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Liga dos Campeões? Craque do Benfica deixa garantia: Temos qualidade e potencial para..."
06 Fev 2026 | 09:44
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26 Out 2024 | 07:24 |
Arthur Cabral chegou aos 50 jogos de águia ao peito e, em entrevista com Rui Águas, no 6.º episódio do Mística a Dois, do Clube da Luz, o avançado brasileiro revelou que este marco tem um grande significado, desvendando ainda que esperava ter faturado mais com a camisola do Benfica. No entanto, o canarinho deixou a certeza de que pretende "evoluir".
"Muito especial. Fazer 50 jogos numa equipa como o Benfica é de se celebrar muito. De estar feliz, de estar orgulhoso, não é para qualquer um. É chegar nessa marca, sei que não é uma marca muito grande, mas é um caminho para fazer mais. Cem jogos, 150… E… com conquistas, que é isso o meu objetivo", começou por mencionar o camisola 9 das águias, que admitiu que esperava ter mais golos com o Manto Sagrado.
"Então, com certeza esperava mais, não é? Você conhece, você fez a mesma posição que eu, então sabe, a gente entra todo o jogo pensando não só em ganhar os jogos, mas também em tentar ajudar, fazendo o que a gente sabe fazer de melhor, que é fazer golo. Então, com certeza, queria muito chegar nesse momento e ter uma marca mais expressiva de golos, como tive nas equipas em que joguei. E infelizmente não tem uma marca melhor para estar celebrando aqui, mas não é um motivo de estar – como é que eu posso dizer? – me dececionando aqui, mas um motivo, sim, de buscar mais e de melhorar e evoluir", concluiu o ponta-de-lança.
Queria muito chegar nesse momento e ter uma marca mais expressiva de golos, como tive nas equipas em que joguei
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Arthur Cabral - atualmente avaliado em 14 milhões de euros - conta com sete partidas: Estrela da Amadora, Moreirense, Santa Clara, Boavista e Gil Vicente (Campeonato Nacional). O camisola 9 também foi opção no duelo da Taça de Portugal, com o Pevidém e na Liga dos Campeões frente ao Feyenoord. Nos 147 minutos totalizados, o ponta-de-lança brasileiro apontou um golo e uma assistência.
Arthur Cabral chegou ao Benfica no verão de 2023, oriundo da Fiorentina, a troco de 20 milhões de euros, mais 5 por objetivos, para colmatar a saída de Gonçalo Ramos, que rumou ao PSG. O atleta de 26 anos tem contrato com o Clube da Luz até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.
Camisola 8 do Clube, depois do anúncio relativo ao seu regresso à seleção da Noruega, integra assim uma lista de figuras conhecidas
06 Fev 2026 | 10:27 |
O regresso de Fredrik Aursnes à disponibilidade para representar a seleção da Noruega enquadra-se numa realidade já conhecida no futebol internacional, com vários exemplos de jogadores que, após um período de afastamento, decidiram voltar a vestir a camisola nacional.
No contexto encarnado, um dos exemplos mais próximos é o de Tiago Mendes, antigo médio do Benfica. Após o Mundial de 2010, na África do Sul, Tiago afastou-se da Seleção Nacional, mas acabaria por regressar em 2014, já com Fernando Santos como selecionador. O reencontro resultou em mais oito internacionalizações, num percurso marcado pela regularidade e experiência ao serviço da equipa das quinas.
Mais mediático foi o caso de Luís Figo. O antigo extremo anunciou a despedida da Seleção Nacional após o Euro’2004, disputado em Portugal, mas voltou atrás na decisão e integrou a campanha do Mundial’2006, na Alemanha, onde Portugal alcançou o 4.º lugar. O ex Bola de Ouro encerrou definitivamente o ciclo internacional após essa competição, com 127 jogos pela seleção principal.
Fora de Portugal, o exemplo de Lionel Messi é frequentemente citado. O argentino anunciou a saída da seleção em 2016, após a derrota na final da Copa América, mas regressou poucas semanas depois. A decisão viria a revelar-se determinante, com a conquista de um Mundial, duas Copas América e uma Finalíssima.
Vale a pena recordar que Fredrik Aursnes explicou recentemente que a decisão tomada em 2024, esteve ligada ao desgaste físico e mental, mas admitiu agora que voltou a sentir condições para competir ao mais alto nível, tendo como objetivo a presença no Mundial'2026. Este que se jogará entre 11 de junho a 19 de julho, no Canadá, México e Estados Unidos.
Numa entrevista recente à imprensa local, compatriota do guardião analisou os aspetos que favoreceram camisola 1 no golo frente ao Real Madrid
06 Fev 2026 | 10:23 |
O golo de Anatoliy Trubin frente ao Real Madrid ainda continua a suscitar muita conversa. Recentemente, Oleksandr Shovkovskiy, antigo guarda-redes e treinador do Dínamo de Kiev, concedeu uma entrevista onde deixou rasgados elogios ao compatriota e titular da baliza do Benfica.
Oleksandr Shovkovskiy: "Trubin escolheu a posição certa e soube utilizar a estatura com maestria"
"Trubin escolheu a posição certa e soube utilizar a estatura com maestria", começou por dizer Shovkovskiy, em declarações ao portal ucraniano UF. O compatriota do guarda-redes do Benfica fez questão de analisar o lance onde o mesmo selou o apuramento das águias.
"Além disso, o passe preciso do companheiro de equipa [Aursnes] dificultou a chegada do Courtois à bola", acrescentou o mesmo, explicando como o camisola 1 das águias conseguiu arranjar espaço suficiente para conseguir desferir o tento decisivo na partida no Estádio da Luz.
Oleksandr Shovkovskiy: "O Trubin aproveitou uma oportunidade que talvez surja apenas uma vez na carreira de um guarda-redes"
"O Trubin aproveitou uma oportunidade que talvez surja apenas uma vez na carreira de um guarda-redes", acrescentou, por fim, o compatriota do internacional ucraniano, em declarações ao UF. O antigo guardião, que representou o Dínamo de Kiev, foi profissional de futebol entre 1993 e 2012, realizando um total de 689 jogos oficiais.
Anatoliy Trubin tem estado nas bocas do mundo depois do duelo contra o Real Madrid. No entanto, o ucraniano continua de pés bem assentes na terra, como foi possível confirmar na mensagem que deixou depois do empate do Benfica, em Tondela, onde o mesmo advertiu para estas situações de deslumbramento.
Após destaque recente, elogios não faltam ao jovem talento. Consequentemente, antiga figura do Clube relembra o caminho percorrido do mesmo, até agora
06 Fev 2026 | 09:51 |
Gonçalo Moreira fez história, esta quarta-feira, ao apontar o seu 12.º tento na UEFA Youth League, em 16 jogos (repartidos por três épocas), tornando-se o melhor marcador de sempre do Benfica na competição. De modo a relembrar o caminho percorrido até aqui, Bruno Cristiano, treinador que quando o viu a tocar na bola pela primeira vez, "nunca mais se esqueceu daquele toque".
Bruno Cristiano: "Quando o vi a tocar na bola, nunca mais esqueci aquele toque"
"Exatamente aqui, num sábado de manhã. Estávamos num convívio de academias. O Gonçalo tinha sete anos e jogava nos sub-8 do Pedrouços. Quando o vi a tocar na bola, nunca mais esqueci aquele toque", recorda o treinador em entrevista ao jornal A Bola, em Pedrouços, onde o sonho começou.
Bruno Cristiano, 40 anos, à data treinador dos sub-8 do Clip Teams, sabia que estava perante um talento raro. Aquela criança não enganava: "Com sete anos, a relação do Gonçalo com a bola já era fantástica. Era um miúdo com uma alegria diferente dos outros. Tinha uma condução e um drible curtinhos. Ninguém ficava indiferente ao vê-lo tocar na bola. Tinha um talento puro que hoje ainda tem."
Bruno Cristiano: "Vejo o Gonçalo como um 10 à moda antiga, criativo"
Bruno Cristiano vê em Gonçalo Moreira, um jogador como não vê no Benfica desde o tempo de Pablo Aimar: "Na minha infância, os meus grandes ídolos eram o João Vieira Pinto, o Rui Costa, o Pablo Aimar, jogadores da posição 10, na qual o Gonçalo hoje joga — e eu vejo-o um bocadinho com essas características: um 10 à moda antiga, criativo."
"Consegue ocupar bem o espaço, é muito inteligente, tem passe e tem golo. É aquele jogador que nós, treinadores, gostamos de ter em qualquer equipa. O Gonçalo é muito competitivo, não gosta de perder por nada e durante o jogo é muito comunicativo. É líder. Aliás, por onde tem passado, tem sido sempre capitão, seja na Seleção ou no Benfica", concluiu o treinador.