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PEDRO BRINCA, CONHECIDO ADEPTO DO BENFICA, APONTA DEDO A BRAÇO DIREITO DE PEDRO PROENÇA: “SURREAL”

Comentador do Glorioso 1904 sem meias palavras para classificar atuação da Liga Portugal

Glorioso 1904
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04 Jun 2024 | 14:19 |

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Pedro Brinca considera surreal a entrevista que Rui Caeiro, antigo alto responsável do Sporting e atual diretor executivo da Liga Portugal, sobre o processo de centralização dos direitos televisivos.


“A semana passada assisti a uma das entrevistas mais surreais que já vi até hoje. O tema? Ponto do processo da comercialização centralizada dos direitos audiovisuais da Primeira e Segunda Liga a partir de 2027/28. O protagonista? Rui Caeiro, diretor executivo da LPFP, entrevistado pelo Negócios-Record”, começa por referir Pedro Brinca.


“Em que ponto é que está neste momento o processo? Não responde. Há alguma hipótese de acontecer antes de 2028/29? É uma ambição da Liga? Não responde. Consegue garantir que nenhum clube vai perder dinheiro? Não responde. Quanto é que valem os direitos da liga centralizados? Consegue dar-me um número? Não responde, apesar de em abono da verdade, dizer que valem mais do que o valor atual. Mas mal seria, só em termos de inflação, estamos a falar já cerca de 25% relativamente a 2015”, atira o conhecido adepto do Benfica.


“Porque comparamos Portugal com os big-five? Não responde. Tem alguma proposta em mãos pelos direitos televisivos? Não responde. Há alguma entidade que tenha dito "eu pago 300 milhões de euros por ano pelos jogos de futebol?" Não responde. Quem são os players que estão interessados? Não responde”, atira o economista.

“Há concordância dos clubes em fazer este processo o mais depressa possível. Tem interessados em comprar pelos valores que a Liga estabeleceu como mínimos? Porque não está fechado ainda? Não responde. Ver todo o futebol em Portugal custa 50 euros. Quantas famílias conseguem pagar isto? Não responde. Não o preocupa que as três principais operadoras sejam também elas detentoras do canal que é dono dos direitos de quase todos os jogos de todos os clubes? Isto não é concentração a mais? Não responde”, refere o comentador do Glorioso 1904.


“Referiu três pilares fundamentais para o processo, sendo que dois estarão perto da conclusão: um regulamento de controlo económico, um regulamento de audiovisuais, e um controlo de investimento em infraestruturas. Mas o que eu gostaria de saber é porque é que é precisa a negociação centralizada para os fazer. Se os regulamentos referidos são algo que os clubes querem, podem ser aprovados já em assembleia geral da Liga. Porque estão à espera de 2027/28? Por outro lado, se for algo que os clubes não querem e lhes seja imposto, em assembleia geral podem perfeitamente destituir a direção e eleger uma que reponha os regulamentos que desejam. Com negociação centralizada ou não”, afirma Pedro Brinca.

“A frase mais repetida de toda a entrevista foi que a Liga está empenhada em fazer o processo da negociação centralizada bem feito. Ok, ainda bem. Pelo menos já sabemos que estão empenhados e que estão empenhados em fazer bem”, finaliza o conhecido adepto do Benfica.


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Benfica leva centralização dos direitos televisivos à Assembleia da República

Iniciativa das águias ganhou uma nova dimensão e prepara-se para chegar ao centro do debate político, depois de ultrapassar o número de assinaturas

Petição do Benfica contra o atual modelo de centralização dos direitos televisivos ultrapassou as 7.500 assinaturas e será discutida na Assembleia da República
Petição do Benfica contra o atual modelo de centralização dos direitos televisivos ultrapassou as 7.500 assinaturas e será discutida na Assembleia da República

19 Ago 2026 | 11:14 |

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A petição apresentada pelo Benfica contra o modelo de centralização dos direitos televisivos do futebol profissional ganhou força nos últimos dias e já ultrapassou o número de assinaturas necessário para ser discutida em Plenário da Assembleia da República. A iniciativa foi apresentada a 8 de agosto e pretende colocar em causa a forma como está prevista a comercialização centralizada dos direitos audiovisuais.


À data desta terça-feira, petição intitulada "Pela suspensão e revisão do Modelo de Comercialização Centralizada dos Direitos Audiovisuais" contava com 7.684 assinaturas, ultrapassando as 7.500. Rui Costa, presidente do Benfica, surge como primeiro signatário da iniciativa, que pretende agora levar o tema para uma discussão no Parlamento.


A petição está disponível para subscrição desde 10 de agosto e continuará aberta durante mais 50 dias no site da Assembleia da República (28 de setembro). O objetivo definido pelos encarnados passa pela suspensão da implementação do atual modelo de centralização dos direitos audiovisuais do futebol profissional, até que seja realizada uma avaliação técnica, económica e jurídica independente.


Além da suspensão, o Clube pretende também que sejam revistas as soluções atualmente previstas para o processo. A posição foi apresentada pelo clube através de um comunicado divulgado a 10 de agosto, no qual foi explicada a intenção de promover uma análise independente antes da implementação do modelo.

A discussão em Plenário poderá ainda abrir diferentes possibilidades no plano institucional. Segundo a informação disponibilizada pela Assembleia da República, a apreciação de uma petição pode resultar na comunicação ao ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa, na remessa do processo ao Procurador-Geral da República, Polícia Judiciária ou Provedor de Justiça, na iniciativa de um inquérito parlamentar ou até na apresentação de um projeto de lei ou de resolução sobre a matéria.



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"Quatro anos de ausência de liderança": João Gabriel critica Benfica e deixa farpa a Proença

Antigo responsável encarnado recuperou um tema que está a gerar discussão e deixou fortes críticas à estratégia seguida pelo Clube

João Gabriel afirma que o Benfica anda a fazer uma peça de propaganda sobre a centralização dos direitos de TV e deixou fortes críticas a Proença
João Gabriel afirma que o Benfica anda a fazer uma peça de propaganda sobre a centralização dos direitos de TV e deixou fortes críticas a Proença

12 Ago 2026 | 15:00 |

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João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, lançou duras críticas à petição apresentada pelo Clube na Assembleia da República para travar ou rever o processo de centralização dos direitos televisivos do futebol português. O ex responsável encarnado considerou que a iniciativa surge demasiado tarde e assume sobretudo um caráter político e propagandístico.


J. Gabriel: Há mais de cinco anos que se sabe"


"Há mais de cinco anos que se sabe que a centralização dos direitos televisivos vai avançar. A lei é de 2021, o calendário é conhecido e a época de 2028/29 nunca esteve escondida de ninguém", escreveu numa publicação no LinkedIn.


As críticas à atual liderança foram particularmente fortes quando apontou diretamente aquilo que considera ter sido uma ausência de intervenção durante os últimos anos. "Esta direção teve cinco anos para estudar, negociar, propor, influenciar e, sobretudo, liderar. O Benfica não o fez, e agora, só agora, descobre a Assembleia da República na tentativa de suspender um processo que durante cinco anos ignorou", afirmou. 

J. Gabriel: " É uma peça de propaganda"


João Gabriel classificou mesmo a iniciativa como uma ação essencialmente comunicacional. "É por tudo isto que esta petição é, acima de tudo, uma peça de propaganda. O Benfica tem razão em vários dos problemas que identifica; o que não pode é transformar quatro anos de ausência de liderança numa súbita demonstração de combate", pode ler-se.

O antigo diretor de comunicação também dirigiu críticas a Pedro Proença - novamente - , presidente da Federação Portuguesa de Futebol, pela forma como considera que o debate sobre a centralização foi conduzido. "Pedro Proença contaminou, desde o início, o debate sobre a centralização a uma discussão sobre distribuição de dinheiro, quando a questão central deveria sempre ter sido a reforma dos quadros competitivos. É legítimo que o Benfica esteja preocupado. O que não é legítimo é fingir que descobriu o problema em 2026", concluiu.

Veja a publicação de João Gabriel:


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Manteigas arrasa Rui Costa à frente do Benfica e fala em "mediocridade"

Adversário do atual presidente nas últimas eleições das águias, advogado volta a criticar Presidente das águias e pede fim às desculpas

João Diogo Manteigas faz críticas a Rui Costa, pede fim das desculpas e da mediocridade no Benfica para a época 2026/27
João Diogo Manteigas faz críticas a Rui Costa, pede fim das desculpas e da mediocridade no Benfica para a época 2026/27

09 Ago 2026 | 17:04 |

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João Diogo Manteigas elevou a exigência antes da estreia do Benfica na Liga Betclic 2026/27. O antigo candidato à presidência das águias às redes sociais para deixar uma mensagem de apoio à equipa, mas aproveitou também para lançar fortes críticas ao percurso recente do Clube e deixar um recado à Direção liderada por Rui Costa.


Manteigas critica Rui Costa, Presidente do Benfica: "chega de desculpas..."


Manteigas não poupou nas palavras e apontou diretamente à falta de títulos nas últimas temporadas: "É tempo de dizer, sem rodeios, que chega de desculpas: vencer apenas um campeonato nas últimas cinco épocas é medíocre. Não conquistar uma Taça de Portugal desde 2017 é indesculpável."


Na mensagem publicada nas redes sociais, defendeu que o Benfica não pode baixar o nível de exigência perante resultados considerados insuficientes. "A exigência do Benfica não pode adaptar-se aos resultados. São os resultados que têm de estar à altura da dimensão, da história e da ambição do clube", escreveu.

A mensagem surge precisamente no dia em que as águias iniciam uma nova caminhada no campeonato, numa temporada em que a pressão por títulos volta a estar em cima da equipa. Manteigas dirigiu ainda a atenção para a liderança do Clube e deixou uma mensagem clara a Rui Costa e à restante direção.


"Defender o Benfica, em qualquer circunstância e sem restrições, é aquilo que esperamos de quem foi legitimamente mandatado pelos associados para essa missão", afirmou. O antigo candidato à presidência considera que cabe à direção criar todas as condições para o sucesso desportivo e, simultaneamente, defender os interesses do Benfica fora das quatro linhas.


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PSP 'ignora' pedido de Rui Costa para o Benfica - Académico de Viseu
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07 Ago 2026 | 16:04

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Dívidas de Rui Costa já começam a fazer mossa no Benfica
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01 Ago 2026 | 11:38

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