Futebol
Jhon Arias reforçou o Palmeiras, mas mensagem de boas-vindas chega de craque do Benfica
08 Fev 2026 | 13:29
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Futebol
16 Jul 2024 | 15:49 |
A caminho do Benfica, Ángel Di María despediu-se da seleção argentina com o triunfo na Copa América. Agora, continuam as várias reações à decisão do astro argentino, sendo que a mais recente veio de Rúben Tomé, primeiro treinador do camisola 11 do Glorioso.
“Digo sempre aos miúdos do clube que quando ele veio treinar para este pequeno campo tinha 6 ou 7 anos e via-se o seu entusiasmo, apesar de ter acabado de encher sacos de carvão para ajudar o pai no seu trabalho”, começou por referir o primeiro treinador de Ángel Di María.
“Ele próprio disse em várias entrevistas que [o dinheiro que ganhava a trabalhar] era para as suas botas ou para os sapatos da escola da irmã. Digo aos miúdos que o tomem como um exemplo de vida, de trabalho. Sabem que os futebolistas se levantam cedo todos os dias para ir treinar e que, com disciplina, podem chegar muito longe, como ele fez”, prosseguiu Rubén Tomé em entrevista ao programa 'El primero de la mañana', da rádio LT8.
“Quando ele começou a jogar futebol, via-se que aquele pequeno canhoto estava pronto para muita coisa. Nunca imaginei ter relação com um jogador assim, porque eu era apenas um grão de areia em todo o seu ensino, mas houve grandes mestres que poliram depois esse diamante em bruto que levaram consigo”, continuou abordando em seguida a despedida da seleção argentina.
“Ele está na mesma, não sei o que lhe passou pela cabeça para decidir retirar-se. Mas ele tem de ter a certeza de que nos deixou muito orgulhosos. Vi-o jogar pela primeira vez nestes pequenos campos do bairro e agora para ele terminar a sua carreira na seleção nacional desta forma... Estes rapazes fizeram-nos ganhar tudo e como treinador tenho orgulho em ser argentino”, concluiu.
Na temporada 2023/24,ao serviço do Benfica, Ángel Di María - atualmente avaliado em 3 milhões de euros - marcou presença em 48 encontros. Nos 3.984 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o internacional argentino marcou 17 golos e fez ainda 13 assistências, sendo uma das grandes figuras da turma de Roger Schmidt.
Ao todo, com o Manto Sagrado, Ángel Di María contabiliza 173 encontros, 32 tiros certeiros, 38 assistências e quatro títulos conquistados: um Campeonato Nacional (2009/10), uma Supertaça Cândido de Oliveira (2023/24) e duas Taças da Liga (2008/09 e 2009/10).
Em declarações à imprensa nacional, antigo trinco dos encarnados falou da sua passagem pela Luz e ainda elogiou ex-colegas de equipa
08 Fev 2026 | 14:49 |
Regressar ao Benfica faz parte dos planos de Florentino Luís. Numa entrevista recente, o antigo craque das águias falou sobre a sua adaptação ao Burnley, o regresso de Rafa Silva e ainda recordou com quem fez a melhor dupla, quando vestiu o Manto Sagrado.
Florentino Luís: "Regressar é algo de que eu gostaria para mim e para a minha família no futuro, porque tenho muito carinho pelo Benfica"
"Sim, fiquei contente por ele e pelo Benfica, ambos vão desfrutar", começou por dizer o ex-futebolista dos encarnados, quando questionado sobre o regresso do internacional português, que ambiciona a sua primeira titularidade frente ao Alverca, clube que o formou.
"O Rafa é um grande jogador que marca muitos golos e faz muitas assistências e regressar é algo de que eu gostaria para mim e para a minha família no futuro, porque tenho muito carinho pelo Benfica", assumiu Florentino Luís, em declarações ao jornal A Bola.
Florentino Luís: "Era fácil jogar com ele, entendíamo-nos muito bem, sabíamos o que um queria e o outro queria. Complementávamo-nos muito bem"
"Sim, tivemos uma conexão muito boa durante aquele ano da Champions. Fomos muito longe. Ele saiu a meio da época… Era fácil jogar com ele, entendíamo-nos muito bem, sabíamos o que um queria e o outro queria. Complementávamo-nos muito bem", referiu o português, ao revelar que Enzo Fernández foi a melhor dupla da sua carreira.
No entanto, não esqueceu os restantes companheiros de equipa, com quem dividiu as tarefas no meio-campo encarnado: "No Benfica, todos foram especiais, o João Neves, o Chiquinho, o Enzo, até o Samaris. Foram todos grandes jogadores com quem aprendi coisas diferentes".
Futebolista neerlandês concedeu uma entrevista, onde falou dos pormenores que marcaram transferência falhada no mercado de inverno
08 Fev 2026 | 14:28 |
A novela de Stije Resink está longe de chegar ao fim. Depois de o dirigente do Groningen revelar como o clube rejeitou a proposta, agora foi a vez do médio acusar o emblema neerlandês de não cooperar com o Benfica, quando as águias mostraram interesse na sua contratação.
Stije Resink: "No final, existiu a possibilidade de transferência, mas o clube não quis"
"Ainda estou aqui, acho que isso diz tudo. Continuo feliz. Passou-se muita coisa e, como jogador, pensas muito, especialmente no que será melhor para ti. No final, existiu a possibilidade de transferência, mas o clube não quis", começou por contar Resink, em declarações à RTV Noord.
"Como jogador, poderia esperar um pouco mais de cooperação. Por outro lado, a posição deles foi clara. Penso no que se passou, mas a conclusão fica comigo", constatou o capitão e médio do Groningen, sobre a decisão do emblema neerlandês, que nem esteve disposto a ouvir a proposta das águias.
Stije Resink: "Enquanto jogador, esperava cooperação com o clube. Precisamos de estar em sintonia"
"Enquanto jogador, esperava cooperação com o clube. Precisamos de estar em sintonia. Mas o clube foi muito claro. Podes ficar mais ou menos chateado, mas tenho de continuar a trabalhar e a manter-me motivado como sempre", adiantou Resink.
Recorde-se que o Benfica estava disposto a pagar cerca de 7 milhões de euros, mais 3 milhões de euros em objetivos, contudo o clube não mostrou qualquer interesse. Além disso, as águias podem voltar a tentar a contratação de Resink no mercado de verão, uma vez que o atleta tem uma cláusula de compra fixada nos 6 milhões de euros.
Numa entrevista, no âmbito do encontro frente aos encarnados, dirigente ribatejano falou da passagem do camisola 27 pela formação
08 Fev 2026 | 13:50 |
Fernando Orge, presidente do Alverca, comentou a evolução da carreira de Rafa Silva e frisou que o percurso do craque do Benfica proporcionou encaixes financeiros do agrado para os ribatejanos. Em conversa com a imprensa, o dirigente refletiu sobre a possibilidade de tudo ter acabado de outra forma.
Fernando Orge: "Foram receitas extra que deram um importante contributo"
"As receitas provenientes do mecanismo de solidariedade nas transferências dele do Feirense para o Braga e do Braga para o Benfica geraram receitas interessantes para o Alverca", começou por contar Fernando Orge, em declarações ao jornal Record.
"Ajudaram a construir o nosso centro de formação, em 2018. Foram receitas extra que deram um importante contributo", reconheceu o presidente dos ribatejanos, que lidera a equipa de Custódio Castro desde 2011, altura em que o craque do Benfica deixou a formação do clube do Ribatejo.
Fernando Orge: "Espero que ele, neste jogo, não seja feliz"
"O Alverca não deixou o Rafa sair para o Sacavenense. Não achávamos benéfico para ele. Ele ficou um bocadinho aborrecido, mas um mês depois apareceu o Feirense. Era uma oportunidade para ele vingar e lançar-se, pela forma como o Feirense estava na altura", revelou o dirigente.
Por fim, Fernando Orge deixou um desejo para o ex-ribatejano, que pode ser titular na equipa do Benfica: "Espero que ele, neste jogo, não seja feliz. Gostava que ele jogasse. Pode ser importante para ele jogar frente ao Alverca. Estarão em campo os dois clubes onde ele jogou mais tempo".