Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Clube
21 Out 2024 | 10:58 |
Na manhã de segunda-feira, dia 21 de outubro, o advogado João Caiado Guerreio, num artigo de opinião publicado no jornal 'A Bola', manifestou-se relativamente ao assunto do momento que envolve o emblema do Benfica, o 'Caso dos emails'. O Ministério Público acusou as SAD's do Glorioso e Vitória de Setúbal, Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves e antigos dirigentes dos sadinos de corrupção.
O suficiente para acabar com o clube e revoltar os seus sócios e adeptos!
"O Benfica, Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves são acusados pelo Ministério Público no caso dos e-mails. Derivado desse facto, é pedida a suspensão do Benfica das competições desportivas por um período máximo de três anos. O suficiente para acabar com o clube e revoltar os seus sócios e adeptos!", começou por escrever.
"Mas pode? Pode. Vejamos: o Benfica é uma pessoa coletiva, por definição não pratica crimes. Quem os pode praticar são as pessoas. A lei tem disso consciência. O art.º 11º do Código Penal refere que 'salvo os casos especialmente previstos na lei, só as pessoas singulares são suscetíveis de responsabilidade criminal'. E lista as condições e até os crimes que podem ser praticados por pessoas coletivas. Uma sociedade não pode matar, mas pode cometer o crime de corrupção ativa — art.º 374 do Código Penal. E pode também ser acusada de fraude fiscal qualificada — art.104 do Regime das Infrações Tributárias", referiu.
"O Benfica é assim acusado de 'por si, por interposta pessoa ou com o seu consentimento (...) der ou prometer a funcionários vantagem (...) que não seja devida» para «qualquer ato ou omissão contrário aos deveres do seu cargo' — art.º 372º do C. Penal. Ou seja, na visão do Ministério Público o dinheiro que terá sido retirado do Benfica, pagando 4.25 milhões de euros pelos jogadores Hermes e Daniel dos Anjos, terá servido para o clube obter determinadas vantagens. Esta questão é absolutamente decisiva. Mesmo que o tribunal venha a dar por provado que as comissões não eram devidas e foram retiradas do Benfica, isso não chegará. Se foi tirado dinheiro ao Benfica, este, os sócios e os acionistas, são vítimas. E têm até direito a ser ressarcidos por quem tenha perpetrado o crime. Para o Benfica ser condenado é crítico que se prove que beneficiou de alguma maneira", prosseguiu o advogado.
"E já que falamos de prova, Rui Costa, embora estivesse já na administração do Benfica, não foi acusado e o Ministério Público até pretende que seja testemunha contra o Benfica. Pode? Pode, mas a questão é complicada: Rui Costa é presidente do Benfica clube e da SAD. Ou seja, Rui Costa é o máximo representante do clube e tem como obrigação legal defender seus interesses e tudo o que disser será usado contra a instituição que preside", acrescentou.
"Pior, para além das questões legais, há as questões políticas: a enorme pressão dos adeptos para que o clube seja protegido. Mas os Juízes e o Ministério Público sabem disso e o que Rui Costa disser a favor do clube será esquecido, mas o que disser contra ficará escrito. Para ele e para o Benfica, o melhor será evitar testemunhar alegando um impedimento ou conflito de interesses e esperar que esses argumentos sejam aceites. Afinal, a pressão pode realmente impedi-lo de dizer a verdade, cometendo perjúrio. E por isso mesmo a lei dá-lhe a possibilidade de recusar testemunhar (art.º 134, 1 c) do Código de Processo Penal) O Direito ao Golo desta semana vai para os adeptos. Aqueles, penso que a maioria em Portugal, que gostam de ver as suas equipas ganhar por mérito. E sim, há sempre a presunção de inocência, mas da (má) fama ninguém se livra", finalizou João Caiado Guerreiro.
Recorde-se que na passada terça-feira, 15 de outubro, o Ministério Público acusou no âmbito do processo dos emails as SAD's de Benfica e Vitória de Setúbal, Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves e antigos dirigentes dos sadinos de corrupção. Face a essa decisão, o MP pediu o afastamento das competições desportivas em Portugal.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.
Valor representa dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos do género
15 Set 2026 | 09:49 |
O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo que representa um importante reforço financeiro para os cofres do Clube da Luz. O novo contrato vai render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo dos próximos seis anos, à razão de 20 milhões por temporada.
O valor representa o dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos de equipamentos desportivos. A Adidas mantém-se, assim, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica e das restantes modalidades. A renovação foi avançada pelo Record.
Mas a nova parceria vai mais longe. A marca alemã adquiriu também os direitos de naming do centro de formação encarnado, no Seixal. Desta forma, o atual Benfica Campus passa a chamar-se Adidas Benfica Campus, reforçando ainda mais a presença da multinacional na estrutura do Clube.
O acordo agora anunciado surge depois de cerca de um ano de negociações entre as duas partes. Benfica e Adidas decidiram rever antecipadamente as condições do contrato assinado em 2021, que tinha validade até 2027. A evolução da marca Benfica e o crescimento da sua valorização comercial permitiram às águias renegociar os termos da parceria e alcançar uma atualização financeira bastante significativa.
Com 20 milhões de euros por ano garantidos, o Benfica assegura uma fonte de receita de enorme dimensão e estabelece um novo máximo no mercado nacional. A extensão da parceria até 2033 confirma ainda a confiança da Adidas no projeto encarnado e aprofunda uma ligação que se mantém há vários anos.
Nome ligado aos encarnados surge agora associado a um caso criminal que está a causar enorme impacto e a deixar muitos adeptos completamente surpreendidos
14 Set 2026 | 12:35 |
Um caso investigado pela Polícia Judiciária está a causar enorme impacto e envolve uma pessoa ligada ao Benfica. A investigação decorre há vários meses e levou já à detenção de dois homens, num processo que está a gerar grande atenção.
Segundo o Correio da Manhã, um dos detidos é João Paulo Santos, de 46 anos, conhecido por estar ligado ao tratamento e amestramento da águia Vitória - que já foi provocada por adeptos do Nice. O homem surge no processo que está a ser investigado pelas autoridades, numa operação que teve como cenário o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
De acordo com a mesma fonte, o esquema envolvia malas carregadas de cocaína, transportadas em voos provenientes da América do Sul e posteriormente retiradas à saída dos aviões. João Paulo Santos é suspeito de ajudar um funcionário de uma empresa de "handling" a retirar a droga do aeroporto.
A Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária (UNCTE/PJ) investigava o esquema há cerca de quatro meses. Os dois homens foram detidos na sexta-feira e, segundo o Correio da Manhã, ficaram ambos em prisão preventiva.
A ligação de João Paulo Santos ao Benfica acaba por colocar o caso ainda mais em destaque, uma vez que o detido é apontado como um dos responsáveis pelo tratamento e amestramento da águia Vitória. As suspeitas estão agora sob investigação judicial, sendo as responsabilidades dos envolvidos determinadas pelas autoridades competentes.