Futebol
Carreira de Marco Silva é marcada por inconsistência antes de chegar ao Benfica
13 Jun 2026 | 16:37
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Futebol
24 Dez 2025 | 10:19 |
O ex-candidato à presidência do Benfica, Bruno Costa Carvalho, afirmou que o lance polémico nos Açores não foi um erro, mas algo “intencional”, defendendo que o futebol português vive no “Varandistão” e que a situação já é um “caso de polícia”, apelando a Rui Costa para agir com firmeza e não de forma sarcástica.
Bruno C. Carvalho: "O que vimos nos Açores não foi um erro. Foi intencional"
“Erros de arbitragem há em todos os jogos. Mas, o que vimos nos Açores não foi um erro. Foi intencional. Vivemos oficialmente no Varandistão”, escreveu nas redes sociais, sugerindo que há um ambiente sistemático de favorecimento e parcialidade que tem beneficiado os leões.
Bruno C. Carvalho: "É necessário que Rui Costa aja em conformidade"
Bruno Costa Carvalho não se ficou apenas pelas críticas e dirigiu-se diretamente a Rui Costa, insistindo que este deve atuar com seriedade: "É necessário que Rui Costa aja em conformidade. Isto não vai lá com ironia e graçolas. O que se passa é um caso de polícia”, sublinhando a gravidade com que vê a situação.
A ideia de que o incidente nos Açores não foi um simples lapso técnico, mas algo que classifica de intencional, integra-se na crítica mais ampla de Bruno Costa Carvalho ao clima que, do seu ponto de vista, se instalou no futebol português nos últimos meses.
De recordar que o lance do Santa Clara - Sporting ficou marcado pela controvérsia, tanto pela dúvida sobre a infração cometida sobre Morten Hjulmand como pela demora na análise do VAR que estendeu-se por 12 minutos já nos descontos da partida, quando os açorianos venciam por 2-1. Após a grande penalidade convertida com sucesso, o encontro seguiu para prolongamento, onde os leões chegariam ao 3-2, carimbando a passagem aos quartos de final da Taça de Portugal.
Jogador não ficou satisfeito com a sua primeira partida na competição, mas acredita que os adeptos terão gostado do que viram
13 Jun 2026 | 17:47 |
Amar Dedic mostrou-se algo insatisfeito após o empate da Bósnia frente ao Canadá (1-1), em encontro referente à primeira jornada do Grupo B do Mundial. O lateral-direito do Benfica reconheceu que o resultado não é negativo no contexto da competição, mas não escondeu que o jogo ficou longe de corresponder às suas preferências individuais e ao estilo de futebol que gosta de praticar.
Dedic, do Benfica, sobre estreia da Bósnia no Mundial: "Não houve muito futebol..."
No final da partida, o internacional bósnio fez uma leitura pragmática do encontro, sublinhando a dificuldade do duelo. “Os bósnios podem ficar satisfeitos com o empate num jogo verdadeiramente difícil e intenso”, começou por afirmar, ainda que rapidamente tenha deixado uma nota crítica ao desenrolar da partida. “Não houve muito jogo. Foi mais luta e faltas. Não foi fácil, mas lidámos bem com isso”, acrescentou o lateral de 23 anos.
Dedic destacou ainda a importância do contexto competitivo, realçando o peso de estrear-se num palco como o Mundial. “Foi o primeiro jogo no Mundial, o ambiente foi espetacular, é o maior palco do futebol. O mais importante foi não perdermos”, argumentou o defesa encarnado, que foi obrigado a assumir várias tarefas defensivas ao longo do encontro, longe das dinâmicas ofensivas que caracterizam o seu jogo.
O jogador do Benfica não escondeu, aliás, alguma frustração pessoal com o papel que desempenhou diante do Canadá, deixando claro que preferia um contexto mais favorável ao ataque. “Todos sabem como é o meu jogo. Isso chateou-me um bocadinho. Não houve muito futebol, foi mais correr, lutar e faltas. O individual, porém, não é importante, a equipa está acima de tudo”, referiu, ainda assim em tom de equilíbrio e maturidade.
Por fim, Dedic abordou também a ausência de duas figuras importantes da seleção bósnia, reconhecendo o impacto dessa falta de opções. “Sentimos a falta do Dzeko e do Tabakovic. Quem jogou no lugar deles fez um trabalho muito bom. Lutaram e acredito que jogámos bem. Podemos melhorar e vamos analisar tudo. Espero que esses jogadores importantes voltem o mais depressa possível”, concluiu.
Internacional ucraniano teve momento mágico ao marcar na Champions em duelo que garantiu a classificação das águias para os playoffs
13 Jun 2026 | 17:44 |
Anatoliy Trubin voltou a falar de uma das noites mais marcantes da sua temporada ao serviço do Benfica, com particular destaque para o encontro diante do Real Madrid, que terminou com triunfo encarnado por 4-2, na última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, a 28 de janeiro. O guarda-redes ucraniano participou num podcast do antigo internacional Denys Boyko, onde revisitou o golo que marcou aos 90+8 minutos.
Trubin começou por recordar o contexto competitivo da partida e as indicações vindas do banco, num jogo em que o Benfica vencia por 3-2, mas precisava de mais um golo para garantir o apuramento. “O Mourinho disse que não queria ver resultados, queria que jogássemos”, explicou o guardião, sublinhando a exigência tática e emocional de um duelo de elevado grau de dificuldade frente ao conjunto merengue.
Ainda assim, o próprio jogador admitiu que, naquele momento, não tinha total noção do que estava em causa. “Estávamos a ganhar 3-2, já estava a receber a bola no peito, a queimar tempo. Aliviei a bola e toda a gente disse-me ‘Vamos fazer alguma coisa’. Não percebi o que queriam de mim”, revelou Trubin, evidenciando a confusão que marcou os instantes finais do encontro.
A falha de comunicação acabou por gerar tensão dentro de campo e até fora dele, com o guarda-redes a admitir, em tom leve, a reação da estrutura encarnada. “Acho que não tive direito a muitas palavras bonitas (risos)”, ironizou o internacional ucraniano, referindo-se ao momento em que a equipa técnica e colegas tentaram acelerar a tomada de decisão num lance decisivo. A mais curiosa reação foi do Presidente Rui Costa: “Primeiro, toda a gente estava em choque. Depois ele (Rui Costa) disse: 'vês, o treinador queria outro avançado, agora não precisa”.
O desfecho, contudo, acabaria por ser épico. No último lance relevante da partida, o Benfica beneficiou de um livre direto e Trubin foi chamado a subir no terreno. “O Mourinho disse-me para subir e apercebi-me de que precisávamos de mais um golo. Na minha cabeça precisava de dar um passo atrás. Marquei um bom golo”, concluiu.
Antigo diretor de comunicação dos encarnados voltou a analisar a atualidade das águias e deixou várias críticas à gestão do Clube
13 Jun 2026 | 17:14 |
João Gabriel voltou a pronunciar-se sobre a atualidade do Benfica e não poupou críticas à liderança de Rui Costa. O antigo diretor de comunicação dos encarnados analisou a chegada de Marco Silva ao comando técnico da equipa principal, deixando ainda revelações sobre os bastidores da SAD benfiquista. Apesar dos elogios, João Gabriel divulgou que Rui Costa não queria continuar com Mourinho.
J. Gabriel: "Há muito tempo que Rui Costa não queria Mourinho"
"Rui Costa assumiu que Marco Silva não era a primeira escolha. É verdade, e isso em nada diminui o currículo de Marco Silva. O que Rui Costa não disse é que a primeira opção foi Ruben Amorim, e não José Mourinho. Há muito tempo que Rui Costa não queria Mourinho. O Real Madrid foi uma bênção", escreveu, num artigo publicado no Linkedin.
O antigo dirigente aproveitou ainda para alertar para a instabilidade vivida no banco do Benfica nos últimos anos. "O Benfica vai para o sexto treinador em apenas cinco anos", recordou, deixando implícita a preocupação com a falta de continuidade nos projetos desportivos do Clube.
J. Gabriel: "Marco Silva não precisa de apresentações nem de campanhas de marketing para justificar a escolha"
Ainda sobre Marco Silva, João Gabriel considerou que o técnico merece condições para trabalhar e deixou um apelo à estrutura encarnada. "Marco Silva não precisa de apresentações nem de campanhas de marketing para justificar a escolha. É um bom treinador. Merece tempo e merece condições. Espera-se que tenha o apoio e uma estrutura competente e capaz à sua volta, algo de que os seus antecessores não tiveram", pode ler-se.
A fechar, o consultor de comunicação dirigiu também críticas ao departamento de comunicação do Benfica. "Já agora, se o diretor de comunicação puder fazer prova de vida durante toda a época, e não apenas de ano a ano na apresentação dos novos treinadores, isso também ajudará", atirou.