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Futebol
08 Fev 2025 | 12:02 |
Adi Hutter lamentou a derrota do Monaco, adversário do Benfica na Liga dos Campeões, com o PSG, por quatro bolas a uma, na passada sexta-feira, 7 de fevereiro. O treinador dos monegascos aproveitou o momento para abordar o próximo encontro com os encarnados, considerando que vai ser um "jogo diferente".
"Perdemos mais o jogo na primeira parte por termos desperdiçado demasiadas oportunidades. Deveríamos ter assumido a liderança no marcador, mas não o fizemos. No final, o PSG mereceu a vitória. É uma das melhores equipas da Europa neste momento, por isso parabéns a eles e ao Luis Enrique. Mesmo assim, devíamos ter marcado mais golos. O resultado não reflete a qualidade que demonstrámos em campo", começou por mencionar.
Adi Hutter - Vamos concentrar-nos no próximo jogo contra o Benfica
"Perdemos bolas com demasiada facilidade contra uma equipa que se move rapidamente e joga um futebol fantástico. Cometemos um erro e em 5 minutos o PSG matou o jogo com dois golos. Também corremos demasiados riscos no final, porque a equipa queria reduzir o resultado. Para mim, o resultado é demasiado elevado, não é 4-1. Vamos concentrar-nos no próximo jogo contra o Benfica", atirou o técnico do Monaco, abordando a eliminatória da Liga dos Campeões.
Adi Hutter - Será um jogo diferente daquele contra uma equipa como o PSG, apesar de o Benfica também ter bons jogadores
"Será um jogo diferente daquele contra uma equipa como o PSG, apesar de o Benfica também ter bons jogadores. Fomos infelizes em casa [na fase de grupos] com um cartão vermelho que não merecíamos. Vamos tentar dar o nosso melhor para obter um bom resultado. Vamos estar preparados", concluiu Adi Hutter.
Recorde-se que, o Benfica de Bruno Lage vai medir forças com o Monaco, na próxima quarta-feira, 12 de fevereiro, pelas 20h00, no reduto monegasco. Antes disso, os encarnados têm duelo com o Moreirense agendado para este sábado, pelas 18h00.
Confira aqui um grande momento no PSG - Monaco:
Em resposta ao sucedido no último dérbi catalão frente ao Espanyol, antigo jogador do Clube da Luz chega-se à frente e 'rasga' futebolistas blaugrana
15 Mai 2026 | 18:14 |
Joan Capdevila mostrou-se bastante crítico em relação a alguns jogadores do Barcelona devido aos cânticos entoados após o dérbi catalão frente ao Espanyol, disputado em abril, no Camp Nou. No final da partida, jogadores como Lamine Yamal, Gavi e Marc Casadó aproximaram-se da claque blaugrana para celebrar o triunfo e juntaram-se a cânticos dirigidos ao rival catalão, uma atitude que desagradou o ex Benfica.
Joan Capdevila: "Isto ultrapassou o limite. São coisas que me magoam"
"Isto ultrapassou o limite. São coisas que me magoam. São jovens e, quando cantas uma música em que pedes o desaparecimento de um clube, primeiro tem de agir o próprio clube e depois a LaLiga", afirmou, em declarações ao programa 'La Otra Grada'.
Dessa forma, o antigo lateral do Clube da Luz - que ainda prepara corrida à Champions - acusou os jogadores em causa de promover comportamentos perigosos. "No campo podem dizer coisas, mas depois celebra-se sem faltar ao respeito. Isto é ultrapassar o limite e fomentar violência, penso eu. São jovens, mas já não é a primeira vez, já aconteceu duas vezes", apontou.
Joan Capdevila: "Há crianças a ver e a copiar aquilo que os profissionais fazem"
Capdevila deu ainda o exemplo de Fermín López como um comportamento mais aceitável. "Gosto da rivalidade do Fermín, que luta e dá tudo em campo, mas depois do jogo deve deixar-se desses cânticos. Há crianças a ver e a copiar aquilo que os profissionais fazem", explicou.
Ao concluir, o campeão de mundo em 2010 considerou ainda que o próprio Barcelona deveria intervir junto dos atletas: "Entendo a euforia do momento, mas pela imagem do clube alguém devia dizer-lhes alguma coisa. Isto está fora de lugar. Onde está o fair play?"
Apesar da entrega oficial só ter acontecido esta semana, tanto agente como técnico já estavam informados há algum tempo da intenção da SAD encarnada
15 Mai 2026 | 18:03 |
A proposta de renovação de José Mourinho com o Benfica foi formalmente entregue apenas na passada quarta-feira, numa reunião entre Rui Costa e Jorge Mendes. O treinador encarnado confirmou esta sexta-feira que recebeu uma oferta para prolongar o vínculo.
Apesar da entrega oficial só ter acontecido esta semana, tanto Jorge Mendes como Mourinho já estavam informados há algum tempo da intenção da SAD encarnada em avançar para a renovação. A demora no processo ficou ligada à dificuldade em conciliar agendas, uma vez que os compromissos profissionais do empresário português impediram um encontro mais cedo com Rui Costa.
Segundo o jornal 'Record', a reunião entre o Presidente do Benfica e Jorge Mendes prolongou-se durante várias horas e não serviu apenas para abordar o futuro de Mourinho. Em cima da mesa estiveram também diversos temas relacionados com o planeamento da próxima temporada e possíveis movimentações no mercado de transferências, numa altura em que a estrutura encarnada começa já a preparar 2026/27.
Ainda assim, Mourinho optou por adiar qualquer análise à proposta apresentada pelo Benfica. Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Estoril Praia, o técnico revelou que pediu ao empresário para não lhe mostrar o documento antes do final do campeonato.
O treinador português aproveitou ainda para voltar a afastar os rumores que o ligam ao Real Madrid, garantindo que não existiu qualquer contacto entre as partes: “Com o Real Madrid não tenho qualquer contacto, nem com o presidente, nem com nenhuma pessoa importante da sua estrutura, não tenho nada”, assegurou.
Antigo vice-presidente encarnado admite, ainda assim, que resultados da presente temporada ficaram aquém das expetativas
15 Mai 2026 | 17:36 |
António Figueiredo defendeu a continuidade de José Mourinho no comando técnico do Benfica em 2026/27, considerando que a estabilidade deve prevalecer numa fase delicada do Clube. O antigo vice-presidente encarnado admite que os resultados da temporada ficaram aquém das expetativas, mas entende que uma nova mudança no banco poderá agravar ainda mais a instabilidade interna, numa altura em que Marco Silva tem sido associado às águias.
A. Figueiredo: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica"
Em declarações ao 'Record', explicou que a sua posição não se prende apenas com os títulos conquistados esta época: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica e nem estou a analisar os resultados, porque, este ano, a única coisa que o Benfica guarda na sala de troféus é a Supertaça... conquistada por Bruno Lage. A minha motivação para que Mourinho continue tem a ver com a estabilidade”, afirmou.
O antigo dirigente reforçou ainda a ideia de que o Clube precisa de continuidade para voltar ao topo do futebol português: “Andarmos constantemente a mudar de treinador, de presidente e de dirigentes não resolve as situações. Se me limitasse a analisar os resultados, estaria, neste momento, a rezar pelo regresso de Bruno Lage”.
Apesar das críticas à época do Benfica, António Figueiredo recusou colocar em causa o valor de Mourinho, defendendo que o percurso do treinador continua intacto: “Os resultados não foram animadores, mas não retiram uma vírgula ao currículo de José Mourinho, construído por ele, ao longo do seu percurso”, destacou na CMTV.
António Figueiredo aproveitou ainda para afastar a ideia de que o plantel tem lacunas, apontando o crescimento de Andreas Schjelderup: “A equipa não está nada desequilibrada, o Benfica tem uma excelente equipa. Os jogadores têm é que ter minutos de jogos e confiança. Veja-se o exemplo do Schjelderup que, há quatro meses, era para ser vendido e agora é o melhor jogador do Benfica”, concluiu.