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Atenção! Proposta inovadora de João Diogo Manteigas agita os bastidores do Benfica
02 Mai 2026 | 13:46
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05 Mar 2026 | 10:07 |
A manhã de quinta-feira, 5 de março, começou com a triste notícia do falecimento de António Lobo Antunes, aos 83 anos de idade. No meio das muitas reações ao acontecimento, o Benfica - que já conhece o árbitro do Clássico - emitiu uma nota de pesar à partida do incontornável escritor português.
"O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do escritor António Lobo Antunes, um dos mais ilustres adeptos do Clube, referência maior da cultura portuguesa contemporânea", pode ler-se na nota de pesar emitida pelas águias.
"António Lobo Antunes manteve ao longo de décadas uma ligação afetiva ao Benfica, que tantas vezes atravessou a sua própria obra e os seus testemunhos públicos. A sua voz singular na literatura portuguesa expressou sempre uma identidade profundamente enraizada no benfiquismo", acrescenta.
"Entre as muitas palavras que dedicou ao Clube, permanece particularmente marcante a recordação dos tempos da Guerra Colonial, quando afirmava que "enquanto o Benfica jogava, não havia guerra", sublinhando a dimensão simbólica e emocional que o Benfica representava mesmo nos momentos mais difíceis", surge no comunicado do Clube da Luz.
"Noutra ocasião, com a ironia e a ambição que marcaram a sua personalidade, confessou um desejo: "Quero ser o Águas da literatura"", acrescentou o Benfica. "Com o desaparecimento de António Lobo Antunes, Portugal perde um escritor maior e o Sport Lisboa e Benfica um adepto cuja genialidade, pensamento e paixão pelo Benfica ficarão para sempre na memória coletiva do benfiquismo".
"O Sport Lisboa e Benfica apresenta as mais sentidas condolências à família, amigos e admiradores de António Lobo Antunes, associando-se ao luto de todos quantos reconhecem na sua obra e na sua vida um legado maior da cultura portuguesa", pode ler-se no final da nota de pesar partilhada pelos encarnados.
Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, após empate em Famalicão, onde deixou duras críticas à arbitragem de Gustavo Correia
04 Mai 2026 | 15:54 |
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol anunciou, na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, que vai apresentar uma participação disciplinar contra Rui Costa e o Benfica. Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, onde visou a arbitragem de Gustavo Correia, no empate polémico diante do Famalicão.
Segundo foi tido em conta pelo jornal Record, a queixa que a APAF vai fazer será entregue ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol que, depois de analisar o documento em questão, toma a decisão de abrir ou não um processo contra o Presidente do Benfica, depois das duras críticas que fez, em declarações à imprensa.
Sem haver qualquer tipo de surpresa, o mais certo é que o CD avance com um processo disciplinar contra Rui Costa, visto que a APAF, no seu entender, acredita que o Presidente do Benfica foi longe demais nas palavras que proferiu, onde acusou Gustavo Correia de prejudicar o Clube da Luz, no seu objetivo de chegar à Liga dos Campeões.
"Este senhor veio aqui prejudicar o Benfica, quiseram tirar-nos o segundo lugar", foi uma das várias palavras proferidas pelo dirigente máximo dos encarnados, que também vincou que nenhum árbitro ou entidade, que não sejam os jogadores e treinadores, deve decidir o desfecho das partidas.
Vale a pena relembrar que o empate em Famalicão, envolto em muita polémica, mereceu a reação de várias figuras ligadas ao Clube. Mauro Xavier, através da sua conta oficial na rede social X, exigiu que sejam divulgados os áudios do VAR, que visam o lance de grande penalidade que ficou por assinalar a favor do Benfica.
Através de um comunicado oficial, encarnados desmentiram notícias avançadas pela imprensa e asseguram que vão tomar uma decisão final em breve
04 Mai 2026 | 15:14 |
Uma semana depois de José António dos Santos ter revelado que chegou a um acordo para a venda da sua participação na SAD, o Benfica pronunciou-se sobre diversos rumores. Através de um comunicado, partilhado nos meios oficiais, o Clube da Luz negou ter mostrado qualquer tentativa de alienação das ações pertencentes ao empresário, conhecido como o Rei dos Frangos.
"Perante a circulação de informações falsas no espaço mediático, o Sport Lisboa e Benfica esclarece que inexiste qualquer direito de preferência atribuído ao Sport Lisboa e Benfica relativamente à alienação do lote de ações pertencente a José António dos Santos", pode ler-se no comunicado partilhado pelas águias.
"O Sport Lisboa e Benfica encontra-se a avaliar todos os contornos desta operação e os seus potenciais impactos, no estrito respeito pelos interesses do Clube e dos seus associados", adiantou o Clube da Luz, negando qualquer notícia que tem sido avançada pela imprensa nos últimos dias a respeito deste tema.
"Uma posição definitiva será assumida em breve, no cumprimento dos deveres e responsabilidades do Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se no final do comunicado partilhado na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, a respeito das ações que foram vendidas pelo empresário José António dos Santos, mais conhecido como Rei dos Frangos.
Vale a pena recordar que o conhecido empresário detinha uma percentagem de 16,36% da SAD encarnada e, nos últimos dias, chegou a um acordo para a venda dessas mesmas ações a um grupo de investimento norte-americano. No entanto, o tema tem sido bastante debatido e já mereceu a reação de várias figuras do Clube, que pedem esclarecimentos ao Benfica.
Através de uma publicação feita na rede social LinkedIn, ex-dirigente da estrutura de Rui Costa procura obter mais informações sobre a venda do Rei dos Frangos
04 Mai 2026 | 10:40 |
Na última semana, José António dos Santos anunciou que vendeu a sua participação (16,36%) na SAD a um grupo de investimento norte-americano. No rescaldo desta nota, Fernando Tavares, antigo vice-presidente das modalidades do Benfica, partilhou uma publicação onde pede vários esclarecimentos aos encarnados sobre este processo do Rei dos Frangos.
"1. Quais as razões que determinaram a ausência de iniciativa por parte do Sport Lisboa e Benfica no sentido de adquirir a referida participação, estimada em cerca de 45 milhões de euros, quando tal permitiria elevar a posição do Clube para aproximadamente 80% do capital social da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, reforçando de forma inequívoca o seu controlo estratégico", pode ler-se na publicação feita no LinkedIn.
"2. De que forma se compatibiliza essa decisão com a aprovação, em 1 de outubro de 2025, de um programa de recompra de ações próprias até ao limite de 10% do capital, o qual implicava já um compromisso financeiro estimado entre 15 milhões e 18 milhões de euros, e por que motivo esse programa não foi ajustado ou expandido, total ou parcialmente, de forma a permitir a aquisição do referido bloco acionista estratégico, concentrando o esforço financeiro numa operação com impacto estrutural no controlo da sociedade", continuou Fernando Tavares.
"3. Se foi devidamente ponderada, em termos económicos e estratégicos, a possibilidade de direcionar o esforço financeiro associado ao programa de recompra, já aprovado, para a aquisição de um bloco acionista estruturante, em detrimento de aquisições dispersas em mercado, maximizando assim o impacto desse investimento ao nível do reforço do controlo e da estabilidade acionista da sociedade", acrescentou.
"4. Se, atendendo à atual situação económico-financeira, designadamente ao resultado líquido positivo de 34 milhões de euros apresentado pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD no exercício de 2024/2025, aprovado em Assembleia Geral, bem como à referência expressa da gestão à existência de eventuais excessos de liquidez, não existiam condições para, de forma prudente e responsável, suportar um investimento desta natureza, com impacto direto no reforço do controlo, estabilidade acionista e alinhamento estratégico de longo prazo da sociedade", concluiu o antigo vice-presidente do Clube da Luz.