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Bronca! Florentino responde a lenda do Benfica e atira: "Nunca existiu qualquer..."
04 Jan 2026 | 13:53
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17 Jan 2024 | 13:25 |
Em entrevista à Liga TV, Rui Costa falou sobre o eventual regresso de Bernardo Silva ao Benfica (saiba mais AQUI). O Presidente das águias acabou por recordar a sua vinda do Milan para o Glorioso, relembrando ainda que no momento da sua saída da Luz tinha "tudo fechado com o Barcelona", porém a ida para a Fiorentina dava "mais dinheiro ao Benfica", tendo sido esse o desfecho escolhido pelo ex-camisola 10.
"Em 2001, ainda com preços longe da realidade de hoje, custei ao Milan 43 milhões de euros. Era impossível sair da Fiorentina para o Benfica, pois o Benfica não tinha condições para me ir buscar à Fiorentina. Pude voltar quando o Milan permitiu que eu saísse sem custos para o Benfica. E com a história que as pessoas já conhecem", começou por dizer o Líder da Luz.
"Há a teoria que escolhi um lado e não outro para ajudar o Benfica, mas não vou ser hipócrita. Tinha tudo fechado com o Barcelona. Não havia as diligências que há hoje, era tudo mais simples. Tinha autorização do Benfica para ir a Barcelona tirar fotografias com a camisola deles, estava tudo feito, até que depois aparece a Fiorentina, que dá mais dinheiro ao Benfica", recordou o Presidente.
"O clube estava numa situação precária, vínhamos de um verão quente, há ali uma diferença de verbas substancial e o Benfica acaba por me comunicar que prefere que eu vá para a Fiorentina, pois não havia comparação na diferença financeira [das propostas]. Força a minha ida para Itália e acabo por aceitar a saída", completou.
"Independentemente do que conseguisse lá fora, nunca iria esquecer o meu clube. Nunca deixei de acompanhar o Benfica, nunca deixei de o viver enquanto adepto. A partir do momento em que meto os pés em Itália e ambiciono ganhar tudo no futebol, ser dos melhores do mundo, em nenhum momento esteve fora de questão que a minha carreira não tinha de acabar onde começou", disse, garantindo que nunca deixou de acompanhar o Glorioso.
"Foi para mim uma situação natural este processo de sair e voltar para acabar a carreira. Como sempre disse, só voltaria se considerasse que estava em condições de continuar a ajudar a equipa dentro de campo. Vim no momento em que pude vir. Há muita gente que diz que o jogador não quer regressar ao clube, mas os jogadores têm um custo, não é só salário individual", concluiu, esclarecendo.
Estrutura encarnada, liderada por Rui Costa, pretende fazer ajustes no mercado de janeiro, com o avançado português fora dos planos
05 Jan 2026 | 03:00 |
O Benfica está decidido a deixar Henrique Araújo sair no mercado de janeiro. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o nosso Jornal adianta que o plano passa por libertar o camisola 39, de forma a abrir espaço para a chegada de um novo avançado capaz de corresponder às exigências e às características pretendidas por José Mourinho.
Sabe o Glorioso 1904, junto de fonte próxima, que a contratação de um novo ponta-de-lança — preferencialmente para fazer concorrência a Vangelis Pavlidis — faz com que Henrique Araújo perca, por completo, espaço no plantel encarnado. Perante esse cenário, o Benfica já definiu os moldes para a saída do jogador.
Ao contrário do que seria expectável, o nosso Jornal garante que a decisão passa por uma transferência em definitivo. A estrutura encarnada, liderada por Rui Costa, mostra-se disponível para negociar com qualquer clube interessado em adquirir os serviços de Henrique Araújo. Sabe ainda o Glorioso 1904 que o avançado conta com mercado, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Relativamente ao eventual reforço do ataque, várias fontes apontam para o interesse do Benfica em Lorenzo Lucca, avançado italiano. Apesar de se tratar de um negócio complexo, há quem assegure que as águias pretendem contar com o atleta, atualmente emprestado ao Nápoles.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Henrique Araújo — avaliado em 2 milhões de euros — disputou apenas 12 jogos oficiais: cinco na Liga Portugal Betclic, quatro na Liga dos Campeões, um na Liga Portugal Meu Super, um na Supertaça e um na Taça de Portugal. Nos 135 minutos em que esteve em campo, não somou qualquer contribuição direta.
Formação vermelha e branca entrou fora do seu ritmo habitual de jogo, acabando por ser penalizada nos minutos iniciais, mas terminou duelo a sorrir
04 Jan 2026 | 17:25 |
A equipa feminina do Benfica arrancou 2026 com uma vitória complicada frente ao Vitória de Guimarães. A jogar no Seixal, as Inspiradoras derrotaram o conjunto vimaranense por 2-1, naquele que foi a 3.ª jornada da fase de grupos da Taça da Liga, prova da qual as águias são detentoras do troféu.
Thaís Lima, Catarina Amado, Christy Ucheibe, Diana Gomes, Marit Lund, Pauleta (Ana Clara Oliveira, 68'), Anna Gasper, Carolina Tristão (Caroline Møller, 59'), Chandra Davidson, Lúcia Alves (Lara Martins, 81') e Cristina Martín-Prieto foram as jogadoras utilizadas por Ivan Baptista.
A jogar em casa, as Inspiradoras entraram com o pé esquerdo, algo que acabou por ser bastante penalizador, uma vez que o Vitória de Guimarães aproveitou a distração inicial para abrir o marcador logo no primeiro minuto, por intermédio de Maria Baleia. À passagem do minuto 23, Marit Lund retificou a situação e devolveu a igualdade.
Após o descanso, a equipa do Benfica entrou em campo com uma outra atitude e à procura de reverter a situação que se tinha verificado nos primeiros 45 minutos de jogo. Em cima do minuto 58, Cristina Martín-Prieto voltou a destacar-se, com a internacional espanhola a colocar as águias a vencer. Até ao apito final, o marcador não voltaria a sofrer alterações, com as Inspiradoras a resgatarem o triunfo.
Com este resultado, o Benfica regressa às vitórias nas frentes competitivas, depois do empate alcançado no dérbi frente ao Sporting, no último duelo de 2025. Feitas as contas, a equipa de Ivan Baptista segue na liderança do Grupo A, com seis pontos, os mesmos do que o segundo classificado, o Valadares Gaia.
Questionados sobre a veracidade do lance ocorrido no duelo entre encarnados e canarinhos, intervenientes não tiveram dúvidas quanto à decisão tomada
04 Jan 2026 | 14:33 |
Jorge Coroado, José Leirós e Fortunato Azevedo reforçaram que a grande penalidade a favor do Benfica foi bem assinalada. No rescaldo da vitória frente ao Estoril, por 3-1, os especialistas consideraram que existiu infração no lance que originou o primeiro golo do Clube da Luz.
Jorge Coroado: "Alejandro Marqués, ao saltar para a frente, tinha o braço direito afastado do corpo"
"Otamendi e o adversário agarravam-se e empurravam-se mutuamente. Alejandro Marqués, ao saltar para a frente, tinha o braço direito afastado do corpo, defendendo-se de presumível choque com aqueles, jogando, assim, a bola. Penálti óbvio", analisou Jorge Coroado, citado pelo jornal O Jogo.
"Otamendi e o adversário agarraram-se em simultâneo, mas, depois, saltou para cima dos dois Alejandro Marqués, que movimentou o braço para intercetar a bola. Boa decisão do VAR e do árbitro em assinalar penálti", esclareceu, por sua vez, José Leirós.
Fortunato Azevedo: "Alejandro Marqués, ao saltar, joga a bola com o braço que não estava numa posição natural"
"Otamendi e o adversário estão a agarrar-se mutuamente. De seguida, Alejandro Marqués, ao saltar, joga a bola com o braço que não estava numa posição natural. Penálti bem assinalado após intervenção do VAR", concluiu Fortunato Azevedo.
Com este triunfo, o Benfica regressou às vitórias no campeonato após o empate frente ao Braga, somando mais três pontos e encurtando a distância para o segundo classificado, o Sporting. As águias terminaram a primeira volta da Liga Portugal Betclic no terceiro lugar, com 39 pontos.
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