Futebol
José Mourinho salienta aspectos positivos no Nacional - Benfica: "Não permitimos..."
30 Nov 2025 | 09:09
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30 Nov 2025 | 11:25 |
Tiago Margarido, apesar da derrota, mostrou-se orgulhoso do trabalho da sua equipa. No rescaldo da partida, em que o Nacional caiu perante o Benfica (2-1), o treinador dos alvinegros reconheceu que os seus jogadores deram tudo em campo perante um adversário muito superior e que ambiciona ser campeão.
Tiago Margarido: "O Nacional foi competitivo do primeiro ao último minuto"
Em declarações à Sport TV, no final da partida que decorreu na Choupana, o técnico dos insulares assumiu que a sua equipa conseguiu dar uma resposta acima do que seria esperado: "O Nacional foi competitivo do primeiro ao último minuto. Soubemos fechar o espaço para a nossa baliza".
"Limitámos o jogo do Benfica e, quando tivemos oportunidades, saímos em transição. No somatório do que aconteceu, a vitória do Benfica ajusta-se", assumiu o treinador do Nacional, reconhecendo que, no fim, as águias acabaram por ser a melhor equipa em campo.
Tiago Margarido: "Resistimos enquanto pudemos"
"Sei que não há vitórias morais, mas tenho de dar uma palavra aos meus jogadores: foram muito competentes e criaram muitas dificuldades a uma equipa que luta para ser campeã e com um investimento brutal", acrescentou o treinador dos alvinegros, em declarações à imprensa.
"Conseguimos criar desconforto ao Benfica, fizemos o golo e ainda mais desconforto criámos. Estou muito satisfeito com a performance dos meus jogadores. Resistimos enquanto pudemos", completou Tiago Margarido, à margem do encontro entre a sua formação e o Clube da Luz.
Partida frente aos insulares perpetuou aposta de José Mourinho no jovem formado no Seixal, que continua a corresponder às oportunidades
30 Nov 2025 | 10:55 |
Rodrigo Rêgo está a viver um autêntico sonho de águia ao peito. O jovem futebolista, no espaço de uma semana, estreou-se pela equipa principal do Benfica em três competições diferentes, tendo repetido o feito na tarde de ontem, 29 de novembro, ao jogar no triunfo dos encarnados frente ao Nacional (2-1).
Depois de somar minutos na Taça de Portugal e na Liga dos Campeões, o camisola 67 registou a sua primeira presença na principal divisão do futebol nacional e logo a titular, tal como já tinha acontecido diante do Atlético, onde chegou a cumprir os 90 minutos em campo, ajudando a equipa a seguir em frente na competição.
Rodrigo Rêgo foi novamente aposta por parte de José Mourinho, uma vez que o Special One precisava de mexer na equipa face à ausência de Richard Ríos, que ficou fora da partida na Choupana por acumulação de amarelos, tendo ainda assim registado uma exibição positiva.
No reduto dos insulares, o jovem de 20 anos, natural de Aveiro, cumpriu 58 minutos em campo, mas deixou boas indicações ao Special One. Enquanto jogou, Rêgo registou quatro remates, duas ocasiões criadas, dois dribles completados e uma eficácia de passe a rondar os 84,2%.
Uma semana de sonho para o jovem avançado do Clube da Luz, que somou minutos em competições diferentes. Na presente temporada desportiva, Rodrigo Rêgo — atualmente avaliado em 150 mil euros — já somou três partidas oficiais pelo plantel principal do Benfica. Nos 149 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 67 não desiludiu.
Em análise aos principais lances na partida que decorreu na Choupana, especialista considera que VAR deveria ter tido uma melhor intervenção
30 Nov 2025 | 10:23 |
Pedro Henriques não tem dúvidas em relação a um lance que aconteceu na Choupana. Segundo o especialista em arbitragem, ficou por assinalar uma grande penalidade a favor do Benfica, depois de uma falta cometida sobre Leandro Barreiro, na área do Nacional, apesar de o jogador não estar envolvido na jogada.
Pedro Henriques: "Qualquer infração que ocorra, mesmo longe do esférico, tem de ser penalizada"
Citado pelo jornal A Bola, na edição deste domingo, 30 de novembro, o antigo árbitro e agora correspondente para o diário desportivo esclareceu que, de facto, houve uma infração sobre o jogador encarnado, vincando que o VAR deveria ter intervindo para avisar o árbitro da partida, Iancu Vasilica.
"Desde que a bola esteja dentro do terreno de jogo e com o jogo a decorrer, qualquer infração que ocorra, mesmo longe do esférico, tem de ser penalizada", começou por dizer Pedro Henriques, explicando que existe uma falta, apesar de o camisola 18 do Benfica não estar diretamente envolvido na jogada que estava a decorrer.
Pedro Henriques: "Sendo falta longe da bola e, sobretudo, dos olhos do árbitro, impunha-se a intervenção do VAR"
"Ora, este é um bom exemplo em que há um empurrão, claro e evidente, de Matheus Dias sobre Barreiro, no interior da área insular, com a bola a ser jogada a mais de 25 metros no corredor direito do ataque dos encarnados", explicou Pedro Henriques.
"Sendo falta longe da bola e, sobretudo, dos olhos do árbitro, impunha-se a intervenção do VAR", sentenciou o especialista citado pelo jornal A Bola. Recorde-se que o jogo em questão terminou com um triunfo dos encarnados. Os golos do Benfica apenas surgiram no período de descontos, apontados por Gianluca Prestianni e Vangelis Pavlidis.
Jogada que teve repercussões no resultado frente aos insulares acabou por estancar registo que tem vindo a perseguir o emblema da Luz
30 Nov 2025 | 09:38 |
O golo do triunfo surgiu apenas em cima do tempo de descontos, contrariando a tendência. O Benfica teve de suar — apesar do domínio — para derrotar o Nacional (2-1), e as águias apenas suspiraram de alívio no período de compensação, graças a uma combinação entre Vangelis Pavlidis e Andreas Schjelderup.
Numa temporada em que os descontos têm sido muito penalizadores para o Benfica, onde perdeu vários pontos com golos sofridos nesse período, o que aconteceu na Choupana foi algo refrescante para a equipa de José Mourinho, com o avançado grego a começar a responder ao prejuízo da águia.
O camisola 14 evitou, assim, aquilo que poderia ter sido mais um desastre no período de compensação. Apesar de ter resgatado, frente ao Nacional, três pontos para o Benfica, o feito de Pavlidis não apaga o registo que persegue o Clube da Luz na presente edição do campeonato nacional.
Antes da visita à Choupana, os encarnados já tinham perdido um total de 10 pontos. Deixando o empate do Clássico à parte, as igualdades cedidas frente ao Casa Pia (2-2), Santa Clara (1-1) e Rio Ave (1-1) aconteceram todas nos descontos, numa altura em que o Clube da Luz não teve discernimento para segurar a vantagem mínima.
Este pode ser, de facto, um ponto de viragem nas abordagens do Glorioso a estes minutos fatídicos. Na presente temporada, Vangelis Pavlidis — atualmente avaliado em 35 milhões de euros — já realizou 25 partidas oficiais com o Manto Sagrado do Benfica. Nos 2.021 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 14 regista 16 golos e duas assistências.