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Futebol
25 Nov 2025 | 08:46 |
Pawel Dawidowicz revelou que o choque cultural que sentiu na Arábia Saudita foi a grande razão para ter deixado o país após cerca de um mês na sua nova aventura. O defesa-central polaco, que chegou a passar pelo Benfica, tinha reforçado, há pouco tempo, o Al Hazem, da Saudi Pro League - que perdeu, recentemente, com o Al Nassr de João Félix.
Cerca de um mês depois, já deixou a Arábia Saudita, e revelou, recentemente, o porquê, ao Tuttomercatoweb: "Depois do fim da época [em Verona], decidi explorar novos horizontes, mudar de ares. Tinha propostas de clubes da Serie A, mas queria tentar uma experiência diferente. E foi assim que fui para a Arábia Saudita".
"Fui para lá sozinho para o estágio, durante três semanas. Depois, a minha família juntou-se a mim: tenho uma criança pequena e a minha mulher está grávida. Foi difícil ficar lá, por várias razões. Tinha de ir ao hospital quase todos os dias para fazer exames médicos, e era complicado. Ninguém fala inglês, talvez três pessoas em toda a cidade. As mulheres não podem sair sem um homem. E têm de estar cobertas, só os olhos visíveis", atirou, de seguida, o ex Benfica, apontando ao choque cultural que sentiu.
O defesa-central polaco prosseguiu: "Fiz vários pedidos, mas eram sempre adiados para o dia seguinte. A dada altura, fartei-me e decidi que havia coisas mais importantes do que o futebol, como a minha família. Não podia ficar lá, tendo em conta o estado da minha mulher e do meu filho".
"Antes, o dinheiro talvez me interessasse. Agora jogaria de graça… ou quase (...) Agora estou perto de Gdansk [na Polónia]. Treino-me com uma equipa local e com um treinador pessoal, mas sinto falta do futebol. Sabia que isso significaria ficar algum tempo sem jogar, mas tinha de me concentrar na minha família. Queria ir para longe, ganhar mais. Agora isso importa-me menos, só quero ficar na Europa", atirou, a terminar, Pawel Dawidowicz, que esteve ligado contratualmente ao Benfica entre 2014 e 2019, mas que apenas realizou jogos pela equipa B das águias.
No rescaldo da vitória das águias frente ao Famalicão (1‑0), treinador do Clube da Luz deixou uma curiosa e entusiasmante referência
25 Dez 2025 | 09:00 |
No rescaldo da vitória do Benfica frente ao Famalicão (1‑0), José Mourinho deixou uma curiosa e entusiasmante referência a um jovem talento que tem vindo a ganhar destaque nas equipas jovens do clube da Luz. Na conferência de imprensa, o técnico aproveitou para destacar um nome que começa a despertar atenção junto da estrutura encarnada: Rui Silva.
O central formado nos escalões de formação do Benfica, que iniciou a temporada no Benfica B e se afirmou como peça importante na atuação da equipa na Youth League. A referência de Mourinho surgiu como um elogio sublinhando a profundidade do lote de defesas centrais à disposição, sublinhando que o Clube está “absolutamente tranquilo” com as soluções disponíveis.
Rui Silva nasceu na freguesia de Mouçós, em Vila Real, e entrou para as escolas do Benfica ainda muito jovem, em 2017, com apenas 11 anos. Depois de um período no centro de formação em Viseu, o jovem central mudou‑se definitivamente para o Seixal em 2019, onde tem progredido de forma consistente através dos diferentes escalões de formação do clube.
Na temporada passada, foi uma peça fundamental na conquista da Taça Revelação pela equipa de sub‑23 do Benfica, o primeiro título da história do escalão, sendo um dos jogadores mais utilizados ao longo da campanha, apenas atrás de um dos seus companheiros de setor.
Na temporada 2025/26, apenas com a camisola do Benfica, Rui Silva – avaliado em 350 mil euros – leva 17 encontros disputados: quatro pelos sub-23, seis pelos juniores e sete pela equipa B. Nos 1.381 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o central ainda não marcou nem assistiu.
Após uma passagem marcada por altos e baixos, futebolista, que perdeu espaço com técnico alemão, tem dado frutos no seu novo clube
24 Dez 2025 | 13:01 |
A carreira de David Neres atingiu um novo patamar. O antigo extremo, que chegou a ser campeão pelo Benfica, tem tido uma temporada muito positiva com a camisola do Nápoles, o que lhe dá a possibilidade de sonhar com uma eventual convocatória para a seleção do Brasil, com vista ao Mundial de 2026.
O antigo camisola 7 dos encarnados, que perdeu espaço na altura com a chegada de Di María, foi fundamental para a conquista da Supertaça de Itália, ao carregar o Nápoles às costas, tanto no jogo das meias-finais como na partida decisiva contra o Bolonha, onde Neres assinou os dois golos do triunfo.
É impossível negar a excelente forma que o atacante atravessa, algo que até os próprios companheiros de equipa destacaram. Noa Lang, colega do brasileiro, fez questão de partilhar nas redes sociais uma fotografia do camisola 7 a segurar o troféu e identificou Carlo Ancelotti, selecionador da seleção nacional brasileira.
Vale a pena recordar que David Neres reforçou o Nápoles no verão de 2024, depois de duas temporadas ao serviço do Benfica. Durante esse período, o camisola 7 realizou 83 partidas oficiais de águia ao peito, onde registou 17 golos e 25 assistências, conquistando ainda um Campeonato Nacional e uma Supertaça.
Na presente temporada, David Neres – avaliado em 28 milhões de euros – tem sido uma das figuras influentes dos napolitanos. Até ao momento, o brasileiro já disputou 22 jogos oficiais, entre provas domésticas e Liga dos Campeões. Nos 1.193 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou seis golos e quatro assistências.
Ex-juiz internacional analisou alguns dos principais casos da 15.ª jornada da Liga Portugal Betclic, nomeadamente o encontro entre águias e minhotos
24 Dez 2025 | 12:54 |
Iturralde González, ex juiz internacional, analisou os principais lances da vitória do Benfica frente ao Famalicão (1-0), em duelo da 15.ª jornada. O especialista referiu que não há quaisquer dúvidas sobre a falta de Justin de Haas sobre Nicolás Otamendi e que Gustavo Sá deveria ter visto cartão.
Iturralde González: "É um penálti claro"
"É um penálti claro. De Haas salta utilizando o braço, existe um movimento do defesa com o braço e tem de ser assinalado penálti e mostrado o cartão amarelo. É claríssimo, porque há um movimento do braço, que vai direito à cara de Otamendi", escreveu no jornal 'Record'.
Iturralde González: "É uma jogada muita perigosa, porque podia ter lesionado o adversário"
De seguida, falou sobre o lance entre Gianluca Prestianni e o médio famalicense: "É uma jogada de escola arbitral. Gostaria de saber o que dizem os jogadores neste tipo de jogadas. Gustavo Sá toca primeiro na bola, mas muitas vezes isso não impede que seja falta. Aqui, já não consegue travar e sabe que vai derrubar Prestianni com uma entrada perigosa, por trás, mesmo recolhendo a perna. Para mim, é falta e admoestação. É uma jogada muita perigosa, porque podia ter lesionado o adversário".
O único tento da partida surgiu aos 34 minutos, depois de assinalada grande penalidade por falta sobre Nicolás Otamendi. Vangelis Pavlidis converteu da marca do castigo máximo, tendo chegado aos 14 golos na Liga, liderando isolado a lista de melhores marcadores.
O Benfica fecha o ano de 2025 com uma última vitória no Estádio da Luz, perante um adversário que deu muita luta aos pupilos de José Mourinho. Com este resultado, o Benfica dá continuidade ao bom momento de forma e assegura mais três pontos. Ao cabo de 15 rondas, as águias somam 35 pontos, mas continuam a oito pontos do Porto.