Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Clube
18 Nov 2025 | 03:00 |
Bruno Costa Carvalho defende que o Benfica devia exigir a demissão de Pedro Proença, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Neste Exclusivo Glorioso 1904, o antigo candidato à liderança do Clube da Luz comentou, ainda, as declarações de Duarte Gomes sobre a grande penalidade de António Silva na receção ao Casa Pia.
Bruno Costa Carvalho: "Benfica devia exigir a demissão de Pedro Proença"
"O Benfica devia exigir claramente a demissão de Pedro Proença e fazer tudo para que esta FPF seja substituída não por alguma que beneficie o Benfica, mas por pessoas que sejam isentas. Nós só precisamos de isenção, não queremos que sejam beneficiados, mas o que está a passar já é demais", começa por afirmar Bruno Costa Carvalho, neste Exclusivo Glorioso 1904.
"O Benfica não pode conviver com esta FPF, que está completamente controlada pelo Sporting. Aliás, basta ver a defesa que o presidente do Sporting faz da FPF e das conversas que mantém com Pedro Proença", lembra Bruno Costa Carvalho, recordando a ligação próxima entre Frederico Varandas e o Presidente da FPF.
Bruno Costa Carvalho e os triunfos do Sporting diante do Benfica: "Um escândalo"
O antigo candidato à liderança do Benfica comentou também as declarações do diretor técnico de arbitragem da FPF sobre a alegada grande penalidade cometida por António Silva diante do Casa Pia: "Duarte Gomes diz, por exemplo, que não foi penálti, mas que o VAR fez bem em não ter intervindo porque o VAR só deve intervir em casos que sejam evidentes. É um caso completamente evidente, e qualquer pessoa com um par de olhos e um bocadinho de cérebro vê isso, que não penálti absolutamente nenhum".
Por fim, Bruno Costa Carvalho defende que o Sporting foi beneficiado a temporada passada e que este ano o cenário é o mesmo: "Frederico Varandas deu uma entrevista à Sporting TV em fevereiro que veio condicionar fortemente a arbitragem e a própria atuação da FPF. Desde aí, o Sporting foi beneficiado em quase todos os jogos. Foi um escândalo. Este ano a coisa vai pelo mesmo caminho: o Benfica a ser prejudicado e o Sporting a ser sistematicamente beneficiado".
Nas alegações finais, MP defende pena suspensa de prisão para antigos dirigentes do Clube da Luz no âmbito do processo Saco Azul
17 Dez 2025 | 12:15 |
O Ministério Público (MP) solicitou, esta quarta-feira, a condenação de Luís Filipe Vieira. A procuradora exige uma pena suspensa de prisão nunca inferior a três anos e nove meses para o antigo Presidente do Benfica, que havia recebido uma boa notícia esta semana. Este pedido formal surge no âmbito das alegações finais do mediático processo judicial conhecido publicamente como Saco Azul.
A medida punitiva proposta abrange igualmente outras figuras de enorme relevo na antiga gestão encarnada. Domingos Soares de Oliveira, ex-CEO da SAD, e Miguel Moreira, antigo diretor financeiro, enfrentam exatamente a mesma requisição de sentença. A sessão de julgamento decorreu em Lisboa, onde foram apresentados os argumentos derradeiros da acusação.
Em causa estão alegados ilícitos criminais graves, nomeadamente fraude fiscal qualificada e falsificação de documentos. A investigação focou-se na atuação dos arguidos durante o período em que lideravam os destinos do emblema da Luz. A justiça procura agora responsabilizar criminalmente os ex-dirigentes pelos atos cometidos no exercício das suas funções diretivas.
O esquema alegadamente montado envolvia a celebração de contratos fictícios de consultadoria informática. Segundo a tese apresentada pelo MP, este mecanismo serviu para retirar mais de 1,8 milhões de euros dos cofres da sociedade desportiva. A acusação sustenta que as verbas saíram das contas bancárias através destes serviços simulados, lesando a tesouraria.
O dinheiro desviado teria, posteriormente, um destino circular muito específico. Grande parte do montante retirado terá regressado à esfera do clube, mas sob a forma de numerário. Este circuito financeiro paralelo é o cerne da acusação que pende sobre a antiga administração, que aguarda agora pela leitura da decisão judicial final.
Dirigente apresentou plano financeiro aos sócios e explicou como será feita a obra faseada para aumentar a lotação do recinto dos encarnados
17 Dez 2025 | 10:06 |
Nuno Catarino revelou, na passada terça-feira, novos detalhes sobre o Benfica District, bem como da expansão do Estádio da Luz. Numa sessão de esclarecimento aos Sócios, o CFO do Clube da Luz detalhou o investimento previsto, a receita e os prazos traçados pelos encarnados.
"Plano é chegar aos 80 mil lugares"
Nuno Catarino abriu o livro sobre os números do empreendimento imobiliário, que tem dado muito que falar, detalhando os custos envolvidos na obra. O plano apresentado envolve um investimento total de 220 milhões de euros, com um custo estimado de 3.700 euros por metro quadrado. A inauguração está prevista para o final de 2029, esperando-se uma receita de 37 milhões anuais.
A ambição desportiva reflete-se no aumento significativo da capacidade das bancadas: “O plano é chegar aos 80 mil lugares de lotação. O projeto já começou, hoje temos 68.116 lugares, e sabemos como chegar a 70 mil, depois a 74 mil e depois 75. Vamos chegar aos 80 mil lugares”.
"A obra custará 75 milhões"
Sobre a execução técnica, Nuno Catarino explicou: “A primeira fase passará pela remodelação do piso 1. Ter um estádio mais à inglesa. Estamos a trabalhar para criar uma área de safe standing. A obra custará 75 milhões, cerca de sete mil euros por lugar, numa lógica de nunca parar a operação no Estádio”.
A conclusão da obra ligará as duas vertentes do projeto apresentado aos Associados: “O último passo, em ligação com o Benfica District, será o aumento do conjunto de filas na parte superior. Quando for feito o reforço da estrutura do Estádio por fora, isso será possível”.
Segundo apurou a imprensa nacional, entidade jurídica recomendou direção encarnada a desistir do caso por os factos já se encontrarem prescritos
15 Dez 2025 | 20:53 |
A Direção do Benfica terá dado ordem para arquivar o processo disciplinar de Luís Filipe Vieira. Segundo informações recolhidas, chega ao fim o processo que visava o comportamento do antigo presidente do Clube da Luz durante a Assembleia Geral realizada a 27 de setembro de 2019, na qual terá tido uma altercação verbal e física com um sócio.
Pelo que apurou o jornal Record, na edição desta segunda-feira, 15 de dezembro, a estrutura vermelha e branca, liderada por Rui Costa, recorreu ao departamento jurídico para que o mesmo fizesse uma avaliação do caso e das provas. Segundo a mesma fonte, o parecer foi o de recomendar à Direção o arquivamento do processo, uma vez que os factos já tinham prescrito em 2020, um ano depois do ocorrido.
Na mesma notícia, o jornal Record revela que não houve nenhuma queixa formal por parte do adepto alvo das agressões atribuídas a Luís Filipe Vieira, nem a realização de uma audição de testemunhas, a fim de apurar os factos ocorridos na referida AG de 2019. Além disso, o regime de amnistia, que tinha sido decretado a par da visita do Papa Francisco, nas Jornadas Mundiais da Juventude, iria anular qualquer acusação feita.
Em junho de 2024, um grupo de Sócios recolheu assinaturas com o objetivo de recomendar à Direção a abertura de um processo disciplinar, tendo em vista a expulsão de sócio de Luís Filipe Vieira. O fundamento do pedido era a alegada violação da alínea j) do n.º 1 do Artigo 18.º dos estatutos — “Manter um comportamento cívico e disciplinar impecável dentro das instalações do clube, designadamente usar da maior correção e urbanidade nas reuniões onde participem”.
Vale a pena recordar que, durante a tramitação deste processo, Luís Filipe Vieira — elogiado por Jorge Jesus — foi um dos seis candidatos à recente eleição para a Presidência do Benfica. No entanto, o antigo dirigente não passou da primeira volta, com Rui Costa a vencer na segunda volta, frente a João Noronha Lopes.