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Rui Costa tem parceiro à vista para investimento de quase 300 milhões no Benfica
14 Jan 2026 | 11:27
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02 Fev 2026 | 11:37 |
Duas semanas após Rui Costa ter afirmado de forma incorreta que a Casa do Benfica de Campo Maior não se encontrava em funcionamento, a instituição manifestou publicamente o seu desagrado pela ausência de um esclarecimento ou correção por parte do líder encarnado.
Em comunicado, revela que reagiu prontamente às declarações feitas por Rui Costa no programa 'Pelas Casas do Benfica', da BTV. Segundo a nota, no dia seguinte foi enviada uma carta registada com aviso de receção ao presidente do Clube, que até ao momento não mereceu qualquer resposta.
Casa do Benfica de Campo Maior: “A opção pelo silêncio, após a correção discreta do gravíssimo lapso, representa uma falta de consideração institucional"
“A opção pelo silêncio, após a correção discreta do gravíssimo lapso, representa uma falta de consideração institucional para com uma Casa histórica e para com todos aqueles que diariamente trabalham, muitas vezes no anonimato e sem qualquer benefício pessoal, em prol do clube”, pode ler-se no comunicado divulgado.
Casa do Benfica de Campo Maior: “Tal postura não dignifica o cargo que ocupa, nem é compatível com os valores de respeito, verdade e gratidão que o Sport Lisboa e Benfica afirma defender”
A mesma nota aprofunda as críticas à atitude adotada: “Tal postura não dignifica o cargo que ocupa, nem é compatível com os valores de respeito, verdade e gratidão que o Sport Lisboa e Benfica afirma defender”, acrescenta o documento, que aponta ainda um “profundo desagrado e perplexidade institucional perante o silêncio mantido pelo Presidente do Sport Lisboa e Benfica”.
Apesar da controvérsia, a direção da Casa Nº1 das águias sublinha que a sua ligação ao Clube permanece inabalável. O comunicado termina reforçando que o compromisso da instituição “é e continuará a ser com o Benfica, independentemente de pessoas ou circunstâncias”. Recentemente, José Manuel Capristano saiu em defesa de Rui Costa.
Nova extensão contratual, já acordada há vários dias, entrará em vigor na próxima temporada desportiva de 2026/27; Oficialização vai ocorrer brevemente
24 Jan 2026 | 11:07 |
É negócio fechado. O Benfica e a NOS chegaram a acordo para a renovação do contrato de direitos audiovisuais, num vínculo que terá a duração de duas épocas e garantirá aos cofres da SAD encarnada mais de 100 milhões de euros, o que representa um encaixe superior a 50 milhões de euros por temporada.
Segundo o jornal 'Record', a nova extensão contratual entrará em vigor na época 2026/27, antecedendo o processo de centralização dos direitos televisivos. O Clube da Luz prolonga uma parceria iniciada em 2016/17, mantendo a operadora como principal parceira na exploração dos seus direitos audiovisuais.
Apesar de Rui Costa - que está em negociações para vender Andreas Schjelderup - ter manifestado publicamente a ambição de alcançar valores próximos dos 70 milhões de euros anuais neste tipo de contratos, o acordo agora alcançado enquadra-se na estratégia global da SAD para atingir a meta dos 500 milhões de euros de receitas anuais.
A NOS foi sempre o interlocutor prioritário do Benfica, tendo em conta a situação contratual existente, embora nos últimos dois anos tenham existido contactos exploratórios com outras entidades. O contrato atualmente em vigor, válido até 30 de junho, assegura às águias um encaixe total de 400 milhões de euros, valor que a SAD pretendia reforçar com esta nova renovação.
Fica assim resolvido um dos dossiês mais sensíveis do universo encarnado. A oficialização deverá ocorrer na próxima semana, durante um evento próprio, colocando um ponto final num processo estratégico crucial para a estabilidade financeira dos encarnados.
Mourinho justifica derrota com a Juventus:
Antigo vice-presidente critica duramente a gestão financeira e desportiva, alertando para o perigo de operação que ser ruinosa para as águias
16 Jan 2026 | 06:48 |
Luís Mendes considera que o mau momento do Benfica é responsabilidade da estrutura liderada por Rui Costa. Em declarações ao jornal A Bola, o ex-vice-presidente das águias exige que a atual Direção - que quer renovar com atleta na mira do Barcelona - consiga pelo menos 70 milhões de euros por época pelos direitos televisivos, sob pena de hipotecar o futuro financeiro do clube.
"Momento atual exige responsabilidade"
“O momento atual exige responsabilidade. Vê-se quebra de competitividade desportiva, instabilidade do projeto desportivo, política de mercado pouco equilibrada, focada na valorização financeira e menos na construção de uma equipa vencedora, há um défice de liderança interna, faltam exigência, ambição e cultura de vitória, que distinguiam o Benfica”, começa por afirmar Luís Mendes.
“A nível económico, vejo dependência excessiva em relação às vendas, estrutura de custos rígida, continua a verificar-se exposição excessiva às receitas da UEFA e essa situação leva-nos apenas à sobrevivência. Pergunto: por que razão o Benfica não está a conseguir contratar neste mercado?”, acrescenta o antigo vice-presidente das águias.
"Tudo abaixo de 70 milhões será um fracasso"
“Provavelmente descontou os grandes contratos e agora vai a correr fechar a venda de dois anos de direitos audiovisuais com a NOS, mais uma vez, de mão estendida. Se tínhamos a expectativa interna de receber na ordem de 70 milhões época, agora vai a correr fechar o contrato com a NOS. Tudo abaixo de 70 milhões será um fracasso”, atira Luís Mendes.
“Desportivamente, a degradação é muito grande. A época anterior não foi boa, mas ganhámos a Taça da Liga, fomos à final da Taça de Portugal e disputámos o campeonato até ao fim. E ganhámos duas vezes 4-1 ao FC Porto. Este ano nem um golo lhe marcámos”, finaliza o antigo dirigente encarnado.
Em comunicado, Clube da Luz relata práticas inaceitáveis na visita ao reduto dos dragões, nos quartos-de-final da Taça de Portugal
15 Jan 2026 | 00:22 |
O Benfica denunciou, esta quarta-feira, práticas inaceitáveis a que os seus adeptos foram sujeitos na visita ao reduto do Porto, com alguns a serem obrigados a descalçar-se sobre um chão molhado. Em comunicado, as águias - que saíram derrotadas, por 1-0 - revelam que vão avançar com uma queixa na Federação Portuguesa de Futebol.
"Adeptos do Benfica foram obrigados a descalçar-se sobre um chão molhado"
“O Sport Lisboa e Benfica vai apresentar uma queixa formal à Federação Portuguesa de Futebol, na sequência do tratamento vergonhoso a que foram sujeitos os seus adeptos no acesso ao Estádio do Dragão”, começa por dizer o comunicado do Clube da Luz, publicado na noite desta quarta-feira.
“Os adeptos do Benfica foram obrigados a descalçar-se sobre um chão molhado, num procedimento que não se encontra previsto em qualquer regulamento e que teve como único propósito a humilhação dos Benfiquistas, entre os quais se encontravam várias pessoas de idade avançada”, acrescentam as águias.
"Muitos adeptos só conseguiram aceder aos seus lugares já com a segunda parte em curso"
“Em consequência destes atrasos deliberados, muitos adeptos só conseguiram aceder aos seus lugares já com a segunda parte em curso. Trata-se de um comportamento absolutamente inaceitável por parte dos responsáveis de segurança do Futebol Clube do Porto, que, infelizmente, se tem tornado prática reiterada sempre que o Sport Lisboa e Benfica disputa jogos neste estádio”, finalizam os encarnados.
Importa lembrar que esta não é a primeira ocasião em que os adeptos das equipas adversárias do Porto são maltratados no Estádio do Dragão. Aquando da deslocação do Estrela da Amadora, surgiram relatos de que os mesmos foram vítimas de práticas semelhantes.