo e valorização dos ativos?”, questionou.
Na mesma linha, reforçou que a rotatividade dificilmente conduz ao sucesso sustentado: “Mudar constantemente pode resolver urgências, mas raramente constrói projetos sólidos. Os grandes clubes europeus que hoje dominam não o fazem apenas com investimento, fazem-no com continuidade, alinhamento estratégico e confiança nas lideranças técnicas”.
A concluir, deixou uma reflexão sobre o futuro do Clube da Luz, colocando o foco na escolha estratégica: “A questão, por isso, não é apenas reagir a decisões externas. É olhar para dentro e perguntar se queremos resultados imediatos ou um projeto sustentado? Porque sem estabilidade no banco, dificilmente haverá consistência dentro de campo”.