Futebol
Há um clube português a 'fazer figas' para que Sidny Lopes Cabral saia do Benfica
31 Mai 2026 | 12:36
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Futebol
31 Mai 2026 | 13:39 |
Stale Solbakken, selecionador da Noruega, revelou que aconselhou Andreas Schjelderup a deixar o Benfica devido à falta de minutos de jogo. O técnico explicou que a situação do extremo estava longe do ideal, mas que tudo acabou por mudar com o rendimento do jogador ao longo da época.
S. Solbakken: "Em janeiro falámos sobre o facto de ele ter de mudar de clube porque o tempo de jogo era mínimo"
"Em janeiro falámos sobre o facto de ele ter de mudar de clube porque o tempo de jogo era mínimo", afirmou no programa 'Vamos ao Mundial', da NRK. No entanto, o selecionador sublinhou que a evolução alterou por completo o cenário, numa altura em que o atleta esteve próximo de rumar ao Club Brugge: "De repente tem uma hipótese contra o Real Madrid, marca e ficou de fora de questão o Benfica vendê-lo".
O próprio Schjelderup reconheceu o impacto da fase mais complicada, marcada por pressão mediática e menor utilização: "Não gostas de ter tanta atenção negativa em ti, especialmente antes de duas das partidas mais importantes da seleção", explicou, recordando o período de novembro de 2025, quando ainda lutava por espaço no plantel encarnado.
Apesar das dificuldades, o extremo valorizou o apoio recebido dentro da seleção norueguesa: "Estou grato pela forma como o Stale Solbakken e os rapazes trataram de mim e apoiaram-me. Quando o pior da tempestade passa, quase te esqueces do que aconteceu. Estás numa bolha na seleção, é um grupo muito bom".
Nesta época, ao serviço do Benfica, Andreas Schjelderup — avaliado em 30 milhões de euros — realizou 43 partidas: 28 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. Nos 2.548 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou 10 golos e sete assistências.
Prova milionária voltou a encher os cofres dos clubes europeus e o emblema encarnado surge numa posição de destaque financeiro
31 Mai 2026 | 13:23 |
A edição 2025/26 da Liga dos Campeões chegou ao fim com a vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal numa final decidida apenas no desempate por grandes penalidades, mas os números financeiros continuam a dominar a análise da competição, com o Benfica incluído.
Segundo os cálculos avançados pelo portal norte-americano The Athletic, apesar de não ter chegado às fases finais da competição, o Glorioso conseguiu ainda assim ultrapassar a barreira dos 50 milhões de euros. Os encarnados ficaram na 20.ª posição do ranking geral, com uma receita total na ordem dos 53,3 milhões de euros, fruto da participação até à fase de playoffs da competição.
O valor coloca o Clube da Luz entre os emblemas mais rentáveis da edição, num cenário em que a consistência na presença europeia continua a ser determinante para o equilíbrio financeiro dos clubes. Vale lembrar que o Clube já tinha ganho 2 milhões por causa de... João Neves.
A conquista do título europeu valeu ao PSG cerca de 146,5 milhões de euros, confirmando o estatuto dos franceses como um dos clubes mais poderosos financeiramente na Europa. Logo atrás surgem os finalistas vencidos, o Arsenal, com cerca de 143,8 milhões de euros encaixados, seguido por gigantes como Bayern Munique, Liverpool, Real Madrid e Manchester City, que completam os primeiros lugares do ranking de receitas da prova milionária.
No fundo da tabela aparece o Kairat Almaty, do Cazaquistão, com 21,4 milhões de euros, evidenciando a enorme diferença entre os clubes mais fortes e os menos experientes nesta nova era de fase de Liga da maior prova de clubes da Europa.
Antiga figura proeminente do futebol nacional e dos vermelhos e brancos concedeu uma entrevista na qual disse que não estava contente de estar nas águias
31 Mai 2026 | 12:56 |
Jéssica Silva deixou o Benfica em 2024, depois de deixar de ser primeira opção nas escolhas da treinadora Filipa Patão. A atacante, que agora atua no Al Hilal, revelou que já não se sentia bem em continuar no Clube encarnado e que precisava de sair.
J. Silva: "Senti que já não era feliz no Benfica"
"Não houve divórcio. Tinha mais um ano de contrato, mas senti que já não era feliz no Benfica. E fui muito feliz. Houve muito ruído e uma parte tóxica que nunca tinha experimentado, fui questionada de uma forma que nunca tinha sido e isso doeu um pouco", revelou, em entrevista ao jornal 'Record'.
A atleta de 31 anos reforçou a sua opinião: "Eu só saí do Benfica porque senti que queria jogar mais do que estava a jogar. Decisões ou não, tinha que aceitar. Eu sou jogadora e, naturalmente, um jogador quer o melhor para si e quer jogar. E sobretudo naquela fase da minha carreira, só queria era jogar, estar feliz. Não me podem apontar uma arma por isso. Mas não saí a mal. Tive muito mais alegrias do que tristezas" , falou.
J. Silva: "A minha carreira no Benfica foi incrível e é isso que fica"
Apesar dos litígios com a antiga técnica, Jéssica Silva não tem nenhum problema com o Benfica, na qual sublinha a sua passagem pelo Clube: "Fui muito feliz. Fiz parte de um grupo de trabalho que teve um percurso incrível na Champions. Nada apaga isso. A minha carreira no Benfica foi incrível e é isso que fica", disse.
Vale lembrar que Jéssica Silva, em junho de 2025, tinha afirmado que Filipa Patão foi um problema na sua carreira. "Não sei se foi a pior (profissional), não estamos a discutir qualidades, mas sem dúvida alguma foi um problema na minha vida", comentou na altura.
Antigo futebolista defende que, a poucas semanas do início da nova época, Clube da Luz já deveria ter praticamente toda a estrutura definida
31 Mai 2026 | 12:52 |
Diogo Luís considera que o Benfica vive um momento de forte indefinição que pode comprometer a próxima temporada, sobretudo pela ausência de uma decisão clara relativamente ao treinador. Na sua análise, o agora comentador sublinha que o problema das águias vai muito além do calendário europeu.
O antigo futebolista - que também criticou a última temporada - defende que, a poucas semanas do início da nova época, o Clube deveria ter praticamente toda a estrutura definida, algo que não se verifica atualmente: "A poucas semanas do arranque da nova temporada, continua sem existir uma decisão clara sobre a liderança técnica da equipa", escreve no jornal 'A Bola'.
D. Luís: "Num clube da dimensão do Benfica, o planeamento da época seguinte deveria estar praticamente concluído nesta fase do ano"
Na mesma linha, critica a imagem transmitida pelo Benfica neste momento, que, na sua perspetiva, revela falta de controlo: "Num clube da dimensão do Benfica, o planeamento da época seguinte deveria estar praticamente concluído nesta fase do ano".
Diogo Luís alerta para o impacto desta situação na preparação da equipa para a nova época, sobretudo num contexto em que o Clube já enfrenta exigências adicionais no calendário: "A sensação transmitida para o exterior é a de uma estrutura que aguarda acontecimentos sobre os quais não tem controlo".
O comentador deixa um aviso claro sobre as consequências de continuar a adiar decisões estruturais: "Quanto mais tempo adiar decisões estruturais, maior será o risco de começar a próxima época condicionado por problemas que deveriam estar resolvidos muito antes do primeiro treino", concluiu.