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Futebol
13 Jan 2026 | 11:30 |
Anis Hadj-Moussa está na lista de desejos do Marselha. Ao que foi possível apurar, o emblema francês está atento à situação do extremo do Feyenoord, que, durante o mercado de verão, esteve muito perto de reforçar o Benfica. No entanto, o negócio acabou por não se concretizar.
Segundo os rumores que circularam na imprensa internacional, o clube da Ligue 1, que recentemente derrotou o PSG, está no mercado à procura de reforçar o ataque, sendo o nome do extremo argelino consensual junto da direção do Marselha.
Assim, será apenas uma questão de tempo até que o Marselha faça chegar uma proposta à direção do Feyenoord, clube que, durante o mercado de verão, colocou vários entraves ao Benfica para fechar as negociações pelo extremo argelino, então titular sob o comando de Robin van Persie.
Recorde-se que, durante o verão, o Benfica sentou-se, em diversas ocasiões, à mesa das negociações, com o objetivo de chegar a um acordo por Hadj-Moussa. Contudo, o negócio acabou por não se concretizar, tornando o argelino uma das transferências falhadas no forte investimento levado a cabo por Rui Costa.
Na presente temporada, com a camisola do Feyenoord, Anis Hadj-Moussa — avaliado em 20 milhões de euros — já disputou 23 jogos oficiais pelos neerlandeses: 15 na Eredivisie, seis na Liga Europa e dois na Liga dos Campeões. Nos 1.897 minutos em que esteve em campo, o argelino apontou sete golos e somou três assistências.
Antigo jogador dos dragões, em antevisão à partida dos quartos de final da Taça de Portugal, destacou aspeto que joga a favor da turma de Farioli
13 Jan 2026 | 11:02 |
“É um dia especial”
"São dois históricos, com muita história de conquistas e muitas disputas pelo caminho. É um dia especial, um jogo que faz Portugal parar e que é sempre para escrever história", sublinhou.
Questionado sobre onde se decidem estes encontros, o antigo futebolista rejeitou separar a componente mental da competitiva: "Ganham-se na cabeça e no campo. É preciso talento, qualidade, estar bem fisicamente e mentalmente. A camisola não ganha sozinha, quem ganha são os jogadores e aquilo que fazem no jogo".
“Joga em casa, tem os adeptos e está confiante”
Sobre o duelo marcado para quarta-feira, Chaínho apontou o coletivo como principal fator de desequilíbrio, mas reconheceu uma ligeira vantagem ao Porto. "Joga em casa, tem os adeptos e está confiante. Isso dá-lhe algum favoritismo, embora na Taça estes jogos sejam sempre como uma final", advertiu.
Relativamente à ausência do capitão benfiquista Nicolás Otamendi, o antigo médio relativizou o impacto, lembrando que o argentino "é um jogador importante e faz falta, mas o Benfica tem soluções para se adaptar".
Treinador das águias prepara abordagem estratégica especial para clássico no Dragão, apostando num detalhe capaz de desequilibrar duelo decisivo
13 Jan 2026 | 11:00 |
Vangelis Pavlidis - que recentemente alcançou número redondo com os encarnados - volta a concentrar atenções antes do clássico desta quarta-feira frente ao Porto, a contar para os quartos de final da Taça de Portugal. O avançado grego assume-se como a principal referência ofensiva do Benfica e chega ao Estádio do Dragão com estatuto reforçado, não só pelos números da época, mas também pelo impacto recente diante do rival azul e branco.
Contratado ao AZ Alkmaar no início da temporada 2024/25, Pavlidis adaptou-se de forma imediata ao futebol português. É atualmente o melhor marcador da Liga Portugal, com 17 golos, liderando a tabela de artilheiros com vantagem sobre Luis Suárez, do Sporting. No universo encarnado, a diferença é ainda mais expressiva: soma 24 golos em 2025/26, contra apenas cinco do segundo melhor marcador do plantel.
O histórico frente ao Porto reforça a confiança do camisola 14 do Benfica. Em três jogos disputados contra os dragões para o campeonato, Pavlidis nunca conheceu a derrota. Duas vitórias por 4-1, em novembro de 2024 e abril de 2025, e um empate sem golos, em outubro do mesmo ano, compõem um registo que pesa psicologicamente antes de novo duelo decisivo.
Foi precisamente no encontro de abril, no Estádio do Dragão, que Pavlidis assinou uma das exibições mais marcantes da sua carreira em Portugal. O avançado grego marcou três golos, selando um hat-trick que desmontou a defesa portista e abriu caminho à goleada encarnada. O quarto golo desse jogo foi apontado por Nicolás Otamendi, símbolo de liderança no eixo defensivo do Benfica.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, Vangelis Pavlidis — avaliado em 35 milhões de euros — realizou 32 jogos: 17 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal, dois na Taça da Liga e um na Supertaça. Nos 2.546 minutos disputados, o avançado soma 24 golos e três assistências.
No rescaldo de mais uma derrota no campeonato saudita, treinador português deixou algumas críticas à equipa de arbitragem do encontro
13 Jan 2026 | 10:53 |
Jorge Jesus não escondeu a frustração depois de mais um encontro sem sentir o sabor da vitória. No final da partida entre o Al Hilal e o Al Nassr, o antigo treinador do Benfica comentou o que aconteceu no relvado e deixou algumas críticas à expulsão de um dos seus jogadores.
Jorge Jesus: “Depois de rever o lance, acredito que não havia necessidade de mostrar o vermelho. A expulsão foi injusta.”
“Foi um excelente clássico. Quando estávamos 11 para 11, o Al Nassr foi melhor e estava a vencer, mas, depois do vermelho, as coisas mudaram. A expulsão tornou tudo mais difícil”, começou por dizer o treinador do Al Nassr, que contou com a titularidade de João Félix.
Porém, Jesus não ficou por aqui e teceu alguns comentários a respeito de uma decisão do árbitro que teve impacto no resultado final: “Depois de rever o lance, acredito que não havia necessidade de mostrar o vermelho. A expulsão foi injusta”.
Jorge Jesus: “O Al Nassr é um grande clube que almeja títulos. Estes jogos exigem um alto nível de preparação mental.”
“O Al Nassr é um grande clube que almeja títulos. Estes jogos exigem um alto nível de preparação mental. Alguns jogadores apresentaram lapsos mentais, mas temos muita confiança neles para continuarmos a nossa caminhada”, acrescentou Jorge Jesus.
“A equipa venceu 10 jogos e começámos a ter problemas depois da saída de Mané [para a CAN] e da lesão de Simakan. Quando um jogador comete um erro técnico, entendo, mas quando comete um erro disciplinar, não, e tem de assumir a responsabilidade por isso”, concluiu o treinador português.