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Desqualificação gera protesto e leva Benfica a abandonar competição
13 Fev 2026 | 17:49
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24 Jul 2024 | 17:10 |
Passaram vários meses desde que Diogo Ribeiro conquistou o ouro no Mundial, mas muitos ainda encaram a natação para os Jogos Olímpicos como se fosse futebol. Esta visão simplista não corresponde à realidade. É crucial deixar Diogo Ribeiro nadar sem a pressão de expectativas irrealistas, mesmo com o seu histórico impressionante.
Desde fevereiro, quando Diogo Ribeiro se sagrou campeão mundial em Doha, nos 50 e 100 metros mariposa, comentadores começaram a prever uma medalha olímpica para Portugal em Paris-2024. “Ótimo, pessoas que nem ligavam nenhuma à modalidade passaram a dedicar alguma atenção, procurando notícias sobre o nadador do Benfica”, escreve Miguel Candeias no jornal A Bola. No entanto, Candeias destaca que a natação é regida por tempos específicos e apuramentos rigorosos, diferente de desportos como o atletismo.
A expectativa exagerada, contudo, persiste. Muitos ainda vêm as provas como se dependessem de um remate certeiro no futebol. Diogo Ribeiro, junto com seu treinador Alberto Silva, sempre frisaram que o objetivo é chegar à final e melhorar o recorde. “Depois, logo se vê o que pode acontecer se conseguir integrar o lote dos oito melhores que disputarão as medalhas”, explica Candeias. Ribeiro mantém o foco nos Jogos de Los Angeles-2028 quando fala de medalhas.
O nadador, com ambição e disciplina enraizadas no ADN, sabe da importância dos detalhes técnicos e da realidade dos números. “Nunca, até porque isso iria contra a natureza de um vencedor, o irão ouvir a diminuir-se em relação àquilo que ambiciona”, salienta Candeias. Ribeiro não promete o impossível, mas treina diariamente para se superar. No entanto, a comparação com os tempos de Tóquio 2020 mostra que a competição também evoluiu. O recorde nacional de 51,17s o deixaria em 8.º lugar nos jogos passados.
Neste momento, entre os 40 apurados para os 100 metros mariposa em Paris, Diogo tem o 15.º melhor tempo. Todos acreditam que pode superar o recorde nacional, mas há eliminatórias e meias-finais que exigem perfeição. “Face a esta realidade, não pressionem. Deixem-no nadar, mas não estejam à espera de cobrar algo que nunca disse que realizaria”, conclui Candeias. Diogo Ribeiro transporta-nos para o seu sonho, e devemos respeitar o percurso e as suas ambições com paciência e apoio realista.
Atleta não terá correspondido às expectativas delineadas pela Direção encarnada e deve procurar um novo desafio na próxima temporada
15 Fev 2026 | 03:00 |
É esperada uma debandada na equipa de andebol. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o nosso Jornal assume que a turma encarnada prepara-se para uma grande remodelação no plantel, que deve começar pela partida de Ismael El-Korchi. Contudo, o central não deve ser o único a deixar o Benfica no final de 2025/26.
Pelo que o Glorioso 1904 apurou, junto de fonte próxima, o camisola 23 deve procurar um novo desafio em 2026/27, uma vez que não tem vindo a corresponder às expectativas delineadas pela Direção do Benfica, liderada por Rui Costa. Além disso, o Clube da Luz pretende fazer uma remodelação do plantel e o andebolista não entra nos planos.
No entanto, tal como o nosso Jornal tomou conhecimento, El-Korchi não deverá ser o único elemento do plantel a deixar o Benfica no final da temporada. Apesar de ainda não haver confirmações no que às partidas diz respeito, o Glorioso 1904 já tinha colocado em cima da mesa a partida de Bélone Moreira, capitão das águias.
Por outro lado, como o nosso Jornal já confirmou anteriormente, a renovação do andebol não vai passar apenas pelos jogadores, mas também pela equipa técnica. Confirmada a saída de Jota González no final da época, a imprensa coloca o nome de Jonas Wille na rota do Benfica. O selecionador da Noruega é um dos favoritos para suceder ao espanhol.
Ismael El-Korchi reforçou o Glorioso na presente temporada, depois de somar passagens por Ciudad Logroño e CD Iplacea. Até ao momento, o espanhol de 24 anos alinhou em 26 partidas oficiais: 19 no campeonato nacional, seis na EHF European League e uma na Taça de Portugal. Ao todo, o central registou 49 golos.
Conjunto vermelho e branco teve de suar até ao minuto final para conseguir respirar de alívio e assegurar uma presença na prova nacional
14 Fev 2026 | 20:51 |
O Clássico é vermelho e branco. Na noite deste sábado, as portas do Dragão Arena abriram para mais um duelo entre o Porto e o Benfica. Num ambiente eletrizante, a equipa encarnada levou a melhor sobre o rival do norte, por 3-2, e segue em frente na Taça de Portugal de hóquei em patins.
Conti Acevedo, Zé Miranda, Roberto Di Benedetto, Nil Roca e João Rodrigues foram as apostas iniciais no Clássico da Taça de Portugal. No banco de suplentes, Edu Castro contou ainda com os nomes de Pedro Henriques, Diogo Rafael, Viti, Lucas Ordoñez e Gonçalo Pinto.
A jogar no Dragão Arena, o Benfica entrou a todo o gás, criando várias dificuldades aos portistas. À passagem do minuto 4, numa combinação entre Di Benedetto e João Rodrigues, com o avançado a fazer o 1-0. Três minutos mais tarde, Zé Miranda ampliou a vantagem e fez o 2-0. Porém, o Porto respondeu e, no mesmo minuto, Gonçalo Alves fez o 2-1. Antes do intervalo, aos 22 minutos de jogo, Nil Roca fez o 3-1 para as águias.
No segundo tempo, os dragões entraram com perigo, com um remate que bateu no poste da baliza de Conti Acevedo, mas Zé Miranda repetiu na mesma moeda. À passagem do minuto 28, o Benfica cometeu a 10.ª falta e Carlo Di Benedetto não perdoou e fez o 3-2 para a equipa da casa. Até ao minuto final, a formação encarnada foi segurando o resultado, enquanto os azuis e brancos procuravam o empate.
Com este resultado, o Clube da Luz continua a sorrir na temporada, continuando invicto em todas as frentes competitivas. Na partida anterior, as águias golearam o Valongo, por cinco bolas a uma. Triunfante no Clássico contra o Porto, o Benfica assegurou presença nos quartos de final da Taça de Portugal.
Formação vermelha e branca deu volta aos maus resultados obtidos a meio da semana e conseguiu entrar nos eixos perante um adversário mais acessível
14 Fev 2026 | 16:34 |
A equipa de andebol voltou a entrar nos eixos. Na tarde deste sábado, 14 de fevereiro, o Benfica recebeu e venceu o Marítimo, por 40-30, em partida a contar para a 19.ª ronda da fase regular do campeonato nacional. A formação encarnada sentiu dificuldades para derrotar os madeirenses.
Rangel da Rosa, Miguel Sánchez, Reinier Taboada, Alejandro Barbeito, Pau Oliveras, Mikita Vailupau e Fábio Silva foram as apostas iniciais de Jota González. No banco de suplentes, o técnico espanhol contou ainda com Gustavo Capdeville, Christopher Hedberg, Gabriel Cavalcanti, Miguel Mendes, Stiven Valencia, Alexis Borges, El Korchi, Ander Izquierdo e Javi Rodríguez.
A jogar no Pavilhão Fidelidade, em Lisboa, o Benfica procurou dar uma resposta diferente frente à formação insular, depois do desaire na jornada anterior. Perante uma equipa que criou algumas dificuldades, o Clube da Luz foi gerindo o ritmo do encontro, com o Marítimo sempre a ameaçar. Ao intervalo, as águias venciam por uma diferença de quatro golos (21-17).
No segundo tempo, a equipa da casa procurou gerir a vantagem que tinha no marcador, de forma a conseguir neutralizar qualquer intenção da parte do Marítimo. Com o aproximar do apito final, o Benfica colocou o pé no acelerador e foi aumentando a diferença de golos face à formação insular. O resultado final foi de 40-30.
Com este resultado, o Clube da Luz regressa aos triunfos, depois de ter perdido, a meio da semana, na deslocação ao reduto do Águas Santas. Feitas as contas, o Benfica, ao fim de 19 jornadas do campeonato, sobe ao segundo lugar, à condição, com 49 pontos, ficando na expectativa de o Porto perder pontos.